terça-feira, 9 de Fevereiro de 2010

«Text 4 baby»: a saúde por sms

A Casa Branca decidiu usar as novas tecnologias na educação para a saúde. Na semana passada apresentou um programa inédito através do qual grávidas e mães receberão no seu telemóvel mensagens de texto sobre a saúde e desenvolvimento dos seus bebés.

As interessadas em aderir à campanha «text4baby» têm apenas de enviar um sms com a palavra BABY para um determinado número. Passarão então a receber de forma gratuita mensagens que podem lembrar tópicos de saúde importantes ou ajudar a perceber a fase em que se encontram os filhos. Até estes completarem um ano de idade, haverá uma nova mensagem a cada semana.

As mensagens abordam temas como a nutrição, vacinação ou saúde pré-natal. Uma vez que 90 por cento da população norte-americana possui telemóvel, o governo acredita que esta pode ser uma forma eficaz de passar mensagens de saúde importantes.

Espera-se que a campanha possa vir a contribuir para uma diminuição no número de partos prematuros no país, muitos deles com origem numa alimentação deficiente, excesso de stress ou tabagismo.


Será que esta ideia poderia funcionar em Portugal?
Mais informações sobre a campanha neste link:
http://text4baby.org/index.html

Fonte: Mãe IOL in http://www.mae.iol.pt/artigo.php?id=1137571&div_id=3722

Onde é que estás?

Huuum, não vejo em lado nenhum, só pode ter ido para debaixo da cama, deixa cá sentar para ir ver...

Assim vejo melhor, cu-cu, aí estás tu, lego!

segunda-feira, 8 de Fevereiro de 2010

Natalidade: diminuição histórica

De acordo com uma noticia ontem divulgada no Diário de Noticias, a taxa de natalidade registou em 2009 o valor mais baixo numa década, tendência essa que continuará durante este ano, sendo estimados menos cem mil nascimentos.
As razões mais apontadas para a quebra na taxa de natalidade são a crise económica e a incerteza do vinculo laboral. Paralelamente, verifica-se que as mulheres são mães mais tarde e que a maioria aposta numa carreira profissional sólida, adiando para mais tarde a constituição de uma familia.
Como travar, então, esta redução do número de nascimentos? Para Maria Filomena Mendes, presidente da Associação Portuguesa de Demografia (APD), só existem duas possibilidades. A primeira, "é que as mulheres, os casais, deixem de adiar o nascimento dos filhos". A outra, é dar condições às famílias para que apostem na natalidade, melhorando as suas condições de vida. "É preciso que as pessoas que pretendem ter filhos tenham condições, e sintam que têm condições, para o fazer", frisa a presidente da APD, salientando que, de outro modo, "não será possível convencer" os casais a ter mais crianças ou, "em muitos casos, mesmo o primeiro filho".

Parece que não chega

Gostaria de te poder dizer tantas coisas. Tantas coisas como os grãos de areia que existem pelo mundo. Porque é que as palavras me parecem sempre tão escasas? Tão poderosas mas, no entanto, autênticos panos de renda, por onde voam emoções, aromas, recordações. Por mais que te diga que te amo, parece-me que não chega, que fica aquém de qualquer coisa que nem eu consigo definir. Será por isso que se diz que por um filho se sente algo que não se mede, que não se descreve, que se sente, que ecoa, que transborda?

domingo, 7 de Fevereiro de 2010

Inovações médicas a caminho

Gravidez de sucesso

Investigadores da Yale School of Medicine (Connecticut, Estados Unidos) estão a desenvolver um teste metabólico não-invasivo que permite identificar a qualidade de um embrião para fertilização in vitro (FIV ). «Os estudos metabólicos são o futuro da FIV , permitindo aumentar a taxa de gravidez e diminuir as gestações múltiplas», refere Ana Brandão, bióloga/embrióloga.

Transplante de útero humano

Cientistas do Royal Veterinary College e do Hammersmith Hospital, em Londres, acreditam ter descoberto como transplantar um útero humano e conseguir garantir a sua viabilidade para uma gravidez, depois de o terem realizado com sucesso em coelhos.

Segundo Ana Brandão, bióloga/embrióloga, «esta possibilidade implica o recurso a fertilização in vitro, cesariana e remoção do útero após o parto, mas para mulheres que tenham um desejo muito grande de serem mães é uma solução muito apelativa».

Pílula inovadora

O Infarmed aprovou recentemente um novo contraceptivo de emergência feminino, contendo a substância activa acetato de ulipristal.

Este entrará no mercado no início de 2010 e poderá ser tomado até cinco dias (120 horas) após uma relação sexual não protegida. «É precisamente neste aspecto que se encontra a sua inovação, já que nos métodos existentes a toma deve ser feita entre 12 a 72 horas após a relação», refere Cristina Azevedo, farmacêutica.

Curar a cegueira


Com uma simples injecção de ADN, um grupo de investigadores do Scheie Eye Institute, da Universidade de Pensilvânia, conseguiu restituir a visão de quatro crianças com amaurose congénita de Leber, uma doença que conduz à perda severa de visão na infância e cegueira na idade adulta.

«Esta descoberta representa uma grande esperança para os pacientes com esta doença que, até ao momento, não tem cura nem tratamento para abrandar a sua progressão e pode servir de fonte de esperança para todos os que sofrem de perda progressiva de visão», refere Graça Almeida-Porada, professora de Imunologia e Biologia Molecular.


Fonte: Sapo Bebé in http://familia.sapo.pt/articles/familia/saber_viver/1039909.html

Coisas nossas e dela!

Enquanto secava o cabelo, na passada sexta-feira:

- Mãeeee...dá beijo!

*

- Quem é princesa?
- A mãe!

*

No Guincho, ao ver um senhor a correr no calçadão:
- Corre, senhor, depéxa!

*

Ao ver duas bicicletas estacionadas de encontro a uma parede e um capacete no chão:
- Olha, um chapéu!

sábado, 6 de Fevereiro de 2010

O bebé na cozinha

Cerca de 75% dos acidentes domésticos envolvem crianças com menos de quatro anos de idade e acontecem na cozinha. Algumas normas de segurança a cumprir poderiam evitar esta situação.
Tenha em conta que a probabilidade de acontecer um acidente aumenta quando a criança está cansada ou doente, ou quando os pais estão mais preocupados ou ocupados com outros assuntos. E a curiosidade é também um móbil muito forte para que os acidentes aconteçam. Por volta dos dois meses a criança já é capaz de se esticar para agarrar em objectos e levá-los à boca.

Um dos locais mais perigosos da casa é a cozinha, e isto conta também para os adultos, devido aos materiais aguçados, de vidro e materiais inflamáveis que ali se encontram. É um local potencialmente mortífero para a criança, em especial porque a atenção do adulto que ali se encontra vai estar dividida entre várias tarefas.

Tenha em conta que os bicos do fogão, as chaleiras e os ferros de engomar mantêm-se quentes durante muito mais tempo após serem desligados. Na hora da refeição evite as toalhas que a criança possa alcançar do chão ou poderá ter a surpresa de ver o serviço de porcelana da sua avó a estilhaçar-se no lajedo. Além disso há o perigo de a criança ao puxar a toalha entornar algo quente sobre si mesma, sendo que o melhor é colocar estes alimentos no centro da mesa, longe do seu alcance.

Tenha à mão um extintor de incêndios a gás de espuma ou pó seco para acudir a acidentes. Arrume sempre os sacos de plástico fora do alcance da criança para evitar que esta se sufoque com estes, assim como os produtos de limpeza e o caixote do lixo. Os objectos aguçados e as facas de cozinha devem ser arrumados dentro de uma gaveta com fecho de segurança.

Uma protecção à volta da placa do fogão é essencial e tenha o cuidado de voltar as pegas do tacho para o lado de dentro, usando sempre os discos de trás em vez dos da frente. O frigorífico também deve ter uma fechadura resistente para evitar ser aberto pela curiosidade da criança.

A chegada do bebé irá alterar os hábitos na cozinha e por este motivo vale a pena pensar, com algum tempo, numa nova disposição dos elementos neste espaço e mesmo na colocação de um novo armário mais alto e mais seguro.


Fonte: ABC do Bebé in http://www.abcdobebe.com/seguranca-do-bebe/o-bebe-na-cozinha.html

High-Tech

Isto é assim que se escreve...!

Scroll: é muito fácil...


Desligo ou não desligo o computador?!

Internet: Nobel da Paz 2010?

sexta-feira, 5 de Fevereiro de 2010

Parto na água

Já há uma história de mais de 30 anos de experiência em nascimentos dentro de água um pouco por todo o Mundo, com resultados bastante satisfatórios e que vêm deitar por terra algumas críticas de alguns profissionais de saúde sobre o nascimento dentro de água.

“A grande diferença entre o parto natural humanizado em terra e um parto natural humanizado dentro de água é mesmo apenas a inclusão do elemento água, como um recurso natural, não invasivo e seguro de relaxamento e de controlo da dor durante o trabalho de parto, assim como um meio suave e delicado para receber o bebé no momento do seu nascimento”, explica Isabel Ferreira, Enfermeira Especialista em Saúde Materna e Obstétrica da Gimnográvida.

Todas as mulheres com gravidez de termo (com mais de 37 semanas de gravidez), de baixo risco, ou seja, sem contra-indicações absolutas para um parto por via vaginal, que pretendem ter um parto natural sem recurso a medicamentos para redução da dor, têm os requisitos mínimos para se candidatarem a um parto dentro de água.

“O parto na água destina-se a todas as mulheres que reconhecem em si o poder relaxante da água e que pretendem ter um parto natural com total liberdade de movimentos”, explica Isabel Ferreira.

Preparação Aquática Pré Parto

É o nome dado às aulas que preparam, dentro de água, os “casais grávidos” (como a própria Isabel Ferreira os intitula) para o momento do nascimento do bebé. “Durante a Preparação Aquática para o Parto, o casal efectua vários exercícios dentro de uma piscina aquecida, experimentando, em perfeita simbiose, sensações semelhantes às do feto durante a gravidez”, diz-nos Isabel Ferreira. Há um envolvimento muito íntimo entre o casal durante estes exercícios, “o que promove a sua vinculação com o seu filho. A intimidade e o relaxamento transmitidos por este tipo de exercícios induz a libertação de endorfinas conhecidas por promover o seu bem-estar e pelo seu efeito analgésico”, acrescenta a Enfermeira da Gimnográvida.

Os pais conseguem criar uma ligação muito forte com o seu filho através de exercícios de flutuação, de sons emitidos debaixo de água e da respiração aquática. “As sessões pré-aquáticas treinam ainda os casais a realizar técnicas de respiração, auto controlo e auto-confiança indispensáveis para o momento do parto”, refere Isabel Ferreira.


Exercícios a realizar:

- Exercícios para fortalecimento muscular e relaxamento durante toda a gravidez;

- Exercícios respiratórios para promoção do bem-estar materno e fetal na gravidez e parto;

- Exercícios para o casal de simbiose e relaxamento na água;

- Exercícios para auxílio na visualização do feto ao longo canal de parto;

- Exercícios para interiorização da experiência vivida pelo feto no interior do saco amniótico – experimentação da sensação de leveza, dos sons…

A realidade em Portugal

Existem países como a Bélgica e a Alemanha que oferecem a opção de ter o bebé dentro da água em quase todas as Instituições de saúde, públicas e privadas. No nosso País, o interesse por esta modalidade começa agora a emergir. “Tenho apenas conhecimento de uma instituição privada, no Porto, que possui uma sala especificamente equipada para este efeito – a Ordem da Lapa e outro local em Lisboa, na Clínica Santo António da Reboleira. No entanto, para usufruir destes serviços, as mulheres terão de o solicitar junto de equipas obstétricas particulares”, explica Isabel Ferreira.

Qualquer instituição de saúde que esteja interessada poderá contudo experimentar a oferta destes serviços com a utilização de banheiras descartáveis. “Essa foi a opção escolhida pelo casal Júnia e Pedro para o nascimento do seu filho, o Simão Pedro, o primeiro bebé a ser conhecido pelo seu nascimento dentro de água numa instituição de saúde portuguesa. Tenho também conhecimento de algumas dezenas de casais portugueses que optaram por ter o seu parto em casa, em banheiras descartáveis, com acompanhamento de profissionais de saúde”, adianta a Enfermeira da Gimnográvida.

Onde se deve dirigir?

“Existem actualmente vários locais onde os casais podem usufruir de sessões de Preparação para o Parto e a Parentalidade, tanto a nível privado como a nível público, nos centros de saúde e nos hospitais, pelo que neste momento, este serviço está disponível a toda a população”, garante Isabel Ferreira. No entanto, a Preparação Aquática para o Parto está ainda restrita a poucos serviços de saúde, em parte por falta de profissionais de saúde com habilitação específica nessa área.

A Mãe Ideal ajuda-a a conhecer um dos locais que proporciona sessões aquáticas de preparação para o parto. Chama-se Gimnográvida, localiza-se no Porto e tem à sua disposição, inúmeros serviços destinados às mães grávidas.

Podem inscrever-se para todos esses serviços, bastando para isso contactar o Centro Gimnográvida, através do contacto 916 488 787 ou pelo e-mail info@gimnogravida.pt

Neste local, as sessões de Preparação Aquática para o Parto têm a duração de 45 minutos e devem ser realizadas, pelo menos, uma vez por semana até ao nascimento do bebé ou em sessões isoladas, integradas no Curso Global de Preparação para o Parto e a Parentalidade.

“A piscina localiza-se nas instalações do Boavista do Sport Club do Porto, é aquecida e a qualidade de água é controlada” garante Isabel Ferreira. Para mais informações, consulte
www.gimnogravida.pt

Acabar com os mitos

“Existem actualmente estudos científicos que confirmam a segurança e a eficácia do nascimento dentro de água”. Isabel Ferreira refere que uma das perguntas mais frequentes é se há algum perigo de afogamento para o bebé. A resposta tranquiliza as leitoras mais ansiosas: “O bebé tem o reflexo de mergulho, ou seja, enquanto a sua face não entra em contacto com o ar, ele não inicia a respiração e a sua laringe encontra-se fechada, impedindo a entrada de água nos seus pulmões. O oxigénio, enquanto o bebé está debaixo de água, é fornecido pelo sangue materno, através do cordão umbilical”. Se acontecerem situações emergentes dentro de água, pode ser necessário que a mulher saia para fora, embora não seja muito frequente.

A água não retira toda a sensação dolorosa do parto, mas apenas a reduz um pouco. “A mulher sente as contracções de forma intensa, mas é incentivada a não lutar contra elas e sim aceitá-las como algo natural e fisiológico, num processo intenso que lhe irá dar a energia para conseguir ter a força necessária para empurrar o seu bebé para o mundo exterior a si”, fundamenta Isabel Ferreira.


Como decorre o parto dentro de água

Para que se garanta a segurança dentro de água, deverão ser garantidas as condições de água a utilizar para encher a piscina, que deverá ser potável e com a temperatura mantida entre os 35ºC e os 37ºC. “A banheira deverá encher-se com água até ao peito da mãe, quando em posição de sentada. Para potenciar os efeitos da água, a mulher deverá ser incentivada a entrar na água assim que estiver com uma dilatação uterina de 4/5 cm. Antes disso, poderá beneficiar dos efeitos da água utilizando chuveiro com água fria ou quente”, explica a Enfermeira da Gimnográvida.

O parto deverá ser acompanhado por enfermeiras ou médicos especialistas em saúde materna e obstétrica, com o mesmo profissionalismo e conhecimento com que acompanham o parto natural humanizado em terra. “Sempre que se verificar a necessidade de intervenção específica que impeça o parto dentro de água (como por exemplo a necessidade emergente de aplicação de uma ventosa ou de uma cesariana), deverá ser solicitado à mulher que saia da água, informando-a dos motivos desta orientação clínica”, diz-nos Isabel Ferreira.

Ao entrar na água, as futuras mães exprimem um enorme sentimento de relaxamento físico e emocional, um maior sentimento de leveza e uma maior facilidade de movimentação, associando-se “uma significativa redução da dor e do desconforto durante todo o processo de nascimento do seu filho. O companheiro também pode entrar e ajudar em todo o processo”, adianta a enfermeira entrevistada pela Mãe Ideal.

O momento em que o bebé vem ao mundo é de uma magia intensa. “A cabeça e o corpo saem de dentro do corpo da mãe de uma forma suave e dentro de água, o recém-nascido flutua e abre e fecha os seus pequeninos olhos, explorando pela primeira vez o novo mundo. Impulsiona-se de seguida para a tona da água, em direcção à mãe, mostrando que nasce já com a capacidade de nadar na direcção de quem reconhece como sua cuidadora e protectora. A mãe acolhe-a suavemente nos seus braços, emocionada”, conclui Isabel Ferreira.


Benefícios dos partos dentro de água

- Aumento do relaxamento e uma significativa diminuição da dor materna. Há uma maior progressão do trabalho de parto;

- Aumento da oxigenação do feto durante o trabalho de parto: como a mãe está mais relaxada, a sua respiração é usualmente mais calma, profunda e eficaz, pelo que os gastos em oxigénio são menores e chegam em maior quantidade ao feto, promovendo o seu bem-estar;

- Aumento da elasticidade materna, o que diminui o risco de lacerações vaginais e perineais durante o parto;

- A liberdade de movimentos e posicionamento da mãe conduz usualmente a uma descida mais rápida e menos traumática do feto pelo canal de parto, pelo que usualmente a imersão em água durante o trabalho de parto está associada a uma menor necessidade de intervenções obstétricas, tais como a utilização de fórceps, ventosas ou o recurso à cesariana.


Fonte: Revista Mãe Ideal (edição Novembro 08)











22cmx22cm

Ontem ao serão, ao ler uma história para a Joana, reparei nesta página:


Olhei atentamente para a mesma. Pela primeira vez, vi numa mesma página de um livro infantil, vários meninos retratados: meninos de etnias diferentes, uma menina numa cadeira de rodas, um menino com óculos, uma menina a um canto, tímida, uma outra menina a jogar futebol com outros meninos...fabuloso!

É bom saber que há livros como este que não ilustram apenas os estereótipos como também as nuances que fazem a diferença.
O livro de que vos falo é este:


"Pipim vai à escola" (colecção Pipim, o pinguim), Edições Gailivro

quinta-feira, 4 de Fevereiro de 2010

Pais querem enfermeiros nas escolas

As escolas "não têm meios que permitam socorrer uma criança", denunciou Albino Almeida, presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais, numa reportagem publicada pelo jornal “Diário de Notícias”.

Comentando o caso recente de um rapaz de 12 anos que morreu de paragem cardíaca no recreio da escola EB 2,3 de Canidelo, o presidente da Confederação Nacional das Associações de Pais reforça a mensagem de que as escolas não estão preparadas para prestar socorro às crianças. Com o objectivo de inverter este cenário, o dirigente disse ao mesmo jornal já ter entregado à ministra da Educação, Isabel Alçada, e ao secretário de Estado da Saúde, Óscar Gaspar, uma proposta para que exista um enfermeiro por cada agrupamento de escolas.

Outra das propostas consiste na realização de um curso de suporte básico de vida destinado aos alunos, “para desta forma estarem preparados para prestar os primeiros socorros”.

Para Albino Almeida, a saúde e a educação têm de estar próximas, para o bem de alunos e professores.

Fonte: ALERT Life Sciences Computing, S.A.in http://portal.alert-online.com/?key=680B3D50093A6A002E42140A321A2A5C0B683E0A760751796E5F7B

Missão: levantar (ainda) mais cedo!

Acordamos, eu e o Pedro, nos dias úteis, às 06:15 para nos prepararmos para um novo dia de trabalho. Sim, é cedo, sobretudo quando chegamos a meio da semana e o sono já começa a fazer com que a saída da cama seja retardada...nem que seja por mais 5 minutos, aqueles 5 minutos a mais que psicologicamente fazem a diferença.

Pois bem, estou a ver que tenho que me levantar ainda mais cedo. Ou então despachar-me mais depressa. É que a Joana, agora que se quer vestir e calçar sozinha, demora o dobro do tempo a ficar pronta. Meninas!