domingo, 30 de Novembro de 2008

Outra vez doente!

Estamos em plena época de ranhos, tosses, espirros, dores de garganta. As crianças são as mais afectadas. Deixamos-lhe um manual prático, para saber como lidar com as infecções respiratórias do seu filho.


Há estudos que indicam que, nas cidades, uma criança com menos de dois anos tem oito a nove infecções respiratórias por ano. Calcula-se que estas situações sejam responsáveis por cerca de 40 por cento das consultas de pediatria. A poluição, a frequência de creches, em que as crianças permanecem fechadas dias inteiros sem que as salas sejam arejadas, são alguns factores que fazem aumentar a incidência de viroses e infecções bacterianas na árvores respiratória dos mais pequenos.
Se há situações em que é imprescindível contactar o médico, na maior parte dos casos os pais podem controlar os sintomas em casa, sem recorrer a ajuda especializada.

Situações em que deve contactar o médico ou ligar para o Saúde 24 (808 24 24 24)
- febre há mais de três dias;
- febre muito alta e constante;
- falta de ar;
- prostração;
- respiração em esforço;
- tosse muito intensa;
- se o seu fiilho tem menos de 6 meses, mesmo que os sintomas pareçam ligeiros.

Febre

A febre é um mecanismo natural do organismo para combater um «ataque» de vírus ou bactérias. Se a baixarmos assim que começa a subir estamos a desperdiçar um aliado no combate à doença. Por isso, deve baixar a febre apenas quando chegar aos 39º ou antes se criança estiver prostrada. Para baixar a febre, use paracetamol e siga as indicações de posologia da embalagem. Nunca exceda as doses, pois pode dar origem a intoxicações hepáticas. Nenhum medicamento é inócuo.

Ranho

Assoar a criança frequentemente e limpar o nariz com soro fisiológico ou com um spray de água do mar, para fluidificar as secreções. Medidas que devem fazer parte, de resto, da higiene diária (excepto o spray de água do mar que não deve usar-se por rotina, mas apenas em situações pontuais de obstrução).

Tosse

Tal como a febre, a tosse também é uma forma de o organismo se defender, ou seja, está a expulsar secreções que, de outra forma, podem tornar-se prejudiciais. Por isso, nunca deve administrar xaropes para a tosse sem indicação médica. Se o fizer pode estar a agravar o problema. Para ajudar a tosse, o melhor é fluifidicar as secreções, através de aerossois só com soro, se tiver o aparelho, ou simplesmente fazendo «vapores quentes» na casa de banho. Atenção: a aerossolterapia não deve ser usada de forma rotineira, sempre que a criança tosse. Fale com o médico sobre quando deve usar, até porque casos de alergias em que não é recomendável esta prática. Mas a tosse também pode ser provocada por alergias - a tosse seca e irritativa, sem secreções. Neste caso, só o médico pode avaliar quais as melhores medidas a tomar.

Para prevenir:

- Ensine desde cedo o seu filho a assoar-se e a não fungar. Este deve ser um hábito regular, mesmo que não esteja doente. Crianças muito pequenas podem e devem aprender a expelir as secreções nasais.
- Não deixe o seu filho fechado dentro de portas dias inteiros só porque está frio. Crianças saudáveis podem e devem apanhar ar e brincar na rua, desde que bem agasalhadas.
- Areje a casa.
- Dispense alcatifas e não tenha o quarto cheio de peluches e almofadas.

Os antibióticos

Os antibióticos não são medicamentos milagrosos para todas as infecções respiratórias e só devem usar-se se for realmente necessário. Tomar antibióticos em excesso faz aumentar as resistências das bactérias. A maior parte das infecções respiratórias são de origem viral. Podem evoluir para uma infecção bacteriana, mas à partida devem ser tratadas como infecções virais que são.

Fonte: Pais&Filhos

Os presentes de Natal

Ontem de manhã passamos algumas horas no Colombo, entre a Chicco e a FNAC, terminando no Continente para as compras da próxima semana.
Mergulhamos, assim, nos presentes de Natal que, na sua maioria, já estão comprados e embrulhados.
Começamos na Chicco, de onde saímos com um embrulho que só o pai podia carregar! Ainda vamos voltar porque havia um brinquedo que estava esgotado...
Enquanto o pai foi ao carro levar o embrulho da Chicco, eu e a Joana esperamos junto à FNAC. Depois do dia dedicado ao aderente FNAC, em que cada titular do cartão respectivo tem 10% de desconto nas suas compras, encontramos uma FNAC mais calma. Com efeito, temos o cartão FNAC mas não participamos do “dia do aderente” apenas por um motivo: houve um ano que assim o fizemos e eu jurei para nunca mais. Foi também no Colombo. As pessoas pareciam desnorteadas, empurravam-se umas às outras, com a agravante de uma pessoa não ter nem um milímetro de espaço à sua volta.
Assim sendo, fugimos a toda esta confusão. Na altura, a Joana ainda não tinha nascido, imagino se a levássemos para o meio de tanta barafunda...nem pensar! Mesmo quando vamos a centros comerciais, fazemo-lo durante a manhã e raramente ao Domingo.
Estive na secção dos livros infantis e deparei-me com uma situação que me desagradou. Ao ver os muitos livros nas prateleiras dedicadas aos primeiros leitores, encontrei alguns livros com os rebordos trincados e/ou mesmo inexistentes. É perfeitamente natural as crianças levarem livros à boca (a Joana também o faz mas em casa e/ou quando o livro é dela) mas penso que é uma falta de civismo os pais voltarem a colocar os livros trincados nas prateleiras como se nada fosse...porque não levam o livro? Como cliente assídua e de longa data, irei expôr a situação por escrito. Gosto imenso do espaço dedicado às crianças, mas penso que por vezes há que apelar ao bom senso dos pais. Caso contrário, estaremos a ensinar às crianças que podemos estragar as coisas, que (ainda) não nos pertencem, voltando a colocá-las no sitio (ou às vezes nem isso)...é como se fosse varrer o pó para debaixo do tapete...
Mas, tirando este episódio, conseguimos encontrar tudo o que queríamos e dirigimo-nos, por último, ao Continente. Aqui, aproveitamos os 50% de desconto em cartão das fraldas Dodot tamanho 4 extra e fizemos as habituais compras da semana. Já na caixa, a Joana aproveitou para “conversar” com o Tomás, um bebé igualmente de 13 meses, que estava com a mãe e com a avó atrás de nós. É uma delicia de se ver os sorrisos dos mais pequeninos, à mistura com “Di”, “Dá-dá”, “Qié?” e afins!
Para casa, trouxe também os seguintes materiais:




O que é que será que vai sair daqui?!

Surpresa a caminho

Pois é...não vos posso revelar! Mas tem a ver com o Natal. Aos bocadinhos, vou aos vossos cantinhos solicitar o vosso email (se este não estiver visível) para, por volta do dia 20, vos enviar uma lembrança :-)

De qualquer modo, eu depois aviso quando enviar a surpresa, combinado?!

sábado, 29 de Novembro de 2008

O seu filho ouve bem?

É normal as crianças fingirem que não ouvem os pais, sobretudo quando estes lhes dizem que está na hora de ir lavar os dentes, de ir tomar banho ou de desligar a televisão para ir para a cama.
Mas também há casos de crianças que não ouvem porque têm problemas de audição e muitos pais só se apercebem disso quando já é tarde demais.
Se a deficiência auditiva não for detectada a tempo, podem haver alterações no desenvolvimento da linguagem e rendimento escolar. Esteja, por isso, atento ao seu filho:
- Nos primeiros meses de vida, os bebés começam a distinguir sons. Se a criança não reage em direcção aos ruídos que ouve convém estar alerta.
- Nos mais crescidos, alguns factores podem indiciar deficiências na audição: o facto de ouvirem a televisão com o som muito alto ou estando muito próximas do aparelho, de responderem apenas quando as pessoas falam à sua frente, ou só reagirem a sons que conseguem ver.
- Se a criança está a «ter um baixo rendimento na escola ou dificuldades de concentração», descreve Carlos Gonzalez, convém consultar um especialista.
- Na fase adolescente e pré-adolescente, os leitores portáteis de música transformam-se num dos seus maiores companheiros. Muitas crianças e jovens ouvem, no entanto, a música demasiado alto. Os especialistas alertam, por isso, os pais para que não os deixem submeter a essa exposição durante mais de uma hora por dia, caso contrário poderão vir a sofrer graves problemas auditivos.


Por: Joana Marques com Carlos González (otorrinolaringologista), in revista "Saberviver"

Bem gira!

A caneca que vem com a edição de Dezembro da Pais&Filhos.



A Joana também gostou, levando-a à boca para beber algo imaginário :-)

Joana, a Escorpião!

Um verdadeiro desafio para qualquer mãe, este bebé mal nasceu e já vai mostrar que adora uma boa disputa. E tenha a certeza: ele nunca vai ceder.

Pois é, a Joana decidiu nascer de um dia para o outro, como sabem, e presenteou os pais com uma alta da neonatologia também de um dia para o outro. É uma lutadora nata e leva a sua vontade sempre avante!

Com aquele olhar lindo e penetrante, irá hipnotizar quem aparecer no seu caminho.

E é tão difícil resistir ao olhar dela...!

A sua vontade férrea e corpo forte devem ser firmemente disciplinados. Portando, faça tudo para ganhar o seu respeito, sem esquecer de demonstrar o quanto o ama.


Sim, a Joana é uma bebé muito determinada. Tem um tónus muscular incrível, desde que nasceu. Quanto ao estabelecimento de limites, ela sabe muito bem o significado da palavra “Não” e sabe também que todos os dias tem uma dose enoooorme de amor!

Tem muita percepção e pode perceber os seus sentimentos antes mesmo que você perceba. Faça com que, desde cedo, aprenda a ter compaixão e a perdoar.

Por ora, impera o conceito de partilha, penso que os conceitos de perdoar e de compaixão virão mais tarde, com a crescente capacidade de compreensão dos mesmos, com respectivos exemplos. Quanto aos sentimentos, a Joana é uma criança muito perspicaz. Sente a nossa preocupação ou angústia, quando está doentita, por exemplo. Quando foi internada, em Julho, devido a vómitos recorrentes, não fomos capazes de esconder a nossa preocupação. Se bem que, junto dela, buscávamos sempre palavras positivas e aquele sorriso que teimava em escapulir-se.

Mande-o para uma boa escola e ele se tornará brilhante, desenvolvendo uma personalidade extremamente magnética. Muito leal, ele também cobra lealdade.

Para nós, uma boa educação da Joana é primordial, por isso investimos muito nela nas horas em que nos encontramos a trabalhar. Quanto à personalidade e lealdade, a Joana fala por si. Penso que isto diz tudo! Mas também exige muito de nós, sobretudo presença. Para não falar na mãezite-aguda que a move...!

Todo o escorpião sabe exactamente o que quer e tem a certeza que vai conseguir. Por isso, oriente-o para uma boa causa ou um objectivo digno.

Ó se sabe...e quem a demove?!

Não confie na sua aparente calma exterior, as suas emoções são fortes.

Sim, a Joana é temperamental e gosta de preservar o seu espaço próprio. Mas é uma criança calma, nada turbulenta.

Ensine-o sobre amar e ser amado (essa é uma lição que ele precisa de aprender).

E vai concerteza aprender porque a capacidade de amar e ser amado é um dos valores de formação que cultivamos para a Joana.

Visitem o horóscopo dos vossos filhos em:
http://surpreenda.com.br/mensagens/mistico/mensagem.php?id=horoscopo_do_bebe

sexta-feira, 28 de Novembro de 2008

Dar a volta ao medo

«As mulheres crescem a ouvir histórias terríveis sobre o parto», afirma Luísa Condeço, doula e co-fundadora da Associação Doulas de Portugal. «Às vezes, é para alguém exorcizar o seu próprio parto traumático, outras vezes é apenas porque sim, porque faz parte do ritual de passagem.» Ofélia Moreira, fisioterapeuta com formação na Área da Saúde Materna, acompanha grávidas em sessões de preparação para o nascimento há 11 anos e confirma esta ideia: «As histórias dos partos que correm mal têm muito eco, passam de boca em boca durante muito tempo», afirma. «Um parto que corre bem, e felizmente é o que acontece na maior parte dos casos, não tem eco. Quando as grávidas começam a fazer a preparação para o parto, sente-se muito a importância dessas histórias que trazem consigo, onde se incluem, claro, as experiências de parto das suas mães», conta. Neste contexto, caracterizado por alguns como de terrorismo psicológico, é frequente que o medo seja o sentimento dominante em relação ao nascimento de um filho.

O medo da dor

A dor é uma sensação muito subjectiva. E a maneira como a encaramos é decisiva no desenrolar do trabalho de parto. De um modo geral, as mulheres estão à espera da dor, pensam no parto como uma situação em primeiro lugar dolorosa. O terrorismo psicológico já referido faz da dor o principal ingrediente do parto. E quando aparecem as primeiras contracções, o cérebro interpreta-as logo como dor, mesmo que ainda dêem apenas um desconforto. O trabalho das doulas passa muito pelo desmistificar de ideias feitas, com a ajuda de evidências científicas, e pela mentalização positiva. Em relação à dor, «explicamos que a melhor estratégia para enfrentar a dor é encará-la como uma aliada, sempre partindo do princípio que ela pode ou não existir. É óbvio que não podemos dizer que não vai doer, mas podemos ajudar a grávida a encará-la de uma forma positiva», conta Luísa Condeço. «Esta dor deve ser a única que não significa que alguma coisa está mal no nosso corpo. Pelo contrário, está dor significa que o nosso corpo está a fazer o seu trabalho. A dor tem uma função fisiológica, leva a mulher a descontrair-se entre as contracções, a libertar analgésicos naturais e conduz a um estado alterado de consciência. Isto não acontece se amulher estiver tensa desde o início. Se estiver preocupada em combater a dor, está a enfatizar essa dor. Se aceitarmos a dor, ela é relativizada e consegue-se descontrair, relaxar entre contracções, contribuindo para uma maior libertação de occitocina», explica Luísa. «Mostramos também que a natureza é sábia: deu-nos as contracções para nos ajudar, mas também nos deu os intervalos entre elas, para podermos descansar, respirar fundo. Temos de saber aproveitá-los». Ofélia Moreira corrobora esta ideia, afirmando que há um ciclo vicioso entre três factores: medo-tensão-dor. «Quando há medo aumenta a tensão, que aumenta a dor. Na preparação para o parto, ajudamos a mulher a ter mais confiança e a não entrar neste cíclo. Se estiver descontraída, a dor fica mais controlada», explica. «De qualquer forma, penso que o medo da dor começa a não ser o principal medo das grávidas, a não ser que tenham ouvido histórias muito negativas. Com a epidural, penso que o medo da dor se torna secundário», acrescenta.

O medo do desconhecido

O medo do desconhecido é outro dos receios mais referidos pelas grávidas que vão ser mães pela primeira vez. E não é para menos, uma vez que é grande o desconhecimento em relação ao próprio corpo. A nossa sociedade afastou-nos tanto da natureza, que nos afastou do nosso próprio corpo. «Estamos muito longe do nosso lado mais biológico, mais animal», afirma Luísa. A ignorância das mulheres sobre o seu corpo não ajuda. Não aprendem a ouvir o seu corpo, não testemunham o nascimento de crianças próximas, só conhecem as histórias terríveis, de modo que o desconhecido faz nascer, muitas vezes, medos infundados», defende.Por isso, a informação é importante. Informação objectiva sobre todo o processo, sobre o que se passa no corpo e sobre o que se passa no hospital. «As mulheres que procuram uma doula querem informação porque sentem que parir não pode ser só sofrimento», afirma Luísa. Diogo Ayres de Campos, director do Serviço de Obstetrícia do Hospital de S. João, no Porto, concorda que o medo da dor e o medo do desconhecido são, hoje, os grandes temores das grávidas. Por isso, também defende que a preparação é essencial para atenuar o medo: «Já existe hoje, nos hospitais, uma preocupação com os aspectos psicológicos envolvidos no parto e, por isso, há programas de preparação no próprio hospital, que incluem uma visita guiada ao bloco de partos.»

O medo do hospital

Se por um lado o hospital oferece segurança à maior parte das mulheres, por outro pode ser um motivo de angústia, de receios. «Saber que se vai estar em trabalho de parto num ambiente sem privacidade, saber que se vai estar sujeita a procedimentos assutadores é seguramente um motivo para ter medo. Não acredito que haja uma mulher que não tenha medo de uma episiotomia. O medo do hospital pode também vir na sequência de um primeiro parto traumático», conta Luísa Condeço. «Cada vez mais, as mulheres sentem que têm o direito de fazer escolhas. E é isso que lhes mostramos», acrescenta.

Os medos escondidos

Para além de todos estes medos muito objectivos, há também medos que têm origem em processo psicológicos complexos, quase sempre inconscientes. Por exemplo, o medo da morte. O facto de a morte ser hoje muito pouco provável no momento do parto não afastou esse medo. «É uma situação de risco, uma situação limite. Mesmo quando se consegue um estado alterado de consciência, é frequente as mulheres dizerem "vou morrer?", conta Luísa Condeço. Na sua opinião, «o facto de não lidarmos bem com a morte faz com que também não lidemos bem com o nascimento». Mas há outros medos escondidos: a vergonha (que é o medo de perder a compostura); o medo da separação do bebé; a angústia de deixar de ser apenas filha para passar a ser também mãe. «O parto coloca-nos perante nós mesmas. Isso pode ser assustador. Mas podemos ficar com mais força, se deixarmos vir ao de cima o nosso lado mais primitivo», afirma Luísa Condeço.

O efeito do medo

É concensual que o medo e a expectativa que temos em relação ao parto condiciona a forma como este se desenrola. «Penso que o medo pode condicionar a progressão do trabalho de parto, sim, há algumas evidências nesse sentido. A explicação fisiológica é que o medo faz subir os níveis da adrenalina, o que faz diminuir os níveis da occitocina, a hormona responsável pelas contracções», explica Diogo Ayres de Campos. Luísa Condeço reforça esta ideia: «O medo faz libertar adrenalina o que pode fazer parar a progressão do trabalho de parto. Isso gera mais ansiedade e mais medo na mãe e até na equipa médica. Temos de deixar de encarar o parto como um sofrimento do princípio ao fim.» E conclui: «Precisamos de redescobrir a nossa capacidade inata de parir.»

Para dar a volta ao medo, é bom ter sempre presentes alguns factos que, por vezes, parecem esquecidos:

- o corpo da mulher está preparado para parir e a natureza sabe o que faz - o útero tem uma baixíssima sensibilidade à dor;
- o colo do útero sim, tem sensibilidade à dor. Para ajudar a suportar a dor, o corpo segrega um analgésico natural, a betaendorfina. Se estiver descontraída, o seu organismo segregará maiores quantidades de betaendorfina;
- a vagina é um órgão elástico com um enorme poder de dilatação;
- quando se está preparada e se aceita o parto como um processo natural e quando se está apoiada por alguém que oferece confiança e segurança, a mulher tem mais probabilidade de ter um trabalho de parto mais rápido e com menos sensação de dor.

Fonte: Pais&Filhos

Os meus vícios

Desta vez o desafio partiu de três mamãs: da mamã da Leonor (http://leonorrimacomamor.blogspot.com/) , da mamã do Guilherme (http://mylittlebaby.blogs.sapo.pt/) e da mamã do Cris, do Guga e da Mimi (http://leandre.blogs.sapo.pt/).
O desafio consiste em enumerarmos 8 “vícios” nossos, por isso aqui vão eles:

1- A minha filha
2- Livros
3- Revistas de puericultura
4- Chocolates, sobretudo os de leite
5- Viajar
6- Fotografia
7- Babyblogs

8- Psicologia

E vocês, já fizeram este desafio?

A chucha voltou

Para a Joana, a era da chupeta já conta com 4 fases:
- Até aos 3 meses, a chupeta era usada para adormecer ou para os momentos de tranquilização;
- Dos 3 aos 8 meses, sensivelmente, a chucha foi remetida para a “reforma”, sem motivo aparente, de um dia para o outro;
- A partir dos 8 meses, a chupeta regressou para as famosas trincas, antevendo o rompimento dos primeiros dentes;
- Há cerca de uma semana, uma semana e meia, a chucha deixou de ser o veiculo privilegiado de trincas para passar a ser companheira em part-time da Joana. De vez em quando, ela lá se lembra que tem uma chucha pendurada no seu casaco, camisola ou camisa, pega-lhe e coloca-a na sua boca. Não é nenhuma paixão avassaladora mas confesso que já sentia algumas saudades de ver a carinha da Joana com chupeta!E agora me lembro: por acaso, a Joana nunca usou o dedo polegar para chuchar...como é que aconteceu com os vossos filhos? Eles gostavam (ou gostam) mais da chucha e/ou do polegar?

quinta-feira, 27 de Novembro de 2008

Refluxo gastro-esofágico nos bebés

Desde sempre os bebés têm vomitado. É algo que todos os pais já tomaram como certo. Mas o que causa esta situação?
Durante os primeiros meses de vida é muito comum que os bebés regurgitem ou mesmo vomitem o que comeram e a causa mais comum destes vómitos é o refluxo gastro-esofágico.
Este problema fica a dever-se ao mau funcionamento de uma válvula que existe na entrada do estômago chamada cárdia. Normalmente esta válvula fecha-se depois da passagem dos alimentos, impedindo o retorno à boca pelo esófago. Acontece que na maioria dos recém-nascidos esta válvula não funciona em condições e permanece aberta, ou abre-se com facilidade, mesmo quando o bebé tem o estômago cheio. Resultado: logo que a criança se deita ou quando a pressão abdominal aumenta, ao tossir, a criança vomita. É o retorno do conteúdo do estômago através do esófago que se designa por refluxo gastro-esofágico.
No entanto, nem todos os vómitos se devem a este problema, uma vez que pode haver apenas regurgitação de uma pequena quantidade do conteúdo gástrico, sem que se dê qualquer esforço. O vómito de refluxo já tem uma maior quantidade de matéria e é acompanhado de náuseas, dores ou contracção muscular toráxica.
Consoante os casos, o refluxo pode ser dividido em normal ou patológico. O refluxo normal acontece em bebés saudáveis, sem que lhes causem qualquer lesão, após a mamada e a intensidade deste regurgito varia sempre de criança para criança. O refluxo normal pode ter diversos factores que predispõem ao seu aparecimento sendo o mais normal um excesso de ar deglutido durante a mamada, que ao sair do estômago traz consigo o leite, o que pode ser evitado com uma forma de mamar correcta ou fazendo o bebé arrotar.
A mãe deve certificar-se que o bebé coloque dentro da boca toda a parte escura do seio (a auréola) e não apenas o bico, não deixando assim espaço para a entrada do ar. Quando usar o biberão, deve colocá-lo bem levantado, (quase em pé) de forma que a região do bico esteja preenchida totalmente com leite e o líquido deve apenas gotejar e não jorrar.Depois de alimentado, deve fazer o bebé arrotar para retirar o excesso de ar, bastando para tal colocá-lo em pé junto do tórax, com as costas voltadas para a frente, como se ele estivesse a olhar por cima do ombro de quem o carrega. Com uma das mãos dá-se umas pancadinhas leves e repetidas nas costas do bebé, durante alguns minutos para forçar a saída do ar eventualmente engolido. Se ele não arrotar significa que efectuou bem a mamada e não engoliu ar.

Depois da alimentação, a criança deve ser mantida em posição erecta durante cerca de 30 minutos. Evite ainda abanar a criança depois da mamada e pressionar o abdómen quando estiver a trocar as fraldas.Nas crianças que já fazem uma alimentação variada, é necessário ter em atenção que os alimentos devem ser dados em pequenas doses, várias vezes ao dia. Pode dar-lhe todas as frutas, arroz, esparguete, pão, carne magra e legumes. A evitar são os citrinos, refrigerantes, chocolate, açúcares concentrados (e rebuçados, doces, etc.), iogurtes, chás e cafés, produtos com tomate, fritos e comidas condimentadas.Outras causas de vómitos ‘normais’ ou de regurgitação incluem alimentação forçada e choro excessivo da criança. A grande maioria dos casos desaparece espontaneamente nos primeiros meses de vida.
O refluxo patológico é sempre acompanhado de outros sintomas ou sinais, como aumento excessivo de peso, perda de apetite, problemas respiratórios (pneumonias de repetição, pieira no peito, laringites, otites e sinusites) e choro excessivo e injustificado do bebé, entre outros.Alguns destes sintomas são causados pela esofagite (inflamação do esófago), que se deve ao contacto com conteúdo ácido do estômago, ou pela entrada deste material nas vias respiratórias. Nem sempre o diagnóstico é fácil porque estas perdas de ácido podem ser microscópicas e logo, dificilmente detectadas sem a ajuda de análises e testes especiais.

Há ainda a considerar outros factores causadores do refluxo como as causas infecciosas, metabólicas, malformações ou alergia ao leite de vaca, intolerância a lactose, entre muitas outras.

Além destas causas existe uma outra ainda a ter em conta. Trata-se de um estreitamento que surge na saída do estômago para o intestino numa região chamada piloro. Esta doença é conhecida como estenose hipertrófica do piloro e é hereditária, o que significa que pode haver outros casos na família. A doença ocorre com muito mais frequência em primogénitos e caracteriza-se por vómitos que se iniciam por volta dos 21 dias de vida e que vão piorando gradualmente. Pode levar à desnutrição e à desidratação e o único tratamento passa pela cirurgia.
O tratamento do refluxo patológico depende da sua intensidade e das complicações que acarreta para a criança. Pode incluir medicamentos, alterações na alimentação e na posição para dormir e até cirurgia nos casos mais graves. De um modo geral, este problema melhora com o passar dos meses e desaparece por volta do primeiro ano de idade.


Fonte: ABC do Bebé

Colorir o Natal

Procuram desenhos de Natal para os vossos filhos colorirem? Espreitem os seguintes portais pois até eu fiquei com vontade de imprimir alguns desenhos :-)

http://www.awesomeclipartforeducators.com/christmascoloringpages.cfm
http://coloring-page.net/coloring.html
http://www.alapetiteecole.com/jeux_a_imprimer/coloriages/noel/
http://www.coloring.ws/christmas10.htm
http://auxpetitesmains.free.fr/noelcolo.htmhttp://holidays.kaboose.com/xmas-color.html

O relógio despertador

A Joana descobriu, nas suas várias passeatas até ao nosso quarto, o relógio despertador que está numa das mesinhas de cabeceira. Ela adora mexer em todos os botões e, sinceramente, não me importaria nada que ela mudasse a hora de levantar: 9:00 seria uma boa hora!

quarta-feira, 26 de Novembro de 2008

O búzio que queria voar

Quando o búzio segredou à estrela do mar que iria voar, esta olhou-o, admirada, exclamando:
- Mas búzio, como vais tu voar?
O búzio, esse, sorriu apenas, levantando uma brisa de curiosidade pelo areal.
Não era um búzio igual a muitos outros. De tão alvo, assemelhava-se a um bombom de luz, pequenino e com muitos anéis que o torneavam.
Depressa todo o areal soube que aquele búzio queria voar. E depressa todos o envolveram com perguntas:
- Mas tu não tens asas... – constatava a areia.
- Mas tu nunca voaste... – diziam as ondas do mar.
- Mas a praia vai sentir a tua falta... – argumentava o céu.
Ao que o búzio respondia:
- Mas eu quero tentar. E sei que vou conseguir. Nunca me esquecerei de nenhum de vocês. Com todos aprendi algo que mantém a minha convicção de que irei voar:
com a areia aprendi a segurança, com as ondas do mar aprendi a serenidade, com o céu aprendi que os nossos sonhos são infinitos. Com a estrela do mar aprendi a vastidão do conceito de beleza e comigo aprendi que a determinação é soberana.
Todos se entreolharam. A convicção do búzio era inabalável.
Chegou a noite. Com ela as estrelas no céu. A praia mergulhara no sono. Menos o nosso búzio que olhava, deleitado, para os pontinhos de luz no céu.
- Eu quero voar, eu vou voar – repetia o búzio para si mesmo, sem despregar o olhar das estrelas que cintilavam lá no alto.
O silêncio caiu.
Nada se ouvia.
Subitamente, o búzio chamou:
- Mãe!
E, no meio de tantas estrelas, uma voou até ele. Estendeu-lhe os braços. O búzio aninhou-se. Os olhares encontraram-se e o amor ergueu-os no céu. Bem alto. Aqui, a segurança, a serenidade, os sonhos, a beleza e a determinação acolheram mãe e filho. E juntos uniram-se formando um quadro. Nele via-se o acordar de hoje, quando a minha filha despertou, devagarinho, para depois esticar os braços na minha direcção. Peguei-lhe. Ficamos uma de encontro à outra e juntas viajamos até ao areal. O búzio e a estrela continuavam no céu. De lá, lançavam pontinhos de luz, bem embrulhadinhos, na nossa direcção. Com eles, regressamos a casa. Ao abri-los, encontramos a segurança do laço que une pais e filhos, a serenidade de um olhar, o sonho da criação de uma vida, a beleza de um sorriso e a determinação de um amor inabalável. No meio destes pontos de luz, um outro aguardava ser aberto. Eis que o faço agora: dentro dele, os teus 13 meses, envoltos na imensa alegria e agradecimento de te termos connosco. Parabéns, filha!

Os meus 13 meses

Esta tarde completo 13 meses e estou numa fase de independência crescente.
Com efeito, só quero andar e mexer em tudo. Inclusivamente, já demonstrei aos pais que quero comer sozinha. Uma vez, a mãe deixou que fosse eu a segurar a colher do iogurte. Eu pu-la na boca, voltei a colocá-la dentro do iogurte, meti os dedos lá dentro, voltei a tirá-los, pu-los na boca, na roupa, no cabelo, na toalha...à minha volta imperou uma grande confusão mas eu diverti-me e a mãe também.
Gosto de colo mas em menor quantidade pois o chão exerce em mim uma atracção sem igual. Adoro brincar, sempre fui uma criança que consegue brincar muito bem sozinha. Os meus brinquedos preferidos são as mesas de actividades, bolas e livros. Também gosto do Nenuco, sobretudo de lhe tirar a chupeta!
E por falar em chupeta, parece que ela voltou a conquistar-me. De vez em quando entretenho-me com ela na boca mas, se não a tiver, não a reclamo. Temos uma relação liberal, diga-se de passagem!
Comecei a comer as sopas menos bem passadas e estou a gostar. De vez em quando provo um bocadinho de comida mais sólida mas esta ainda não conseguiu convencer-me por completo. Aos poucos vamos lá.
A fruta continua a não ser o meu forte. Nos últimos dias, sei que a mãe está a reunir receitas com frutas para eu experimentar. São diferentes, talvez venha a apreciar.
Gosto de água, de pão com manteiga e de bolachas. O pai diz que eu vou ser gulosa, como a mãe.
Estranho muito pouco as pessoas e gosto de treinar o meu “Oiá!” amiúde. Para além do “Oiá”, as palavras já perceptíveis incluem “ma-ma”, “pa-pa”, “be-be”, “Iá tá”, “Dá-dá” e “Qié?”. Já danço, com as perninhas flectidas para cima e para baixo, digo adeus e comecei a dar beijinhos, ainda que no ar. Gosto de dar abraços mas só quando me apetece. Sou vaidosa: gosto de colares, brincos e anéis. Quando quero alguma coisa, ninguém me demove. Com o primo António, que está a fazer 2 anos, já consegui tirar-lhe coisas das mãos e ele nem reclamou. Eu sou muito persuasiva, de facto!
Não gosto quando a hora do banho termina, não gosto do incómodo dos dentes, não gosto de grandes confusões e não gosto de adormecer sozinha. Mas sempre dormi na minha caminha. Não gosto de me vestir, então as mangas...nem vos conto!
Palro imenso, em casa e na creche. Há dias em que parece que faço discursos atrás de discursos.
Adoro cães. Quando vejo um, não me contenho e tento ir o mais rápido possível ter com ele para lhe dar uma festinha. Qualquer dia peço um cão aos pais...!
Gosto dos outros meninos e meninas. Fico a olhar para eles e, quando me parecem simpáticos, palro para virem brincar comigo.

Sou eu, aos 13 meses!

terça-feira, 25 de Novembro de 2008

Narhinel em acção

Comprei o Narhinel quando ainda estava grávida da Joana, para integrar a sua pequenina farmácia SOS. Nunca o usei. Até ontem à noite. Teve mesmo que ser. A Joana estava com muitas ranhocas e não gostou nada, mesmo nada, de ser “aspirada”. Mas o que importa é que o Narhinel surtiu efeito. Também temos feito aerossóis com o soro Isophy da Uriage. Aprovado. E, quanto ao Brufen e ao Oxolamina (anti-inflamatório e anti-tússico, respectivamente), a Bolotinha bem tenta boicotar a sua administração: ou fecha a boca a sete chaves ou então espirra tudo para fora. Assim, lembrei-me da seguinte estratégia: fiz-lhe um biberon de 60 ml apenas. Dissolvi a medicação no leite e ela bebeu tudo. Prova superada. Bebidos os 60 ml, toca a mudar para um biberon com mais leite para finalizar a refeição.
Espero que a Joana passe hoje melhor a noite. Ontem mal consegui dormir com a tosse dela, estava sempre alerta para algum engasgar, regurgitar ou despertar mais sentido.

A febre, essa, continua bem longe, felizmente.

Do Pai Natal, com amor!

O Pai Natal vai responder às muiiiitas cartinhas que tem recebido!

Vejam como em http://www.correiosurpresa.pt/index.php?main_page=index&cPath=1

Comer sem ajuda

É o sonho de todos os pais e a preocupação da maior parte: que a criança coma sozinha e com apetite.
No entanto, muitas crianças recusam-se a comer o que têm no prato, obrigando a longas sessões de promessas, ameaças e muito desgaste para ambas as partes.
Os psicólogos afirmam que estes problemas com a comida se ficam a dever a perturbações no desenvolvimento normal da ingestão de alimentos e da sua relação para com a comida.

Mesmo as crianças mais pequenas gostam de levar a comida à boca, mexer na colher e espalhar os alimentos à sua volta. Deve sempre incentivá-la, mesmo que isso signifique algumas horas a limpar os despojos de guerra. A criança vai meter a mão no prato, lambuzar-se, sujar-se e nem todos os adultos têm paciência.

Comer pela sua própria mão é o princípio da autonomia da criança, além de incrementar a sua capacidade manual. Infelizmente muitos pais negam esse prazer às crianças, insistindo em dar-lhe a comida à boca e levando a cenas à hora da refeição.

Se o que preocupa os pais é o facto dela não conseguir segurar ainda o garfo e a faca, é porque ainda deve ser pequena demais, sem a necessária coordenação motora. Cabe, como sempre, aos pais ensiná-la gradualmente a usar os talheres para não se sujar, permitindo-lhe de vez em quando usar as mãos (os adultos também as usam e sabem o prazer que isso dá), nunca descurando a liberdade que deve ter para apreciar o acto de comer.

Assistir à forma como a família come à mesa irá dar à criança a ideia certa da forma como deve actuar, ao mesmo tempo que tira prazer de brincar com a comida.

Os bebés nunca recusam uma refeição, mamando sempre com prazer, mas nem sempre os adultos respeitam o prazer que leva as crianças a comer.

No primeiro ano, o bebé aumenta de peso quase todos os dias, mas a partir dessa altura, deixa de ter tanto apetite, aumentando apenas cerca de dois quilos em todo o ano, mas as mães ficam demasiado nervosas com a situação, pensando logo em doenças.

Por isso levam as crianças ao médico, que acaba por receitar alguns remédios para "abrir o apetite", que podem mesmo ser perigosos, provocando hipoglicemia, sonolência ou agitação, ou forçam-nas a comer, criando uma relação errada de obrigação para com a comida, em vez de uma relação de prazer.

Também a angústia que os pais apresentam face à recusa das refeições pode ser um empecilho a uma relação saudável com a comida, e muitos pais chegam mesmo às ameaças e pancadas, que apenas vão causar maior pressão.

Outro problema coloca-se na vida sedentária que as crianças levam frente à televisão, o que é o oposto da vida saudável de saltos e brincadeiras que realmente lhe abririam o apetite. A televisão vai apenas despertar-lhe o interesse para os produtos anunciados, a maior parte dos quais sem qualquer qualidade nutritiva.

Uma boa solução para as crianças que fazem birra na hora das refeições é não forçar, mas assim que levantar a mesa, retirar da vista todos os alimentos, inclusive a fruta, proibindo todos os parentes próximos de lhe dar nem que seja uma bolacha. Dois dias depois, se as birras persistirem, mantenha o mesmo método, mas comece a espalhar pedacinhos de pão seco pela casa, em locais onde ela possa chegar e ver. Verá que eles desaparecem. Em todo o caso, nunca ceda a comprar-lhe petiscos apenas porque não almoçou. Se a criança persistir em não comer, é melhor procurar ajuda médica, porque podem estar por detrás outros problemas.

Mesmo que esteja preocupada com a situação, tenha em conta que o instinto de preservação da criança é muito mais apurado do que os pais pensam, o que a levará a comer mais cedo ou mais tarde, muitas vezes longe dos pais.

Por outro lado, os elogios exagerados a uma criança que comeu tudo, levam-na a comer sempre mais para ser elogiada, especialmente se essa for das poucas atenções que recebe dos pais (e sabemos que muitas famílias apenas se reúnem durante uma refeição).

Abusar dos doces para compensar a comida que não foi ingerida não só é errado como contraproducente, uma vez que vai estar a privar a criança de vitaminas, fibras, sais minerais e outros nutrientes essenciais.

Outros pais reforçam a alimentação com suplementos proteicos e vitaminas, geralmente misturados no leite o que resulta numa luta do organismo contra o excesso de proteínas, e a criança não vai suportar comer carne. O excesso de vitaminas também pode intoxicar e tirar o apetite.

Hoje em dia, a grande atracção alimentícia das crianças passa pelos fast-foods. Hambúrgueres ou pizzas fazem as suas delícias, mas também são prejudiciais à saúde por apresentarem apenas proteínas e gorduras saturadas. Cada refeição é equivalente a 100 calorias, quase tudo o que uma criança entre os 2 e os 7 anos precisa em todo o dia.

Mas não é preciso privar a sua criança deste pequeno prazer. Uma vez por semana é suficiente, se ele for dos que pede para ir sempre, ou então de cada vez que for fazer compras. Mais do que isso é arriscar à obesidade.

A relação com a comida começa nos primeiros meses e mantêm-se para toda a vida e é aos pais que cabe o papel principal em ensinar e fazer com que essa relação seja saudável e duradoura.


Fonte: ABC do Bebé

Atchim&cia

Depois de alguns dias pautados por uma tosse que se agravava à noite e que interferia com o sono da nossa Bolotinha, eis que decidimos procurar um parecer médico. Diagnóstico: garganta inflamada e existência de muita expectoração.
Desde ontem que a Joana está a tomar, de manhã e à noite, o Brufen (anti-inflamatório) e o Oxolamina (anti-tússico). Paralelamente, está a fazer aerossóis com uma variante: em vez do soro comum ou do Ventilan, a pediatra prescreveu-lhe um soro da Uriage, o Isophy, em monodoses de 5ml. Curiosamente, ontem recebera no correio uma carta informativa da Uriage sobre este produto, com um destacável o envio de amostras gratuitas.
As melhorias ainda são pequeninas mas vamos no bom caminho pois a noite passada já foi mais tranquila.

Febre ainda não teve, ainda bem...

segunda-feira, 24 de Novembro de 2008

Sopro no coração

O sopro no coração é um ruído causado pela passagem de sangue entre as válvulas quando existe algum orifício ou defeito anatómico do coração.
Cerca de 8 em cada 1000 crianças nascem com algum tipo malformação cardíaca que se devem a um desenvolvimento alterado do coração nas primeiras semanas de gravidez, pelo que a sua gravidade pode variar muito de criança para criança.

O sopro do coração é o ruído provocado pela turbulência do fluxo do sangue dentro das cavidades cardíacas ou em veias e artérias, principalmente as ligadas ao coração. A turbulência resulta do aumento da velocidade do sangue ou de alguma anomalia anatómica dentro do coração ou nos vasos (artérias e veias).

A passagem do sangue por uma válvula ‘doente’ provoca um ruído característico, que faz lembrar um sopro. Os sintomas do sopro variam segundo a patologia e o paciente deve procurar o profissional, que irá indicar os exames necessários e delinear a doença e o tratamento.
Em muitos casos basta um acompanhamento do pediatra de 6 em 6 meses ou de ano a ano, mas quando as dúvidas predominam a criança é indicada para realizar um ecocardiograma, que irá fornecer as origens do sopro. Quanto mais nova for a criança a quem foi detectado o sopro, mais possibilidades existem de se tratar de um problema grave.
Em 99% das vezes, o sopro não apresenta sintomas e a criança não sente nada pelo que este apenas é detectado durante os exames de rotina no pediatra. Apenas em casos raros o sopro é sinónimo de doença cardíaca grave que pode criar riscos à vida da criança.
Existem vários tipos de sopros cardíacos: funcional ou inocente - detectado em crianças; sopros causados por febre alta, anemias importantes e hipertiroidismo; sopros decorrentes de doença cardíaca, congénita ou adquirida e sopros que resultam de lesões nas válvulas cardíacas como sequela da febre reumática.
O sopro no coração, ou o barulho incaracterístico deste detectado pelo médico, nem sempre é sinal de doença. Em crianças completamente normais, pode existir o ‘sopro inocente’, que provoca apenas barulho. É comum em 50% das crianças no primeiro ano de vida, mas não causa nenhum tipo de dano e desaparece nos primeiros dez anos ou até a adolescência.
O sopro funcional é de baixa intensidade, está localizado num ponto único e tem um som suave ao ouvido durante a auscultação. Não requer cuidados especiais, apenas acompanhamento médico anual da criança e decorre da desarmonia transitória do tamanho dos vasos e cavidades cardíacas, no primeiro ano de vida. Também pode resultar de doenças exteriores ao coração como febre elevada, hipertiroidismo e anemias.
Os sopros patológicos podem ser causados por alterações congénitas, em especial se a mãe contraiu rubéola nos primeiros três meses de gravidez. No adulto, quase sempre o sopro é causado por uma cardiopatia. Uma das causas mais comuns de sopro é a ligação defeituosa entre a artéria aorta e a artéria pulmonar. As crianças em idade escolar, a partir dos sete anos e por vezes no pré-escolar (dos 2 aos 6 anos), podem ter febre reumática que deixa sequelas permanentes nas válvulas cardíacas. O problema pode ser evitado tratando-se adequadamente a infecção de garganta.
Outras crianças podem desenvolver doenças cardíacas como consequência de inflamações, infecções ou como parte de uma doença geral do corpo, provocando um funcionamento anormal do coração. Cada criança cardíaca é um caso particular pelo que a abordagem e o tratamento de cada uma é sempre especial e obriga a uma relação médico-doente-família muito aberta e confiante.
Se descobrir que seu filho tem um sopro cardíaco, mantenha a calma, pois as hipóteses dele ser portador de distúrbio grave no coração são muito pequenas.


Fonte: ABC do Bebé

A visita dos avós maternos

No passado Sábado, passamos uma tarde muito boa com os avós maternos: fomos almoçar juntos e a Joana portou-se muito bem, entretida com o pão, com os pacotinhos de manteiga e com alguma comida que lhe ia dando, tal como esparregado, pedacinhos de cenoura ou carne de vitela cozida. É engraçado porque perante um novo estimulo, a Joana toca primeiro com o indicador e só depois o explora. Assim, por exemplo, tocava no pedacinho de carne com o dedo para depois abrir a boca e trincar só um bocadinho para apanhar o sabor. Na primeira vez não gostou. Voltou a pegar na carne e disse, com o braço estendido na minha direcção “Dá-dá”. Estava a dar-me a mim! Eu, fazendo de conta que comia, dirigi lentamente a mão dela para a sua boca e lá foi a carninha. Huuum!
Mais para o fim do almoço, a Joana começou a querer ir para o chão, para os seus habituais passeios. Paralelamente, engraçou com um empregado e dizia-lhe “Oiá” sempre que ele olhava na sua direcção. E mais: como o empregado sorria para a Joana, ela inclinava a cabeça para o lado e ria-se, toda ela charme!
Do Porto, e entre outras coisas, os avós trouxeram algumas fitinhas para o cabelo e um par de ganchos, bem como uma tartaruga que a Joana adora. Trata-se de uma tartaruga cuja barriga é pontuada por quatro formas geométricas, cada uma com uma cor distinta. Sempre que a forma geométrica é correctamente inserida, a tartaruga começa a vibrar, emitindo uma música.


Obrigada aos avós pela visita e pelos presentes!

domingo, 23 de Novembro de 2008

8 coisas apenas?!

Recebi um interessante desafio da mamã do Vasco (http://marisaevasco.blogspot.com/), da mamã do Martim (http://taniangelo.blogspot.com/) e da mamã da Inês (http://pegadas-naareia.blogspot.com/) que consiste em:


• Escrever uma lista com 8 coisas que sonho fazer;

• Convidar 8 parceiros(as) de blogs amigos para responder;

• Comentar no blog de quem nos convidou;

• Comentar no blog dos nossos(as) convidados(as), para que saibam da “convocatória”;

• Mencionar as regras.

E agora, as 8 coisas que sonho fazer ou ter:

1. Acompanhar o desenvolvimento da minha filha durante muitos, muitos anos;
2. Ter muita saúde, estendendo este desejo a todos os que me são queridos;
3. Ter mais um filho;
4. Escrever um livro;
5. Concretizar o projecto 2009, do qual vos falei na passada segunda-feira;
6. Regressar à Austrália (em viagem);
7. Continuar a ser feliz e realizada a todos os níveis;
8. Perpetuar este blog e conhecer as outras mamãs pessoalmente!
E os blogs nomeados são....todos aqueles que desejarem participar pois 8 cantinhos é um número muito reduzido!

Às 12:55 de ontem

A Joana começou a dar beijinhos no ar!
Estávamos nós no carro quando ouvimos a Joana a fazer um som invulgar. Ao olhar para trás, vimo-la a juntar os lábios, fazendo um biquinho do qual saía o som dos beijinhos. Rimo-nos os dois, babados. Como o pai ia a conduzir, eu pude olhar para trás mais vezes para apreciar a conquista. Tão linda!

Um, dois, três, quatro beijinhos...mesmo no ar, foram deliciosos de se ouvir e de se ver!


sábado, 22 de Novembro de 2008

Encoprese

Primeiro, a criança tem dor ao defecar. A dor é provocada pelas cólicas ou pelo facto de as fezes serem mais duras. Para não ter dores, a criança acaba por evitar a ida à casa de banho.

A definição científica de encoprese é a passagem involuntária de fezes em momentos inapropriados, ao longo de mais de 6 meses, em crianças com idade mental e cronológica superior a 4 anos. Ou seja, é a perda de fezes nas cuecas, durante um período superior a 6 meses, em crianças com idade para saberem que não o devem fazer.Esta situação é relativamente frequente, estimando-se que ocorra em cerca de 1% a 2% das crianças com idade inferior a 10 anos, sendo mais frequente nos meninos.Em geral, não há qualquer doença de base responsável por este problema. Cerca de 80% das crianças têm história de obstipação (prisão de ventre) ou de dor a defecar desde há alguns anos.Os pais ao verem os filhos com as cuecas sujas com fezes, normalmente líquidas, pensam que o filho tem diarreia, embora o problema seja exactamente o oposto.



Como surge a encoprese?


É simples de entender. Primeiro, a criança tem dor ao defecar. A dor é provocada pelas cólicas ou pelo facto de as fezes serem mais duras. Para evitar a dor, a criança acaba por reter as fezes, evitando a ida à casa de banho. Com o tempo, o recto vai-se distendendo, perdendo sensibilidade, e acabam por se acumular quantidades cada vez maiores de fezes duras. A certa altura, o recto está totalmente preenchido por fezes duras, quase sem sensibilidade, e cada vez que chegam novas fezes líquidas à parte terminal do intestino, conseguem passar pelo ânus sem que a criança se aperceba, acabando assim por sujar as cuecas involuntariamente.Inicialmente, só passam pequenas quantidades, razão pela qual os pais não se apercebem da situação ou julgam que a criança se está a limpar mal após a ida à casa de banho. Com o tempo, a quantidade começa a aumentar e, como estas fezes não passam pelas fases de digestão normal do intestino, tornam-se pegajosas e com muito mau cheiro. Em geral, esta situação manifesta-se mais frequentemente durante o dia, enquanto a criança está activa, e muito raramente de noite, durante o sono.A encoprese não é considerada uma alteração do comportamento normal da criança. Pelo contrário. Devido à encoprese, a criança pode passar a manifestar alterações comportamentais, nomeadamente baixa de auto-estima, mau rendimento escolar e até conflitos com os pais. Frequentemente, estas situações tendem a arrastar-se por a criança, com vergonha, negar e não aceitar que tem este problema.



O que fazer?


Primeiro é necessário retirar as fezes duras que estão no recto. Esta fase pode demorar alguns dias e em geral só é possível com a ajuda de clisteres. Depois de esvaziado o recto e toda a parte terminal do intestino é necessário evitar que esta situação se repita, assegurando a ida diária à casa de banho. Para isso é necessário medicar com laxantes orais, que tornarão as fezes moles e evitarão que a defecção seja dolorosa. Esta terapêutica deve durar meses até que se tenha estabelecido uma rotina diária.Quanto à dieta, recomenda-se que seja rica em fibras, ou seja, sopa de legumes todos os dias e saladas. Também é importante que beba muita água para que as fezes sejam mais moles.Uma vez que um terço das crianças têm encoprese porque não sabem defecar - julgam que está a fazer força para fora quando, na verdade, estão a contrair o esfíncter e a evitar a dejecção -, outra parte importante do tratamento é a educação na defecação, que poderá ser realizada através de técnicas de biofeedback em que a criança aprende a relaxar o esfíncter durante o esforço defecatório.Em suma, se o seu filho apresenta regularmente as cuecas sujas com fezes, mesmo que este tente disfarçar ou prometa que não volta a acontecer não se zangue com ele, porque não foi mesmo de propósito. Acredite que é muito mais penoso e embaraçoso para ele do que para si. Por isso, encare isto com a seriedade de qualquer problema médico mas que felizmente tem solução. Dirija-se ao seu médico para que possa tratar o seu filho ou, se for caso disso, encaminhá-lo para uma consulta de gastrenterologia pediátrica para dar início ao tratamento. Tenha sempre em atenção que estes tratamentos são longos e que não se pode suspender a medicação de repente, só porque parece que o problema se encontra resolvido.



Por: Mafalda Paiva e Henedina Antunes,Serviço de Pediatria do Hospital de São Marcos de Braga.
Fonte: Educare

Ok!

É o feedback que a Joana me dá depois de começar a beber o leitinho, sentada na sua cadeirinha no carro :-)

sexta-feira, 21 de Novembro de 2008

Cereais têm açúcar a mais

Na Europa, cada 100 gramas de cereais para crianças tem 4,7 pacotes de açúcar, revela um estudo internacional. Portugal não foge à regra, pelo que a Deco apela aos pais para que não façam deste produto o principal alimento do pequeno-almoço dos seus filhos.


Fonte: Bebé d’hoje

Novas descobertas

Os “Quié?” e os “Oiá”!
A Joana está em plena fase de “O que é?”, que provavelmente antecederá a fase dos “Porquês”! Com efeito, para quase tudo, ela pergunta “Quié?”, estendendo o dedo. Nós respondemos-lhe: é o fogão, é o tapete, é a almofada, é o candeeiro, é o livro, é o boneco, é a televisão, é o sapato, é a meia do pai, é o ovo, é a maçã...Quando se trata de objectos mais pequenos, como uma meia, ela exclama de seguida: “Tá-tá!” e lá vai a meia para a mão curiosa da Bolotinha. Há dias, o pai fez um jogo com ela: deu-lhe um par de meias e foi buscar outro. Com o anterior par na mão, a Joana estendeu a mão livre e exclamou “Tá-Tá!” para o par novo. O pai deu-lhe o par novo mas tirou-lhe o par “antigo”. Ela olhou para as mãos, olhou para o outro par nas mãos do pai e volta a dizer “Tá-tá!”. Pois sim, cada mão tem que estar ocupada com um par de meias!
Os “Oiá!” estão na ordem do dia! Ela diz “Oiá” com a maior generosidade deste mundo. Há dias, fomos jantar fora e, a cada pessoa que entrava no restaurante, ela cumprimentava com um “Oiá!”, mesmo estando sentada longe da porta!
Por último, todos os dias, depois de chegarmos a casa, e mal transpomos a porta, a Joana começa a fazer força para ir para o chão. Nem tempo tenho para tirar o casaco pois esperam-me passeatas de uma ponta à outra do hall. Assim, da entrada, passamos pela sala, pela cozinha, pelas casas-de-banho e terminamos nos quartos. Sem exagerar, são umas vinte passeatas para cá e para lá.
Nessas passeatas, a Joana descobriu o tapete de entrada:




E, no quartinho de passar a ferro, anexo à cozinha, descobriu que é divertido passear o cesto da roupa pela casa. É como se fosse uma mini fila indiana: a encabeçar está o cesto da roupa, empurrado pela Joana, e atrás vou eu, a guia:


Não podia deixar passar em branco o seguinte facto: mesmo não gostando de mangas, a Joana já põe o braço a jeito para vestir o pijama, uma camisola, um body ou uma camisa...põe o braço a jeito, é certo, mas não me livro dos protestos! É como se a Bolotinha me estivesse a dizer: “Quero que saibas que estou a colaborar contigo nesta árdua tarefa de despir e despir mas que não gosto nem um bocadinho lá isso é verdade...!”

quinta-feira, 20 de Novembro de 2008

Televisão fora do quarto

Os jogos de computador e a televisão não devem estar no quarto das crianças porque prejudicam o sono, alertou a neurologista Teresa Paiva, salientando que os mais novos dormem cada vez menos. Para a especialista em doenças do sono, passear ao fim do dia em ambientes com luz artificial é outro hábito censurável pois a luz impede a segregação da melatonina, substância que favorece o sono.


Fonte: Bebé d’hoje

Para dormir ou nem por isso?

Há dias, peguei no Nenuco e deitei-o na espreguiçadeira, dizendo à Joana que ele ia fazer Ó-Ó. Ela, sentada no tapete de actividades, ficou muito séria a olhar para mim, como quem diz: “Mas o Nenuco ainda não quer dormir!”
(Quando ela faz estas e outras expressões eu fico com uma vontade de rir que nem vos conto...)
Logo de imediato, dirigiu-se a toda a velocidade para espreguiçadeira (Missão: Salvar Nenuco do sono?), ao mesmo tempo que, na outra mão, segurava um “+” em borracha. Esta peça faz parte de um puzzle que a Bolotinha gosta de despovoar em proveito da comichão que sente nas gengivas.
Reparem bem. Sem deixar cair o “+”, toca a pegar no Nenuco:



O Nenuco vai para o chão e quem vai dormir é o “+”!


A Joana vira as costas, volta a gatinhar a toda a velocidade para o tapete de actividades, senta-se, olha para trás (para a espreguiçadeira), depois para mim, rematando com um “Oiá”!

Eu, perdida de riso, volto para junto dela com o Nenuco que ficara no chão...

quarta-feira, 19 de Novembro de 2008

Peixe antes dos nove meses reduz risco de eczema

A introdução de peixe na dieta do bebé antes dos nove meses de idade reduz o risco de desenvolver eczema, revela um estudo da Universidade de Gotemburgo, na Suécia. Na investigação, publicada no British Medical Journal, verificou-se que o risco de eczema diminuiu em 25% nas crianças que começaram a comer peixe antes dos nove meses de idade.


Fonte: Pais&Filhos

Aaah!

Quando a Joana está muito contente ou quando acaba de comer, solta esta belíssima exclamação de sublime satisfação!

terça-feira, 18 de Novembro de 2008

Vacina da gripe na grávida protege o bebé

Tomar a vacina da gripe um mês antes do parto pode proteger o bebé conta a doença durante os primeiros seis meses de vida. Isso mesmo concluiu um estudo publicado no New England Journal of Medicine, que envolveu 340 mulheres. Registou-se uma redução de 63% nos casos de gripe entre os filhos de mães vacinadas e de 36% nos casos de doenças respiratórias.


Fonte: Pais&Filhos

O Dia da Biblioteca

Na passada sexta-feira, a salinha de 1 ano deu inicio ao Dia da Biblioteca.
Assim, cada criança trás de casa um livro para a biblioteca da salinha e, todas as semanas, trás para casa um livro para os pais lerem com ela.
O primeiro livro que a Joana trouxe foi:





À medida que íamos lendo o livro, as duas sentadas no tapete de actividades, a Joana ia palrando e apontando para as imagens:


O livrinho que a Joana levou foi o d’ “A elefanta Elsa”, um livro que compramos na FNAC, de capa e folhas duras, que retrata as aventuras de uma elefanta na floresta.

segunda-feira, 17 de Novembro de 2008

Desafio “O ABC da minha vida”

Há poucas semanas, a mamã do Duarte (http://comodakiaoceu.blogs.sapo.pt/) criou e desafiou as restantes mamãs para responderam a um desafio que consiste em enumerar as palavras que nos são mais queridas ou simbólicas, palavras essas começando por cada letra do abecedário.
Vamos então revisitar algumas das palavras de que mais gosto:


A -Amor, Antiguidade, Âmbar, Água, Áurea, Alf
Amor: um dos mais importantes pilares da nossa existência
Antiguidade: gosto da sonoridade desta palavra, é como se fosse uma cápsula que me permitisse viajar para épocas que constam nos livros de História
Âmbar: novamente, a sonoridade doce e suave da palavra. Transporta-me para uma floresta de pinheiros, arvore que eu muito gosto. E, para além disso, a palavra “Âmbar”, recorda-me o material escolar, sobretudo os dossiers!
Água: a minha bebida preferida
Áurea: palavra mágica, de ouro, literalmente!
Alf: uma das minhas séries preferidas. O que eu me ria com o Alf! Lembro-me de por vezes desejar ter assim um “boneco” em casa mas os meus pais diziam-me que, se assim fosse, iam à falência!
B – Bombom, Bebé, Borboleta, Balão, Baleia
Bombom: ora aqui está a minha gulodice! Sobretudo bombons Guylian e Ferrero Rocher.
Bebé: palavra linda! Quando era criança, dizia que queria ser “médica de bebés”.
Borboleta: colorida e com um esvoaçar alegre
Balão: gosto de balões, mas menos de os encher!
Baleia: um animal imponente
C – Chocolate, Casa, Cão, Carinho
Chocolate: Se pudesse, todos os dias, de preferência de leite. Bem, quando estava grávida era praticamente todos os dias que comia um pedacinho!
Casa: O nosso lar, o aconchego, onde sabe sempre bem voltar
Cão: um dos meus animais preferidos
Carinho: palavra ternurenta
D – Dália, Dedo
Dália: uma das minhas flores preferidas
Dedo: a magia de um toque...!
E – Estar, “Era uma vez...”
Estar: gémeo do verbo Ser
“Era uma vez...”: porque adoro contos
F – Fogo (o meu elemento astrológico), Fascinante
Fogo: o meu elemento astrológico
Fascinante: bonito adjectivo
G – Gelado, Giro, Girafa
Gelado: sou pouco gulosa, sou! O meu gelado preferido, se for a uma gelataria, é de limão e chocolate. Caso contrário, gosto muito dos Magnum, especial o “Double Caramel”.
Giro: acho que é um adjectivo querido
Girafa: animal curioso e pacato
H – Hino, Harpa, História
Hino: é um resumo musical da história de um pais
Harpa: um instrumento lindo
História: de contos e pequenas histórias, pois a disciplina História, sinceramente, não me seduz.
I –Impar, Infinito
Impar: sem igual!
Infinito: traduz uma sensação única.
J – Joana, Janela
Joana: a minha filha!
Janela: um olhar sobre o mundo
K – Kiwi, Koala
Kiwi: o meu fruto preferido
Koala: peguei pela primeira vez num Koala na viagem que fiz à Austrália, em 1995. Era um koala bebé e já tinha um peso generoso!
L – Laranja, limonada, Lua
Laranja: adoro bolo de laranja!
Limonada: o meu refresco preferido, para além da água
Lua: bonita, misteriosa
M – Mãe, Mala
Mãe: a palavra mais bonita do nosso dicionário
Mala: porque gosto de viajar
N – Nuvem
Nuvem: sempre gostei da sonoridade desta palavra...penso em aconchego sempre que digo “Nuvem”
O – Óscar
Óscar: o meu cão lindo!
P – Pai, Pedro
Pai: a mais importante referência masculina que temos
Pedro: o meu marido, amigo, companheiro de vida
Q –Queijo
Queijo: sou grande apreciadora de queijos
R – Riso, Rua , Rosa
Riso: contagiante!
Rua: sempre distinta das demais ruas
Rosa: a minha flor preferida
S – Sorriso, Sofia, Saudade, Singelo
Sorriso: sou uma pessoa de sorriso fácil
Sofia: Eu!
Saudade: palavra esmagadoramente bonita, nostálgica, portuguesa
Singelo: como eu gosto de ser e como eu gostaria que mais pessoas o fossem
T- Tudo, Ternura
Tudo: uma mão-cheia de coisas
Ternura: um abraço quentinho
U – Uva, Urso
Uva: não é dos frutos que me agradem mais mas em casa tenho dois fãs!
Urso: adoro este animal, sobretudo o urso polar. Já do urso castanho tenho algum medo, confesso...
V – Ver
Ver: não me imagino sem conseguir ver...seria muito angustiante para mim...
W – Huuummm, não sei...só me lembro do Wally!
X- Xilofone

Xilofone: o primeiro pensamento que me ocorre são as primeiras aulas de música que tive, em que me apaixonei por este instrumento!
Y – Yaris
Yaris: o meu primeiro carro, que vendi para podermos comprar uma carrinha, dois meses depois do nascimento da Joana.
Z - Zebra
Zebra: um animal curioso...porque é que a zebra é listada? Tem um igual número de listas brancas e pretas?

Clube Mammy

Durante este mês, o Clube Mammy (http://clube_mammy.blogs.sapo.pt/) comemora um aninho de vida. Assim, para o comemorar, foi lançado um concurso que visa eleger o melhor babyblog de 2008.
A votação estará aberta até ao próximo dia 12 de Dezembro.


Passem pelo Clube Mammy e deixem o vosso voto!

Projecto 2009

Há dias comecei a esboçar na minha mente um projecto que gostaria de partilhar com vocês. Em principio, será um projecto que irá arrancar no inicio de Janeiro e que consiste em abordar diferentes temáticas relacionadas com o desenvolvimento e educação dos nossos filhos. Em suma, questões com as quais nós, pais, nos confrontamos todos os dias.
Para tal, colocarei a minha formação em psicologia infantil em acção mas, primeiramente, gostaria de saber qual a vossa receptividade para o efeito. Sentem a necessidade de um espaço assim? Que temas gostariam de ver abordados?
Poderíamos retroceder um pouco e abordar igualmente a gravidez e o pós-parto, para as mamãs grávidas que nos seguem.
E, por último, o novo espaço estará sempre aberto a testemunhos de outras mães e pais, por forma a potenciar uma partilha mais eficaz de conhecimentos, aliando a teoria à prática.

Digam da vossa justiça e, se preferirem, poderão enviar o vosso feedback para o email que se encontra no canto superior direito desta página. Aguardo as vossas opiniões!

domingo, 16 de Novembro de 2008

Porque é que o meu filho não dorme?

A maternidade tem destas coisas. Não é só um novo membro da família que chega, com ele chegam muitos problemas. O choro durante a noite, que obriga os pais a arrastarem-se, de madrugada, até ao berço.
Um dia cansativo, e a única coisa que o corpo anseia é a cama e uma noite de repouso. Ma o seu bebé não pensa da mesma maneira e aqui começa o conflito. O pior é que ele não apresenta sintomas de doença, já comeu e tem uma fralda limpa.
Então o que é que se passa?
Esta é a pergunta que perpassa na mente de milhares de pais desde tempos imemoriais e que tem arrasado com os nervos de muitas pessoas. Isto porque, não são apenas os pais que não dormem, porque o petiz, dando largas aos seus pulmões, tem ainda o condão de acordar (ou não deixar dormir) os vizinhos mais próximos.
Se quer evitar ir para o trabalho com ar de quem andou a fazer noitadas pelos bares e discotecas ou não quer receber "aquele olhar" dos vizinhos quando sai de casa, acompanhado de milhares de conselhos sobre como fazer o bebé dormir, ou criticas pelo que deveria ter feito, siga alguns conselhos simples, mas capazes de lhe providenciar o sossego de que necessita.
Na maior parte das vezes, a criança quer apenas ir para a cama dos pais e estes acabam por ceder em nome de uma noite bem passada. E isto é precisamente o que ele quer. O choro, aqui, não passa de uma forma de chantagem.
Alguns pais aguentam dois ou três dias deixando que a criança chore até se cansar, mas ao fim desse tempo acabam por ceder, porque ninguém é de ferro.
O mais importante neste tipo de situações, é criar rituais de sono. Torne o local onde ele dorme o mais confortável possível. Certifique-se que a temperatura do local onde o bebé está a dormir ronda os 24º. Todos os bebés dormem, em média, 60% do dia, mas cada um tem o seu padrão de sono.
É importante que aprenda a distinguir a noite do dia, dormindo com a luz natural e com as luzes apagadas de noite. Se acorda de noite para comer, não brinque com ele, mantendo o máximo de silêncio e calma, para que volte a adormecer depressa. Estas rotinas poderão ter de ser alteradas quando o bebé começar a gatinhar ou a colocar-se de pé, porque este pode alterar o seu comportamento em relação à hora de dormir.
Linhas de conduta firmes vão levar a um equilíbrio entre os pais e os filhos, para além de proporcionarem à criança a sensação de que tudo está bem. Tenha em atenção as sestas, que a partir do primeiro ano, devem ter horários definidos, não ultrapassando as 15 horas da tarde, para não prejudicar o sono profundo da noite.
A rotina é, acima de tudo, calmante, o primeiro passo para um sono descansado. Um ritmo calmo ao deitar, com uma história e sem absolutamente nenhuma televisão vai proporcionar um sono descansado. Deixe a criança aprender a adormecer sózinha, não ao colo nem a dar a mão a alguém. Quando muito, coloque-lhe perto um pequeno boneco, mas cuidado com as alergias e o asfixiamento.
Se acorda com frequência durante a noite, não o retire do berço e dê-lhe algumas palmadinhas nas costas para o acalmar. Ao fim de um período em que se levanta para ir ao quarto dele, passe a falar-lhe apenas do seu quarto, para ele saber que está por perto, mas que não vai a correr assim que ele deseja, de forma a que aceite a sua voz em vez da sua presença. Espere, pelo menos 15 minutos antes de ir ao quarto e trate-o de forma despreocupada.
Seguindo estes passos vai estar a proporcionar a si e ao seu companheiro o regresso do sossego, ao mesmo tempo que investe na independência do seu bebé.


Fonte: ABC do Bebé

Momentos publicitários

Quais são os anúncios publicitários preferidos dos vossos filhos?
A Joana adora o anúncio dos iogurtes Yoco e a música de marca da Vodafone. Também acha uma certa piada à Popota, pois quando aparece na televisão, fica a sorrir para o ecrã.
Até agora, não se tem mostrado muito fascinada pelos anúncios de brinquedos, que vão aparecendo com uma frequência crescente à medida que o Natal se aproxima...facto que, daqui a alguns anitos poucos, se vai alterar, de certeza!


Entretanto, ontem compramos o primeiro presente de Natal na Disney Store. Para a Joana, claro está!

sábado, 15 de Novembro de 2008

Qual o melhor xarope para a tosse?

Na verdade, a tosse é, logo a seguir à febre, a queixa mais frequente nas consultas de pediatria.
Muitos são os pais que nesta altura do ano andam perdidos de sono devido às inúmeras noites mal dormidas em consequência dos festivais nocturnos de tosse dos seus filhotes.Na verdade, a tosse é, logo a seguir à febre, a queixa mais frequente nas consultas de pediatria. É um importante mecanismo de defesa do sistema respiratório, tendo como principal função a remoção de material estranho e secreções das vias aéreas. Na grande maioria das vezes, consiste numa resposta reflexa, isto é, ocorre automaticamente sem a pessoa pensar.Além de poder ser bastante incomodativa e cansativa para pais e filhos, origina grande preocupação nos primeiros na medida em que estes pensam sempre que a sua presença é sinal de doença grave, nomeadamente de pneumonia.Contudo, a maioria das situações que condicionam tosse na criança são benignas e autolimitadas. O mecanismo produz-se por estimulação de receptores que existem ao longo do aparelho respiratório. Estes receptores praticamente não existem no pulmão, pelo que a pneumonia (infecção do pulmão) habitualmente cursa com pouca ou nenhuma tosse. Muitos factores podem provocar tosse: infecção de qualquer ponto da árvore respiratória (como o nariz, seios perinasais, amígdalas, adenóides, faringe, laringe, traqueia, pulmão), asma, alergias, presença de corpos estranhos, aspiração de fumo ou vapores, entre outros... Pode também ter uma causa psicológica. Neste caso, o mecanismo é voluntário, não é reflexo, e tipicamente a criança ou o adolescente só tosse quando está acordado. Se o seu filho tem tosse deve consultar o seu médico assistente, que, em função das queixas, do tipo de tosse e dos resultados do exame físico, e eventualmente de análises e radiografias (estas duas últimas raramente são necessárias), estabelecerá um diagnóstico.O tratamento a instituir dependerá desse diagnóstico. Se for asma, o seu controlo leva ao desaparecimento da tosse. Contudo, se a doença base não tiver tratamento específico, como por exemplo as constipações, então a tosse também não tem tratamento.


Qual é então o melhor xarope para a tosse?

A única terapêutica realmente adequada e eficaz para a tosse é o tratamento da sua etiologia. Raramente é aconselhável tomar 'um xarope para a tosse'. O melhor 'remédio' da tosse consiste na hidratação das secreções, que se consegue fundamentalmente pela ingestão abundante de água.

Existem dois grandes grupos de 'xaropes para a tosse': os antitússicos e os expectorantes.Os antitússicos actuam inibindo o reflexo da tosse. Quando uma criança toma um xarope destes, perde a capacidade de tossir, isto é, perde um mecanismo de defesa. Como consequência, mais facilmente será infectada pois não consegue remover tão eficazmente os microorganismos, as secreções e os restos celulares que se encontram nas vias aéreas. Estes medicamentos apenas devem ser utilizados nas situações em que não é possível tratar a causa da tosse, quando esta é irritativa (seca e sem expectoração) e perturba muito a criança (interferindo, por exemplo, significativamente com o sono). Os antitússicos devem ser usados apenas por períodos curtos (menos de uma semana) e somente após avaliação médica e por indicação deste.Os expectorantes actuam aumentando o volume das secreções e os mucolíticos que alteram a produção e consistência do muco. São medicamentos ineficazes na maioria dos casos. As crianças, particularmente aquelas com idade inferior a 1-2 anos, não conseguem eliminar bem as secreções pelo que estas tendem a acumular e consequentemente a agravar a tosse. Estes dois tipos de xarope também não devem ser utilizados em associação, uma vez que os expectorantes facilitam a eliminação das secreções, enquanto que os antitússicos impedem a sua expulsão.

E as pomadas/bálsamos para esfregar no peito?

Também não são aconselháveis, pois são extremamente irritantes, contribuindo para o agravamento e perpetuamente da tosse. Em resumo, se o seu filho tem tosse consulte o seu médico assistente. Em face da causa da tosse este irá prescrever o tratamento mais adequado. Não o automedique, pois poderá estar a prejudicá-lo.

Fonte: Educare

Abordagem sui generis

De segunda a sexta-feira, a partir das 17:45, costumo ouvir na Antena 1, “A Viagem da Cegonha”, um programa com uma duração máxima de dez minutos que acompanha uma grávida ao longo dos nove meses de gestação.
Esta semana, o programa incidiu sobre a alimentação da gestante, globalmente considerada, e ontem a jornalista que dirige o programa foi entrevistar algumas grávidas, perguntando-lhes quanto tinham engordado durante a gravidez.
A primeira entrevista foi a que acabou por dar origem a este texto, senão vejam:


Jornalista: Boa tarde, está grávida de quantas semanas?
Grávida: Estou de 39 semanas.
Jornalista: E quanto é que engordou durante a gravidez?
Grávida: 10 quilos.
Jornalista: Boa! Boa! É que a maioria das grávidas engordam brutalidades...
Grávida (com uma voz a denotar algum desconcerto): Huuumm...pois...


E seguiram-se mais três ou quatro mini-entrevistas.
“Engordam brutalidades”?! Mas que abordagem é esta?!
Quando engravidei da Joana, pesava 60kgs, distribuídos por 1,73 de altura. Somei 15kgs mas rapidamente recuperei o meu peso. No meu caso, foi difícil de resistir à comida, sobretudo aos doces. Comia de 2 em 2 horas, não por gula mas sim porque tinha fome. Ou era uma peça de fruta, ou um iogurte, ou um pão com queijo, ou algumas bolachas de água e sal, ou um chocolate...aos fins-de-semana eram mais as Bolas de Berlim, os pastéis de nata, os palmiers. Enfim, apetecia-me!
De qualquer modo, não penso que, durante a gravidez, se engorde “brutalidades”. Por favor, este tipo de adjectivos não são nada abonatórios...! Engorda-se e ponto final. É natural. Agora, se pudermos fazer e sobretudo manter uma alimentação o mais saudável possível, penso que tal só beneficiará a saúde do bebé, a saúde da mãe, o decurso do parto e a recuperação pós-parto.



Como é que foi ou está a ser convosco?

Sopa de Maruca

Aprovada pela Bolotinha!

sexta-feira, 14 de Novembro de 2008

Brincar é vital para o bom desenvolvimento da criança

Desde que não estejam com sono, com fome ou indispostas, todas as crianças gostam de brincar, aliás todo o seu tempo, desde que não destinado a satisfazer as necessidades essenciais, é dedicado á brincadeira. Esta actividade é essencial para as crianças porque ajuda ao seu desenvolvimento, quer físico quer intelectual.


A imaginação


Desde cedo e através das brincadeiras as crianças vão desenvolvendo a sua imaginação. Elas fazem de conta e entram num mundo só delas e para que tal aconteça não é necessário um grande esforço da sua parte, basta o olhar para um objecto que lhes desperte curiosidade ou para um brinquedo novo. As crianças usam os objectos que as rodeiam para os transformar em instrumentos das suas próprias fantasias em que elas são os personagens principais. A forma de estimular a sua imaginação passa por colocar à sua disposição os objectos necessários para que a mesma possa construir o seu mundo de brincadeira. Da forma que a criança adora imitar o adultos e se imagina sempre como tal, os melhores brinquedos para lhe ofercer são aqueles que podem ter mais do que uma função e os que representam, em miniatura, os objectos utilizados no dia a dia pelos mais velhos. Para além disso, o ambiente que rodeia as crianças, a atenção que têm dos pais e o facto de poderem brincar com outras crianças, também contribuem para o desenvolvimento da sua imaginação. A troca de identidade que geralmente se observa quando as crianças brincam de faz de conta pode reflectir até uma tentativa para tentar assimilar uma situação que a mesma não compreende. Esta é uma forma de estar no controlo de todas as situações, não há surpresas porque são as próprias crianças que definem até onde querem ir, fazem e desfazem de acordo com o que querem que aconteça.



As emoções e o convívio social

A brincadeira é uma das formas das crianças se expressarem havendo muitas maneiras de brincar. As crianças brincam quando ouvem as histórias, quando manuseiam os brinquedos, quando fazem desenhos, enfim em todas as actividades estão a brincar. É importante os pais estarem atentos para as brincadeiras dos filhos, na medida em que estes revivem paulatinamente as experiências desagradáveis ou difíceis de entender através da suas brincadeiras. Para ajudar a criança a entender o mundo que gira à sua volta e que ainda não consegue descortinar, é conveniente que, quando ela começa a reviver aquilo que não entende através da brincadeira, os pais lhe respondam com a forma correcta de brincar, que a guiem calmamente para o tipo de comportamento que ela deve adoptar, fazendo assim com que fique mais receptiva ao que lhe querem ensinar. No aspecto da convivência social, a criança ao brincar com os seus amiguinhos aprende a desenvolver formas de negociação, compromisso, cooperação e partilha. Torna-se necessário estimular na criança o gosto pelas brincadeiras em grupo e favorecer esse tipo de brincadeira, aproximando-a de outras crianças. Ela aprenderá também a antecipar os resultados da sua actividade e sente-se progressivamente mais responsável, capaz de auto-controle e domínio da realidade. Observando atentamente o desenrolar das brincadeiras, a mãe conseguirá ter uma ideia aproximada das capacidades que o seu filho tem desenvolvidas e das quais ele precisa de ajuda para desenvolver.



O desenvolvimento físico

Diferentes tipos de brincadeiras promovem o desenvolvimento de diferentes tipos de capacidades. Brincar dá prazer à criança e ela aprende constantemente com as múltiplas experiências, sensoriais e motoras, que as brincadeiras lhe proporcionam. Além de explorar e descobrir as várias alternativas de que dispõe, aprende a controlar e coordenar os movimentos – primeiro do corpo todo e a seguir progressivamente das mãos e dos dedos. Com os diferentes tipos de brincadeiras que estimulam o desenvolvimento físico, as crianças aprendem a equilibrar-se ao mesmo tempo que desenvolvem a sua força. Aprendem ainda a agarrar, a atirar, a correr, a pedalar, a balançar, etc para além da coordenação dos olhos com as mãos e com os pés. Todos os progressos motores proporcionados pela actividade física começam por surgir com um determinado sentido de autonomia em que a criança começa a querer vestir-se e alimentar-se sozinha. Para além do desenvolvimento físico, as brincadeiras constituem um aspecto importantíssimo na disposição da criança, por exemplo uma criança que tem muita actividade física geralmente está sempre disponível para novas brincadeiras e com vontade de as levar a cabo, quer ter novas experiências e quer conhecer mais do mundo que a rodeia, enquanto que a criança que passa a maior parte do tempo parada e quieta não se quer envolver nesse tipo de aventuras, correndo o risco de, com tanto sedentarismo, ficar com excesso de peso ou mesmo obesa e de ter uma disposição mais difícil, resmungona, tensa e stressada. Por todos estes motivos procure incentivar o seu filho a uma vida activa dando o exemplo. Em vez de ficarem em casa a ver televisão num dia de sol, vão jogar à bola para o quintal ou dar um passeio pela praia.



Fonte: Pink Blue

Amiguinhos da mãe = Amiguinhos meus!

Os dois bonecos que vêm na imagem são, para além do João-Ratão, que já vos apresentei anteriormente, os meus bonecos preferidos e que me acompanharam durante longos anos.
A ursinha Trudi, muito fofa e quentinha, foi comprada pela minha mãe antes de eu viajar para a Austrália, de férias.
O Chiquinho, de fatinho branco, foi-me oferecido pelos meus pais, quando eu tinha sete anos. Foi o último Natal que o meu avô materno passou connosco.

Há dias, a Joana descobriu estes bonecos e a primeira reacção foi ficar a olhar para eles, a sorrir. Esticou o dedo, exclamou “Di!” e depois de lhos dar, ela abraçou-se a eles, sendo que agora já fazem parte da grande família de bonecos que estão no Tapete de Actividades.

quinta-feira, 13 de Novembro de 2008

Children see.Children do.

«Olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço» é o lema mais ou menos assumido ou mais ou menos inconsciente de muitos pais. Acontece que somos modelos para os nossos filhos até nessa contradição, nesse desencontro entre o que apregoamos e o que praticamos. Não vale a pena dar exemplos. Todos temos alguns lá por casa.
«ChildFriendly Australia» é uma organização que trabalha em parceria com a NAPCAN (Associação Nacional pela Prevenção do Abuso e Negligência Infantil). Segundo esta associação, a sociedade australiana não é childfriendly e o abuso e negligência de que as crianças são vítimas são dos problemas sociais mais graves naquele país.
Em Setembro de 2006, na Semana Nacional de Protecção à Criança lançou a sua primeira campanha intitulada «Children see, children do» (As crianças vêem, as crianças fazem). O anúnico teve um impacto que ultrapassou fronteiras. Ganhou o Leão de Bronze no festival de Cannes em 2007 e continua a passar e a ser mostrado em inúmeras ocasiões em que discute temas relacionados com educação. «Torne a sua influência positiva» é o desafio deixado no final do filme. Vale a pena
ver. E indagar se pelo menos andaremos perto do exemplo que gostaríamos de ser para os nossos filhos.
Nota: A imagem faz parte da mesma campanha, mas pretence ao conjunto de outdoors e imprensa. Nela pode ler-se: «Ele irá crescer para ser como a mãe, como a professora, como o treinador de futebol ou como a pessoa agressiva que o conduz todos os dias até à escola? Um dia uma criança pode crescer exactamente igual a si. Torne a sua influência positiva.»



Fonte: Pais&Filhos

A galinha põe o ovo...

...e a menina papa-o todo.

A Joana já aprendeu a fazer a mímica desta cantilena, depois de me observar algumas vezes: com a palma de uma mão estendida e o indicador da outra mão, vai “bicando” palma ao mesmo tempo que diz “ibiá”!

quarta-feira, 12 de Novembro de 2008

De regresso a casa

Saindo mais cedo do trabalho, eu vou buscar a Joana à creche e depois irmos as duas buscar o pai. Habitualmente, chegamos entre dez a quinze minutos antes das 18:00 e não é raro eu ter que passar para o banco de trás do carro para dar à Joana, que está sentada na sua cadeirinha, um biberon de 180ml de leite. De facto, a sua última refeição na creche tem lugar às 15:00: um dia é papa, outro dia é iogurte com uma bolacha. Pelo que, perto das 18:00, a Bolotinha começa a reclamar do ratito que sente no estômago.
Hoje a Joana dormiu durante grande parte da viagem rumo ao trabalho do pai. Acordou mal eu estacionei o carro e lá fui eu para o banco de trás. Bebeu o biberon, a dormitar. Acordou novamente e, quando ela estende os braços, eu já sei que ela quer vir para o meu colo. Assim foi. Só que desta vez foi diferente. Há muitos meses que a Joana não adormecia ao meu colo, ao alto, com os dois braços abertos, como que abraçando uma mãe que estava deliciada com aquele momento tão aconchegante. Eu ia adormecendo com ela, com o meu nariz de encontro ao seu pescoço quentinho, a cheirar a bebé. O melhor perfume, para mim. Aninhamo-nos as duas e o que eu senti foi que se levantara a linha do horizonte e que dela estava suspensa uma bola de luz transparente. Dentro dela, nós as duas. No silêncio da tarde que caia e que lavrava no céu riscas cor-de-laranja, azuis escuras e púrpuras. Nós as duas na quietude de um abraço, no embalo de um amor que ameaçava extravasar do meu corpo e fundir-se no colorido do céu.

Foi assim, um regresso a casa especial. Único. Nosso.

Vómitos & Gastroenterites

As crianças são muito susceptíveis aos vómitos, enquanto que os bebés têm mais tendência para regurgitarem o leite que consumiram do que propriamente para vomitar. Portanto, convém não confundir estes dois conceitos. Os bebés com menos de seis meses têm por hábito regurgitar leite. Os pais julgam logo que estão a vomitar, mas a verdade é que esta é uma situação perfeitamente normal. Quando falamos em vomitar, estamos a referir-nos a uma criança que expele uma grande parte daquilo que continha no estômago, sendo a porção do conteúdo a expelir muito maior do que no caso de estar somente a regurgitar.
Se constatar que o seu filho está a vomitar bastante, é aconselhável ter atenção a pequenos pormenores que podem indiciar se está perante uma situação rotineira, sem muita importância, ou de algo mais sério. Assim, tenha em atenção se o seu filho vomita alguma substância de aparência amarelo-esverdeada ou se vomita muitas vezes num espaço de seis horas. Repare se ele apresenta algum sinal de desidratação ou se ao vomitar fica muito sonolento, pois se alguma destas situações referidas anteriormente se verificar é indicado chamar um médico para ver o que se passa com ele.
A desidratação pode surgir muitas vezes após a criança ter estado a vomitar, e existem alguns indícios que permitem retirar essa leitura do seu estado: boca e lábios muito secos, urina escura, olhos encovados, estar muito tempo sem urinar, nomeadamente mais de seis horas, ou ser atacádo por uma enorme sonolência não habitual. A solução para repor as condições normais do organismo é preparar-lhe algo com glicose. Uma bebida é o indicado, na qual vai dissolver três colheres de chá de glicose em pó, mais meia colher de sal, sendo ambas as colheres rasas, em 200 ml de água fervida. Dê-lhe um pouco desta bebida de hora a hora, utilizando o biberão, uma colher de chá ou um conta-gotas. Todavia, existem medicamentos na farmácia já preparados para esta função que são os chamados pós para rehidratação oral.
Quando o seu filho estiver com vontade de vomitar segure-o, e coloque-o debruçado sobre uma bacia. Após o esforço é normal que a criança esteja molhada. Limpe-lhe a cara com cuidado e dê-lhe um pouco de água. Estas podem ser algumas das medidas a tomar, enquanto aguarda a chegada do médico. Porém, em muitos dos casos, as crianças ficam bem somente com estas medidas, mas a presença do médico é sempre importante. Porém, os vómitos podem também estar a ser causados por Gastroenterites, motivadas por um "envenenamento" alimentar.
A Gastroenterite é uma infecção provocada pela ingestão de comida estragada, e que atinge o estômago e os intestinos. Este problema origina vómitos, náuseas, diarreia, cólicas de estômago, febre e perda de apetite, e costuma ser grave nos bebés pois pode desidratá-los muito rapidamente. Porém, e nos bebés alimentados ao peito, esta situação de Gastrenterite não costuma ocorrer porque apenas são alimentados pelo peito materno. Para controlar a situação deve dar de beber à criança cerca de um litro a litro e meio de água por dia, e administre-lhe a bebida de glicose que atrás referimos para os vómitos.
No período em que o seu filho estiver a vomitar não lhe dê nada para comer. Quando constatar que ele parou de vomitar, dê-lhe alimentos de fácil digestão, moles, e que não sejam pesados para o estômago, tal como maça cozida e previamente triturada. É aconselhável certificar-se também que ele não está com febre, pois caso isso aconteça deve dar-lhe xarope de Paracetamol. Tenha o cuidado de lavar bem as suas mãos e as mãos dele, esterilizando também tudo aquilo que ele utiliza para comer. À partida, esta é uma situação controlável, mas se vir que os vómitos permanecem, assim como a perda de apetite, a diarreia, febre e as cólicas, é fundamental chamar um médico.
Estas são duas situações comuns nas crianças e nos bebés. Embora necessitem de cuidados particulares, isso não significa que as mesmas possam ser malignas. No entanto, todo o cuidado é pouco para o bem do seu filho!


Fonte: ABC do Bebé

Dar e receber

A Joana já conhece bem os conceitos de dar e receber.
Quando brincamos as duas, eu digo-lhe: “Joana, dá à mãe, dás?” ou então “Joana, dá-dá à mãe” e estendo a palma da minha mão. Com o indicador da outra mão, aponto para a palma da mão estendida e a Joana, com uma peça de lego na mão, por exemplo, pousa-a na minha mão e diz “Dá-dá”. “Obrigada, Joana. Agora a mãe dá”. E entrego-lhe a peça de lego que a Bolotinha agarra num instante!Já com uma bolacha ou com um bocadinho de pão, eu não preciso de lhe pedir “Dás um bocadinho à mãe, Joana?”, pois ela encarrega-se de me pôr na boca aquilo que estiver a comer! Eu trinco um bocadinho e a Bolotinha, com a sua mão, volta a “resgatar” o seu petisco :-)

terça-feira, 11 de Novembro de 2008

Coaching Parental

Há dias, enquanto levava a Joana à creche, ouvi uma entrevista muito interessante na M80, com duas psicólogas, sobre um tema assaz actual e que nos interessa a todos nós, pais.
Trata-se do Coaching Parental que tem como principais características as seguintes:
- Visa construir pais mais confiantes na educação que dão aos filhos e das competências e qualidades que possuem;
- Facilita a identificação das metas que os pais pretendem alcançar na educação dos filhos e que mudanças serão necessárias implementar para alcançar essas metas. Por exemplo, “Eu quero que o meu filho aprenda a dormir sozinho. Como poderei alcançar esta meta da melhor forma possível, com o mínimo de noites perdidas?” ou “Como poderei eu ajudar o meu filho a fazer os trabalhos de casa sozinho?”, entre muitos outros exemplos;
- Procura reforçar a confiança e a auto-estima dos pais, motivando-os para encontrarem estratégias feitas à sua medida para implementar a mudança. De facto, não há uma única estratégia para lidar com um determinado ponto educativo, como por exemplo, as birras. Cada casal deverá dispor das suas próprias estratégias, adaptadas ao seu filho, distinto dos demais;
- Permite a descoberta de formas novas e criativas de tirar o máximo prazer e satisfação da vida familiar, com o mínimo de stress possível e reduzindo a um mínimo as faltas de paciência.

De acordo com as duas psicólogas fundadores deste movimento em Portugal, Sandra Azevedo e Ângela Coelho, “o Coaching Parental é uma excelente alternativa para todos os pais ou mães que pretendem sentir-se mais confiantes e competentes neste papel, e que gostariam de aprender novas alternativas para lidar de forma positiva com as situações mais angustiantes e difíceis do seu dia a dia enquanto pais.”

De facto, o Coaching Parental permite que os pais deixem de se sentir zangados, frustrados, ansiosos ou culpados. Ou, pelo menos, diminuir a frequência destes sentimentos tão negativos, sobretudo para as crianças.
Quantas vezes não ouvimos pais que se dizem culpados pela falta de tempo que dedicam aos filhos depois de um intenso dia de trabalho? E quantas vezes ouvimos coisas como “estava tão cansada, tão aborrecida, que perante as birras dos meus filhos, dei dois berros e uma palmada a cada um...depois, senti-me tão culpada...parece que os meus filhos me olharam de modo diferente naquele momento, como que a perguntar para onde teria ido a mãe tão carinhosa...”?
Todos nós, enquanto pais, temos dias menos bons. É uma realidade incontornável. Acontece a todos e não nos devemos sentir culpados por uma acção muitas vezes impensada, fruto de uma cabeça quente. Agora, o que está ao alcance de cada um é procurar substituir estas reacções por outras bem mais construtivas e benéficas para todos. Vamos imaginar: chegamos a casa cansados de um dia de trabalho. Temos que fazer o jantar, dar banho e a sopa aos nossos filhos, brincar com eles, adormece-los. E isto em quantas horas? Pois, é quase nenhum o tempo que temos para respirar. Mas de que nos serve extravasar o nosso cansaço sobre a forma de “dois berros” ou uma palmada? Ficamos satisfeitos ou aliviados depois de o fazer? Será improvável. Porque não substituir, então, estes momentos de stress por outros bem mais saudáveis? Funciona em parte como a alimentação saudável: pomos de parte a “funk food” e incorporamos, na nossa alimentação, produtos mais ricos, a todos os níveis. Falar é fácil? Sinceramente, penso que poderemos substituir esta frase, que traduz algum cepticismo, por uma frase que traduza acção, vontade de descobrir novos coping skills, ou competências para lidar com a, b, c e/ou d.
O Coaching Parental tem como modo de funcionamento privilegiado as workshops, com uma duração que não chega a uma hora. Normalmente a “aula” começa com os pais a descreverem o seu final de dia ideal, depois do trabalho. O que gostavam de fazer, com quem e onde. A partir daí desenvolvem-se acções que permitem, às pessoas que interagem frequentemente com crianças e respectivas famílias, descobrir e utilizar competências para atingir os objectivos a que se propõem.

Para mais informações, poderão consultar o site:
http://www.familycoaching.pt/

Dentista, parte II

Hoje voltei à minha dentista para avaliarmos o efeito do antibiótico no meu dente ingrato.
Assim, e apesar de se tratar de um dente praticamente perdido, vamos tentar que ele se aguente mais uma temporada que eu espero ser longa.
O resultado foi que terei que continuar a antibiótico, desta feita com um mais forte...imaginam o berbicacho que eu aqui tenho...eu a pensar que hoje tinha a situação resolvida.


Não, terei que regressar na próxima segunda-feira...

Pela sala fora e outras descobertas

A Joana descobriu uma nova funcionalidade da mesa de actividades, que consiste em empurrá-la ao longo da sala! Assim, vou encontrar a mesa junto à cadeirinha de refeições, junto à porta, junto ao Parque Lúdico, junto à mesa de jantar...e, por falar em mesa de jantar, a nossa Bolotinha, quando de pé, já chega ao seu rebordo, sendo a mesa apenas posta no momento das refeições, para evitar surpresas desagradáveis.
Quando próxima de um alguidar com roupa já seca, tira tudo para fora (e às vezes volta a pôr a roupa lá dentro) e começou igualmente a aprender a abrir e a fechar as portas, o que trás consigo uma vigilância redobrada por causa dos dedinhos entalados.Por último, todos os dias vou com a Joana à casa-de-banho para ela lavar as mãozinhas. Ela adora estar com as mãos debaixo da torneira, a tentar agarrar a água. E, depois das mãos já estarem secas, quer repetir o ritual!

segunda-feira, 10 de Novembro de 2008

O magusto

Esta tarde, a partir das 16:00, teve lugar na creche da Joana, um agradável magusto. Todas as crianças, educadoras, auxiliares e familiares das crianças, reuniram-se no jardim para comer uma castanha acabadinha de assar. Sentei-me no meio das outras crianças, já que a Joana não queria ficar longe do meu colo, e aproveitamos a presença do fotógrafo (cuja visita à creche já vos dera a conhecer em Outubro) para tirar fotografias.
Para além de castanhas, havia bolachas e bolos sortidos, bem como diversas bebidas.
Parece-me que a Joana gostou de castanhas: depois de provar a primeira castanha com uma minúscula trinca, meteu-a à boca e foi mastigando, mastigando, até o altinho na sua bochecha linda ter desaparecido!

Miminho feito de trevo

Recebemos um bonito trevo da sorte da mamã Carla (http://sementinhas2.blogspot.com/).

Obrigada, querida mamã :-)

Vamos dedicá-los a todas vocês que nos lêem neste momento!

A nossa caixa-presente

Como puderam ler no texto abaixo, decidimos aderir à campanha da Imaginarium e fazer de uma simples caixa de sapatos um presente para quem mais precisa.
Agora que sou mãe, estas iniciativas de solidariedade tocam-me mais fundo e fico emocionada ao pensar no sorriso de uma criança ao abrir um presente de Natal, no brilho dos seus olhos quando se depara com um presente pelo qual tanto esperou, com o qual tantas vezes sonhou mas que nunca chegara.
Através da iniciativa da Imaginarium, crianças carenciadas são presenteadas por outras crianças, que criam um presente para elas, colocando-o numa caixa de sapatos. Ora, como a Joana ainda é muito pequenina para pôr mãos à obra, ela própria, sentei-me eu à mesa da sala, rodeada por imagens de bonecos, papéis coloridos, cola, fita-cola, tesoura, laços, pedaços de tecido e, claro está, pelos brinquedos a oferecer pela Joana.
Comecei por trabalhar no papel de forrar. No computador, fiz alguns desenhos que posteriormente colori e imprimi. Um exemplo é:




O próximo passo foi encontrar, no Google, imagens de bonecos animados, conhecidos da criançada e, sobretudo, de uma menina entre os quatro e os seis anos de idade, para quem se dirigiu o nosso presente. De entre as imagens que encontrei, destaco as do Winnie de Pooh, Hello Kitty, Pucca, Pocoyo, Mickey, Minnie, Pato Donald, Tio Patinhas, Barbie, a Bela Adormecida, Twitty, entre muitos outros:


Recortadas as imagens todas, passei para a fase de forrar a caixa de sapatos. Podem ver de seguida a parte de cima da caixa, forrada a cor-de-rosa, com o rectângulo de formas coloridas que imprimira e com pequeninas cornucópias de laços cor-de-rosa:



Ao lado, coloquei uma barra de papel azul:


Pensei na forma como uma criança iria fazer uma flor e assim traduzi esse pensamento: cortei pequenos quadrados para o caule, desenhei duas folhas com a tesoura e frisei algumas tiras de papel vermelho, para dar relevo às pétalas da flor.

A tampa da caixa teve um friso a toda a volta com um pedaço de tecido branco. Já a parte de dentro foi forrada com o papel da Leopoldina, que as crianças vêm agora amiúde na televisão:



Passei para a colagem das imagens animadas e etiqueta que deverá acompanhar cada caixa e que permite identificar se o presente se destina a um menino ou a uma menina e respectiva faixa etária:




Por último, o conteúdo da caixa: uma Barbie, um filme “A Bela Adormecida”, um ursinho, cilindros de plasticina e alguns balões (a fotografia foi tirada antes de forrar a caixa por dentro):


No próximo Sábado, iremos entregar a nossa caixa-presente numa loja Imaginarium.
Têm uma semana para participar! Vá, não custa nada e damos tanto, mas tanto, a quem mais precisa!
Para todas as informações, consultem o link:
http://www.imaginarium.pt/navidad_solidaria

Deixo-vos, por fim, mais duas campanhas de solidariedade que merecem a nossa atenção:


Campanha Partilhar Carinho
Entre 23 de Outubro e 11 de Novembro a Petit Patapon disponibiliza a rede nacional de lojas para recolher roupa a favor de crianças carenciadas. Além da Quantidade recolhida é acrescentado o donativo da empresa e toda a roupa, lavada e em bom estado, é doada a 26 Instituições de Apoio à Crianças e famílias carenciadas.Entre 2002 e 2007, com a Partilhar Carinho, a Petit Patapon angariou e doou + de 75.000 peças de roupa. As instituições apoiadas são Banco do Bebé (antiga A.A.R.N.), Abraço, Ajuda de Berço, Caritas, Mão Amiga, Ajuda de Mãe, Voluntariado da Maternidade Júlio Dinis, Centro de Emergência Infantil, entre outras (a lista completa está disponível nas lojas da marca).Como incentivo e agradecimento aos que doam roupa, a Petit Patapon oferece a quem doa um desconto de 10% no número de peças igual ao das peças oferecidas. (http://petitpatapon.wordpress.com/2008/10/20/partilhar-carinho-sharing-tenderness/)

Projecto “Combate à Pobreza e Exclusão Social”
Os CTT estabeleceram protocolos com um conjunto de instituições de solidariedade social, aos níveis nacional e local – entre as quais a Cruz Vermelha Portuguesa – que se quiseram associar nesta iniciativa, para receberem os donativos em espécie doados pelos cidadãos.A ideia é fazer a ligação entre os cidadãos que querem ajudar, mas não sabem como, e as instituições que estão no terreno, a lidar com as situações no dia-a-dia, a ajudar quem mais precisa.

Como? Fazendo a ponte entre cidadãos e instituições através da maior rede de atendimento e distribuição do país, disponibilizando-a a título gratuito para o efeito.De 1 de Dezembro de 2008 a 31 de Agosto de 2009, os cidadãos vão ser convidados a fazer donativos em espécie a quem mais precisa:

- Vão receber na sua caixa de correio uma lista com as instituições e os bens por elas solicitados, que poderão ser entregues na Estação de Correios mais próxima;

- Nas Estações de Correios vão encontrar caixas de transporte criadas para o efeito, nas quais só é necessário colocar o bem seleccionado, fechar com autocolantes fornecidos para o efeito e assinalar a instituição a quem pretendem enviar o donativo (os nomes das instituições já estão inscritos);

- Os CTT encarregar-se-ão de fazer chegar as encomendas ao destino, sem qualquer custo para os cidadãos.Com esta iniciativa pretendem os CTT mobilizar a população para um movimento nacional, democratizando a solidariedade ao permitir que qualquer cidadão possa ajudar as instituições em causa. Para ajudar, só precisa de ter uma caixa de correio.

De acordo com vários alertas de mamãs, a campanha de Natal dos CTT é desconhecida por esta mesma instituição, pelo que optei por aqui colocar o projecto "Combate à probreza e exclusão social", este sim, oficialmente reconhecido pelos CTT.

De facto, é pena que haja pessoas ou instituições que, especialmente nesta altura do ano, se aproveitem da boa vontade dos cidadãos para exercerem burlas grotestas. Mais, que se aproveitem de crianças para o fazerem. Fica abaixo a campanha fraudulenta como alerta:

"Para o Natal 2008 que tal fazer algo diferente, este ano, no Natal? Sim ... Natal ... daqui a pouco ele chega .Que tal ir a uma agência dos Correios e pegar uma das 17 milhões de cartinhas de crianças pobres e ser o Pai ou a Mãe Natal delas? Há informação de que têm pedidos inacreditáveis. Há crianças pedindo um chocolate, uma camisola quentinha para a avó....É uma ideia. É só pegar a carta e entregar o presente numa agência dos correios até dia 20 de Dezembro. O próprio correio se encarrega de fazer a entrega. Na vida, passamos por 3 fases:

- a primeira, quando acreditamos no Pai Natal;

- a segunda, quando deixamos de acreditar;

- a terceira, quando nos tornamos nele!"

domingo, 9 de Novembro de 2008

Iniciativa Imaginarium

Numa caixa de sapatos também cabe um boneco pequeno, uns lápis de cores, um dominó, um caderno, um gorro, uma lanterna... Cabem postais, fitas coloridas, fotografias, enfeites natalícios, desenhos, uma poesia, um puzzle, uma harmónica, uma bola macia...E no entanto, uma caixa pode conter muito mais. Além dos objectos, uma caixa é capaz de guardar surpresas, emoções, alegria, esperança... que podemos conservar para nós... ou podemos partilhar com alguém.
“UM PRESENTE CHEIO DE NATAL” é uma Campanha de Solidariedade promovida por Imaginarium baseada na recolhida e distribuição de presentes de Natal e Reis… dentro de caixas de sapatos.
Queremos que as crianças tenham a oportunidade de pensar nos que vão receber o seu presente, e possam colaborar em prepará-lo, e aprender a pôr-se no lugar dos outros.


E porque não alargar esta iniciativa a todas as pessoas?! Avós, casais cujos filhos ainda são pequeninos para elaborarem, eles mesmos, uma caixa-presente, casais que ainda não tenham filhos....todos, sem excepção!
Vamos fazer deste Natal um Natal muito especial para todas as crianças!

Amanhã mostrar-vos-ei a nossa caixa-presente!

Na cozinha

Este fim-de-semana fiz duas receitas que quero partilhar com vocês: a de Bolo de Canela (uma receita típica da Beira Interior) e a de Empadão de Alheira, esta última por sugestão da querida Susana (http://www.sonhoterumfilho.blogs.sapo.pt/).
Começando pelo bolo, não pude utilizar a batedeira porque a Joana ficou assustada com o barulho, apesar de se tratar de uma batedeira algo silenciosa. Como vos contei anteriormente, a Joana está na fase de “mamã-dependente”, pelo que quer ir comigo para todo o lado. Assim, sentei-a na sua cadeirinha de refeições e trouxe-a para o pé de mim. Fiz, então, o bolo à mão, com a colher de pau. Estava com receio que não saísse tão bem mas ficou uma perdição!
Vamos então aos ingredientes e modo de preparação.


Ingredientes:

2 ovos; 2 chávenas almoçadeiras de açúcar; 1 chávena alm. de leite gordo; 1 cháv. alm. de azeite; 3 chávenas alm. de farinha para bolos; 1 colher de chá de canela; 1 c.chá de bicarbonato(à venda em supermercados).

Modo de Preparação:

Batem-se os ovos com o açúcar. Junta-se o azeite e bate-se. Junta-se o leite e a canela e bate-se.Mede-se a farinha para uma taça; junta-se o bicarbonato e mistura-se na farinha, após o que se junta ao preparado anterior. Mexe-se sem bater até envolver a farinha na massa do bolo.Unta-se uma forma de buraco (o bolo fica grande) com manteiga ou margarina e polvilha-se com farinha. Sacudir o excesso.Leva-se a cozer em forno médio (180º) entre 40 a 50 minutos.

O resultado final:


Relativamente ao empadão de alheira, fi-lo ontem ao jantar. Peguei na receita da Susana, que poderão consultar no seu blog (www.sonhoterumfilho.blogs.sapo.pt), e fiz algumas alterações.

Assim, usei como ingredientes:

* 1kg de batatas em puré (também poderão comprar uma embalagem de puré de batata, já congelado, à venda nos hipermercados e supermercados);

* 4 alheiras de tamanho médio;

* 1 embalagem de esparregado congelado;

* 6 dentes de alho;

* azeite;

* 6 fatias de queijo Gouda (para maior comodidade, poderão comprar já o queijo fatiado. Eu comprei Gouda por ser um dos meus queijos preferidos).

Modo de Preparação:

Assamos ou fritamos as alheiras (eu prefiro-as assadas). Numa panela, fazemos o puré.
Numa frigideira, alouramos metade dos alhos num fio de azeite e acrescentamos as alheiras, sem pele. Mexemos muito bem.
Noutra frigideira, fazemos o esparregado e acrescentamos a segunda metade dos alhos, alourados em azeite.
Numa assadeira, começamos por colocar o puré:


Depois, o esparregado:


Por cima, a massa de alheira:



Por último, dispomos as fatias de queijo, colocando por cima alguns “pontinhos” de ketchup:


Vai ao forno (180º) para derreter o queijo e o resultado final é:


Poderão acompanhar este pitéu com salada.


Experimentem, não se vão arrepender!




Antes que o Inverno chegue!

As mais recentes compras, feitas ontem:

Um gorro, um par de luvas e um cachecol





Dois pijamas polares

sábado, 8 de Novembro de 2008

Banco de leite materno

Entre Dezembro e Janeiro estará a funcionar na Maternidade Dr. Alfredo da Costa, em Lisboa. Trará inúmeros benefícios aos bebés prematuros e a todos aqueles que não possam ser amamentados.


A ministra da Saúde, Ana Jorge, anunciou que um banco de leite materno em irá funcionar na Maternidade Dr. Alfredo da Costa (MAC), em Lisboa, e que outras instituições com elevado número de bebés prematuros estão interessadas no projecto.
«Sei que há outros hospitais que terão esse interesse, principalmente os hospitais que têm muitos pré-termos», disse à Lusa Ana Jorge, à margem na Conferência da UNICEF/Comissão Nacional da Iniciativa dos Hospitais Amigos dos Bebés, que assinala a «Semana do Aleitamento materno».
O director de obstetrícia da MAC, Jorge Branco, revelou que o Banco de Leite Materno começará a funcionar entre 15 de Dezembro e 15 de Janeiro e que custou menos de 40 mil euros.
Ana Jorge lembrou que os bancos de leite foram prática há alguns anos, mas que foram postos de lado devido ao risco das doenças transmissíveis. «Hoje talvez façam todo o sentido», sublinhou.
Em toda a Europa exitem mais de 130 bancos de leite materno. Muitos deles têm serviço de recolha no domicílio. O Brasil tem a maior rede de bancos de leite do mundo. Actualmente, há processos de tratamento, em que o leite materno não perde as suas qualidades e permitem que possam ser «seguros para as pessoas», justificou.
As mulheres que tenham excesso de leite podem doá-lo ao banco para suprir as carências de bebés que não podem ser alimentados pelas suas mães, como os bebés prematuros e os filhos de infectadas com HIV, tuberculose ou hepatites.

«Ministra defende ligação entre hospitais e centros de saúde»

Ana Jorge defendeu ainda uma interligação entre centros de saúde e hospitais, que deviam utilizar «práticas comuns e a mesma linguagem». Esta será uma forma de as mulheres se sentirem «mais confiantes».
A ligação entre o local onde o bebé nasceu e o centro de saúde da área e um atendimento telefónico para tirar algumas dúvidas foram medidas defendidas pela ministra que deixou um alerta: «os problemas, principalmente na fase inicial da amamentação, não se passarem só entre as 8h00 e as 20h00».
Sublinhou ainda que o aleitamento materno é um «problema de todos os mundos», frisando que ainda há «muito a fazer e lutar» para acabar com as «vozes que dizem que o aleitamento materno é um problema do terceiro mundo».

«Estamos longe de ter dados nacionais»

Uma das contestações ouvidas no congresso é o facto de não haver dados nacionais sobre a adesão ao aleitamento materno. Questionada pela Lusa sobre esta situação, Ana Jorge afirmou que existem alguns dados, «não são é nacionais, são dados obtidos por grupos e equipas por regiões». A ministra explicou que todos os hospitais que se candidatam a ser «Hospital Amigo dos Bebés» têm de ter dados sobre quantos bebés estão a ser amamentados na altura do parto, aos três meses, aos seis e quando fazem um ano.
«É um trabalho que não é fácil de fazer, como é óbvio, mas uma acção entre os centros de saúde e os hospitais, através das Unidades Coordenadoras Funcionais (UCF), permite que isto seja feito», disse à Lusa. No entanto, «estamos longe de ter dados nacionais, globais e seguros», afirmou.

Segundo números de 2006*:

- Apenas uma em cada cinco mães portuguesas amamenta de forma exclusiva até aos seis meses do bebé (recomendação da Organização Mundial de Saúde).
- 60 por cento das mães que deixam de amamentar antes dos dois meses afirmam que o bebé estava insatisfeito. - A segunda causa tem a ver com o regresso da mãe ao trabalho.
- A terceira causa invocada para o abandono da amamentação tem a ver com doença ou medicação da mãe incompatível com o aleitamento materno.
- Cinco por cento das mulheres nunca amamentaram.

* Números do projecto Geração XXI, que está a seguir dez mil bebés nascidos nas cinco grandes maternidades do Porto até à idade adulta.


Fonte: Pais&Filhos

Aprovado!

Há uma semana, a Joana começou a fazer a sua higiene oral numa base diária.
Compramos, para o efeito, o conjunto “First Teeth”, composto por um dentífrico com sabor a maçã/banana bem como por uma dedeira.
A primeira reacção da Joana não foi positiva: fez birra e cerrou a boca! Só depois de a deixar pegar na dedeira, para a explorar, é que ela colaborou.



O Rhinomer (força 1, para bebés), está igualmente aprovadíssimo! Trata-se de um spray nasal, 100% à base de água do mar, que podemos administrar sempre que o bebé tem o nariz a pingar. Depois da primeira aplicação, a Joana não mais voltou a ter os ditos pingos.
Para além do Rhinomer, temos também o Unimer, só que este último é mais forte, devendo apenas ser usado em caso de SOS, fazendo com que as ranhocas desçam rapidamente.Por ora, cingimo-nos ao Rhinomer: é menos agressivo e igualmente eficaz.

sexta-feira, 7 de Novembro de 2008

O treino do bacio

Por vezes torna-se difícil convencer a criança a deixar as fraldas e passar a usar a sanita como todas as outras pessoas. Seja qual for o motivo - medo ou teimosia - que o impedem de usar a sanita, a verdade é que os pais vão ter de usar todos os meios de incentivo e persuasão à sua disposição para a convencer de que este é um passo que, mais tarde ou mais cedo, tem de ser dado.

Quando e como incentivar o uso do bacio



Deverá apenas começar a incentivar o seu filho a usar a sanita, a partir do momento em que ele é capaz de sentir a necessidade de ir à casa de banho, conseguir aguentar-se até lá chegar, baixar as calças e as cuecas e sentar-se sozinho na sanita. A idade ideal para isso situa-se entre os dois e os dois anos e meio e, para lhe tornar a tarefa mais fácil pode adquirir um ou vários bacios, de tipos diferentes, disponíveis no mercado.



O bacio simples


Os melhores modelos de bacio têm recipientes amovíveis que são retirados de dentro do bacio para uma limpeza mais fácil.
Se tem um menino, é aconselhável um
bacio com uma frente protectora, evitando assim que o chichi saia pela frente do bacio.
Com uma base anti-derrapante, que impede que o bacio escorregue enquanto a criança lá estiver sentada.
A maior parte dos bacios assemelham-se a brinquedos, imitando animais, carros, etc para que a criança se interessem por eles com mais facilidade.



O redutor de sanita


Constitui a maneira mais rápida de acostumar a criança à sanita.
Para a ajudar a subir até à sanita sozinha, pode comprar um banquinho pequenino.
Alguns
redutores são cheios de água, para serem mais confortáveis e outros tocam música quando a criança se senta.


O dois-em-um


São bacios com redutores de sanita amovíveis que se podem colocar na sanita.
Certifique-se de que o redutor se encaixa de forma segura na sanita.
Alguns redutores de sanita têm uma tampa que depois de fechada pode servir como um banco que ajuda as crianças a chegarem até ao lavatório.



A cadeira bacio


A cadeira bacio serve para as crianças que não querem ter qualquer tipo de ligação com a sanita, mantendo-se sempre no controlo.
Cada criança tem a sua preferência. Procure respeitá-la.



Acessórios

Os livros e cassetes de vídeo podem ser uma preciosa ajuda para convencer a criança a deixar as fraldas e usar o bacio ou sanita, especialmente se não têm irmãos mais velhos para imitar. Quando chegar a altura de deixar a fralda dê-lhe livros com imagens e deixe-o ver filmes sobre o assunto. Verá que se convence mais depressa.


Fonte: Pink Blue

O dente e eu

Obrigada pelas vossas mensagens de carinho! Muitas de vocês perguntaram como é que eu hoje estou. Estou ligeiramente melhor graças ao antibiótico/anti-inflamatório mas passei mal a noite. Eram cerca das 02:00 estava eu a deambular pela casa com dores. Rogava pragas a tudo quanto era sitio e jurava a mim mesma que se as dores não passassem em breve iria arrancar o dente. Ó se iria! Para terem uma ideia, a médica prescreveu-me a toma de 1 comprimido Nimesulida de 12 em 12 horas. Pois entre as 16:30, trinta minutos depois da consulta, e as 02:30 já eu tomara 3!
Paralelamente, de madrugada, constatei que se tinha formado uma afta bem juntinha ao meu dente ingrato...mas nada que uma pincelada de Piralvex não resolvesse.
Penso que, até terça-feira, as dores vão diminuindo gradualmente.


Mas digo-vos que preferia um parto a uma dor de dentes! Xô!

Miminho

Recebemos este miminho da mamã do Diogo (http://pedacinho-de-vida.blogspot.com/), a quem muito agradecemos o carinho.

Dedicamo-lo a todas as mamãs e seus bebés: vá, levem este miminho para os vossos cantinhos!

As palavras da Joana

Do vocabulário da Joana já fazem parte algumas palavras bem definidas, tais como:


Oiá” (“Olá”): a Joana sabe quando utilizar o “Oiá”, sobretudo quando nos vê e até mesmo no supermercado, virada para as pessoas que aguardam atrás de nós pela sua vez!;
Iá tá!" ou “Tá-tá!"(Já está!): depois de vestir;
Dá-dá!” (“Dá!”): quando a Joana dá ou quando quer que lhe entreguemos algo;
Ma-ma” (“Mamã”): ai, que bom!;
Pa-pa” (“Papá”): o pai anda todo babado!;
Bia!”: claro está, quando vê a “Ratinha Bia”.

Paralelamente, a Bolotinha diz imensas vezes “Cacum”, “Babum” ou “Dadum”, com o dedo esticado...traduz-me estas palavras, filha!

A chupeta-termómetro

Encontrei este artigo no blog da mamã do Pedro (http://pedrosapeca.blogspot.com/) e decidi divulgá-lo aqui também. Obrigada, querida mamã!

A empresa farmacêutica Incoterm apresenta na Feira Hospitalar, que acontece entre 10 e 13 de Junho, no Expo Center Norte, em São Paulo, o termómetro Baby Confort. É uma chupeta com um sensor dentro do bico capaz de medir a temperatura da criança. O produto é à prova de água e a pilhas. Segundo a assessoria de imprensa do evento, a invenção estará em breve disponivel no mercado.

Segundo Hamilton Robledo, pediatra do Hospital São Camilo, o produto pode ser uma saída para os pais que têm dificuldade de medir a febre das crianças pequenas. “A intenção da chupeta-termómetro é benéfica e vai evitar qualquer tipo de ansiedade sentida pela criança e/ou familiares. Mas é preciso que o produto seja de boa qualidade”, diz o especialista. Ele ressalta que com tranquilidade, brincadeira e conversa é possível conseguir verificar a temperatura da criança com o termómetro convencional. “O hábito da chupeta não deve ser incentivado, porque depois é difícil tirar. Além de que chupeta não acalma a criança. O que a tranquiliza é o ambiente familiar em que ela vive”, completa Hamilton.


A chupeta-termómetro encontra-se à venda no site "HiSeg", em http://www2.ciashop.com.br/hiseg/product.asp?template_id=60&partner_id=1&dept_id=6010&pf_id=29844.

quinta-feira, 6 de Novembro de 2008

Do dentista

Às 15:15 já eu estava sentada na sala de espera do consultório. Tomara, depois do almoço, um novo comprimido Brufen, mais como efeito placebo do que qualquer outra coisa. Poderia ser que resultasse...mas não.
Felizmente não tive que esperar muito tempo para ser atendida. Tentei concentrar-me na leitura de revistas que estavam espalhadas pela mesa do consultório mas não consegui, só estava bem agarrada à minha bochecha esquerda. Quando me chamaram, até voei para a cadeira reclinável. Queria que me anestesiassem o dente, ou os dentes, qualquer coisa que empurrasse uma dor fina, constante, corrosiva, para fora da minha boca.
Começamos por tirar um Raio-X e partimos para a observação dos meus dentes e gengivas. Resumidamente, tenho um molar esquerdo que está quase perdido. Vamos tentar recuperá-lo se bem que será provisório...assim, tenho que fazer antibiótico/anti-inflamatório e um analgésico até à próxima terça-feira, data da próxima consulta.
Saí do consultório, dirigi-me à farmácia mais próxima e, depois, ao parque de estacionamento subterrâneo. Já eram horas de ir buscar a Joana.
Quando ela me viu, foi a alegria total, como sempre sucede.
Hoje a Joana teve a sua primeira aula de música, às 10:00, e segundo a educadora, gostou imenso. À tarde, aprenderam uma nova cor, o amarelo, através de desenhos com pincéis. Mas a Joana não gostou muito, preferindo pintar com as mãos!

À saída da creche, a mãe teve um miminho: um scone bem quentinho com doce de maçã. Huuuum!
Viemos as duas para casa, no meio de um trânsito que eu teria dispensado. Cantamos as duas, perguntei-lhe como tinha corrido o dia e contei-lhe as minhas peripécias. Falamos sempre muito no carro!
Chegamos há pouco a casa. A Joana está a brincar na Mesa de Actividades, com o pai, já tomou banhinho e comeu a sopa.

Hoje vou deitar-me à mesma hora que a Joana, ai vou vou!

Não tenho hipótese...

...esta tarde, às 15:15, vou ter que ir ao dentista de urgência.
Estou com uma dor de dentes insuportável. Nem o Brufen 600 ajuda...nem o Nimesulida...ai, não quero arrancar nenhum dente!
Não passei bem a noite, não sei como é que ainda sou capaz de conduzir, com uma mão agarrada à bochecha esquerda, acho até que estou febril.

Depois venho dar-vos o veredicto final...


Golo!

A Joana gosta de bolas, sejam de que tamanho forem e gosta, sobretudo, de as chutar para longe! Assim, de pé e agarrada às minhas mãos, com a bola perto dos seus pés, a Joana toma balanço para a frente e, com o pé, habitualmente o direito, dá um pontapé na bola. É muito engraçado de se ver pois, depois de chutar a bola, a Joana solta curtas exclamações do tipo “Ih-eh!”Desde o meu estágio num agrupamento de escolas, uma delas tendo igualmente a valência de creche e jardim de infância, que valorizei o facto dos bebés e crianças se familiarizarem com diferentes brinquedos, quer os “brinquedos para meninas”, quer os “brinquedos para meninos”. Os estereótipos já lá vão! De igual modo, lembro-me perfeitamente, adorei o conceito de, no meio de bonecas Nenuco, Barbie, Polly, Nancy, haver bonecas de cor e de diferentes religiões ou zonas geográficas: bonecas muçulmanas, asiáticas (com os olhinhos em bico, uma gracinha!), bonecas índias (com um chapéu de penas e uma tanga) e bonecas esquimós! Interessantíssima a fórmula de familiarização com a diferença e, sobretudo, o respeito e convivência com a diferença.

Nova Licença de Parentalidade

Se estiver a gozar a licença de maternidade em Janeiro de 2009, quando entrar em vigor o novo Código do Trabalho, essa licença poderá ser prolongada até aos 12 meses do bebé, desde que o tempo de licença seja partilhado com o pai.
As novas regras na duração da licença de parentalidade (que irá substituir as actuais licenças de maternidade, paternidade e adopção) entram em vigor no dia 1 de Janeiro, mas são aplicáveis, segundo a proposta de Lei do governo, a todos os trabalhadores que se encontrem, nessa data a gozar essas licenças.
É preciso, no entanto, solicitarem o prolongamento e têm apenas 15 dias para o fazer.


As novas regras:

- A Licença de Parentalidade inicial pode ser dividida entre o pai e a mãe.
- A sua duração será de cinco meses pagos a 100 por cento do vencimento bruto ou seis meses pagos a 83 por cento, mas apenas se a licença for partilhada. Ou seja, é preciso que pelo menos um mês seja gozado em exclusivo pelo pai ou pela mãe.
- Se não houver partilha da licença, ou se o período partilhado for inferior a um mês, a duração da licença de parentalidade será de quatro meses remunerados a 100 por cento, ou cinco meses a 80 por cento.
- A licença inicial pode ser prolongada por mais seis meses, desde que partilhada: três meses para a mãe, três meses para o pai. Ou pode ser prolongada só por mais três meses se for requerida apenas pela mãe ou pelo pai. - Neste período de Licença Parental alargada, o trabalhador receberá 25 por cento do salário bruto.
- Aumentará de 5 para 10 dias úteis a licença a gozar obrigatoriamente pelo pai logo após o nascimento do bebé.

Concorda com a nova Licença de Parentalidade?

O alargamento do tempo que os pais trabalhadores podem ter para cuidar e acompanhar o crescimento de um filho acabado de nascer parece uma boa medida. Mas nem todos os quadrantes da sociedade a consideram justa. Transcrevemos parte do parecer que o Movimento Democrático de Mulheres apresentou na discussão púlbica sobre a Proposta de Lei n.º 216/X, que aprovou a revisão do Código do Trabalho e, portanto, esta nova Licença de Parentalidade.

Considera positiva e justa a nova licença?

«As alterações propostas pelo Governo PS vão no sentido de deixar de considerar a licença por maternidade e paternidade como um direito universal dos trabalhadores, para passar a condicioná-lo à forma como se exerce. Assim, este direito passa a ser considerado pelo Governo como uma «regalia», que beneficiará comportamentos da esfera privada das famílias. Ao invés de garantir direitos universais, em respeito pela função social do Estado que é a protecção da maternidade e da paternidade, o Governo impõe regras de conduta, premiando os casais que observem determinado tipo de comportamento, transformando a licença por maternidade e paternidade num benefício ou regalia, aumentando o tempo de licença apenas quando o casal tenha rendimentos suficientes e condições no local de trabalho para poder, efectivamente, optar pela permanência do pai em casa.
Esta lei que não reflecte a multiplicidade das situações em que a maternidade ocorre: no caso das mães solteiras, a mãe ou o pai desempregado, as famílias com baixos níveis remuneratórios, e não reflecte a situação real da discriminação e da segregação remuneratória entre mulheres e homens. Não reflecte igualmente a experiência das mulheres - nos seus aspectos biológicos, sociais e culturais. Cria as condições para a perpetuação da discriminação com base no sexo alargando-se também o fosso das desigualdades para as mais pobres.
Assim, por um lado, afasta-se a especificidade de um direito das mulheres trabalhadoras, consubstanciado na licença por maternidade, criando-se esta nova licença de parentalidade, e por outro alimenta-se a ficção de que em matéria de assistência aos filhos, especificamente aos recém-nascidos, as responsabilidades se repartem igualmente entre mulheres e homens.»


Fonte: Pais&Filhos

quarta-feira, 5 de Novembro de 2008

A Joana escreveu ao Pai Natal!

Carta ao Pai NatalCarta ao Pai Natal de Joana

Noddy, Noddy, estou aqui!

A Joana andou, pela primeira vez, debaixo de um guarda-chuva e ficou fascinada.
Com efeito, aproveitamos para ir a um supermercado próximo de casa e fomos a pé. Como estava a chuviscar, levei o guarda-chuva, passando a Joana a quase totalidade da curta viagem a olhar para as varetas!

Estávamos as duas na caixa, prestes a efectuar o pagamento, quando a Joana dá de caras com um carrinho do Noddy, daqueles que andam se colocarmos uma moeda de €1. Pois bem, tenho uma Bolotinha aos pulos no meu colo, a fazer força para ir para o chão, supostamente para ir ter com o Noddy pois o dedo indicador esticado na sua direcção não enganava ninguém!Aproximei-me do carrinho e coloquei a Joana lá dentro. De pé, ela coloca os braços à volta do pescoço do Noddy e solta guinchinhos, à medida que tenta agarrar o seu nariz em forma de pompom!

Fiquei num estado de meiguice-aguda: a Bolotinha reconhecera o Noddy e assim manifestava-lhe toda a sua admiração!

terça-feira, 4 de Novembro de 2008

Na sala de 1 ano

Ontem a Joana começou a frequentar a tempo inteiro a salinha de 1 ano e passou muito bem o dia.
Quando a fui buscar, aguardava-me a sua avaliação desenvolvimental, que é feita mensalmente, e arquivada num dossier que os pais levam para casa para consultar. Nesse dossier constam também trabalhinhos que são feitos durante o mês, tal como este desenho, povoado pelos dedos da Joana:




Está giro, não acham?
A avaliação desenvolvimental do mês de Outubro foi, à semelhança da de Setembro, muito boa. Em traços gerais, a Joana é uma criança que se adapta facilmente a diferentes contextos e actividades, gosta dos seus amiguinhos (e vice-versa), partilha, demonstra uma boa coordenação motora, participa nas pequenas actividades (como na elaboração de um desenho), demonstra uma boa apetência para aprender e palra imenso!
Por fim, a educadora entregou-me um convite para um magusto que a creche vai fazer na próxima segunda-feira, a partir das 16:00. Nele participarão, para além de todas as crianças e pessoal da creche, os pais e outros familiares que desejem estar presentes.


Parece-me que vai ser nesse dia que a Joana vai provar a sua primeira castanha!

A irmã mais nova

Para além da já conhecida paixão pela “Ratinha Bia”, a Joana adora o Nenuco que os avós maternos lhe deram pelos anos.
É ver a Joana tirar a chucha e voltar a tentar colocá-la na boca do Nenuco, bem como vê-la a fazer festinhas na cabeça do boneco. Ou, melhor dizendo, da boneca!



É a sua mana, assim me parece que a Joana a vê :-)



Vamos pôr a chucha, bebé!


Huuum, tu gostas de lacinhos?!

segunda-feira, 3 de Novembro de 2008

19:31

Acabámos de assistir aos primeiros passos da Joana, sozinha!

Estamos tão emocionados...ainda são passos dados à pressa mas a nossa Bolotinha já está confiante para, daqui a pouco tempo, começar a percorrer a casa de lés a lés.


Estamos babados, muiiiiiito babados!

Pequeno-almoço, uma grande refeição

São sobejamente conhecidos os benefícios de tomar um bom pequeno-almoço. Sobretudo as crianças não devem nunca saltar esta refeição. Mas para isso é fundamental que os pais também se sentem à mesa.
Não é preciso muito tempo. Basta deixar algumas coisas preparadas de véspera e que todos se deitem a horas. Esolher bem os alimentos também é essencial. Lembre-se que ainda recentemente a DECO voltou a alertar para o excesso de açúcar que contêm os cereais especialmente criados para as crianças.
Na edição de Outubro da Proteste, pode ler-se que foi identificado demasiado açúcar nos 171 cereais de pequeno-almoço analisados, à venda em 31 países, incluindo Portugal. Por isso, a DECO recomenda que os pais estejam mais atentos à quantidade de açúcar que oferecem aos filhos logo pela manhã: «Os cereais açucarados não devem ser a regra ao pequeno-almoço, mas a excepção. O pão, em especial o integral, é uma fonte mais saudável de cereais». A nutricionista Paula Veloso aconselha os pais a escolherem cereais e bolachas com pouco açúcar e pouca gordura e ricos em fibras.


Compôr um pequeno-almoço saudável e torná-lo uma rotina

Um pequeno-almoço completo deve ter alimentos dos seguintes grupos:
· Cereais e derivados - pão, cereais, tostas ou bolachas
· Fruta e Legumes - fruta, sumo de fruta natural com polpa, compota
· Leite e derivados - leite, iogurte (líquido, sólido ou de soja), queijo flamengo, queijo fresco, requeijão
· Carne - azeite, manteiga, manteiga de amendoim.

A ementa deve ir variando. Por isso, peça ao seu filho que crie menus, escolhendo um alimento de cada grupo ou, pelo menos, de três dos grupos apresentados. Registe os menus e fixe esse registo no início da semana no frigorífico.
Assim, o seu filho sentirá que o pequeno-almoço foi uma escolha dele. Será mais difícil que diga que não lhe apetece ou que não tem fome. Se ele tem dificuldade em comer de manhã, reduza um pouco as quantidades, mas faça do pequeno-almoço em família, à mesa, uma rotina.
Não se esqueça de ter na despensa e no frigorífico todos os ingredientes necessários a um pequeno-almoço completo. Caso contrário, o registo de menus perde eficácia.

Exemplos:
· pão com queijo e um sumo de fruta natural
· taça de iogurte com cereais e fruta
· leite e pão com manteiga de amendoim.

Por que é que o seu filho não pode sair de casa sem pequeno-almoço?

Damos-lhe seis razões:
· Não tomar pequeno-almoço pode implicar alterações metabólicas no cérebro resultantes de um longo período de jejum que se prolonga para além da noite.
· As crianças que «saltam» esta refeição têm menor capacidade de atenção e concentração e, muitas vezes, mau humor e irritabilidade
· Podem também apresentar défices nutricionais, porque dificilmente conseguirão ingerir no resto do dia todos os nutirentes necessários.
· Crianças que tomam pequeno-almoço podem ter melhores resultados nos testes.
· Quando se salta esta refeição parece haver mais tendência para petiscar alimentos muito calóricos durante a manhã.
· O pequeno-almoço deve contribuir com 25 por cento das calorias totais do dia. Ou seja, é tão importante como o almoço e o jantar. Sem pequeno-almoço, o metabolismo permanecerá lento, após oito ou mais horas de jejum nocturno. O organismo, com um baixo nível de glicose sanguínea e não sabendo quando vai comer outra vez, entra em poupança energética. Por isso, omitir esta refeição também não é aconselhável a quem deseja perder peso.

Fonte: «Dieta sem castigo», de Paula Veloso, Porto Editora.
In: Pais&Filhos

Introdução dos sólidos

Na consulta dos 12 meses, a pediatra da Joana indicou-nos que ela poderia começar comer da nossa comida, devidamente adaptada em termos de sal e em termos de equilíbrio nutritivo.
No entanto, a transição está longe de ser pacífica e eu penso que dificultada pelo facto de estarem a romper mais dentitos, pois a Joana, nos últimos dias, tem estado bastante inquieta e com imensa baba. Qualquer coisa que a contrarie é alvo de uma senhora birra: o vestir, o despir, a saída da banheira, o sentar na cadeirinha de refeições ou na cadeira do carro...então quando está com sono, o boicote é total!
Assim, e regressando à introdução dos sólidos, ontem fiz-lhe para o jantar um bocadinho de puré de batata, um bocadinho de esparregado e cortei aos pedacinhos um bifinho de novilho.





Pois não pegou em nada, apesar de ter fome e mesmo depois de misturar tudo. Cerrou a boca e nada feito. Mesmo conseguindo encostar a colher aos seus lábios, a Joana cuspia tudo. No meio de tudo isto, safaram-se as uvas!
Decidimos dar um passo atrás para, futuramente, conseguirmos dar dois passos em frente. Regressamos às sopas, desta vez um pouco menos bem passadas. Fiz uma sopa com batata, cebola, um dente de alho, abóbora e alho francês. À parte cozi um bocadinho de carne e, num outro tachinho, um bocadinho de massa-estrelinha. Passei os legumes e, no fim, acrescentei a carne cortadinha aos pedaços bem como a massa-estrelinha.



Na imagem acima não se consegue ver bem, mas a sopa estava bastante granulada.
Estávamos na hora do almoço. A Joana volta a boicotar a sopa.
“Querem ver que a nossa boquinha boa se está a transformar numa boquinha pisca?”. Foi o que nos perguntámos.
No entanto, ao jantar, a Joana comeu bem a sopa. Não a comeu toda, antes metade, o que já não foi mau. Estava a ver que íamos seguir o mesmo caminho que à hora do almoço, pois a Joana começou a fazer birra mal a sentamos na cadeirinha de refeições, virando a cara de um lado para o outro. Mas, vá lá, consegui com que ela comesse a sopa, também graças ao piano de uma das mesas de actividades que trouxe para o tabuleiro.
Penso que a introdução dos sólidos vai ser um processo lento. Tenho sobretudo receio que a Joana perca algum peso com esta nova adaptação. Por outro lado, pergunto-me: será que o facto da Bolotinha ainda ter poucos dentes dificulta a introdução dos sólidos? Qual a pertinência, ou não, de nos cingirmos às sopas menos bem passadas até ela ter mais dentes para, aí sim, começarmos a familiarizá-la com uma comida mais sólida?
Terei que questionar a pediatra a este propósito.
Estive a ver também o livro “1, 2, 3 uma colher de cada vez”, para exemplos de receitas mas, para idade da Joana, parece-me tudo algo elaborado demais. Vou esperar mais um pouco.

Entretanto, a fruta começa a ganhar terreno das preferências da Bolotinha: para além das uvas, comeu papa com banana triturada. Paralelamente, e até ao fim do ano, as laranjas deverão ser mais docinhas do que actualmente o são. Aproveitarei assim para fazer bons sumos de laranja natural, penso que a Joana é capaz de gostar...

domingo, 2 de Novembro de 2008

Este ano sim!

Consegui encontrar a agenda 2009 com a edição da revista Pais&Filhos de Novembro.
No ano passado, já não a consegui comprar, esgotou-se num ápice...mas este ano, sim! E a agenda de 2009 está muito gira, tem ilustrações fantásticas!


Comprei a revista hoje, no quiosque de revistas do hipermercado Continente e, daqui a alguns dias, já vou começar a passar os dados na agenda antiga para a nova. É um ritual que muito me apraz, é como se estivesse já a preparar o novo ano, novinho em folha!

Números secretos

Há dias descobri, na lista de contactos do meu telemóvel, os seguintes números:

*
44

De quem serão?!
O mais caricato é que a Joana conseguiu desbloquear o teclado do telemóvel, à minha frente, sem eu dar por isso!

Obviamente que não vou apagar os números, não vá a Joana querer utilizá-los :-)

sábado, 1 de Novembro de 2008

O peixe na gravidez

Mães que fizeram uma dieta rica em peixe durante a gravidez tiveram bebés mais desenvolvidos física e mentalmente, revela um estudo.
Um estudo publicado na edição de Setembro do American Journal of Clinical Nutrition revela que as mães que realizaram uma dieta rica em peixe durante a gravidez e que amamentaram até tarde tiveram bebés mais desenvolvidos física e mentalmente.
A investigação acompanhou 25.446 crianças nascidas na Dinamarca entre 1997 e 2002, tendo monitorizado as dietas das mães.
“Os investigadores confirmaram que as mães que comeram peixe pelo menos três vezes por semana, tiveram bebés que atingiram mais facilmente as fases do crescimento, como gatinhar ou juntar letras”, assinalou Jennifer Wilmes, dietista do National Fisheries Institute.
Uma declaração oficial da Harvard University Medial School afirma que “estes resultados colocam em evidência que os ácidos gordos ómega-3 e as componentes do leite materno são benéficos para o desenvolvimento infantil.”
“O desafio agora passa por fazer chegar esta informação aos médicos, dietistas e às mulheres para combater a desinformação sobre o consumo de peixe”, referiu Jennifer Wilmes.
Os ácidos gordos ómega-3 encontram-se em peixe como o salmão, a sardinha ou a cavala. Em Portugal o consumo de salmão tem crescido nos últimos anos, sendo a Noruega o principal fornecedor deste peixe.

Fonte: www.dobebe.com

Um dia...

...quando a Joana simpatizar com os ganchinhos para o cabelo, já temos alguns exemplares à sua espera!

Compramo-los na Parfois, não são giros?