sexta-feira, 31 de Outubro de 2008

Dicas para ajudar as suas crianças na escola

Se o seu filho não está a ter o rendimento que esperava, não desespere já. Analise os seus comportamentos e tente perceber se não o está a sobrecarregar.
Geralmente recomenda-se que a criança tenha no máximo duas disciplinas extracurriculares e não mais do que três vezes por semana. Se, neste momento, tem mais está na altura de as começar a reduzir.
Controle também o sono do seu filho. A hormona do crescimento é segregada durante o sono profundo. Nas crianças em que se verifica uma privação do sono, pode ocorrer uma paragem no crescimento. A aprendizagem também é afectada.
Tente desmistificar a imagem da Matemática. Essa disciplina não tem que ser forçosamente o papão que pintam. Procure ensinar o seu filho, desde os quatro anos, a brincar com puzzles, geometria ou cálculos pode ajudá-lo mais tarde a superar dificuldades a matemática.
Além destes conselhos, veja as
estratégias que pode adoptar para ajudar o seu filho a melhorar o seu rendimento escolar.
Segundo Nelson Lima, neuropsicólogo, existem vários factores negativos que interferem na capacidade intelectual das crianças. Esteja também atento a eles, nomeadamente:
- Emoções reprimidas
- Medos
- Ansiedade generalizada
- Sentimento de baixa auto-estima
- Sensação de desamparo
- Timidez
- Inibição
- Stress escolar
- Ambiente escolar pobre em estímulos e rico em más companhias
- Sedentarização (a criança que passa muito tempo sentada na escola e em casa, em frente à televisão, ao computador e na consola)
- Má nutrição
- Noites mal dormidas
- Doenças

Texto: Alexandra Pereira com Nelson Lima (neuropsicólogo), Mónica Pinto (pediatra) e Maria Paes Vasconcelos (nutricionista)

A consulta dos 12 meses

Ontem, ao final do dia, tivemos a consulta dos 12 meses da Joana.
Assim, temos um peso de 9665grs (descemos do P75 para o P50), um comprimento de 76cm (mantemos o P75) e um perímetro cefálico de 47cm (mantemos o P90). Como sempre sucede, e desta vez penso que foi ainda mais acentuado, a Joana fez uma birra aquando do pesar: queria estar ao meu colo e ponto final!
Sinceramente, não fiquei muito satisfeita com o peso da Joana. Na última consulta, a 28 de Agosto, a Joana pesava 9035grs. Em dois meses, penso que um aumento de 630grs é pouco expressivo. A pediatra tentou relativizar, afirmando que a Joana estava óptima e que não haveria motivo para preocupação. A não ser que ela descesse do P75 para um percentil abaixo do 50. Aí sim, seria uma diminuição acentuada que mereceria uma averiguação.
O auscultar mereceu igualmente uma birra, tal como a observação abdominal e a visualização da garganta e dos ouvidos. Só momentaneamente é que a Joana se distraiu com um palhaço que fazia parte da colecção de bonecos da pediatra mas, mesmo assim, concluímos que a Bolotinha dispensaria a observação médica. Apenas à distância e ao meu colo é que a Joana sorri! Caso contrário, nada feito, nem mesmo as macaquices do pai salvam a honra do convento :-)
Voltando à observação abdominal, lembram-se de vos ter contado que a Joana tem uma hérnia umbilical regressiva? Pois bem, a pediatra notou que a hérnia, afinal, poderá não vir a regredir. A ver vamos. Tenho esperança, sinceramente, que tal não passe daí porque só de pensar que a minha Bolotinha tenha que passar por uma correcção cirúrgica até fico com o coração pequenino. Bem sei que é uma intervenção pequena mas, mesmo assim, gostaria que a Joana não tivesse que passar por ela...
Falamos novamente da prevenção de acidentes domésticos, da higiene oral, da alimentação, da motricidade e ainda das constipações.
A nível dos acidentes domésticos, felizmente, eles ainda não sucederam. Penso que temos estado no nosso maior nível de vigilância desde que a Joana começou a gatinhar, deslocando-se para todo o sítio. Obviamente que sucede a Joana desequilibrar-se quando se desloca, de pé, do ponto A para o ponto B, mas nada de grave. São pequenas quedas que, no fundo, fazem parte do processo de desenvolvimento e aprendizagem. Quando essas mesmas quedas ocorrem, penso que a Joana sente mais o susto do que algum desconforto físico pois, de facto, ainda não teve qualquer nódoa negra ou arranhão.
A nível da higiene oral, iremos comprar-lhe uma dedeira e um dentífrico. A pediatra não recomendou uma marca em concreto. Falou do Elmex, da Chicco, da Nuk mas não apontou preferências, afirmando que todas elas são equivalentes.
Quanto à alimentação, a Joana poderá começar a comer de tudo. Ou melhor, quase tudo, tirando cinco coisas: kiwis, morangos, carne de porco, leite de vaca e chocolates. Poderá ingerir comida ou sopa com mínimas quantidades de sal e sem dúvida que a habituação aos alimentos sólidos é importante, isto apesar da Joana, neste momento, estar a boicotar esta etapa, atirando tudo o que é mais sólido para fora da boca...
No ponto da motricidade, a pediatra sugeriu algo que nós já fazemos, isto é, quando em casa, descalçar a Joana pois o pé livre, em contacto directo (ou quase directo) com o chão, é óptimo para a aprendizagem do andar. O que nós fazemos quando chegamos a casa é, efectivamente, descalçar a Joana e calçar-lhe umas meias anti-derrapantes.
Por último, as célebres constipações, fruto da mudança do tempo e da frequência da creche: a pediatra sugeriu apenas que, em caso de tosse, façamos unicamente aerossóis e evitemos os xaropes. Para o nariz a pingar, e em caso de SOS, prescreveu-nos o Unimer (solução hipertónica) e indicou-nos, para o uso corrente, o Narhinel, à base de água do mar.
Em suma, e segundo a pediatra, a Joana está óptima em termos de saúde e em termos desenvolvimentais. Tranquilizou-me relativamente ao peso mas, mesmo assim, eu irei, quinzenalmente, à farmácia pesá-la para verificar se a curva do peso se mantém ou não constante. Quanto à hérnia umbilical, fiquei algo preocupada mas esperançosa que ela, efectivamente, regrida.

E a próxima consulta será já em 2009, a consulta dos 15 meses, com direito a vacinas!

Parabéns, querida Bia!

JellyMuffin.com - The place for profile layouts, flash generators, glitter graphics, backgrounds and codes


Hoje, a minha afilhada virtual, a Beatriz (http://gemeos-duasvidas.blogspot.com/), completa um aninho de vida! Parabéns, princesa! Desejo-te um dia muito, muito feliz e deixo-te os votos de muitas felicidades ao longo de uma vida que eu quero que te seja muito próspera, a todos os níveis!
Mil beijinhos gordinhos :-)

quinta-feira, 30 de Outubro de 2008

As amigdalites

A amigdalite geralmente ocorre num quadro de infecção geral da garganta e pode ser causada por diversas bactérias ou vírus. Nas crianças pequenas a doença pode manifestar-se por perda de apetite, e febre ligeira. Na criança mais velha começa com febre a 38º, dores na garganta, especialmente ao engolir, arrepios de frio, e aspecto enfraquecido.

Sinais e sintomas


As amígdalas são aglomerados de tecido chamado linfóide, que se situam dos dois lados da zona posterior da garganta. São órgãos de defesa da parte superior das vias respiratórias, fazendo parte, junto com os adenóides, amígdala lingual e outras formações do mesmo tecido, do que se designa como “Anel de Waldayer” .Amigdalite é a inflamação e ou infecção das amígdalas. Estas podem estar aumentadas de volume, vermelhas, com pontos brancos e recobertas, no todo ou em parte, com membrana que pode ser amarelada, cinzenta ou esbranquiçada. Nas crianças pequenas a doença pode manifestar-se por recusa do
mamar ou biberão, e febre ligeira. Na criança mais velha começa com febre a 38º, dor na garganta, especialmente ao engolir, arrepios de frio, e mau aspecto geral da criança. Pode haver perda de apetite e gânglios aumentados e dolorosos na parte lateral do pescoço.


Descrição

A amigdalite geralmente ocorre num quadro de infecção geral da garganta (faringite). Pode ser causada por diversas bactérias ou vírus e habitualmente ou sintomas são os mesmos, qualquer que seja o agente causador. A determinação deste é efectuada por cultura do exsudato da garganta (colheita indolor a que habitualmente se designa por “zaragatoa”) A bactéria que habitualmente se pesquisa é o “streptococcus b hemolítico do grupo A” Para além de ser a mais frequente, ela também é a mais susceptível de dar complicações gerais quando há amigdalites de repetição. De entre os vírus que podem causar amigdalites, os mais frequentes são os adenovírus (muito comuns nos primeiros meses, vírus influenza, vírus Epstein-Barr (mononucleose), parainfluenza (croup), laringite, etc.), enterovírus ( herpangina) etc.


Duração

O período de incubação (desde a infecção ao aparecimento dos sintomas) é de 2 a sete dias para as amigdalites estreptocócicas. No caso das amigdalites víricas vai de 18 horas (influenza) a 5 a 8 semanas (Epstein-Barr). Quando a causa é um estreptococus, e a medicação é adequada, a febre começa a diminuir ao segundo dia e desaparece ao 5º-6º dia. O tratamento deve prolongar-se ate ao 12º dias. As amígdalas e gânglios do pescoço ainda levam algumas semanas a voltar ao normal. Quando o agente causal é um vírus, em regra em 5 dias tudo volta ao normal, excepto com o vírus da mononucleose, em que a dor de garganta aumenta até ao sétimo dia, mas melhora 8 a 10 dias mais tarde.


Contagiosidade

A amigdalite é uma doença contagiosa, especialmente em ambiente familiar ou de creches, infantários, escolas, etc. O contacto faz-se de criança a criança, ou de adulto a criança, através de dos fluidos nasais ou faríngeos. Quando a bactéria é o streptococo, é de prever que um ou mais membros da família sejam portadores sãos, o que deve levar a um despiste em toda a família.


Prevenção

Deve evitar-se o contacto com doentes com amigdalite aguda. Em casa evitar o contágio com utensílios de comer e beber, que dever ser separados do resto da família e depois bem esterilizados. Lavagem cuidadosa e frequente das mãos. Evitar os beijos e carinhos mais íntimos com o doente. Não frequentar o infantário ou escola.


Quando consultar o médico

Deverá consultar o seu médico sempre que a criança apresentar os sintomas de amigdalite. Se já estiver em tratamento e a criança apresentar qualquer destes sintomas: dor de ouvidos, erupção cutânea, e se após alguns dias de normalização a temperatura voltar a subir, tosse com mucosidades, descarga nasal com muco com sangue, dor no peito, convulsões, dores nos ossos ou articulações, náuseas ou vómitos, consultar imediatamente o médico.


Tratamento médico

Quando o agente da doença for o estreptococo, o seu médico vai trata-la com antibióticos. O mesmo não sucederá se a causa for um vírus. Para determinar qual o micróbio, o seu médico pedirá um exame bacteriológico (zaragatoa). Actualmente já o seu médico poderá fazer um teste “instantâneo) que poderá em 30 minutos saber se é infecção estreptocócica e iniciar imediatamente o tratamento. O antibiótico de eleição é a penicilina de preferencia injectável. No caso de alergia à penicilina ele prescreverá outros antibióticos de substituição. O tratamento de ser completo afim de prevenir complicações (febre reumática, abcesso periamigdalino, etc.) No caso de amigdalites de repetição, por vezes há a necessidade de recorrer à intervenção cirúrgica, para ablação das amígdalas.


Tratamento em casa

A amigdalite provoca dor ao engolir. A criança deve ingerir mais líquidos e alimentos moles, sopas, batidos com leites, etc. Medir a temperatura de 12 em 12 horas. Deve ficar em repouso no leito e tomar medicação para as dores. Se a criança for mais velha, pode fazer gargarejos com desinfectantes ou agua salgada morna. Se a criança manifestar secura de garganta, humidificar o ambiente do quarto.



Fonte: Sapo Bebé

Paixoneta?!

Ontem à tarde, quando fui buscar a Joana à creche, a educadora disse-me que a Joana tem um amiguinho especial, que lhe dá festinhas e que não sai de ao pé de si! A Joana, essa, também fica perto do Filipe, que é gémeo. Como a Bolotinha consegue distinguir o Filipe do irmão é que eu não sei porque eles são uma cópia um do outro!

O que é certo é que eu não pude deixar de exclamar, divertida: “Ó filha, ainda é muito cedo para namoricos! Filipe, vê lá se te comportas!”.


quarta-feira, 29 de Outubro de 2008

Depressão Pós-Parto

A gravidez e o pós-parto correspondem a períodos de alta vulnerabilidade para a mulher. São razões sobretudo biológicas ligadas às modificações endócrinas e às alterações do esquema corporal, mas também estão presentes razões psicológicas ligadas ao sentimento de maternidade e às experiências negativas de gravidezes anteriores.


Os quadros clínicos mais frequentes nestes períodos são as alterações depressivas de pequena intensidade (50-85% dos casos), muito embora as psicoses pós-parto, sendo raras (0,1-0,2%), constituem um quadro de grande emergência psiquiátrica.

Em termos psiquiátricos o pós-parto ou puerpério corresponde ao período que se estende desde o parto até aos 6 meses seguintes. Abarca portanto o pós-parto bem como parte do período de lactação.

As depressões que ocorrem neste período são em geral de dois tipos de gravidade: as ligeiras e as muito graves.
As primeiras, mais frequentes em mulheres primíparas, caracterizam-se por acentuado cansaço e falta de energia, choro fácil, sintomas corporais vagos e generalizados, pessimismo, dificuldade de concentração, insónias e tristeza acentuada, com flutuações do humor ao longo do dia e acompanhados por preocupações exageradas relacionadas com os cuidados com o filho. A este propósito convém referir a importância das manifestações da criança, já que funciona como um "emissor sintomático" das alterações psicológicas da mãe traduzidas na alteração da relação mãe-filho.

De entre as manifestações sintomáticas da criança, os quadros de tipo digestivo (que constituem nesta fase o meio preferencial de comunicação do recém-nascido com o mundo exterior), quer apresentando-se como rejeições alimentares, quer como aumento da ingestão de alimentos, com as consequentes deglutições maciças de ar, são um código de sintomas importante a descodificar, no sentido das alterações psicológicas maternas.

Apesar disso, estas depressões são normalmente benignas, ocorrem entre o 3º e o 6º dia do puerpério e por isso designam-se por síndroma do 3º dia e necessitam de tratamento psicológico e farmacológico adequado. Não apresentando uma ligação evidente com as alterações hormonais em curso, estão mais relacionadas com os acontecimentos de vida e com o stress social a que a mulher está sujeita, sendo por isso muito influenciadas por tratamentos psicológicos e por acções de pedagogia da saúde. Assumem grande importância pelas consequências sobre o desenvolvimento do recém-nascido, pelo que apesar de ligeiras devem merecer um especial cuidado.

As segundas, as depressões graves, são mais raras (1 a 2%), têm um curso dependente das alterações metabólicas que estão a ocorrer, constituindo verdadeiras psicoses puerperais que necessitam de internamento urgente. Este tipo de depressões ocorre, na grande maioria dos casos, durante o 1º mês após o parto. O sintoma saliente é a confusão mental, mas apresenta um conjunto de sinais precursores aos quais se deve prestar atenção (insónia grave, inquietação motora marcada, irritabilidade muito intensa, frequentes alternâncias do humor e profunda desmotivação). Uma complicação grave destes quadros clínicos é o grande risco de suicídio. Em casos raros existe também o risco de infanticídio.

Esta fase da vida da mulher está, de facto, associada a um grande número de admissões nos serviços de psiquiatria por quadros psicóticos de ocorrência durante o 1º mês após o parto. Se bem que as depressões bipolares façam parte deste leque de quadros psicóticos não constituem, contudo, a sua maioria. Esta, é constituída por outras situações psicóticas, a maior parte das vezes atípicas, que eclodem geralmente em mulheres com uma história de patologia psiquiátrica anterior ou até familiar.

Dados recentes da investigação indicam que estes estados não são de origem psicológica mas sim hormonal, tendo por isso alguns autores sugerido que o parto constitui o factor principal para explicar a maior incidência de estados depressivos no sexo feminino, apoiados em estudos que demonstraram que a incidência da depressão psicótica em mulheres sem filhos ser semelhante à dos homens. Independentemente dos argumentos po-derem ser contestados, o que é verdade é que estas depressões graves constituem quadros clínicos que ameaçam a vida da mulher e a do seu filho. Por isso, devem merecer um cuidado muito especial por parte dos familiares que têm obrigação de as reportar aos seus médicos assistentes.

Por: J. Marques Teixeira, Professor da Universidade do Porto e Director do NeuroBios Instituto de Neurociências, Diagnóstico e Reabilitação Integrada.

Fonte: Médicos de Portugal

Três miminhos

Recebemos este miminho da mamã do Pedro (http://pedrosapeca.blogspot.com) a quem muito agradecemos o carinho!
Queremos partilhá-lo com todas vocês, queridas mamãs :-)


Da mamã Rute (http://as-minhas-petalas.blogspot.com), que está quase a ter o seu bebé lindo, recebemos um miminho igualmente muito original e que dedicamos a todos os blogs amigos de animais:



Da mamã do Tomás (http://umsonhoumarealidade.blogspot.com) recebemos este miminho muito querido:
Obrigada, Ângela!

Maçã, a quanto obrigas...!

A Joana não simpatiza muito com fruta, seja ela crua, cozida, misturada com iogurte ou na papa, ou ainda em boião. Isto apesar da mãe ter comido imensa fruta durante a gravidez...No entanto, há dois dias, dei-lhe uma maçã para a mão e não é que a Joana começa a trincá-la? Fiquei espantada!

Para além de mastigar, constatei que a Joana encontrou na maçã um bom mobile para fazer cócegas nas suas gengivas :-)

terça-feira, 28 de Outubro de 2008

Governo reduz taxa de IVA das cadeirinhas

As cadeirinhas e assentos para tranporte de crianças no automóvel vão passar a ter uma taxa de IVA de 5 por cento, segundo a proposta de Orçamento de Estado para 2009. A APSI (Associação para a Protecção e Segurança Infantil) saúda a medida, que há muito defendia, e considera que esta terá ganhos visíveis inegáveis a nível social e económico.
«A nova realidade terá impacto nos orçamentos familiares e irá desencorajar o uso de sistemas antiquados ou em segunda mão, promovendo assim mais segurança através do uso de cadeirinhas adequadas a cada caso e de maior qualidade», pode ler-se documento que a APSI emitiu no dia 16 de Outubro, após o anúncio desta medida.
A redução da taxa de IVA contribuirá, segundo a APSI, para a redução da mortalidade em crianças e reduzirá os gastos do país em tratamentos e reabilitação. Nos últimos anos, a utilização de cadeirinhas triplicou e o número de crianças mortas em acidentes desceu para quase um terço. Para a APSI, falta agora que este tipo de equipamentos possa também ser considerado uma despesa dedutível no IRS.


Fonte: Pais&Filhos

Bullying não é brincadeira

Na algazarra dos recreios da escola, há crianças que sofrem em silêncio pelos maus-tratos perpetrados pelos colegas. As vítimas de bullying - um fenómeno que tem ganho algum protagonismo em Portugal - raramente oferecem resistência. E, perante os abusos infligidos, apenas respondem calados, com medo de retaliação.

Agridem os colegas da escola, humilham-nos em público e exercem chantagem psicológica e emocional. Será que se trata de brincadeiras de crianças e próprias da idade? Para a pedopsiquiatra Ana Vasconcelos, estes comportamentos apontam para algo que está errado. "O humano é um ser gregário, por isso, há que avaliar as situações em que a relação com o outro se encontra marcada por um carácter agressivo."

Introduzido nos países escandinavos, no início da década de 80, o termo inglês "bullying" tem sido alvo de estudo nos últimos anos. O conceito define "comportamentos de natureza agressiva, entre pares, com a intenção de provocar dano", diz Sónia Seixas, doutorada em Psicologia e autora de uma tese sobre bullying em contexto escolar.

A psicóloga indica, porém, que, embora este fenómeno tenha ganho eco nos últimos anos, o comportamento em si não é novo. "Há, agora, um olhar mais atento e direccionado para estas práticas", explica. Ana Vasconcelos defende, ainda, que "sempre houve brigas entre miúdos". Mas, no caso do bullying, a violência não é pontual. "Estes comportamentos repetem-se no tempo", adianta a pedopsiquiatra.

E o que está na base desta violência gratuita? "Há alturas em que a criança, para se sentir segura, precisa de mostrar aos outros que é mais forte", afiança Ana Vasconcelos. E completa: "O bullying pode ser encarado como uma forma de exorcizar os medos." Para garantir a conquista pelo poder, "os agressores vão detectando as suas vítimas nos recreios da escola". O bullying baseia-se, por isso, numa luta desigual: há uma vítima e um agressor (também conhecido por bully). Segundo a pedopsiquiatra, as vítimas são, normalmente, "miúdos emocionalmente retraídos e com menos capacidades para encontrarem soluções ou fazerem queixa".

A psicóloga Sónia Seixas diz que nestes comportamentos "está implícita uma desigualdade de estatuto e de poder entre os alunos envolvidos". E, no contexto escolar, todos os motivos são válidos para colocar a vítima numa situação de inferioridade. "O agressor exerce a sua supremacia através da força física, pelo facto de ser mais velho, de ter mais popularidade na escola e de ter um grupo de pares mais alargado. Contrariamente à vítima, que, regra geral, é um aluno mais negligenciado, mais rejeitado e com menos amigos que o defendam."

Silêncio dos "inocentes"

O que diferencia um comportamento de bullying de outros comportamentos? Pode-se extrapolar um episódio de violência esporádica e apelidá-lo de bullying? Os critérios de "intencionalidade e agressividade sistemática" são aqueles que, na opinião de Sónia Seixas, "ajudam a distinguir o bullying de outros actos ofensivos".

Aproveitando as fraquezas da vítima, o bully vai "minando a auto-estima e auto-confiança dos seus alvos". Cada vez mais impotentes, face às recorrentes agressões e humilhações, as vítimas vão-se "sentindo impotentes e sem capacidade de reacção", diz Ana Vasconcelos. "É no silêncio dos recreios barulhentos que têm lugar os comportamentos de bullying", reitera a pedopsiquiatra. E assegura que estas situações, por serem confundidas como diversão infantil, podem-se tornar quase invisíveis aos olhos dos adultos.

"O bullying às vezes está mascarado, porque, tendencialmente, ocorre em locais de pouca supervisão e vigilância dos adultos", corrobora Sónia Seixas. Há, também, casos em que a violência é exercida é confundida com brincadeiras de criança. De acordo com a psicóloga, urge desmistificar a falsa crença de que troçar e insultar faz parte do crescimento dos miúdos. "Esta é uma ideia errada. Um dos motores de desenvolvimento da criança é o conflito. E este não pode ser ultrapassado com comportamentos de bullying. Não é normal que uma criança seja sistematicamente humilhada na escola, a ponto de lhe causar traumatismos psicológicos."

Pequenos e terríveis

Haverá uma verdadeira motivação para comportamentos de bullying? "Os miúdos agressores têm uma auto-estima elevada e uma grande confiança em si próprios", responde Sónia Seixas. A psicóloga refere, no entanto, que "a auto-imagem do bully é alimentada pelo sofrimento e domínio que exercem sobre os colegas".

Por encontrarem a vítima numa situação de vulnerabilidade e com uma rede social menos alargada, o bully agride o colega, insulta-o e a vítima não reage. E a partir deste momento torna-se um alvo fácil". Como a vítima se fecha em si própria e não se queixa - por ter vergonha e pelo medo de retaliação" - as agressões vão sucedendo no tempo. O facto de a vítima ser frequentemente colocada numa situação de embaraço e de chacota pública perante os colegas, vai contribuir para "aumentar os seus níveis de insegurança, tristeza e depressão".

Segundo Sónia Seixas, para combater estas situações, "é preciso estar atento aos sinais de alerta". A psicóloga diz que cabe aos pais e à comunidade escolar um papel mais interventivo nestas questões. A pedopsiquiatra Ana Vasconcelos partilha da mesma opinião, alertando para a necessidade de chamar os adultos à responsabilidade, já que as vítimas, por acharem que não vale a pena pedir ajuda, se encontram impotentes para encarar a situação.

"Os professores e os pais encontram-se numa situação privilegiada. Se as crianças chegam quase todos dias a casa com arranhões, com roupa rasgada, estes podem ser indícios de que estão a ser alvo de bullying por parte dos colegas na escola", observa Sónia Seixas. E salienta: "Ao notarem que a criança apresenta dificuldades em dormir, pesadelos e fobias escolares graves, os pais devem tentar perceber o que origina estes medos. Porque certos comportamentos ou reacções podem encapotar situações graves de agressividade por parte dos colegas."

Linha S.O.S bullying

808 968 888 é o número de telefone através do qual as vítimas de bullying podem solicitar ajuda. Com um horário de funcionamento entre as 18 e as 20h, a linha orienta as vítimas, via telefone, encaminhando-as para o profissional mais habilitado a intervir na situação.

Fonte: Médicos de Portugal

Não resisti...

...em trazer já um cheirinho de Natal a este cantinho, sob a forma de um contador!
E eu que ainda não comecei a pensar em ceia ou presentes...
Encontrei a imagem ao lado no Google...não vos faz lembrar os contos infantis, contados numa noite chuvosa de Inverno, com uma chávena de chocolate quente ao alcance de um esticar do braço?

As ondinhas mais bonitas...

...são as do cabelo da minha Bolotinha!

segunda-feira, 27 de Outubro de 2008

Um lanchinho divertido

Hoje de manhã, quando fui levar a Joana à creche, levei comigo um bolo de aniversário para a Joana cantar os parabéns com os seus amiguinhos da creche, bem como com as educadoras e auxiliares.
Assim, às 15:00, hora do lanchinho da sala de 1 ano, estive a cantar os parabéns com os restantes amiguinhos. Foi muito engraçado vê-los todos sentadinhos, a esticar os braços para tentarem tocar no bolo e, depois, a comer a parte que não tinha doce de ovos. A Joana esteve sempre ao meu colo e, quando acabamos de cantar os parabéns, ela bateu palminhas, à semelhança de ontem, suscitando assim muitas exclamações por parte dos adultos!

Findo o lanchinho, viemos para casa mais cedo brincar :-)

Apresentação dos brinquedos Chicco

Centro de Actividades Bilingue:


Um brinquedo falante: permite à criança familiarizar-se espontaneamente e com naturalidade, com os sons da linguagem verbal, graças às múltiplas actividades falantes. A criança, brincando com os números, sons e palavras, é estimulada a ouvir e a comunicar, enquanto as canções e as rimas a estimulam a experimentar o ritmo da língua.
Um brinquedo bilingue: inicia a criança na descoberta de sons diferentes, propondo-lhe todas as actividades falantes do brinquedo, também numa língua estrangeira. Num primeiro momento, a criança escuta os sons indiferentemente e, sucessivamente, aprenderá a associar os sons a cada língua e a escolher com qual delas brincar. Divertido e fácil de utilizar, este brinquedo é ideal para desenvolver a sensibilidade linguística, que poderá ser importante durante a idade escolar.
Um brinquedo multifuncional: na modalidade “Palavras”, pode-se escutar os nomes das letras, dos números, das formas, das cores, opostos, superfícies...enquanto que na modalidade “Música”, a criança diverte-se com melodias, rimas e sons, ambas as modalidades podem ser exploradas na própria língua materna ou numa língua estrangeira.
O brinquedo pode ser utilizado como mesa de actividades, para a criança brincar em pé, ou, removendo as pernas, como painel de actividades, para brincar no pavimento. A remoção das pernas também permite guardar o brinquedo num espaço reduzido.

Centro de actividades musicais:

A mesa musical multifunções oferece várias actividades para desenvolver a coordenação e estimular a sensibilidade musical da criança. É um piano electrónico com grandes teclas coloridas, cheio de luzes e melodias alegres. O seu ritmo poderá variar deslizando o cilindro do lado do teclado ou então desfolhando as páginas de um pequeno livro. O piano electrónico é removível e pode-se fixar à caminha com cintas adequadas. É um centro de actividades com muitos animais da floresta a movimentarem-se. A cada actividade correspondem efeitos sonoros divertidos ou sons de animais. É também uma base de construções: virando a base de actividades, torna-se num divertido plano de construções para criar muitas combinações com as 10 peças incluídas.

Quinta interactiva:


A quinta interactiva é um centro de actividades interactivo que ensina a reconhecer os nomes e os sons dos animais, as cores e os números em português e em inglês.Gradualmente, o bebé pode experimentar e divertir-se com as palavras, enriquecendo as suas capacidades linguísticas e mnemónicas, com a ajuda dos amigos da quinta. Através de quatro modalidades de jogo, o ursinho protagonista convida o bebé a brincar e interage com ele, confirmando as respostas correctas ou assinalando simpaticamente o erro: o bebé é assim encorajado a prosseguir o seu percurso de actividades, reforçando a confiança nas suas capacidades.


Fonte: Catálogo Chicco

domingo, 26 de Outubro de 2008

O primeiro aniversário da Joana

Ontem foi um dia muito feliz, emocionado e inesquecível para todos nós. Foi o primeiro aniversário da Joana e, por várias vezes, pensei, incrédula, na velocidade com que o tempo passou. Ao longo do dia, fui revivendo o ano que passou e as imagens pareceram-me tão nítidas que me pareceu incrível que tem já passado 365 dias desde o nascimento da nossa Bolotinha.
Acordamos cedo, por volta das 06:30, sendo a manhã dedicada aos preparativos da festinha da Joana. Por volta do meio-dia, tinha a Joana já dormido um soninho de uma hora e posteriormente comido a sua sopa, fomos passear e, no regresso a casa, levantamos o bolo de aniversário, tendo sido os parabéns cantados às 16:07 com muita emoção, sobretudo por parte da mãe. Ainda bem que antes desta hora consegui “escapulir-me” com a Joana sozinha para a cozinha, onde se encontra um grande relógio. Juntas olhamos para ele e com uma lágrima teimosa (muito teimosa) no canto do olho, desejei à minha filha o melhor deste mundo durante a sua longa vida. Com muitos beijinhos, regressamos à sala, onde então eu não consegui cantar o início do “Parabéns a você...!”. Queria cantar mas as palavras vinham enroladas em lágrimas de felicidade. Mais para o fim lá consegui mas ainda muito desafinada!
Depois do lanchinho, hora de abrir os presentes.



Presentes dos pais:


Centro de Actividades Bilingue Chicco:



Quinta Interactiva Chicco:



Biberon com pega Chicco:


Presentes dos avós maternos:

Uma bola:

Pirâmide de encaixes Chicco:


Uma toupeirinha:


Uma boneca:


Um Nenuco:

Botinhas tamanho 20:


Duas camisolinhas Benetton:


Uma saia de bombazine castanha Benetton:



Um casaco de malha cor-de-rosa Benetton:


Um casaco Benetton:



Um vestido Agatha Ruiz de la Prada:


Umas parka Agatha Ruiz de la Prada:


Collants Agatha Ruiz de la Prada e duas fitinhas para o cabelo:



Presentes dos avós paternos:

Botinhas Timberland, tamanho 20:




Conjunto Metro Kids:





Conjunto Gant:





Presentes da bisavó paterna:

Um par de calças:


Uma camisolina:


Presentes dos tios:
Um conjunto Ovo Estrelado:

Centro de Actividades Musicais da Chicco:

A Joana só se rendeu ao sono perto das 22:00. Esteve sempre muito bem-disposta, a brincar e a distribuir sorrisos e “olás” a todos!
Por último, gostariamos de dirigir um grande obrigada a todos os carinhosos comentários que ontem nos deixaram. Apesar de não estarem fisicamente connosco, acabaram por participar deste dia maravilhoso com as vossas palavras!
Ficam aqui alguns momentos do dia de ontem:

A toalha Hello Kitty:

Os pratos:


Não podia faltar uma Hello Kitty em peluche!:



Os balões:


O bolo:


No parque infantil:


Olhem as primeiras folhas de Outono!:



Junto à Torre de Belém:



No jardim:



De regresso a casa, já no carro, com a perninha cruzada!:

O teu dia, o nosso dia!

Rendo-me devagarinho ao crepúsculo do dia que amanhece e saboreio os primeiros bombons de luz que entram pela janela. Inclino-me sobre a Joana, que ainda dorme um sono meigo, e beijo-lhe a face, ambos os olhos e cada um dos seus dedos das mãos. Murmuro: “Parabéns, amor, pelo teu primeiro aninho de vida!” e sou levada pelo tempo, pelas horas, pelos minutos. Há um ano atrás sabia que os teus 9 meses dentro de mim iriam converter-se numa vida de amor e realização. Queria conhecer-te o quanto antes. Meu Deus, que saudades de te conhecer, que emoção de te ver, que impaciência de te abraçar, que desejo de te amar. Já, agora, sem mais demora!
Quando te vi aparecer pela primeira vez, no que para mim era o horizonte da sala de partos, toda eu fiquei suspensa no teu ser. “Mãe, sou mãe, eu...sou...Mãe!” e, a partir desse momento, a minha vida foi ter com a tua e nela se fundiu. Assim, como os raios de sol que vão abraçando um campo em flor.
Ao longo de todos estes meses, aprendi o que a Vida ainda não me ensinara: a imensidão de um amor por um filho, a ternura expressa num olhar, num toque, num sorriso, a dedicada mudança de fralda, a dádiva da alimentação, a divertida hora do banho, do vestir e do despir, o embalar, o brincar no meio da sala, o regozijo de gargalhadas e guinchos, o maravilhoso palrar, o êxtase do gatinhar e dos primeiros passos, o bálsamo de quando te vou buscar à creche, as sempre tão cheias saudades sempre que te lá deixo e vou trabalhar, as lágrimas teimosas que por vezes me assaltam quando te ouço chorar à despedida ou nas vacinas, o almoço ou o jantar que entretanto arrefeceu porque tu reclamas o meu colo. E eu dou-te sempre porque ter-te bem juntinha é o melhor deste mundo. A prioridade és tu, em qualquer circunstância ou momento. Tudo o resto pode esperar, menos o amor que por ti sinto e que se impõe sempre que te vejo, te abraço, te beijo ou, quando não estou fisicamente contigo, sempre que penso em ti. E, quando penso em ti, o pedacinho de mim que contigo deixei vai acariciar-te e encher-te de miminhos. Vai brincar contigo. Vai acompanhar-te no teu gatinhar, nos primeiros passos e vai adormecer bem enroscadinho a ti. Até ao meu regresso.
Hoje é um dia inesquecível e dos nossos seres brotam emoções que hoje vão brilhar ainda mais alto. Hoje vou reviver o teu nascimento e prometi a mim mesma que, quando chegarem as 16:07 e me apetecer chorar de alegria, fa-lo-ei sem reservas! Porque o amor é para se viver, para se sentir, para se partilhar.
Meu amor, os pais desejam que, ao longo da tua vida, a felicidade, a saúde, a paz, a realização, a compreensão, a inspiração, a tolerância e tudo aquilo que te fizer feliz, estejam sempre lado a lado com o teu ser. O nosso grande objectivo será sempre, mesmo quando fores adulta, a tua realização plena.
Parabéns filha, neste dia que completas um ano de vida! Obrigada, filha, por abençoares cada instante das nossas vidas!

Alguns momentos...para sempre recordar!

Tenho 12 meses!

Chegou o dia, o meu primeiro aniversário. Como podem calcular, estamos todos muito felizes!
Com 12 meses estou numa verdadeira dependência em relação aos pais, sobretudo à mãe, pelo que protesto quando um dos dois se ausenta, nem que seja por breves instantes.
Já não reclamo tanto quando me sentam na cadeirinha do carro mas continuo a fazer uma autêntica birra quando a hora do banho chega ao fim e a mãe me retira da banheira. Não simpatizo muito com o vestuário de Outono/Inverno, sobretudo com as mangas compridas. Aliás, cada vez mais os pais têm que me vestir quando eu estou de pé ou sentada porque eu não páro quieta!
Já não estranho tanto as pessoas, normalmente demoro cerca de trinta minutos a familiarizar-me com pessoas que eu não conheço ou que raramente vejo. Mas existem excepções: há pessoas com uma face tão meiga que eu sorrio logo. O segredo? Penso que tem a ver muito com os nossos gostos pessoais: por vezes não vos acontece olhar pela primeira vez para uma pessoa e simpatizar de imediato com ela? E, outras vezes, olhar e não haver uma empatia instantânea? Pois, é mais ou menos o que sucede comigo.
Onde quer que esteja, a mãe é o meu porto-seguro: vou sempre ter com ela, a gatinhar a toda a velocidade, ou então agarrada aos móveis! É verdade, considero-me uma “expert” no gatinhar e, no que toca ao andar, estou a fazer grandes progressos!
Adoro palrar, rir, fazer estalidos com a língua, mexer em tudo e brincar. Já sei dizer muito bem “mamã”, “olá”, “dá” e “bebé”. O “papá” vai a caminho!
Rio com facilidade, especialmente quando o pai me faz cócegas na barriga, quando dançam comigo ao colo ou então quando brinco. Tenho os meus brinquedos preferidos e gosto muito de livros também. Os pais já tentaram por várias vezes contar-me uma pequena história, com principio, meio e fim, mas eu prefiro folhear as páginas do livro e olhar para as ilustrações. Por vezes, conseguem ler alguns parágrafos, sobretudo nos livros do Noddy!
Gosto de máquinas fotográficas, de telemóveis, de comandos da televisão, da Baby TV, de chaves, de colares, brincos e anéis.
Consigo agarrar um terceiro objecto com as mãos, quando estas se encontram ocupadas, já agarro em pinça e já encaixo peças de lego. Aceno muito bem quando me dizem “Adeus” e adoro dar beijinhos, mas só aos pais!
Não gosto da hora de dormir. Prefiro brincar e estar com os pais! Demoro cerca de uma hora a adormecer e tendo a acordar cedo, pondo-me de pé na cama e começando a palrar. Já acordo menos vezes durante a noite e começo a ser mais difícil para comer. Estou a ficar “pisca”, com diz o pai! Então a fruta é mesmo o meu calcanhar de Aquiles...Há dias, comecei a comer a sopa com pedacinhos de legumes e não gosto muito, confesso. Prefiro os purés bem passados. Mas, aos poucos, vou-me habituando porque, aliás, os meninos da sala de 1 ano, na creche, comem quase todos a sopa com pedacinhos. E eu tenho que estar à altura! Aliás, vou estar à altura, é uma questão de tempo!
Continuo a gostar de estar na creche, sou muito charmosa para os adultos e todos gostam de mim. Só não gosto das despedidas, quando a mãe tem que ir trabalhar...a mãe fica sempre com o coração bem pequenino, apesar de tentar disfarçar muito bem, mas fica mais sossegada quando, a meio da manhã, a educadora lhe diz que, passados dez minutos, eu comecei a brincar como se nada fosse.
Estou crescida. Muito!

Parabéns para mim :-)

sábado, 25 de Outubro de 2008

O convite!


Eis a parte da frente do convite para o primeiro aniversário da Joana.

As fotografias são outras mas o template é o mesmo. Fizemos nós próprios os convites recorrendo ao site www.scrapblog.com, que eu vos recomendo vivamente, tem coisas giríssimas, para todo e qualquer evento.

Ranking de alimentos saudáveis

Especialistas americanos criaram um sistema de classificação de alimentos, segundo aas suas qualidades nutritivas. Essa classificação permitiu-lhes elaborar uma lista que pretendem possa vir a ser usada, nos supermercados e pontos de venda de alimentos, como referência e orientação para os consumidores. Esta é uma tentativa de vir clarificar as informações por vezes muito confusas que estão nos rótulos dos alimentos.
A equipa, liderada por David Katz, especialista em nutrição, da Universidade de Yale, chamou a esta tabela NuVal System (Overall Nutritional Quality Index, ou Índice Geral de Qualidade Nutricional) e criou-a atribuindo aos alimentos uma pontuação de 1 a cem, do ponto de vista do seu valor nutricional. Quanto maior for a pontuação, maior o valor nutricional dos alimentos, ou seja, são alimentos ricos em nutrientes que favorecem a saúde. O NuVal permite a comparação entre alimentos de diferentes tipos e grupos alimentares. Os critérios que estiveram na base desta classificação são valores aceites internacionalmente por especialistas em nutrição: a tabela de doses recomendadas de nutrientes - do Institute of Medicine, nos Estados Unidos - e o guia para dieta dos americanos - adotado pelo Departamento de Saúde daquele país. Foi avaliada a presença de mais de 30 elementos, entre vitaminas, minerais, fibras e anti-oxidantes, açúcar, sal, gorduras e colestrol, bem como a qualidade das proteínas, das gorduras e dos hidratos de carbono. Calorias e ómega-3 também entraram na equação. Confira a pontuação dos seus alimentos preferidos em
www.nuval.com
Alimentos com pontuação 100:
· Espargos
· Feijão (branco e vermelho)
· Couve-flor
· Alface
· Espinafres
· Laranja

· Brócolos

Fonte: Pais&Filhos

Mudança da hora

No próximo domingo, a hora de Inverno chega de madrugada a Portugal continental com os relógios a atrasarem 60 minutos às 02h00, proporcionando mais uma hora de sono, mas causando pequenas perturbações nas crianças devido a alterações de ritmos.
De acordo com a pediatra Rosa Gouveia, da Sociedade Portuguesa de Pediatria, as crianças podem apresentar episódios de irritabilidade e cansaço.
À Lusa, a pediatra disse que a mudança para a hora de Inverno, apesar de trazer vantagens, como o amanhecer mais cedo, «que vem compensar o anoitecer antecipado, não deixa de ser um artifício que vai, nos primeiros dias, afectar o ritmo habitual das crianças e dos pais».
De acordo com esta médica, estas alterações verificam-se sobretudo no «horário das refeições, na hora de ir para a cama e na hora de acordar de manhã, assim como no horário escolar».
Neste sentido, a médica recomenda que a transição da hora se dê de forma progressiva “recuando” os horários 10 ou 15 minutos por dia para que haja uma adaptação gradual.
Regra geral, ao fim de uma semana a criança já está adaptada, referiu. Opinião semelhante tem o presidente da Associação Nacional de Professores, João Henrique Grancho, que disse à Lusa que apenas alguns docentes, contactados por si, denotam um «dispersamento ligeiramente maior» nos alunos, nos dias imediatos à alteração da hora.
Na opinião da neurologista Teresa Paiva, «a mudança de hora só dá problemas quando se passa a dormir menos uma hora», ou seja, na alteração para o horário de Verão. A hora de Inverno vai manter-se até ao dia 29 de Março de 2009, quando os relógios forem adiantados 60 minutos, dando-se entrada na hora de Verão.


Fonte: Sapo Bebé

sexta-feira, 24 de Outubro de 2008

Cólicas do lactente

As cólicas dos bebés podem surgir em qualquer idade, embora sejam mais frequentes nos primeiros 2-3 meses de vida.

O que é a cólica?

A cólica é provocada pelos pressão que os gases resultantes da fermentação do leite exercem nas paredes do intestino do bebé.

Como saber que é cólica que o bebé tem?

Quando o bebé tem cólicas, o choro é muito alto e constante, pode durar até 3 horas seguidas e nada o faz parar. Pode também contorcer-se e encolher as perninhas.

O que corrigir?

Se for alimentado a leite materno

Corrigir a técnica de amamentação para que o bebé não engula muito ar e procurar esvaziar completamente a mama.

Técnica correcta:

- Estimular o bebé a abrir a boca.

- Introduzir 1 a 2 cm da aréola na boca do bebé.

- Manter os lábios virados para fora.

- Manter o queixo colado às mamas.

- Está correcto se as bochechas do bebé ficarem arredondadas e se se ouvir a deglutição.

Também é conveniente que a mãe tenha cuidado com sua a dieta alimentar: deve evitar ingerir couve-flor, brócolos, couve-de- bruxelas, pepinos, pimentos, chocolate, café, citrinos e alimentos condimentados.

Se for alimentado com leite adaptado

- Verificar o tamanho da tetina e certificar-se de que o leite sai lentamente.

- Colocar o biberão na posição vertical ao dar de mamar.

- Colocar o bebé a arrotar durante 10 minutos.

O que fazer para ajudar o bebé nestas situações?

- Pode tentar dar-lhe um banho morno.

- Não o coloque de barriga para cima.

- Massaje a barriga do bebé: deite-o no colo ou na cama e massaje com a palma das mãos (quentes) de cima para baixo ou no sentido do ponteiro do relógio, pressionando levemente. De seguida, pode também agarrar nos pezinhos do bebé e fazer o movimento de pedalar (bicicleta) 10 a 15 vezes.

Por: Bernarda Sampaio (Hospital de São Marcos de Braga) e Anabela Bandeira (Hospital Geral de Santo António)
Fonte: Educare

Brincos, colares e anéis

Diz o pai que a Joana é mesmo menina!

Ela adora tudo o que sejam brincos, colares e anéis. Os brincos podem ser de todo o tamanho e feitio, sendo que a Joana faz questão de, com o seu dedinho indicador, mexer no brinco, sem puxar. E sempre que viro a face, lá está a mão dela a fazer com que a orelha entre novamente no seu campo de visão!

Quanto aos colares, os que a Joana mais gosta são os compridos e coloridos:





Já os anéis, se estes tiverem berloques, melhor ainda! Mas, como a mãe não usa anéis de fantasia, a aliança de casamento também é uma boa alternativa para a Joana:


quinta-feira, 23 de Outubro de 2008

Há febres e febres

Em si mesma não é uma doença, mas pode ser o fio da meada que esconde um quadro infeccioso.

Em si mesma a febre não é uma doença, mas sim uma reacção do organismo, que, elevando a temperatura, se tenta proteger de agressões exteriores ou da acção de substâncias presentes no seu próprio interior. Esses agressores – que tanto podem ser uma simples mas excessiva exposição ao sol, como uma infecção causada por uma bactéria ou um vírus - actuam sobre o centro termo-regulador do organismo, situado numa zona do cérebro chamada hipotálamo, fazendo com que a temperatura aumente. No caso dos recém-nascidos, por exemplo, basta o sobreaquecimento do ambiente ou o excesso de roupas ou cobertores para desencadear este mecanismo de defesa. Já nas crianças, a febre tem normalmente origem viral, desaparecendo de forma tão súbita como se declarou. Isso não significa, contudo, que possa ser desprezada. Quando há febre é porque algo está errado, o que exige atenção e cuidados. Nas crianças é preciso vigiar outros sinais, como o estado de prostração ou a falta de apetite. E porque a febre nem sempre é sintoma de doença grave, são de evitar as medicações precipitadas.Antes, há gestos simples mas muito eficazes a adoptar, como aligeirar o vestuário e a roupa de cama, eliminando assim as fontes de calor excessivo. Arejar o ambiente e aplicar compressas húmidas sobre a testa, a nuca e os braços, renovando-as regularmente, ajuda a baixar a temperatura. Porém, atenção: compressas embebidas em álcool ou em água demasiado fria são proibidas, pois causam a constrição dos vasos cutâneos, provocando nova subida térmica. Se apesar disso a febre persistir, uma boa ajuda reveste a forma de um banho de água tépida. Ainda no campo dos líquidos, é fundamental que a criança seja hidratada, ingerindo água ou uma bebida açucarada. Se depois de esgotados estes recursos a febre se mantiver e a criança continuar prostrada, então está na hora de recorrer aos medicamentos, os chamados antipiréticos. Há que vigiar a temperatura e sobretudo ter em atenção que é normal a febre nas crianças chegar aos 38ºC sem que isso seja sintoma de algo grave.E há igualmente que manter alguma tranquilidade, mesmo que a febre se prolongue por mais do que um dia. Porém, se ela se prolongar por mais de três dias, e mesmo que não se declarem outros sintomas, há que procurar um médico. Três dias é, por assim dizer, o prazo para que uma doença se manifeste com toda a evidência. E, mesmo que a febre baixe, se a criança continuar prostrada, se recusar alimento, se apresentar vómitos ou diarreia persistentes, não há que hesitar, mas sim procurar o pediatra. É que a febre tanto pode ser uma nuvem passageira como uma tempestade no horizonte.


Fonte: Sapo Bebé

Mãe, mãe, mãe

Desde os nove meses que a Joana está na fase “mamã-dependente”, sendo que nas duas últimas semanas esta tendência tem vindo a ganhar ainda mais terreno.
A minha Bolotinha quer-me para tudo, em qualquer lugar. E, se me ausento, ela barafusta e vem de imediato ter comigo, a gatinhar a toda a velocidade. De vez em quando o pai consegue distrai-la com qualquer outra coisa mas basta ver-me novamente para desatar a palrar e a saltitar, estendendo os bracitos e fazendo uma cara de mimo à qual eu não resisto! Nem quero resistir, sinceramente :-)No passado fim-de-semana, foi de tal ordem que o pai teve que levar a Joana sentadinha na sua cadeira de papa para a cozinha, onde eu me encontrava a fazer o jantar. A uma boa distância de segurança, o meu amorzinho decorava cada passo e cada gesto meu e eu, claro, não resistia a, de quando a quando, dar-lhe um beijinho!

quarta-feira, 22 de Outubro de 2008

Eu sou...

Which Positive Quality Are You?
Your Result: Love

You are Love. Love is the glue that binds us all together. The love of family, the love of friends, the love between husbands and their wives--these things form the foundation of our happiness, our security, and our comfort. "All you need is love."

Courage
Friendship
Peace
Faith
Charity
Which Positive Quality Are You?
Quiz Created on GoToQuiz

Ácido Fólico, para que serve?

Estima-se que anualmente nascem no mundo aproximadamente 500 mil crianças com defeitos do tubo neural (DTN), dos quais os mais comuns são a anencefalia, o mielomeningocelo e espinha bífida.
À primeira vista, estas complicações pareceriam muito fáceis de prevenir, tendo em conta que o ácido fólico é uma vitamina de muito baixo custo.
No entanto, estes transtornos são ainda muito frequentes. Consequentemente, a pergunta que cabe fazer-se é a que obedece semelhante proliferação de casos.
A resposta é muito simples: as mulheres não estão a receber a informação correcta.
Mas existe além disso outro factor agravante: em cada cem gravidezes, metade são planificadas, quer dizer que são muitas as mulheres que "procuram" ter um filho; por fim, está nas suas mãos ajudar a prevenir os DTN do bebé mediante a ingestão desta vitamina no momento oportuno. O problema é que a maioria delas não o sabe.

Informar-se para prevenir
Apesar da importância desta simples medida preventiva, uma elevada percentagem de mulheres informa-se do valor que tem ingerir ácido fólico mal o teste dá positivo e efectua a sua primeira visita ao obstetra.
Mas lamentavelmente, quando a futura mamã toma conhecimento do seu estado, já é tarde: o fecho do tubo neural do embrião acontece por volta do dia 28 do seu desenvolvimento.
E só 10 ou 20 por cento das grávidas tomaram a vitamina previamente. Por isso, todas as mulheres em idade reprodutiva deveriam consumir ácido fólico, planifiquem ou não uma gravidez, já que muitas vezes a cegonha vem sem ter sido chamada.
Logicamente, ao encontrarmo-nos com casos de anencefalia ou espinha bífida, o sentimento que invade a mamã é o remorso por não ter feito algo tão simples como tomar um só comprimido diário desta vitamina na época anterior à concepção.
E a verdade é que desta forma teriam diminuído entre 10 e 70 por cento as possibilidades dessas malformações.
Números que assustam
A incidência de DTN é de um em cada mil bebés, e se bem que a percentagem aparente ser baixa, é preciso ter em conta que no nosso país nascem mais de 90 mil crianças por ano.
Em consequência, terão nascido cerca de 90 crianças com algum tipo de alteração. Para o caso das mulheres que já tiveram um filho com algum tipo de complicações deste tipo, a percentagem aumenta notavelmente: têm entre 2 a 3 por cento de possibilidades de que esses defeitos se repitam numa futura gravidez.
Ou seja, que a probabilidade aumentou mais de dez vezes em relação à população geral.

O que são os defeitos do tubo neural?
São defeitos provocados pelo incorrecto desenvolvimento do cérebro ou do canal neural. Os mais comuns são a anencefalia, mielomeningocelo e espinha bífida.
Na anencefalia, a porção cefálica do tubo neural não se fecha correctamente, de modo que o cérebro e os ossos do crânio não se desenvolvem de forma adequada, pelo que a criança morre pouco depois de nascer.
A espinha bífida, situação também irreversível, é uma das causas mais importantes de incapacidade infantil, e deve-se a uma hérnia das meninges, ocasionada pelo fecho deficiente do canal neural, geralmente perto do sacro.
As crianças que padecem de espinha bífida ou mielomeningocelo têm, ao mesmo tempo, um maior risco de mortalidade ou de sofrer outras complicações como resultado dos procedimentos cirúrgicos paliativos ou correctivos, ou devido ao facto do tubo neural e os nervos não estarem protegidos adequadamente pelos músculos, a pele e os ossos, e pelo contrário estarem revestidos por uma fina membrana.
Outras possíveis consequências no mielomeningocelo são a paralisia dos membros inferiores, distintos graus de hidrocefalia, transtornos causados pela incontinência urinária ou intestinal, e a morte, devido à inflamação das meninges.
E a isto devemos acrescentar a enorme carga emocional que os DTN ocasionam nas famílias e nos doentes, e os extraordinários custos que implicam os tratamentos.

Porque acontecem?
Os DTN atribuem-se a múltiplas causas. Entre elas: anomalias genéticas que expressam um excesso ou defeito de material cromossómico, consumo de algumas drogas como o ácido valproico (um anti-convulsivo) e a carbamazepina, e diabetes com glicémias acima dos valores normais na etapa da concepção.
Também se reconheceram como factores de risco a obesidade e os antecedentes familiares de DTN.
Tradicionalmente, todas as causas se mencionam como "multifactoriais", o que demonstra o conhecimento incompleto que os médicos possuem acerca da etiologia desses transtornos.
No entanto, cada dia é maior a evidência científica que assinala que o consumo de ácido fólico antes da gravidez e durante o primeiro trimestre previne um número importante de DTN.
O primeiro trabalho que demonstrou uma relação entre o ácido fólico e a prevenção desse tipo de complicações remonta a 1965.
Apesar dele, só 25 anos depois se confirmou que a ingestão de 4 miligramas diários um mês antes da gravidez pode reduzir em 50 por cento a possibilidade de que o bebé padeça de algum defeito do tubo neural.

A dose justa
Um dos factores que atenta contra a prevenção é que aproximadamente metade das gravidezes não foram planificadas.
Por isso, o ideal seria que todas as mulheres em idade reprodutiva consumissem 0,4 miligramas de ácido fólico por dia.
Para aquelas mamãs que já tiveram um filho e que desejam ter mais, a dose será maior: 4 miligramas por dia.
Além disso, é importante tomar medidas para aumentar o consumo desta vitamina por meio de uma dieta, ou ingerindo um comprimido diário de 1 miligrama.
A educação preventiva reveste particular importância neste sentido.


O ácido fólico e os alimentos
O ácido fólico também chamado de vitamina B11 encontra-se em vários alimentos, entre eles: o sumo de laranja, os cereais fortificados, os espinafres, as lentilhas, os espargos, a alface e os brócolos.
No entanto, a dieta aporta uma quantidade muito baixa de folatos. Com efeito, a ingestão através dos alimentos é de 0,2 miligramas, enquanto que a quantidade necessária para um bom desenvolvimento fetal é de 0,7 miligramas.
Isto implica que estariam a faltar 0,5 miligramas. Para obter essa quantidade, a mulher deveria consumir 20 porções diárias de espinafres ou de brócolos, e obviamente isso é impossível.
Além disso, a cozedura ou os demais processos de preparação da comida podem reduzir o grau de absorção do ácido fólico contido nos alimentos.
Por isso, a maneira mais eficaz de introduzir a dose justa é tomar um comprimido de 1 miligrama diariamente.

Vantagens do Ácido Fólico
Reduz as probabilidades de defeito do tubo neural. Reduz a incidência de anomalias e outros defeitos estruturais no feto.
Diminui o risco de doenças cardiovasculares e as tromboses venosas.

Fonte: Sapo Bebé

Confirmação da paixão

Eis a prova do carinho que a Joana sente pela “Ratinha Bia”, dedicando-lhe um beijinho no narizinho cor-de-rosa em forma de pompom!

De igual modo, e para além das festinhas, a Joana dita os passeios da sua amiguinha, senão vejam:






Se eu vou, tu também vais

Para além da “Ratinha Bia”, o cãozinho também começa a ser alvo de muitos beijinhos e abraços. Falo-vos deste amiguinho, tal como a Bia comprado igualmente no El Corte Inglès, quando a Joana ainda estava na barriguinha da mãe:

Ainda não temos nome para o cãozinho, a Joana aceita sugestões de baptismo!

terça-feira, 21 de Outubro de 2008

Bem protegidos do frio

O que lhes deve vestir para prevenir as doenças da época
As crianças não são cebolas. Não precisam de estar envolvidas em vinte camadas de roupa para não terem frio.
Como é óbvio, também não podem estar de camisola de alças em pleno Inverno. Como em tudo, no meio-termo é que está a virtude.
Assim, cabe-lhe tomar precauções para que o seu filho não sofra as consequências inerentes aos dias mais frios (constipações, gripes, anginas, otites, etc., etc.), mas com conta, peso e medida. E com os nossos truques, pois está claro. Verá que se vão revelar uma ajuda muito preciosa!


Ritual da roupa
Recorda-se daquele dia na praia, aquele dia em que não conseguia arrancar o seu filho da água apesar de já estar cheio de frio? As crianças são assim.
Suportam todo o frio do mundo quando estão a brincar. Por isso, há que prepará-las devidamente quando vão para a escola ou passear. Antes de vestir o seu filho, aplique-lhe creme hidratante no corpo e no rosto, uma medida essencial para que a pele não sofra os efeitos das baixas temperaturas.
De seguida e, apesar do exemplo da cebola que demos há pouco ser de um exagero propositado, convém agasalhar o seu filho com duas camadas finas de roupa confortável. É que vestir sempre uma camisola interior de algodão com mangas compridas que se vêem por baixo da outra camisola não era uma mania dos nossos avós... Era, sim, um conselho sábio para que o corpo conservasse o calor. Uma técnica mais eficaz do que uma única camisola grossa.

Dias de tempestade
A segunda camada de roupa deve ser composta por uma camisola de decote chegado e cujo material não provoque alergias. As calças devem ser suficientemente largas de modo a que a criança possa vestir collants por baixo se estiver demasiado frio.
Por fim, as meias não devem ser demasiado curtas, para que a zona abaixo das calças fique coberta. Deve optar por sapatos confortáveis, resistentes e cujas solas não sejam escorregadias, ou botas à prova de água se a chuva estiver nas imediações.
As galochas, que voltaram a estar na moda, são uma boa solução para dias de temporal, assim como um impermeável comprido. Se a roupa da criança se molhar deve ser mudada imediatamente ou logo que possível.

Dos pés à cabeça
Sabia que mais de 50 por cento do calor corporal se perde através da cabeça? Um gorro ou chapéu resolvem esse problema e protegem os ouvidos, pelo que não devem ser esquecidos.
O casaco deve ter uma gola que resguarda o pescoço e ser feito de um material que resista à humidade. Para completar a toilette, umas luvas.
Se pensar em fazer férias em família na neve, reforce todas estas medidas, não se esquecendo de aplicar protector solar com índice 50 ou 60 no rosto da criança, renovando a aplicação periodicamente. A zona junto dos olhos é especialmente sensível, o mesmo acontecendo com os lábios, onde deverá colocar um batom especial para o efeito.

Regras de utilização
Ao contrário do que costuma crer, o vestuário apertado não o conserva mais quente do que peças mais largas. Roupa demasiado apertada interfere na circulação sanguínea e impede o corpo de se aquecer de forma eficiente. No entanto, calças demasiado compridas e largas ou sapatos com atacadores muito longos podem atrapalhar os movimentos da criança, prendendo-a ou fazendo-a tropeçar.
Camisolas com atilhos ou elásticos na zona do pescoço podem ser perigosas, devendo também ser evitadas.

Texto:
Teresa d'Ornellas
Fonte: Sapo Bebé

Encaixes

Em criança, adorava brincar com o Lego: construía casas, “replantava” árvores, desmanchava carros, punha os bonequinhos a dormir, depois a passear, depois a cozinhar...enfim, para mim o Lego era um mundo, onde a cada minuto poderia acontecer uma coisa diferente. Daí também a magia de todas as peças e pecinhas.
Há cerca de dois meses, comprei à Joana um saco com 100 peças Lego na Toys‘r’us e, desde então, a torre de peças tem sido a forma predominante no tapete de actividades, se bem que por vezes a Joana se encarregue de a desmanchar por completo! Mesmo quando a estou a reconstruir, vem a mãozinha da Joana, depressa como o vento, e “zás”, esta peça, esta e mais aquela vão para o chão!
Há dias peguei na máquina fotográfica pois a Joana começou a querer encaixar as primeiras peças, ora vejam:

Primeira tentativa..consegui fixar a peça em queda livre!



Segunda tentativa...a peça vermelha ficou deitada...também poderia ser!



Terceira tentativa...agora sim!




Já está!



No fim...celebração total!


segunda-feira, 20 de Outubro de 2008

Como manter o desempenho no trabalho sem dormir o suficiente?

Por vezes, os pais sentem-se pressionados para regressar ao trabalho sem estarem ainda preparados, nem os bebés. Pode reduzir temporariamente o esforço profissional que lhe é exigido, através de métodos de trabalho flexíveis, pedindo o auxílio de um colega ou conversando com o seu superior sobre a melhor forma de fazer com que esta situação funcione da melhor forma para toda a gente. Se tiver de percorrer longas distâncias de carro, ou se tomar regularmente decisões que possam afectar a sua segurança ou a de outros, então não é sensato aprender a “lidar” com a sonolência – e é potencialmente perigoso.
Posto isto, ficam aqui algumas sugestões que a ajudarão a lidar com as responsabilidades do trabalho quando é difícil manter-se acordada:
• Mantenha um diário durante duas ou três semanas, de modo a identificar os períodos do dia em que tem mais e menos energia, e organize as suas principais responsabilidades de acordo com as conclusões a que chegar.
• Quando se sentir cansada durante o dia de trabalho, tente alterar as suas tarefas, fazer algum recado, levantar-se, esticar as pernas e sair para dar uma volta.
• Beba o mínimo de cafeína possível, especialmente ao fim da tarde e à noite.
• Se tem muitas vezes dificuldade em adormecer à noite, tente não dormir uma sesta durante o dia, ir para a cama demasiado cedo ou dormir até tarde. Estes hábitos, que podem parecer uma concessão necessária para alguém com privação de sono, podem perpetuar a insónia.
A melhor solução para a privação de sono é simplesmente dormir mais. Se não conseguir adaptar a hora normal de se deitar de modo a recuperar sono perdido, pense em dedicar uma noite por semana a ir para a cama cedo. Reduza ao mínimo a rotina matinal, de modo a dormir um pouco mais. Lembre-se de que dormir apenas mais cinco minutos por dia lhe dá meia hora de sono adicional por semana. Além disso, aproveite as oportunidades para “passar pelas brasas” durante a hora de almoço.


10 técnicas para dormir melhor

Você pode melhorar a qualidade das horas de sono que consegue ter.
Embora não possa alterar todos os
horários do bebé nem impedir uma criança doente de a acordar às 3 da manhã, pode melhorar a qualidade das poucas horas de sono que consegue ter. Veja como fazer, em 10 etapas:
1 - Diga não à cafeína, à nicotina e ao álcool ao fim da tarde e ao serão. Uma chávena de café ou um cigarro à tarde podem fazer com que o sono só apareça com horas de atraso e mais do que um ou dois copos de vinho ou cerveja torna o sono mais agitado. Lembre-se de que a cafeína não existe apenas no café ou no chá preto, mas também no chocolate, nos comprimidos dietéticos, em medicamentos e muitos refrigerantes.
2 - Faça exercício mas termine pelo menos três horas antes de se ir deitar. Dê tempo ao seu corpo para abrandar o ritmo após uma sessão de ginástica.
3 - Mantenha uma temperatura confortável no quarto e proteja-o de luz ou ruídos que possam despertá-la de um sono mais leve. A maioria das pessoas dorme melhor num quarto fresco.
4 - “Passar pelas brasas” durante 15 a 20 minutos durante o dia pode melhorar o seu estado de alerta, aguçar a memória e, em geral, reduzir os sintomas de cansaço. Mas não se esqueça de que dormir de dia pode perturbar uma boa noite de sono.
5 - Uma vez estabelecida uma
rotina regular para deitar o bebé à noite, faça o mesmo por si. Cerca de uma hora antes de se deitar, ponha de lado as contas por pagar ou o trabalho que trouxe para casa. Verta um pouco de óleo de lavanda ou camomila na banheira e tome um banho quente, prepare uma chávena de chá de ervas ou leite morno e sente-se com um bom livro antes de desligar a luz.
6 - Se, passados 30 minutos, ainda não conseguiu adormecer, não fique na cama às voltas. Levante-se, vá para outra divisão e ouça música relaxante ou leia até sentir sono. Não pode obrigar-se a dormir se ainda não estiver pronta para isso.
7 - Use a sua cama apenas para dormir e fazer amor. Se tem o hábito de ver as contas ou televisão na cama, pare já. Deve associar a cama apenas às actividades que a ela pertencem. E lembre-se: tente esvaziar a mente e não use a hora de deitar para resolver os seus problemas.
8 - Se se aperceber de que está a adormecer no sofá ou na cadeira de baloiço do quarto do bebé, force-se a ir para a cama. Habituar-se a dormir em todos os lugares menos na cama pode dar origem a
perturbações do sono mais tarde
.
9 - Evite refeições pesadas perto da hora de deitar. No entanto, se precisar de comer qualquer coisa antes de dormir, escolha um alimento com elevado teor de hidratos de carbono, como uma taça de cereais, já que pode mesmo estimular o sono.
10 - Se pensamentos a mil à hora a mantiverem acordada e ansiosa, tenha à mão um bloco de notas para onde possa descarregá-los até ao nascer do dia.
Fonte: Sapo Bebé

Um peixinho para o aquário

Tal como vos contei anteriormente, a Joana encontra-se a fazer uma adaptação progressiva à sala de 1 ano para, durante o mês de Novembro, frequentar a tempo inteiro este novo espaço.
Já conheci e falei com a futura educadora da Joana, pareceu-me uma pessoa dócil, responsável e dedicada. Durante a nossa última conversa, a educadora pediu-me para, em casa, fazer um peixe para um aquário que as crianças de 1 ano estão a construir. Será o peixinho da Joana para esse mesmo aquário mas com uma especificidade: não poderia ser um peixe plano, isto é, apenas desenhado e recortado de uma folha de papel.
Durante o serão de Sexta-feira, já a minha mente fervilhava de ideias: ia desenvolvendo umas, eliminando outras, criando e recriando detalhes. Comecei a colocar todos os materiais de lado para, durante o dia de Sábado, pôr mãos à obra!
Assim, idealizei um peixe o mais completo possível: colorido e apelativo para as crianças. E iria também enchê-lo para ficar bem gordinho!
Assim, comecei por desenhar, em duplicado, o contorno de um peixe, recortando as duas metades de seguida.


De seguida, peguei em duas pratas de tabletes de chocolate (também poderia ter utilizado papel de alumínio), alisei-as e colei ambas as metades do peixe em cada prata, recortando-as de seguida:




Para cada uma das metades, levantei os limites da prata pois o próximo passo foi coser ambas as metades do peixe.

Como não tenho máquina de costura (a costura não é o meu forte, confesso!), cosi o peixe à mão com linha branca. No topo, deixei, temporariamente, um pequeno espaço através do qual inseri um funil para encher o peixe de baguinhos de arroz.
Terminado o enchimento do peixe, costurei o remanescente e eis o peixinho já pronto:
O próximo passo foi decorar o peixinho. Idealizei fazer num dos lados do peixe um senhor e, no outro lado, uma senhora.
No lado do senhor fiz um olho e uma boca, colei uma gravata bem como pequeninas escamas (no topo), em forma de triângulos vermelhos e cor-de-laranja e, na cauda, coloquei uma amostra de diferentes texturas: a textura de papel, cartão, seda, lã, entre outros. Por último, na parte inferior do peixe, fiz quatro mini-serpentinas, entrelaçando duas fitas que colorira em ambos os lados com um marcador de cor diferente.
Eis o resultado final:


No outro lado, a senhora: fiz um olho e uma boca, colei o nome da Joana e em baixo um laço de seda. Novamente as escamas na parte superior, em forma de triângulos, desta feita compostos por joaninhas e, na parte inferior, as mesmas mini-serpentinas. Na cauda, optei por colar os números de 1 a 5 bem como, em relevo, as quatro estações do ano e um “acordeão” com listas coloridas.
Eis o resultado final:

E hoje vamos levar o peixinho para a creche!


domingo, 19 de Outubro de 2008

Deixar o biberão

A maior parte dos pediatras considera que os 9 a 12 meses de idade são um óptimo período para deixar de usar o biberão. (O ideal é conseguir concluir essa etapa por volta dos 13 ou 14 meses.)
A mudança para um copo também é preferível para a saúde dentária do bebé, tendo em conta que a sucção prolongada de líquidos com açúcar (incluindo sumos, leite de fórmula e leite) aumenta o risco de cáries.
Será útil usar copos de plástico com bico, ou copos evolutivos, durante a transição entre o biberão e o copo “a sério”. Na verdade, poderá até continuar a usar copos evolutivos até a criança entrar na escola, já que o bico impede o bebé de o entornar.
Se o bebé tiver dificuldade em adaptar-se ao bico do copo, tente usar um copo com bico parecido com uma tetina. Seja qual for o copo que decidir usar, certifique-se de que é inquebrável. Introduza o copo enchendo-o com um pouco de água e deixe o bebé experimentar.
Depois, use-o para substituir o biberão numa refeição por dia, quando o bebé estiver bem acordado e não precise do biberão para ajudar a adormecer. Por outro lado, alguns pais garantem que funciona um método mais radical: livrar-se de todos os biberões e passar directamente para o copo.
Se o bebé for saudável e se estiver a desenvolver normalmente, poderá conseguir essa adaptação com apenas um ou dois dias de protesto.

Fonte: Sapo Bebé

Friozinho na barriga

E eis que falta apenas uma semana para o primeiro aniversário da Bolotinha. Só de pensar, fico com “aquele” friozinho na barriga!
Já temos tudo preparado em termos de decoração sendo que hoje vamos encomendar o bolo.

3,2,1...está quase :-)


sábado, 18 de Outubro de 2008

Porque é que o meu bebé abana a cabeça?

Acredite ou não, o facto de abanar a cabeça (e por vezes o balanço do corpo a acompanhar) é uma actividade calmante para o bebé.

O movimento rítmico para trás e para a frente parece ajudar alguns bebés a relaxar e a adormecer. "Abanar a cabeça pode ser uma espécie de ritual para os bebés" explica a Dr. Cynthia Black, pediatra e especialista em desenvolvimento infantil em Columbus, Ohio.
"Nesta idade, não constitui qualquer motivo de preocupação." Mesmo em bebés com mais de 18 meses, afirma Black, só constitui motivo de preocupação se for acompanhado de sinais anormais, como agitar as mãos ou comportamentos obsessivos ou compulsivos e a falta de manifestação de carinho.
Outro motivo comum pelo qual os bebés abanam a cabeça é o alívio da dor, por exemplo, a dor provocada pelo rompimento dos dentes ou uma infecção nos ouvidos. Se o bebé abanar a cabeça apenas depois de se constipar, é preferível levá-lo ao médico para examinar os ouvidos.

Fonte: Sapo Bebé


Acabadinho de desembrulhar!

O miminho oferecido pela querida mamã do Rafinha (http://www.ashistoriasdorafinha.blogspot.com/), cujo blog adoramos ler!

Desta feita, vamos dedicá-lo a todas as mamãs e seus bebés que nos visitam :-)

Levem com vocês os dois miminhos, este e o imediatamente anterior, claro está!

Miminho

Esta semana recebemos um miminho da mamã da Isabella (http://amoreternodanieisa.blogspot.com/) a quem muito agradecemos o carinho.
Dizem as regras deste miminho o seguinte:


“1. O vencedor recebe o prémio e poderá colocá-lo no seu blog;

2. Devemos fazer referência à pessoa que nos endereçou o miminho;
3. Enviar o mesmo prémio para 7 pessoas cujos blogs sejam uma inspiração;
4. Deixar um comentário nos blogs seleccionadas permitindo assim que eles saibam que foram presenteados e quem os presenteou!”.


Concordo com tudo menos com o facto de ter que seleccionar 7 blogs. Impossível!

Assim, vou a cada cantinho distribuir este miminho, esperem por nós :-)

sexta-feira, 17 de Outubro de 2008

Assadura da fralda

O que causa a assadura do meu bebé?
A assadura do bebé deve-se muito provavelmente a fricção ou humidade, embora também possa ser consequência de uma infecção da pele. Não entre em pânico – lidar com esta situação faz parte das tarefas de cuidar do bebé. Na verdade, mais de metade dos bebés com 4 a 15 meses de idade têm pelo menos uma assadura de fralda em cada dois meses.
Conheça em seguida os diferentes tipos de assadura que o bebé pode apresentar na zona da fralda:

Humidade ou fricção da fralda
O aspecto
Parte da pele que esfrega na fralda do bebé – com maior probabilidade na zona genital e nas ancas e nádegas – pode ficar vermelha e com “bolhas de água”. Ou então o bebé pode apresentar uma erupção plana e vermelha nessas zonas.
A causa
Por vezes, basta a fricção da fralda ou produtos químicos ou fragrâncias de uma fralda descartável ou de um detergente para irritar a pele do bebé e provocar a assadura. Este tipo de assadura é conhecido como dermatite de contacto. No entanto, a causa mais frequente da assadura é a humidade. Mesmo com as fraldas mais absorventes, a pele do bebé fica sempre um pouco húmida. E quando as bactérias das fezes do bebé se misturam com a urina, os químicos da urina decompõem-se, formando amónia, a qual pode ser muito agressiva.
Embora qualquer bebé que permaneça com uma fralda suja durante demasiado tempo fique certamente com o rabinho vermelho, a verdade é que pode acontecer a qualquer bebé com pele particularmente sensível, mesmo que os pais mudem a fralda com muita frequência. Além disso, se o bebé tomar antibióticos, um dos efeitos secundários pode ser a diarreia, o que também pode provocar assadura.

Infecção por fungos (candida)
O aspecto
Se uma infecção por fungos estiver na origem da assadura do seu bebé, irá notar a presença de pontinhos vermelhos que se multiplicam e, quando se acumulam, formam uma mancha de erupção elevada e brilhante ou uma erupção vermelha escura com contornos definidos. A área afectada fica vermelha e pode ficar sensível ou dorida e o prurido pode afectar mesmo as dobras de pele em torno dos genitais e das pernas do bebé. Raramente se manifesta apenas nas nádegas, mas é possível que as afecte também.
A causa
Se a pele do bebé estiver irritada – devido a uma fralda molhada, por exemplo – o fungo normalmente existente no organismo consegue penetrar nas fissuras da pele e desenvolver-se, causando a assadura. Além disso, por vezes, os bebés a tomar antibióticos sofrem de infecções por cândida albicans, já que os antibióticos reduzem o desenvolvimento das bactérias saudáveis (que ajudam a limitar o desenvolvimento do fungo), para além das bactérias nocivas. Alguns bebés com sapinhos também desenvolvem infecção por fungos. Nesse caso, o seu médico pode receitar um medicamento antifúngico para aplicar na zona da fralda.

Seborreia
O aspecto
A dermatite seborreica da fralda não é comum e não é bonita de se ver. Se o seu bebé a tiver, verá uma grande erupção vermelha, aumentada, áspera e gordurosa a partir da parte inferior do abdómen até à virilha.
A causa
Não se sabe ao certo. Durante algum tempo, os especialistas pensavam que a dermatite seborreica da fralda – como a crosta láctea – era causada pela actividade excessiva das glândulas sebáceas da pele. (Alguns especialistas consideram que estas glândulas são estimuladas por hormonas que o bebé recebeu da mãe antes do nascimento.) No entanto, outras investigações não estabelecem a relação causa-efeito tão definida.

Infecções bacterianas
O aspecto
Se o bebé apresentar manchas amarelas com ressudação ou borbulhas com pus, é possível que sofra de uma infecção bacteriana, por ex. impetigo.
A causa
Este tipo de prurido é causado por bactérias. Apesar de não ser um caso de emergência, deve consultar de imediato o médico se pensar que o bebé pode ter uma infecção bacteriana e este poderá receitar um antibiótico tópico ou oral.

Qual é a melhor forma de tratar a assadura da fralda?
O melhor remédio é manter o bebé limpo e seco, mudando a fralda com frequência. A utilização de um creme barreira – que cobre a pele com uma camada de protecção – após cada muda de fralda, pode ajudar a proteger a pele do bebé da agressão das fezes e da urina. Se estiver bom tempo e for possível brincar na rua ou numa divisão com chão fácil de limpar, tire a fralda (e a pomada) durante o máximo de tempo, todos os dias, para que o contacto com o ar acelere a cicatrização da pele. Pode considerar a possibilidade de deixar o bebé dormir com o rabinho nu, com um resguardo de plástico por baixo do lençol, para assim ajudar a eliminar a lesão.
Se a pele do bebé for particularmente sensível, evite os toalhetes disponíveis no mercado que contenham álcool, fragrâncias ou outros produtos químicos. Nestas situações aconselha-se o uso de um borrifador ou um termo com água morna e compressas para uma limpeza fácil e suave.
Nos casos ligeiros a moderados, o eritema ou assadura da fralda deverá desaparecer ao fim de três ou quatro dias, com o tratamento adequado, mantendo o rabinho bem seco. Se as lesões lhe parecerem infectadas (com bolhas e feridas abertas), ou persistirem, ou alastrar, fale com o pediatra. Este poderá receitar um medicamento adequado.

O que fazer para evitar a assadura da fralda?
Algumas medidas preventivas:
• A melhor defesa contra a assadura da fralda é um rabinho seco, por isso

mude a fralda o mais rapidamente possível quando verificar que está suja ou molhada.
• Limpe bem a zona genital do bebé em cada muda de fralda. Seque bem a pele com pequenas palmadinhas, não esfregue.
• Cubra o rabinho do bebé com uma camada fina de creme de protecção. Existem diversos bons cremes barreira no mercado, incluindo pomada com vitamina A e óxido de zinco branco (que é mais espesso e bom para proteger a pele muito sensível). Pode no entanto esquecer o pó de talco, já que o bebé pode inalar o pó e prejudicar os pulmões.
• Quando o bebé começar com os alimentos sólidos, introduza apenas um alimento de cada vez e espere alguns dias até introduzir outro. Desta forma, será mais fácil perceber se uma assadura da fralda foi causada por uma alergia alimentar e assim retirar esse alimento da dieta do bebé.
• Aconselha-se a mudar de marca de fraldas descartáveis, pois os próprios produtos e revestimentos de que são feitas, são diferentes e por vezes só com a mudança de marca observam-se melhoras.
• Evite lavar as fraldas com detergentes que contenham fragrâncias e não utilize amaciador – a maioria é irritante para a pele do bebé. Utilize água quente e passe as fraldas duas vezes por água. Pode também adicionar meia chávena de vinagre na primeira água, a fim de eliminar os irritantes alcalinos. Se utilizar fraldas descartáveis, tente mudar de marca para ver se ajuda.
• Amamente o bebé enquanto puder. A urina do bebé e a alcalinidade das fezes podem irritar a pele, ficando por isso mais sensível a potenciais assaduras. O leite materno pode ajudar, dado que reduz o pH das fezes do bebé, tornando-as mais ácidas. A
amamentação também estimula a resistência do bebé contra infecções em geral, sendo menor a probabilidade de necessitar de antibióticos que também possam contribuir para a assadura da fralda.

Fonte: Sapo Bebé

Ibidi-dabipchi-edumbadém-bdumbdbé-idididi-adáadé-idi-adumdumdum-édum-ébedé-ébebé-bebé-édá-dádá...

Tentei reproduzir fielmente um dos palrares mais extensos da Joana, que dura uns generosos minutos, sempre que ela está entretida a brincar ou quando acaba de acordar ou ainda nos nossos passeios de carro.

Quem resiste?!

quinta-feira, 16 de Outubro de 2008

As crianças e a televisão: riscos

As crianças com menos de 8 anos, têm muitas dificuldades em entender que a publicidade é uma forma de vender um produto, tornando-se assim impossível ver qualquer defeito no objecto anunciado.

Os riscos de ver muita televisão são bem conhecidos e estudados.

Violência

A violência na televisão surge como uma ameaça ao seu filho de duas formas diferentes. Em primeiro lugar, embora os pais queiram transmitir aos filhos que a violência e a agressividade não são o melhor caminho para a resolução de problemas, muitas vezes a televisão apresenta-a sob o ponto de vista dos "bons", dos heróis que simplesmente fazem justiça e dão aos "maus" aquilo que eles merecem, transmitindo a ideia errónea de que, dependendo de quem a pratica e das suas intenções, a agressividade é um acto justificado. Por outro lado, ver cenas de violência pode assustar a criança, de formas variadas dependendo da sua idade. Dos 2 aos 7 anos, a criança fica particularmente assustada com cenas que apresentam figuras grotescas como bruxas e monstros, pois nesta fase tem ainda alguma dificuldade em distinguir a fantasia e a realidade. Mais tarde, dos 8 aos 12 anos os medos associam-se a cenários de desastres naturais, guerras ou situações em que as crianças são vítimas, quer estas sejam apresentadas em ficção, nas notícias ou em reality-shows.

Comportamentos de risco

Quem vê televisão sabe que quer em séries de ficção, filmes ou anúncios, comportamentos de risco como o consumo de álcool, drogas ou tabaco são apresentados como sendo cool e normal, não apresentando muitas vezes as reais consequências destes hábitos. Da mesma forma, a actividade sexual é muitas vezes banalizada e descontextualizada, não se dando qualquer importância ao perigo de doenças sexualmente transmissíveis, gravidez na adolescência e outras doenças problemáticas que daí poderão advir.

Obesidade

Bem conhecida e comprovada é a ligação entre a televisão excessiva e a obesidade infantil, esta última constituindo já um grave e preocupante problema de saúde pública. As razões desta associação são óbvias: por um lado, se uma criança passa grande parte do seu tempo a ver televisão (actividade que não exige grande dispêndio de energia), passa menos tempo a realizar actividades menos sedentárias como jogar à bola, ou às escondidas, que exigem que corra ou se movimente, tornando-o mais susceptível ao aumento de peso. Por outro lado, a criança é bombardeada constantemente com anúncios de alimentos "fáceis", apelativos e altamente energéticos como os snacks, hambúrgueres, chocolates, gomas, batatas fritas e bebidas gaseificadas, que ainda por cima associam muitas vezes a oferta de brindes (dos heróis da TV mais conhecidos), tornando-as absolutamente irresistíveis para qualquer criança. Esta combinação de sedentarismo com alimentos de elevado teor calórico é uma das grandes responsáveis pela epidemia do século XXI como já é apelidada a obesidade!

Alteração dos padrões de sono

O risco de vermos alterados os padrões de sono das nossas crianças pelo facto de verem muita televisão apresenta-se sob duas formas: a primeira, e decerto bem presente no dia-a-dia de muitas famílias reside na dificuldade que muitos pais têm em arrancar os filhos da frente do ecrã na hora de deitar. Cada vez mais programas com conteúdos apelativos para os mais jovens passam a horas tardias, fazendo com que muitas vezes o sono seja preterido em detrimento deste ou daquele programa. Deste modo a criança deita-se mais tarde, mantendo a hora de levantar, ficando privada do sono tão essencial para o seu normal desenvolvimento e rendimento escolar. A outra forma da afectação do sono prende-se com o conteúdo dos programas a que a criança assiste. Nos mais novos, figuras agressivas (monstros, bruxas, etc.) geram medos e angústias que podem perturbar o sono causando insónia ou terrores nocturnos. Nas crianças mais velhas, que assistem frequentemente aos noticiários, pode levar a uma certa ansiedade e medo de acontecimentos muitas vezes aí reportados como crimes violentos, guerras ou catástrofes naturais.

Publicidade

A publicidade é um dos grandes perigos da televisão, não só por influenciar aspectos como a obesidade e os comportamentos de risco, como pela ansiedade que pode causar na criança que quer ter determinado produto altamente publicitado. Isto pode constituir um grave problema para os pais na medida em que o filho simplesmente exige o objecto anunciado, causando muitas vezes rivalidades e disparidades entre os pares (os amiguinhos que têm e os que não têm). As crianças com menos de 8 anos têm muitas dificuldades em entender que a publicidade é uma forma de vender um produto, tornando-se assim impossível ver qualquer defeito no objecto anunciado, tornando-o ainda mais apelativo.

Por fim, alguns conselhos para os pais que querem tornar a televisão uma actividade mais segura para os seus filhos:

- Retire a televisão do quarto das crianças e coloque brinquedos, jogos e outras alternativas apetecíveis na divisão onde esta se encontra.

- Desligue-a na hora da refeição, privilegiando assim um momento de convívio em família.

- Seleccione os programas mais adequados de acordo com a idade da criança, e idealmente, veja-o com o seu filho - isso proporcionar-lhe-á uma forma de filtrar conteúdos, bem como ir explicando e educando à medida que o programa decorre.

- Discuta as suas preocupações com outros pais e professores, assim poderá evitar que o seu filho seja o único que não vê este ou aquele programa, sentindo-se de certa forma diferente.

- Veja também poucas horas de televisão: além de dar o exemplo, é mais tempo que poderá passar com o seu filho a praticar desporto, ler ou simplesmente brincar...

Por: Joana Dias com a colaboração de Augusta Gonçalves, pediatra do Hospital São Marcos em Braga

Fonte: Educare

Para o Dia Nacional da Fertilidade


Pão com manteiga...quem gosta?

A Joana provou, pela primeira vez, pão com manteiga e não gostou...adorou!Segundo um livrinho da Nestlé, o bebé poderá comer ocasionalmente pão com manteiga a partir dos 12 meses. Como a Joana está próxima desta idade, decidimos experimentar dar-lhe pão com manteiga (sem sal) e ela ficou uma boa meia hora de volta do pão. E comeu tudo, não apenas a manteiga!

quarta-feira, 15 de Outubro de 2008

E vocês?!


find your inner PIE @ quizmeme.com

Socorro! Ele/a faz chichi na cama…

"Sou mãe de uma menina que acaba de fazer 6 anos e que ainda faz chichi na cama. Venho pedir uma opinião, uma vez que tenho um irmão que também teve enurese, talvez devido à morte da bisavó que ficava com ele em pequenino e lhe dava muita atenção e carinho...A minha filha também sofre de enurese. Como nós pais temos profissões absorventes e vivemos longe do local de trabalho, temos uma vida um pouco desorganizada. Será que esta situação pode ter a ver? Tenho também a acrescentar que o meu marido gostaria de ter tido um filho rapaz e que a nossa filha percebeu e faz de "maria-rapaz", vestindo sempre calças e recusando-se a usar ganchos e saias. Nunca a contradigo e não me importo, pois acredito que não é o mais importante. Dou-lhe carinho e o pai também, apesar de todas as divergências que tentamos superar (...)".

Se esta criança não apresentar patologia orgânica que justifique a eliminação repetida de urina para a cama, e isto já acontecer há pelo menos três meses, podemos afirmar que se trata de uma situação de enurese. Com seis anos, esta menina já deveria ter feito a aprendizagem do controlo dos esfíncteres, uma vez que a maioria das crianças está preparada para tirar a fralda de noite até aos 4 anos.A enurese é um das situações que frequentemente levam os pais a recorrerem ao apoio psicológico, querendo sempre saber o porquê de os filhos apresentarem este problema. Esta é uma pergunta de difícil resposta porque, apesar de se procurarem insistentemente causas generalizáveis, é cada vez mais consensual entre os especialistas que esta patologia resulta da combinação de vários factores.Os dados estatísticos mostram que uma elevada percentagem de enuréticos nocturnos têm, pelo menos, um familiar em primeiro grau que é ou foi enurético. Efectivamente, a elevada incidência familiar da enurese leva a considerar a hereditariedade como um factor etiológico. O facto de se atribuir a incapacidade de controlar os esfíncteres aos genes tem os seus perigos, porque pode gerar sentimentos de impotência, uma vez que os genes são vistos como entidades nas quais não se pode mandar. Assumir que a enurese não pode ser justificada por um único factor e que os genes poderão dar o seu contributo, mas não na totalidade, é fundamental para evitar cruzar os braços e para procurar outras armas, no sentido de lutar contra este problema, que "não mata mas mói".Antes de partir para uma intervenção psicológica, é fundamental fazer um despiste médico, uma vez que, embora em número reduzido, existem problemas de enurese que se podem justificar por factores orgânicos. Se medicamente nada justificar a falta de capacidade para controlar a urina, é importante explorar outro tipo de hipóteses de ordem mais psicológica, sendo nesta etapa a ajuda de um psicólogo importante. Este profissional poderá ajudar a família a definir um plano de intervenção e a conhecer as estratégias mais adequadas para actuar face a uma cama frequentemente molhada. Num contexto informativo mais alargado, este técnico poderá também ajudar a perceber se a desorganização familiar de que fala esta mãe é ou não factor de risco e o peso que tem na vida desta criança o facto de não ter nascido com "pilinha"...Embora a taxa de remissão espontânea da enurese seja elevada, "deixar andar e esperar que passe" não me parece de todo a melhor solução, já que a enurese é fonte de sofrimento para os mais novos e gera tensão familiar. A criança enurética sente-se frequentemente humilhada e isola-se, avalia-se como menos competente que os seus pares e tem baixa auto-estima.Face ao exposto, o melhor mesmo é pedir ajuda no sentido de tentar encontrar as melhores soluções, o mais rapidamente possível.


Fonte: Educare

15 de Outubro: Dia Internacional da Perda Gestacional


Neste dia que hoje assinala a perda gestacional, queremos enviar um grande beijinho e um enorme abraço a todos os pais que, infelizmente, perderam o(s) seu (s) bebé(s).
Assinamos há instantes a petição para instaurar neste dia 15 de Outubro o Dia Internacional da Perda Gestacional. Para tal, o Projecto Artémis necessita de 4000 assinaturas sendo que, actualmente, a petição conta com cerca de 1600 assinaturas. Vamos apoiar esta nobre causa!

http://www.petitiononline.com/Dia/petition.html

Fitinha sim, gancho ainda não!

Parece-nos que a Joana está a gostar mais de fitinhas do cabelo, apesar de por vezes as ir buscar para ficarem junto à gola das suas camisas ou pólos, como se de um colar se tratasse!

Ganchos é que não, de todo...talvez daqui a uns anitos :-)

terça-feira, 14 de Outubro de 2008

Os primeiros passos do seu bebé

Existe alguma coisa que possa fazer para encorajar o meu bebé a começar a andar ou está tudo geralmente pré-determinado?

Os primeiros passos do bébé são um importante marco no seu desenvolvimento, cujos pais jamais esquecem. Mas esta altura pode causar ansiedade, sobretudo a pais com familiares e amigos com crianças que começaram a andar cedo. No que diz respeito a andar, os bebés têm o seu ritmo próprio e quando finalmente dão o seu primeiro passo, este não é reflexo da sua inteligência, tamanho, ou das capacidades parentais da mãe ou do pai.
Ruth McCamus, antiga Supervisora Clínica da Família do Hospital de Toronto para Crianças Doentes, assegura que no que concerne a andar, cada bebé é único. “Em média, uma criança começa a andar entre os 12 e os 14 meses, mas é provável existirem diferenças significativas. Algumas crianças começam a andar muito mais cedo e outras chegam a andar apenas aos 21 meses”.

Enquanto que não podemos apressar um bebé a dar os primeiros passos, existem coisas que podem retardá-lo. Segundo Ruth McCamus, “quando um bebé gatinha muito bem, ou se movimenta de forma eficiente no andarilho, ele pode gostar dessa forma de mobilidade e ter dificuldade em largá-la”. McCamus acrescenta que existe pouco que os pais podem fazer para que os seus filhos comecem a andar excepto “proporcionar um ambiente encorajador repleto de reforços a cada progresso. E o próprio bebé ficará deliciado com os seus feitos”.

O pediatra Dr. Marvin Ghans, concorda que para além do encorajamento, não existe nada que os pais possam fazer para acelerar o processo de caminhar dos bebés. “As crianças dão o primeiro passo quando se sentem prontas”, e acrescenta Ghans que “é bom levá-los pela mão e caminhar com eles e ajudá-los a suportarem-se, mas eles não precisam de lições”. Ele sublinha ainda que se deve evitar o uso de andarilhos. “Os andarilhos são causa de muitas lesões sérias em crianças, sobretudo envolvendo escadas”.

A maioria das crianças já caminham quando chegam aos 18 meses, no entanto se o seu bebé ainda não o faz com esta idade, é aconselhável consultar o seu pediatra.

In: “www.TheParentReport.com”

Para a minha avó

Fui a tua primeira neta. A menina dos teus olhos, a tua Sofia, como sempre me chamavas.
Perdi-te para um cancro da mama há quatro anos e meio. Fui a última pessoa a ver-te em vida e a primeira a saber que te tinhas fundido com o brilho das estrelas. A partir desse dia fiquei órfã de avó. A minha segunda mãe. A partir desse dia, todas as recordações lavraram um sulco dentro de mim, como um riacho que abre o seu caminho pelo campo, e ficaram à janela do meu coração, viradas para o céu, à espera de te ver. Contigo levaste uma fotografia, que eu coloquei bem junto ao teu coração. Para não te sentires sozinha. Para te lembrares sempre de mim. Dizem que as almas, quando sobem ao céu, não se conhecem. Mas eu não acredito. Como poderemos nós amar tanto alguém em vida para depois a deixarmos de conhecer? Não seria uma perda de tempo, uma perda de laços, uma perda de memórias? Um dia, mais tarde, é tal o meu desejo de te ver, de te abraçar, de adormecer no teu colo, que irei perguntar a todos os anjos pelo teu paradeiro, pela tua nova casa. Por aquela janela virada para o céu onde eu sei que tu te encontrarás.
Vó, assim te chamava, lembras-te? Lembras-te das férias grandes, quando eu passava quinze dias contigo e com o avô? Íamos à praça a pé, jogávamos às raquetes, visitávamos as vizinhas, comprávamos rebuçados na mercearia mais próxima? Ainda se encontrava de tudo na praça. Ainda as bolas das raquetes apareciam sempre, mesmo perdidas por entre as ervas altas, ainda as vizinhas tinham a porta aberta, ainda os rebuçados ficavam adormecidos naqueles fracos altos, de vidro, com um rótulo em que se escrevera à mão “Rebuçados sortidos”.
Começaste a aprender a ler e a escrever na mesma altura que eu, movida pela curiosidade e pela necessidade de apreender o mundo escrito. Ofereci-te um estojo (verde, com a cara de um gato estampada), um caderno, um lápis, uma borracha, uma régua, uma esferográfica. Ficaste feliz e disseste: “Agora, quando tivermos muitas saudades uma da outra, podemos escrever cartas. E assim ficaremos mais perto. Nem que seja em pensamento.”
Tinhas aulas à noite, na escola. O avô ficava em casa. Numa noite fria de Janeiro, regressaste a casa e o avô tinha partido. Um ataque cardíaco fulminante deixara-o sentado no sofá da sala. Entregue a si mesmo.
Após o teu luto, ergueste-te e, muitos anos depois, refizeste a tua vida. No entanto, mais uma vez e decorridos dois anos de convivência, perdeste o teu companheiro para uma pneumonia. Foram duas perdas duras. Regressaste à tua casa, que nunca desejaste vender por ser a tua independência. Para além das tuas malas, trazias contigo um pequeno recipiente com os últimos morangos que cultivaste com tanto carinho antes do teu companheiro partir. Penso que este foi um dos gestos mais singelos da tua pessoa. No meio de roupas, acessórios pessoais e fotografias, estava um fruto, uma vida, um produto do teu zelo.
Cinco anos depois foi-te diagnosticado um nódulo maligno num dos seios. Tinhas 75 anos. Quiseste retirar o peito porque a tua vontade de viver era superior a tudo. Mesmo à dor de perder um pedaço do teu corpo. No entanto, nada te salvou. Depressa o cancro se espalhou por ti, como uma grande mancha de óleo que se alastra no oceano do tempo. Foste acometida por fortes dores de cabeça que te levavam a ficar o dia todo de cama. O teu discurso começou a cair nas malhas do esquecimento. O último órgão vital a ser fustigado foi o cérebro. Fizeste radioterapia e quimioterapia. Quando perdeste a fala, soube que nunca mais te ouviria a chamar o meu nome. Mesmo assim, quando no teu quarto, já na unidade de cuidados paliativos, eu te chamava “Ó vó!”, tu respondias com um monossílabo gutural. Estavas a ouvir-me. Sabias que eu estava ali. Aproximava-me da tua cama e tu olhavas-me com um olhar enevoado, de criança perdida. Uma vez vi os teus olhos encherem-se de lágrimas. E eu quis chorar contigo. Abraçada a ti. Com medo do dia em que não mais viria o verde dos teus olhos. Uma outra vez, abraçaste-me e deste-me pancadinhas leves nas costas. Como quem diz que está tudo bem. Como quem diz que a vida é para ser vivida. Não ali, não presa a uma doença má, ingrata, silenciosa, ruim. Sempre quiseste ir morrer a casa. Antes de deixares de falar reiteravas as tuas saudades de casa. Vó, desculpa, não fomos a tempo. Pensámos em comprar uma cama especial, em contratar uma enfermeira, em garantir o teu transporte em segurança. No entanto, quiseste ir para casa antes. Sem o teu corpo. Apenas a tua alma. A tua casa ainda não foi vendida, vó. Está lá, como que suspensa no tempo. Os pais vão lá limpá-la sempre. Abrem as janelas e olham para as fotografias, tuas e nossas, que se encontram na mesa da sala.
No dia depois de casar, fui dar-te o meu bouquet. No dia em que a Joana nasceu, soube que estiveste comigo. É a tua primeira bisneta. A menina dos teus olhos. Hoje, está a Joana quase a fazer um ano e, por vezes, dou por mim com ela a apontar para a tua fotografia que está em cima da mesa da sala. No meio de três molduras, é a tua que a Joana prefere. Coloca o seu dedinho no centro da tua face e diz “Bám!”. Eu respondo-lhe: “Irias gostar muito de conhecer a bisavó. Um dia conto-te a história dela”.Nunca fui capaz de escrever sobre ti. A dor era imensa e não conseguia articular uma frase sem chorar. Hoje a dor transformou-se em saudade. E não te digo que não chorei algures durante este texto. Tu sabes que não é verdade. Viste-me a escrever estas palavras. Eu sei que sim. Algures numa janela virada para o céu. Amo-te, vó! Para sempre.

segunda-feira, 13 de Outubro de 2008

Guerra ao piolho

De facto, as crianças em idade escolar são o grupo mais afectado pelo Pediculus humanus capitis (vulgo piolho da cabeça). Estes parasitas, de cor castanho-acinzentado, medem cerca de 2,5 mm de comprimento.

Como é possível que um ser tão pequeno seja capaz de causar semelhante "dor de cabeça" a pais e professores? E sobretudo uma comichão intensa no couro cabeludo das crianças?! De facto, as crianças em idade escolar são o grupo mais afectado pelo Pediculus humanus capitis (vulgo piolho da cabeça). Estes parasitas, de cor castanho-acinzentado, medem cerca de 2,5 mm de comprimento. Eles fixam os seus ovos aos fios de cabelo, perto do couro cabeludo, por uma substância pegajosa, assumindo a forma vulgarmente conhecida como lêndea.O regresso às aulas, devido ao contacto mais próximo entre as crianças, é a altura do ano mais propícia ao contágio. Este é feito mais frequentemente por contacto interpessoal próximo (cabeça-a-cabeça), mas também é comum a transmissão através da partilha de chapéus, escovas e outros objectos pessoais de pessoas contaminadas. O simples acto de pendurar a roupa (infectada) junto de outra no bengaleiro da escola é o suficiente para fazer proliferar esta 'praga' num estabelecimento de ensino e mesmo dentro das próprias famílias. E se pensa que este "mal" nunca vai acontecer ao seu filho porque higiene é coisa que não falta lá em casa, está enganado!A pediculose afecta tanto cabeças limpas como pouco limpas, crianças pobres ou crianças de classe média e alta, cabelos curtos ou compridos. O piolho necessita de uma superfície com cabelo para sobreviver, sendo, fora do hospedeiro, viável apenas durante 48 horas e a lêndea durante 10 dias. Apesar de o cabelo curto ser menos convidativo para estes parasitas, ele não é, por si só, uma protecção segura contra estes minúsculos insectos. Então, o que fazer?Em primeiro lugar, é essencial não ter vergonha de falar neste assunto e acima de tudo saber que piolhos não são sinónimo de falta de higiene. O melhor aliado dos piolhos é o silêncio que se faz à sua volta por, ainda hoje, ser considerado por muitos um assunto tabu. É muito importante avisar a escola se chegar à conclusão que o seu filho trouxe para casa uma série de novos "amiguinhos" pendurados no cabelo. Por outro lado, os responsáveis pelo estabelecimento de ensino têm obrigação de comunicar aos pais se verificarem o aparecimento de um surto de pediculose. Só assim é possível cortar o mal pela raiz e pôr em prática o tratamento adequado.A comichão intensa e a irritação da pele da cabeça são os sinais clínicos mais preponderantes, que é mais evidente na região da nuca e atrás das orelhas. Infelizmente, quando a infestação é detectada, geralmente já dura há várias semanas.Uma maneira simples de perceber há quanto tempo os parasitas estão no hospedeiro é medir a distância das lêndeas do couro cabeludo. Sabendo que o cabelo cresce em média 1 cm por mês, as lêndeas afastadas mais de 2 cm do escalpe indicam mais de dois meses de postura. É difícil encontrar um piolho vivo, visto que estes insectos se movem com muita rapidez. Por isso, o diagnóstico é feito mais vezes através da existência dos seus ovos (lêndeas), de cor branco-nacarado, com cerca de 0,8 mm e firmemente agarrados à haste do cabelo. Um problema que se põe é distinguir outras situações que podem simular a pediculose, como a caspa, a seborreia ou produtos para o cabelo de uso comum, como o vulgar gel. Estes distinguem-se das lêndeas porque são fáceis de remover com as pontas dos dedos.O piolho alimenta-se de sangue e por isso começa por morder a pele da cabeça. Esta mordedura não causa dor por si só, mas quando está a sugar o sangue, este insecto expele saliva, a qual tem características alergizantes. Isto causa inflamação da pele da cabeça e uma intensa comichão. Ao coçar-se, o indivíduo faz com que as fezes do piolho entrem nas feridas, o que aumenta ainda mais a inflamação e a comichão. Este ciclo vicioso pode levar à infecção secundária por bactérias destas lesões, levando por vezes ao aparecimento de gânglios no pescoço. Muitas vezes, a criança passa a noite inteira a coçar-se, dorme mal e vai para a escola muito sonolenta. Claro está que com sono e muita comichão é difícil estar com a concentração adequada nas aulas. Por isso, há quem fale na relação causa-efeito da pediculose e baixo rendimento escolar.




Tratamento


No que diz respeito ao tratamento, existem vários insecticidas na forma de champôs ou cremes de lavagem que são bastante eficazes na eliminação de piolhos e lêndeas. Uma vez que o período de incubação dos ovos do piolho varia de 6 a 10 dias, após a primeira aplicação, esses medicamentos devem ser aplicados novamente dentro de uma ou duas semanas para atingir os parasitas que tenham aparecido entretanto.A maioria das respostas insuficientes ao tratamento é devida à má técnica empregue ou à falta de repetição do tratamento em tempo útil. Existem, no entanto, evidências do aparecimento de resistências aos insecticidas. Como medida adjuvante, é importante usar uma solução de mistura de vinagre e água (deixar actuar durante meia hora) ao pentear os cabelos com um pente de dentes apertados. É que as lêndeas são muito difíceis de remover e o vinagre é usado para amolecer a substância que fixa firmemente as lêndeas aos fios de cabelos. Este procedimento deve ser repetido diariamente durante vários dias.Mesmo quando já não parecer existirem mais piolhos, é prudente examinar o cabelo uma vez por semana. Os pais devem saber que a comichão pode durar semanas após um tratamento bem sucedido. É importante sublinhar este facto, pois tratamentos repetidos podem ocasionar uma dermatite de contacto. A maioria destes produtos é irritante para a pele que já de si está irritada e inflamada devido à acção da saliva e das fezes dos parasitas nas feridas.As lêndeas são muito sensíveis ao calor e por isso as roupas de cama e de corpo devem ser lavadas com água bem quente e passadas a ferro a altas temperaturas. Chapéus, roupas e outros objectos que não possam ser tratados pelo calor, devem ser selados num saco de plástico durante quatro semanas; qualquer piolho que tenha eclodido durante este período morrerá de fome. O ambiente deve ser aspirado com aparelho a vácuo. Não é aconselhável o uso de insecticidas para o ambiente.Todos os membros do agregado familiar devem ser tratados ao mesmo tempo para erradicar a infestação. Por vezes surgem dúvidas quanto à necessidade de tratar os animais domésticos. O tratamento é completamente desnecessário pois o piolho não se transmite aos animais.Finalmente, põe-se a questão da proibição ou não de frequentar a escola durante a infestação. Em Portugal, cada estabelecimento de ensino dita as suas próprias regras, pois este é um assunto discutível. Se por um lado é importante afastar a criança dos outros alunos para evitar a transmissão contínua, por outro convém lembrar que quando se identifica o problema, a criança já tem piolhos há várias semanas. Mais uma vez se lembra que o facto de o seu filho ser afastado da escola por uns dias não significa que a família tenha falta de higiene; significa, simplesmente, que os responsáveis da escola pretendem minimizar o número de crianças infestadas.


Por: Gabriela Marques Pereira, interna complementar de Pediatria


Fonte: Educare

Paixão

Lembram-se de, há dias, vos ter falado da amiguinha faz-de-conta da Joana, a “Ratinha Bia”? Pois é, parece que a amizade se está a tornar em paixão ou não fosse a Joana gritar de entusiasmo sempre que vê a sua amiguinha, apontando com o dedo e abraçando-a logo que coloco a “Ratinha Bia” a um palmo de si!

É uma ternura de se ver... :-)

domingo, 12 de Outubro de 2008

Os primeiros amigos

Durante o primeiro ano, concentrado nas habilidades físicas, o bebé prefere a companhia dos pais a qualquer outra. Adapta-se aos cuidados da ama, educadora, ou avó, e até pode apreciar alguma interacção pontual com outros familiares e amigos, mas nada de muito continuado ou duradouro. No segundo ano, a socialização toma uma importância maior. Descobrir o mundo é também descobrir o prazer de se relacionar com os outros, de os fazer rir e de rir com eles, de partilhar experiências. A linguagem ajuda-o a fazer a ponte e o bebé descobre o prazer de provocar reacções, conversar, comunicar. Mas neste processo, tudo dependerá também da sua personalidade. Ser mais expansivo, comunicativo, aberto ao exterior são características que proporcionam uma socialização mais fácil, pacífica, quase instintiva. Para as crianças mais tímidas ou reservadas, o processo pode ser mais demorado, o que não significa que isso acarrete algum problema. O importante é não forçar a criança, dar-lhe tempo e respeitar o seu ritmo. Se não quer dar beijinhos a um desconhecido, se não vai para o colo da tia assim que ela aparece, se se esconde atrás das pernas da mãe ou se mergulha no calor do seu pescoço assim que um estranho se aproxima, o pior que se pode fazer é dar muita importância ao caso.


Pequenos sedutores

Nesta fase, as crianças precisam e apreciam o processo de «sedução», como se de um jogo se tratasse. Perante alguém que não conhecem bem, aparecem e escondem-se, sorriem e viram a cara e, passado pouco tempo, já estão ao colo ou a brincar com o sedutor/seduzido. A ansiedade da separação pode estar no seu auge - entre os 9 e os 18 meses. A criança só se sente segura com os pais e os avós e tem medo que desapareçam de repente, mas com o tempo, vai ganhar segurança, sobretudo quando as suas rotinas não estão a ser quebradas. Quanto às outras crianças, mais velhas ou da mesma idade, vai demorar algum tempo até que haja uma verdadeira interacção. Até podem estar ao lado um do outro, mas dois bebés com um ano vão brincar cada um por si e não um com o outro. Olham-se com curiosidade, podem cumprimentar-se, fazer uma festa, mas depois cada um vai à sua vida. Daí para a frente, contudo, entre os 18 meses e os dois anos, vão começar a descobrir o prazer de «brincar com» outras crianças, sobretudo se estiverem integrados numa creche. Podem ficar muito tempo a observar as outras crianças, a ver o fazem o como fazem. Partilhar os brinquedos, contudo, ainda é complicado nesta fase. Pode também haver alguns comportamentos mais violentos, mas que têm mais a ver com uma incapacidade de comunicar do que outra coisa. À medida que conseguem exprimir-se melhor em palavras, a violência diminui. Aos três anos, vão ser capazes de fazer verdadeiros amigos. Daqueles que não se esquecem. Pelo menos até ao dia seguinte.

Como ajudar o seu bebé a fazer amigos e a ser amigo

· Durante o primeiro ano do bebé, não se feche em casa, nem feche a sua casa aos amigos e família. A pretexto de respeitar os horários do bebé ou do cansaço acumulado, muitos pais não proporcionam ao bebé momentos de convívio com outros adultos e crianças. Esse convívio é saudável e favorece a socialização.
· Ser egoista é normal. Os bebés estão centrados neles próprios, por isso têm dificuldade em partilhar. A partir dos dois anos, devemos mostrar-lhes como é importante dar a vez e partilhar. Mas este é um processo que levará o seu tempo. Não se exaspere e dê a volta aos conflitos de forma pacífica.
· Elogie o seu filho sempre que tiver uma atitude generosa com outra criança. Do mesmo modo, elogie esse tipo de atitudes que outras crianças tenham com ele.
· Comportamento agressivo, como bater em outras crianças ou morder é comum. Afinal é a forma instintiva de resolver os conflitos. Mas se se tornar um padrão muito constante e prolongado no tempo, converse com a educadora e com o pediatra para tentar perceber as razões que o levam a comportar-se dessa forma. Insegurança, medo, ansiedade em alguma fase complicada podem estar na base da questão. Um psicólogo pode ajudar a definir estratégias para lidar com o problema.

Fonte: Pais&Filhos

Edredon, que saudades!

ImageChef.com - Custom comment codes for MySpace, Hi5, Friendster and more

Pois é, este fim-de-semana fomos buscar o edredon ao armário...que bom, que saudades!
As noites já são frias e começa a saber muito bem dormir debaixo de um edredon de penas. Que quentinho...!

Biberon, eu seguro-te!

A Joana começou a revelar preferência por ser ela própria a segurar no biberon. É ver ambas as mãozinhas a rodear o mesmo e a decidir quando quer ou quando está satisfeita!

Penso que existe um presente que a Joana vai gostar e que se enquadra bem neste tema...e mais não digo :-)


sábado, 11 de Outubro de 2008

Miminho-desafio

Recebemos este miminho lindo da mamã do Martim (http://taniangelo.blogspot.com/), da mamã da Bárbara (http://cronicasdeumamaeatrapalhada.blogs.sapo.pt/)e da mamã do Salvador (http://opaiamaeetu.blogs.sapo.pt/) que consiste em pegar no nosso nome e descrevermos a nossa personalidade.
Vamos lá então:
S incera
O uvinte (boa ouvinte!)
F unny
I mparável
A morosa

Considerem-se todas premiadas e desafiadas!


Nós


Pyzam Family Sticker Toy

Get your own Family Sticker Maker & MySpace Layouts.



Abram alas...

...os presentes para o primeiro aniversário da Joana vão ganhando terreno!

sexta-feira, 10 de Outubro de 2008

Ponha-os a comer vegetais

O que deve fazer para o conseguir
Se o seu filho abriu guerra às hortaliças e legumes, saiba que há formas de o fazer mudar de ideias.
Os especialistas em nutrição infantil recomendam que cada criança ingira diariamente, no mínimo, cinco porções de frutas e legumes. Idealmente estes alimentos devem constituir entre 25 a 30 por cento de uma refeição principal.
Se está a pensar que é mais fácil recomendar do que conseguir semelhante feito, tem toda a razão. As crianças, naturalmente, rejeitam alimentos novos e introduzir hortaliças, legumes e fruta em cada refeição pode ser uma tarefa ingrata.
Mesmo assim, existem estratégias que pode usar para facilitar a sua vida e proporcionar uma alimentação bem mais saudável ao seu filho. Nós damos uma ajuda.


Aposte na diferença
Antes de mais, opte pela variedade. Ao oferecer diversas hipóteses, vai despertar a curiosidade natural da criança que terá um incentivo para experimentar algo diferente. No entanto, não se iluda ao pensar que será fácil. Uma criança pode chegar a recusar o mesmo alimento dez vezes antes de o decidir provar. Pode gostar um dia e mudar de ideias no outro. Por isso, não desista nem desanime.
Acima de tudo, não alimente conflitos à hora das refeições e não insista se receber um não, porque apenas tornará a recusa mais definitiva. Deve sempre encorajar o seu filho, mas a decisão final deve ser dele.
Se ele optar por experimentar, não se esqueça de o elogiar, pois as crianças reagem positivamente aos elogios que funcionam como um excelente incentivo para continuar a agradar aos pais.

A arte da camuflagem
Para cumprir a quota diária de porções de fruta, hortaliças e legumes, associe-os a alimentos a que a criança não oferece resistência. Por exemplo, se o seu filho gosta de iogurte acrescente-lhe fruta.
Aos pratos com massa adicione vegetais como tomates, cogumelos ou o que a sua imaginação sugerir. Comece com pequenas quantidades e, se não surgirem protestos, aumente-as progressivamente.
Outro truque é camuflar os vegetais. Não tente esconder ervilhas no puré de batata porque são demasiado evidentes, mas se optar por um vegetal da mesma cor como, por exemplo, acouve-flor, as suas hipóteses de sucesso serão superiores.
Apele à criatividade do seu filho e peça-lhe para baptizar os novos pratos, transformando as refeições em momentos bem mais divertidos.

Torcer o pepino
Tente começar desde cedo a variar a alimentação do seu filho. Alguns estudos sugerem que introduzir novos alimentos entre os dois e os quatro anos é mais eficaz do que desta idade em diante.
Isto não significa que não seja possível alterar os hábitos de crianças mais velhas, mas conte com mais trabalho. Deverá também examinar os seus próprios hábitos alimentares, pois uma criança que raramente vê os pais a praticar uma alimentação variada e rica em produtos frescos não terá vontade ou incentivo para o fazer.
Faça por dar um bom exemplo aos seus filhos e pinte de verde as suas refeições, aproveitando para cuidar melhor deles e... de si! Os fins justificam os meios.

Por: Paula Nascimento
Fonte: Sapo Bebé

A pensar no Inverno....

Meias e collants:



Pantufinhas:


Sapatos:


Duas pólos:



Duas camisas:


Uma jardineira:


Detalhes da jardineira:



Dois vestidos Girandola:

quinta-feira, 9 de Outubro de 2008

4º dentinho!

Descobrimos hoje o quarto ratinho a romper na gengiva superior, trata-se de um incisivo central!

A que sabe o leite, desta vez?

O sabor dos alimentos que as mães ingerem demora apenas alguns minutos a passar para o leite materno. No pior dos casos - o mentol - mantém-se por oito horas. Mas isso não é prejudicial para o bebé. Pelo contrário.
O sabor de uma banana mantém-se no leite materno durante uma hora após a ingestão. Mas outros sabores mais fortes, por exemplo, o mentol, podem ficar por oito horas.
Investigadores da Universidade de Copenhaga, na Dinamarca, quiseram descobrir por quanto tempo os sabores dos alimentos ingeridos se mantêm no leite materno e quais os alimentos cujo o sabor se mantém por mais e menos tempo.
Para isso, testaram o leite materno de um grupo de mães depois de lhes pedirem que ingerissem cápsulas com diferentes sabores. Alcaçuz e sementes de cominho atingiram a maior intensidade de sabor no leite duas horas após a ingestão. Os citrinos e a cenoura alteram significativamente o sabor do leite, ao passo que outro tipo de frutos não tem tanto impacto.


Um estágio gastronómico

O efeito destas alterações de sabores é positivo, pois favorecerá a apetência futura do bebé por novos sabores e por uma maior variedade de alimentos. A amamentação pode ser assim uma espécie de estágio para a introdução de novos alimentos e para a educação alimentar da criança.
A quem alimenta o bebé através de leite artificial, os investigadores aconselham a mudar de marca de vez em quando, pois assim o bebé é confrontado com sabores ligeiramente diferentes, ainda que muito menos do que no caso de ser amamentado.
Para as mães que deixam de comer determinados alimentos devido às alterações de sabor que podem provocar no leite, fica o conselho: deixem as preocupações de lado, pois a diversificação alimentar começa no berço! Por outro lado, também ficam a saber que o sabor dos alimentos se mantém no leite por pouco tempo após a ingestão. As conclusões foram publlicadas na revista New Scientist.

Fonte: Pais&Filhos

Campanha: "Eu Apoio a Amamentação"

Quem faz ó-ó?

Estão a ver a almofada que ilustra este texto?
É uma almofada com a qual a Joana costuma brincar e junto da qual faz autênticas investidas com a face, sempre que tem sono.
A Joana nunca dormiu com uma almofada. Mesmo antes de nascer, os avós maternos compraram-lhe uma almofada da Chicco (indicada a partir dos 5 meses) mas só a experimentamos uma vez, sendo que a Joana dispensou-a. Não insistimos pois achamos que só mais tarde é que a criança deve dormir com uma almofada, se gostar. Até lá, existe sempre o medo de sufocação ou de estarmos a prejudicar o saudável desenvolvimento dos ossos da coluna, especialmente dos ossos da cervical.
Assim, a almofada que estão a ver (comprada na Zara Home), serve uma dupla função: brinquedo e alvo de investida quando a Joana tem sono. Um dia destes, estava eu deitada com ela na “cama grande” quando coloco a almofada por baixo da minha cabeça e digo “A mamã vai fazer ó-ó...que boooommm!”. Pois não é que a Joana a tira debaixo da minha cabeça como quem diz: “Nananinanão, vais brincar mais um bocadinho comigo até eu ficar mesmo caidinha de sono!”

Mamã + Dormir não combinam segundo a Bolotinha!

quarta-feira, 8 de Outubro de 2008

Miminho da creche

Hoje, quando fui buscar a Joana, a educadora disse-me que, na sexta-feira, não precisava de fazer o jantar pois a creche oferecerá a todos os pais um take-away!

Que miminho booommm :-)

Rastreio visual

Idealmente, todas as crianças devem fazer um exame visual efectuado por um médico oftalmologista aos 3-4 anos e aos 5-6 anos.

A visão é um sentido essencial para o adequado desenvolvimento da criança. É através deste sentido que a criança interage com os outros e com o mundo que a rodeia. Quando um bebé nasce o seu sistema visual é muito imaturo. É necessária uma estimulação externa, através da luz e das cores, para que este sistema amadureça e se forme harmoniosamente a função visual. No período até aos 10 anos, que é mais importante no primeiro ano de vida, designado "período crítico", se existir uma condição externa adversa ou uma interferência nociva que impeça a normal maturação e não for corrigida atempadamente, há comprometimento definitivo da visão uni e/ou bilateralmente.Surge assim a necessidade de um rastreio das patologias que afectam o desenvolvimento do sistema visual, adequado a cada idade. Os pediatras e médicos de família têm um papel fundamental na prevenção, no diagnóstico e no tratamento precoce das patologias relacionadas com a função visual.A ambliopia é a falta de desenvolvimento da visão. Pode ser causada por tudo o que interfira com a formação de uma correcta imagem no olho e posteriormente no cérebro, isto é, o cérebro deixa de receber a imagem de forma correcta e por isso elimina-a, deixando de a "ver". Geralmente acontece num dos olhos mas está provado que aumenta o risco de perda de visão também no olho contralateral. As causas de ambliopia são o estrabismo, os defeitos refractivos elevados (miopia, astigmatismo, hipermetropia) e a privação visual.

1. O estrabismo verifica-se quando os dois olhos se encontram desalinhados, apontando em direcções diferentes, ou seja, um dos olhos está desviado ("olho mau") e o outro está centrado ("olho bom"). Se o "olho mau" estiver desviado para dentro (para a zona do nariz) diz-se que existe um estrabismo convergente; se, pelo contrário, estiver desviado para fora (para a zona dos ouvidos) diz-se que existe um estrabismo divergente. Em consequência deste desalinhamento ocular duas imagens diferentes irão chegar ao cérebro, passando este a ver só pelo "olho bom", desprezando a imagem do "olho mau", havendo assim perda de visão (ambliopia) do "olho mau", se o estrabismo não for corrigido antes dos 6 anos.
2. Os defeitos refractivos elevados ou unilaterais significativos podem provocar imagens tão desfocadas no cérebro que este as rejeita, havendo perda da visão se não forem corrigidos a tempo.
3. A privação visual é a causa menos frequente de ambliopia mas a que causa ambliopia mais profunda. São exemplos: as cataratas (que podem surgir logo desde o nascimento ou posteriormente) e as quedas marcadas das pálpebras superiores a que se dá o nome de ptose palpebal.O pediatra ou o médico assistente deve efectuar um exame simples à função visual de todas as crianças logo após o nascimento, às 6 semanas de vida e em todas as consultas de rotina. Este exame consta na inspecção de ambos os olhos para rastrear malformações oculares ou das pálpebras e, fazendo incidir uma luz sobre os olhos, na observação do reflexo da pupila e do reflexo da córnea.O reflexo da pupila é vermelho e é o que se observa quando tiramos uma fotografia com flash e os olhos ficam vermelhos. Este reflexo deve ser simétrico, isto é, de igual cor, intensidade, claridade e sem opacidades nos dois olhos. Se os pais ou familiares notarem alguma alteração neste reflexo, por exemplo numa fotografia, devem com urgência contactar o pediatra da criança para que esta seja observada.O reflexo da córnea serve para rastrear o estrabismo e é obtido pela incidência de uma luz nos olhos, a qual se reflecte como um pontinho branco em cada olho. Se não houver desvios dos olhos, estes pontos brancos são simétricos; pelo contrário, se existir desvio, o ponto branco aparece centrado num dos olhos ("olho bom") e descentrado no outro ("olho mau"). Até aos 6 meses de idade há uma imaturidade e, por consequência, uma descoordenação dos músculos que movimentam os olhos sendo por isso possível os bebés trocarem os olhos de vez em quando. Mas, se os pais ou familiares notarem um desalinhamento dos olhos a partir dos 6 meses, mesmo que descontínuo, ou se em qualquer idade o desalinhamento for grave e mantido, devem contactar o pediatra ou médico de família para que proceda a uma avaliação do estrabismo.

O pediatra ou médico de família deve também avaliar a acuidade visual da criança (avaliar se a criança vê bem ou não). Nos bebés é difícil avaliar objectivamente este parâmetro mas podemos analisar a capacidade de fixar e seguir um objecto, ou um rosto, e é ainda possível tapar um dos olhos alternadamente e observar a reacção do bebé. Se vir mal de um dos olhos vai certamente chorar ou ficar mais irritado quando tapamos o olho que vê bem. Existem escalas de medição da acuidade visual adaptadas a cada faixa etária. Aos 2-3 anos usam-se tabelas com desenhos conhecidos; aos 4-5 anos usam-se as tabelas dos E ou dos U, em que aparecem estas letras em diferentes posições; a partir dos 6 anos usam-se tabelas de letras ou de números. Há crianças com risco de alterações visuais e por isso devem ser observadas por um médico oftalmologista. Dentro destes denominados grupos de risco estão os grandes prematuros, os bebés com complicações graves após o nascimento, as crianças com atraso no desenvolvimento ou doenças neurológicas, as crianças com artrite reumatóide ou diabetes mellitus, as crianças em tratamento prolongado com corticosteróides, etc.Se há história familiar de retinoblastoma (tumor do olho), catarata ou glaucoma congénitos, distrofia retiniana, estrabismo, uso de óculos em criança ou história de alguma doença que afecte a visão, a criança também deve ser encaminhada para uma consulta de oftalmologia.Se há algum sinal ou sintoma que cause dúvidas nos pais ou tutores sobre a visão da criança como não fixar os objectos, suspeita de estrabismo, movimentos anormais dos olhos, lacrimejar constante, intolerância persistente à luz, olho vermelho, piscar de olhos permanente, posição anormal da cabeça ou defeitos na aprendizagem, deve também ser observada por um médico oftalmologista.Idealmente todas as crianças devem ter um exame visual efectuado por um médico oftalmologista aos 3-4 anos e aos 5-6 anos. No entanto, todas devem ser regularmente rastreadas em relação à sua função visual nas consultas de saúde infantil pelo pediatra ou pelo médico assistente.





Por : Dária Rezende, com a colaboração de Almerinda Pereira, pediatra do Hospital de São Marcos de Braga
Fonte: Educare

Duas sopas preferidas da Joana: receitas

Hoje decidi partilhar com vocês duas das sopas preferidas da Joana, uma de carne e outra de peixe.
De facto, não tenho melhor fã das minhas sopas do que a Joana, o que me causa muita satisfação. Raramente sobra algo, facto que só é igualado por uma única sopa de boião, à qual recorremos sempre que não nos encontramos em casa, que é a sopa “Perú com Cenouras” da Nestlé.
Seguem-se, pois, as receitas, rápidas e muito boas!


Sopa de Peixe (2 a 3 doses, dependendo do apetite do bebé)
Ingredientes: 60 a 90grs de pescada bem limpa; 1 batata média cortada aos cubos; 3 rodelas finas de uma cebola pequena; 1 cenoura grande cortada às rodelas; 1 alho francês cortado às rodelas; 10 folhas de alface frisada (alface embalada); 1 gema de ovo (opcional) e uma fatia de pão integral esmigalhada (opcional).
Preparação: Cozinhamos a pescada à parte, bem como um ovo. Num outro tacho, colocamos aproximadamente 600 ml de água. Quando esta estiver a ferver, juntamos os legumes e deixamos cozinhar durante cerca de 10 a 15 minutos. No final da cozedura, juntamos um fio de azeite virgem-extra e adicionamos uma fatia de pão integral esmigalhada. Posteriormente, a pescada desfiada e a gema de ovo. Passamos o preparado muito bem e dividimo-lo por 2 ou 3 recipientes.
O resultado final é este:



Sopa de Carne (2 a 3 doses, dependendo do apetite do bebé)
Ingredientes: 60 a 90grs de vitela (limpa de gordura); 1 batata média cortada aos cubos; 3 rodelas finas de uma cebola pequena; 2 fatias de abóbora, cortadas aos cubos; 1 alho francês cortado às rodelas e 2 pés de bróculos (que poderão ser substituídos por 10 folhas de espinafres, por exemplo).
Preparação: Cozinhamos a carne à parte. Num outro tacho, colocamos aproximadamente 600 ml de água. Quando esta estiver a ferver, juntamos os legumes e deixamos cozinhar durante cerca de 10 a 15 minutos. No final da cozedura, juntamos um fio de azeite virgem-extra. Passamos o preparado muito bem e dividimo-lo por 2 ou 3 recipientes.
O resultado final é este:




Bom apetite!

terça-feira, 7 de Outubro de 2008

Um terço das crianças portuguesas tem problemas nos pés

O Instituto Politécnico de Saúde do Norte (IPSN) e o seu departamento de Podologia, revelam num estudo realizado a 1650 crianças, entre os 3 e os 10 anos de idade, que 34 por cento das crianças apresenta doenças nos pés, sendo as mais frequentes o pé plano, pé valgo, hiperhidrose e onicocriptoses e verrugas plantares.
De acordo com o Manuel Azevedo Portela, podologista e professor do IPSN, «os portugueses preocupam-se com a saúde dos seus filhos, no entanto existe ainda uma falta de conhecimento sobre a necessidade de avaliação precoce da saúde dos pés das crianças, assim como desconhecem como eleger o tipo de calçado mais apropriado para assegurar um crescimento seguro».
Apesar de 45 por cento dos encarregados de educação mencionarem ter conhecimento sobre a podologia, apenas 14 por cento refere ter conhecimento da importância de uma consulta de podologia Infantil para rastrear possíveis patologias nos pés dos educandos.
Este estudo revela também que 47 por cento das crianças usa um calçado pouco adequado às necessidades de controlo de estabilidade do pé e do caminhar assim como não respeita as necessidades de respiração do pé. Os resultados deste estudo indicam que a obesidade infantil está associada em, 12 por cento, a algumas patologias dos pés. M
anuel Azevedo Portela, também presidente da Associação Portuguesa de Podologia (APP), salienta que «os portugueses desconhecem que existe uma percentagem considerável de patologias dos pés, que se manifestam em idade adulta, as quais não são valorizadas em idade infantil, podendo ser corrigidas e não se repercutirem em idade adulta». O especialista acrescenta ainda que «deve-se ter um cuidado especial com os pés das crianças desde muito cedo. A atenção dos educandos ao tipo do caminhar, a escolha do calçado, a atenção ao desgaste e deterioração do calçado, o posicionamento dos joelhos, os hábitos de sentar e deitar, trocar de calçado diariamente, não andar descalço em locais públicos, e examinar regularmente os pés, são alguns cuidados especiais com os pés das crianças, já que o diagnóstico precoce pode evitar complicações tardias como o aparecimento de dificuldade em andar».

Fonte: Sapo Bebé

Bém, Bám, Été!

Já reparei que, sempre que a Joana aponta para algo, diz “Bém!”, “Bam!” ou “´Été!”

O que é que estas expressões quererão dizer?!

Aguardem-me para breve!

Ontem a Joana foi conhecer a salinha de 1 ano, tendo lá passado a tarde.
Segundo a educadora, a Joana deverá fazer a transição do berçário para a sala de 1 ano dentro de um mês, sensivelmente, sendo saudável uma adaptação progressiva. Pelos vistos, a Joana nem notou a mudança, tendo estado muito entretida a tirar brinquedos de uma caixa-gigante, voltando a pô-los lá dentro e assim sucessivamente.
E, por último, uma novidade: a Joana já aprendeu o significado da palavra dar: quando estendemos a mão e dizemos “dá”, a Joana coloca na palma da nossa mão o que tiver a segurar. E, claro, aproveitamos a oportunidade para acrescentarmos um “obrigada”, devolvendo depois o brinquedo com um “eu dou, tu dás”.


Linda :-)

segunda-feira, 6 de Outubro de 2008

Mais vale prevenir do que quebrar

Muitas crianças e adolescentes não consomem as doses diárias recomendadas de cálcio, principalmente devido à baixa ingestão de alimentos lácteos, a principal fonte de cálcio da dieta.

Ingestão de cálcio

Além do cálcio, a saúde dos ossos depende da presença de vitamina D, que aumenta a absorção do cálcio. De acordo com os valores recomendados pela Food and Nutrition Board (Institute of Medicine, National Academy Press, 1997) o consumo diário deve ser:

Idade (anos) / Cálcio (mg) / Vitamina D (IU)
3-8/ 800/ 200
9-17/ 1300 / 200
18-50 / 1000 / 400
51-70 / 1200 / 400
>70 / 1200 / 600

É importante realçar que as necessidades de cálcio variam ao longo da vida. A quantidade de osso acumulado durante o crescimento está relacionada com a quantidade de cálcio consumida. Devido à grande taxa de crescimento ósseo durante a infância e a adolescência, as necessidades de cálcio são maiores nestas alturas. Muitas crianças e adolescentes não consomem as doses diárias recomendadas de cálcio, principalmente devido à baixa ingestão de alimentos lácteos, a principal fonte de cálcio da dieta. Muitas crianças e jovens substituem a ingestão de leite por refrigerantes e sumos, o que contribui para as baixas ingestões de cálcio. As bebidas gaseificadas não só ocupam o lugar do leite como têm compostos que diminuem a absorção e incorporação do cálcio no osso. E como são açucaradas, aumentam o risco de obesidade e da diabetes.

Alimentos ricos em cálcio

Leite e derivados: queijo, requeijão, iogurte (1 copo de leite ou iogurte tem aproximadamente 300 mg de cálcio); Vegetais: folhas verdes;
Frutas: laranja, tangerina, morango;
Carnes: sardinha, salmão, carne de vaca e peixe;
Legumes: todos.
É fundamental corrigir hábitos alimentares, estimulando a ingestão de leite e derivados na infância. Tente beber leite branco e estimular os seus filhos a fazê-lo. É uma questão de hábito.

Exercício físico

Se não é activo na infância e adolescência não formará um bom pico de massa óssea, porque não estimula essa actividade no organismo.Assim como os músculos, os ossos tornam-se mais fortes com as actividades físicas. Os melhores exercícios para os ossos são os exercícios de sustentação do peso. Esses exercícios incluem a caminhada, corrida, subir degraus, musculação e dança.

Deixar de fumar

Os fumadores absorvem menos o cálcio dos alimentos que os não fumadores. Deixe de fumar. Estará a ajudar-se a si e ao seu filho.

Ingestão de álcool

O consumo regular de álcool é também prejudicial para o esqueleto. Além disso, as pessoas que consomem grandes quantidades de álcool são mais propensas a ter perda óssea e fracturas.A epidemia silenciosa que é a osteoporose pode ser revertida se as estratégias de combate forem repensadas: mais vale prevenir do que remediar!As perdas ósseas são inevitáveis. Apostar no aumento da massa óssea de forma a atingir-se o seu potencial máximo é mais barato e dá melhores resultados que tentar mais tarde diminuir as perdas.Mais vale prevenir do que quebrar!


Por: Ana Ribeiro, nutricionista, e Henedina Antunes, pediatra, doutorada em Pediatria na área da Nutrição

Fonte: Educare

Pinturas e afins

Na passada quarta-feira, a educadora da creche da Joana entregou-me um dossier da Bolotinha composto pela sua avaliação comportamental e desenvolvimental durante o mês de Setembro (só elogios!), uma folha A4 com os pés da Joana e 3 fotografias tiradas durante os momentos de recreio. Trouxemos o dossier para casa com a sugestão de, durante o fim-de-semana, fazermos uma tarefa de trabalhos manuais com a Joana.
Mãos à obra, então!
No Sábado de manhã, a Joana acordou perto das 07:00. Depois de tomar o seu pequeno-almoço (180ml de leite!), fomos as duas para o escritório: peguei num caderno de folhas cavalinho e num estojo com marcadores e seguimos para a sala. Aqui, sentamo-nos no chão. Abri o caderno de folhas, espalhei os marcadores pelo chão e fiquei a ver a reacção da Joana. Ela queria pegar em tudo: ora num marcador, ora noutro, ora noutro!
Tirei a tampa de um dos marcadores e aproximei a folha branca que foi imediatamente baptizada por traços à toa. Mais uma cor, outra, outra e outra e eis que a Joana encheu a folha de rabiscos. Não foi tarefa fácil porque ela pegava num marcador, fazia um risco, deixava cair o marcador e levantava-se. Eu deixei-me ficar sentada no mesmo sitio e depois da exploração da Bolotinha, ela voltava para junto de mim para mais uns rabiscos. Mesmo assim, conseguimos que quase todas as cores fossem utilizadas!
Enrolei a folha colorida para formar um tubo e comecei a recortar fitas de papel que iriam pender de ambas as extremidades do tubo. Recortei, ao todo, 24 fitas de 10cm de comprimento. Em cada fita, desenhei formas variadas, de ambos os lados: joaninhas, corações, flores, nuvens, maçãs, bolas, estrelas...coloridas as fitas, toca a colá-las.


O tubo:

As fitinhas:

O resultado final foi este:





Que tal?!


Há quanto tempo é que eu não ficava assim com os dedos?:


A Joana adorou o “brinquedo” novo, sobretudo as fitinhas a dançar a cada movimento do tubo!

domingo, 5 de Outubro de 2008

Momentos de ternura

Este fim-de-semana tive dois especiais miminhos da Joana: festinhas na minha mão e um agarrar das minhas bochechas!
As festinhas na minha mão resultaram da observação atenta dos meus dedos. A Joana ia percorrendo cada dedo com toda a sua mão fofinha e posso dizer-vos que pouco faltou para ficarmos de mãozinhas dadas!

As minha bochechas, essas, foram surpreendidas com as mãos da Joana, uma em cada lado da face como quem investe num Sr Beijinho. Ela não mo deu mas dei-lhe eu um!

Crónica

Na minha opinião, o Prof. Nuno Lobo Antunes, neuropediatra, é das pessoas que mais bem escreve em Portugal. As suas crónicas sobre crianças são de uma beleza e sabedoria imensas.
Hoje partilho com vocês uma crónica que gostei particularmente de ler, intitulada “Da irrelevância dos óculos”.


Estávamos ambos a olhar o céu e fingi que conhecia as estrelas. A minha intimidade com luzes ténues que o braço não alcança surpreendeu a Rosa, que pasmou para mim alguns segundos, até que o motivo de tanta erudição se tornou claro: “O pai sabe tudo porque tem óculos!”
O pai, mesmo com óculos, apenas sabe o que uma criança sabe. Que à noite é bom ter a mãe deitada ao nosso lado para que o sono nos leve ao colo, e na suavidade da manhã ver-lhe a figura, sentir-lhe o perfume. Ao vê-la, apenas desenhada, outeiros, colinas, serra em corpo de mulher, agradecemos à vida a graça de mais um dia. Também sei que não se explica que os balões caiam devagar como flocos de neve e guardem lá dentro tanto barulho. E que os brinquedos, como conta a história, de noite se animem em festas e danças e de dia emudeçam, quando abrimos os olhos. Que o banho quente é bom, e um amigo também. E o projecto de uma viagem. E a praia, quando a maré está vaza e o sol não é forte. Que o bolo de anos promete mais do que dá. Que o Natal seria melhor sem roupa que “pica” e o problema da escola é, como explicou a Ana, não ter os pais lá dentro. Que o assunto da “chucha”, como dizia a Rosa, não é coisa para ser discutida por adultos. Que ter manos é bom e mau conforme os dias. Que no carro o melhor lugar é à janela e que nas viagens nunca mais se chega ao destino. Que é triste quando os pais se zangam e falam alto como se não gostassem um do outro, como se não gostassem dos filhos. Que a frase “só mais uma colher”, quando aplicada à sopa, é uma seca. Que se há muitos pobrezinhos com fome não se entende porque nos obrigam a comer tudo. Que o menino Jesus tem muita sorte porque todos os anos está igual, não cresce e não me parece que vá à escola. Que ainda bem que há pensos rápidos para decorar arranhões. Que, digam o que disserem, o McDonald’s deveria ter três estrelas Michelin. Como vês, Rosa, não é preciso ter óculos para conhecer o que na verdade importa. Estávamos a olhar o céu, quando a Rosa disse que eu sabia tudo. Nem tudo, que os óculos não ajudam a encontrar resposta para grandes questões. Olho para o céu, Rosa, e não sei quem lá mora. Ou, melhor dito, em geral não sei, que quando nasceste, durante momentos fique com a certeza de que Deus existia. Todos os dias vejo crianças doentes ou tristes. Isso não faz sentido nenhum e nessas alturas fico à espera da demonstração da presença de Deus, como se fosse o teorema de Pitágoras ou uma experiência de física. Até ao dia. Até ao dia em que o termómetro marca 37 e a Rosa fica quietinha a um canto. A minha filha tem nome de flor e murcha, caem as pétalas e o brilho dos olhos. Fica muito quieta, indefesa e aí a fé volta, porque rezo muito, para dentro, para que a febre se vá embora e a minha flor recupere o viço. Sim, a minha flor, que a Rosa é frágil como uma planta, caule fininho, vulnerável. Grande a angústia de um filho doente, tanta que o pecador promete santidade se assistir ao milagre da cura. Promessa tantas vezes feita, outras tantas quebrada. É que o pai é médico, até pediatra, mas quando o termómetro passa os 37 e a filha chora, esquece tudo o que aprendeu e fica igual aos outros pais. Aflito, impotente, óculos inúteis na ponta do nariz e coração tão pequeno e apertado que só deseja duas coisas: que Deus exista para lhe ouvir as preces e que o médico-pediatra, de repente equiparado ao Criador, largue tudo e lhe atenda o telefone.

sábado, 4 de Outubro de 2008

Dois miminhos de ouro!

Durante esta semana recebemos dois bonitos miminhos, ambos partilhados por diversas mamãs.
Assim, da mamã da Inês (
http://thereason.blogs.sapo.pt/), da mamã do Francisco (http://the-moon-over-the-sea.blogspot.com/), da mamã da Mariana (http://thereason.blogs.sapo.pt/) e da mamã da Gabriela (http://diariodeumainfancia.blogs.sapo.pt/) recebemos este miminho:


E da mamã da Tatiana (http://tatianaminhapirralha.blogs.sapo.pt/), bem como da mamã da Mariana (http://lipageo.blogspot.com/) e da mamã do Pimpolho (http://astuaspimpolhices.blogspot.com/) recebemos este:


Agradecemos, queridas mamãs, o vosso carinho! E agora, vamos partilhá-lo com todas as mamãs e seus bebés que nos visitam.Queremos dividi-lo pelas mamãs e seus bebés que nos visitam. Sim, levem estes miminhos para os vossos cantinhos!

Mais um!

Desafios...adoro!
Vamos então a mais um:

O QUE ESTAVA A FAZER HÁ 10 ANOS ATRÁS:Estava a estudar para obter a minha licenciatura! Sempre gostei de estudar, de estar mergulhada em livros, fotocópias, cadernos e marcadores! Quantas vezes eu não adormecia no meio de toda esta confusão...


O QUE ESTAVA A FAZER NO ANO PASSADO:Estava a contar os dias para conhecer a Joana. Com uma barriguinha linda, da qual tenho saudades, aproveitava os dias para descansar e ler. Por estes dias, há um ano atrás, começava também a lavar todas as roupinhas da Joana.


5 SNACKS QUE EU GOSTO:Tostas com presunto ou com queijo Brie (adoro queijo!), patês diversos, croquetes em miniatura, chocolates de leite, francesinhas (do Porto!).

5 MÚSICAS CUJA LETRA EU SEI DE COR:“Imagine”, John Lennon, “Hero”, Mariah Carey, “Somebody to love”, Queen, “We all stand together”, Paul McCartney e “Come a papa, Joana, come a papa”!

5 COISAS QUE NUNCA VOLTARIA A VESTIR/CALÇAR: Este ponto é mais polémico. Nunca fui de modas, sempre vesti o que gostava e o que, para mim, era mais confortável. Na minha infância antipatizei com os vestidos de fazenda (“Pica!”, dizia eu), na minha adolescência adorava mini-saias, depois passei para as calças e hoje em dia visto mais fatos, calças de sarja, de algodão ou de ganga e saias pelo joelho. Quanto a calçado, tanto gosto de sapatilhas (ao fim-de-semana) como de sabrinas e sandálias (na Primavera e no Verão), mocassins e sapatos de salto pequeno. Não gosto de sapatos de salto-agulha por não serem confortáveis nem bons para a anatomia do pé e coluna.

5 BRINQUEDOS QUE EU GOSTO:Peluches, Master Mind, Legos, Livros de história infantis e o cubo mágico.



BLOGS QUE DESAFIO:Todos sem excepção!

sexta-feira, 3 de Outubro de 2008

O que comer na escola?

Quando lhes dá dinheiro para comerem na escola, muitas vezes trocam o almoço por qualquer alimento ou bebida mais ao seu gosto, que lhes oferece este ou outro brinde ou que a publicidade tão bem lhes sabe impingir.


Agora que se iniciou mais um ano lectivo e que cada vez mais a obesidade infantil é falada nos meios de informação, muitos pais se questionarão quanto àquilo que os seus filhos deverão ou poderão comer nas horas em que estão fora de casa. Em muitos casos, são mesmo muitas horas e podem abranger três refeições. Por isso deve haver um especial cuidado na escolha dos alimentos sob pena de as crianças não ingerirem os nutrientes necessários ao seu óptimo crescimento e desenvolvimento, ao mesmo tempo que, em muitos casos, engordam assustadoramente.O Ministério da Educação impôs já, ou melhor, sugeriu, a abolição ou limitação de alguns géneros alimentícios com pouco interesse nutricional e cheios de açúcar ou gordura. É claro que junto das escolas há, muitas vezes, cafés ou outros estabelecimentos aptos a vender aquilo que se "proíbe" nas escolas. Mas aqui o papel dos pais é fundamental. Quando lhes dá dinheiro para comerem na escola, muitas vezes trocam o almoço por qualquer alimento ou bebida mais ao seu gosto, que lhes oferece este ou outro brinde ou que a publicidade tão bem lhes sabe impingir. Dar-lhes dinheiro torna-as também mais vulneráveis a assaltos e cobiça entre colegas. Por isso, muitas escolas funcionam já com senhas pré-compradas. Se na escola do seu filho isso ainda não acontece, sugira-o. Mais, as senhas deverão ser específicas para cada produto: senha para iogurte, para leite, para fruta, para sandes, etc., pois só assim é possível ter a certeza do que ele vai comer. Peça na escola uma tabela com os alimentos disponíveis e combine com o seu filho a ementa da semana, relativa aos almoços e snacks.

O almoço

A sopa deverá poder ser consumida mesmo que o prato do dia não o seja, podendo ser complementada com uma sandes tipo americana(*) fornecida pela escola ou levada de casa. Esta pode ser uma forma de obviar o prato do dia, que nem sempre é confeccionado a preceito e gosto das crianças enquanto a sandes, quando bem confeccionada, é nutricionalmente mais rica do que o dito prato. Deve existir fruta, salada de frutas sem açúcar ou sumo natural, tanto na cantina como no bufete. E nada de sobremesas doces, que podem ficar para o fim-de-semana...

Os snacks, ou pequenas refeições intercalares
Apesar de pequenas, as refeições intercalares são extraordinariamente importantes para garantir o consumo das doses diárias recomendadas (DDR) dos vários nutrientes. Não é preciso comer muito, mas bem! Os snacks mais calóricos são geralmente também os menos ricos nutricionalmente, o que significa que engordam e prejudicam a saúde e o crescimento.Iogurtes variados, leite ou queijinhos magros, pão com queijo magro, fiambre de peru ou frango ou compota, bolachas Maria, torrada ou integral, cereais com fibras e pouco açúcar, amendoins, nozes ou outros frutos secos, ameixas, uvas passas ou outros frutos desidratados, fruta fresca ou sumos de fruta naturais - são imensas as opções e combinações que poderá fazer! O que escolher com e para o seu filho poderá ser para si, numa dose maior, também uma boa opção para levar para o trabalho. Leve as crianças desde cedo para a cozinha e solicite-lhes ajuda adequada à sua idade na preparação de alimentos e da mesa. E tente fazer com elas, ou com que elas o façam, uma hora de actividade física por dia.

(*) recheada com a dose, para a idade, de um fornecedor proteico (pescado, carne magra, ovos ou queijo magro) e completada com alface, tomate, cenoura, pimento ou qualquer outro alimento do grupo dos vegetais.

Fonte: Educare

A minha cor: azul!

BLUE

You give your love and friendship unconditionally. You enjoy long, thoughtful conversations rich in philosophy and spirituality. You are very loyal and intuitive.

Find out your color at QuizMeme.com!

Um, dois, três...

...ratinhos!
Afinal, o primeiro dente que vimos despontar na gengiva inferior da Joana não era apenas um mas dois, um ao lado do outro, um incisivo central e outro lateral.
Entretanto, o terceiro dentinho vem já a caminho (um segundo incisivo central), também na gengiva inferior.
Nota-se, de facto, que a Joana está algo impaciente: leva tudo à boca, trinca a chucha, a fralda, o lençol...de quando a quando tento colocar-lhe nas gengivas o gel “Pansoral”, para o alivio da comichão associada ao nascimento dos primeiros dentes, mas a Joana não fica muito convencida...


E eu, bem...eu adoro cada ratinho dela!

quinta-feira, 2 de Outubro de 2008

Babyblogs

Há dias a curiosidade moveu-me para pesquisar no Google algum estudo, nacional ou internacional, sobre os Babyblogs. De facto, se são elaborados diariamente pesquisas sobre os mais variados temas, o mundo dos Babyblogs poderia ser, muito bem, um interessantíssimo tópico.
A maioria dos resultados devolveu-me links de outros Babyblogs sendo que na segunda página, deparei-me com dois artigos sobre o tema. Aconselho-vos a leitura de ambos, especialmente do segundo. O primeiro texto(
http://diariodapaternidade.weblog.com.pt/arquivo/2005/04/a_polemica_dos.html) pareceu-me relativamente pacífico mas o segundo (http://psig.wordpress.com/2006/09/11/baby-blogs-ou-catalogos-de-bebes), provocou-me alguma indignação. Leiam e pronunciem-se!
Para mim, os Babyblog são espaços de partilha de sentimentos, de vivências, de experiências valiosas. Para mim só faz sentido escrever sobre os Babyblogs enquanto mãe pois está fora de questão falar sobre algo que não sei ou vivencio. O blog tem o título “Psicologicamente”. Eu sinceramente espero que a autora não seja licenciada em Psicologia...!

Desejos das grávidas

Desejos à parte, a grávida precisa seguir uma boa dieta para que o bebé consiga desenvolver-se!

“Eu acordei num sábado de manhã, chamei o meu marido e falei “estou com vontade de comer cimento”, conta a assistente administrativa Érica Arruda.


Este é apenas um desses exemplos dos bizarros cardápios, que a grávidas podem ter!Veja quais são os alimentos e vitaminas fundamentais em cada trimestre da gravidez:


1º Trimestre (0 ao 3 meses de gestação):
No primeiro trimestre de gravidez, as vitaminas do complexo B e o ácido fólico precisam estar na dieta das grávidas, pois são fundamentais para a formação correcta dos tecidos e do sistema nervoso do bebé. As vitaminas B e o ácido fólico são importantes para dar energia e formar hemácias que vão fortalecer o corpo das mulheres e do bebé. O ácido fólico também é um óptimo alimento para o cérebro, prevenindo doenças no tubo neural do bebé que está no início da fase de formação.


2º Trimestre (3 ao 6 meses de gestação):

No segundo trimestre o foco da alimentação muda para alimentos que contenham ferro e fibras. O ferro é importante para formar uma quantidade maior de sangue enriquecido no organismo das gestantes. Durante a gravidez observa-se um aumento de 50% no volume de sangue no organismo das gestantes. Esse aumento é importante, pois as mulheres perdem muito sangue na altura do parto, então ela precisa de sangue para perder e formar o sangue do bebé.
O principal alimento fonte de ferro é a carne vermelha. O ferro animal é mais bem absorvido pelo organismo que o vegetal. Os principais alimentos fonte de ferro vegetal são verduras e legumes de casca escura como couve, brócolos, espinafre e rúcula. Para que o corpo absorva o ferro vegetal, é necessário a ingestão de fontes de vitamina C que pode ser encontrada no sumo de laranja, por exemplo.


3º Trimestre (6 ao 9 meses de gestação):

No terceiro e último trimestre de gestação, as mulheres e o bebé precisam comer alimentos que contenham cálcio e gordura do tipo ômega 3 que é a fonte mais importante em todo o processo de gestação. É o ômega 3 responsável para ajudar na formação do cérebro do bebé, além de ajudar as grávidas que nesse período de gravidez se tornam mais esquecidas, devido ao encolhimento de 3% do cérebro. O cálcio e o ômega 3 são substâncias envolvidas na prevenção da hipertensão na gravidez e do parto prematuro. Estudos recentes dizem que o bebé da mãe que usou ômega 3 no último trimestre de gestação dorme melhor. Isso confirma a afirmação de que o ômega 3 tem uma acção no cérebro do bebé.


Pós-parto:

Após o parto, a grávida precisa manter a alimentação que ela teve durante os 9 meses de gestação. A água é o elemento fundamental em todos os trimestres, principalmente no último, pois ajuda a relaxar o útero na hora do parto e hidrata a pele de dentro para fora.


Fonte: www.dobebe.com

Ursos, ursinhos, ursinhas

Penso que já descobri um dos animais preferidos da Joana: o urso!
Com efeito, a Joana ficou extasiada quando lhe mostrei o livrinho do Popi que acompanha a edição da revista “Bebé d’hoje” de Outubro: ri-se imenso, pondo as mãos na barriga e inclinando a cabeça para um dos lados (digam lá se isto não é charme?!)! À medida que vamos folheando o livro e vão aparecendo novas personagens, ela regressa às primeiras páginas, onde estão ursos, ursinhos e ursinhas. Aponta, palra, passa a mão pela cabeça dos ursos (serão festinhas?) e os olhos da Bolotinha até brilham!Seguindo uma sugestão da mesma revista, comecei a introduzir à Joana os sons dos animais, apontando para cada um deles. Ou vou buscar peluches ou recorro a ilustrações para imitar um cão, um gato, uma ovelha, um porquinho, um macaco. Digo: “Joana, está aqui o cão. Como é que faz o cão? O cão faz au-au. Como é que achas que ele se chama?” e assim sucessivamente. Ela ri-se imenso com as minhas imitações (bem conseguidas?) mas a imitação de urso é mais difícil de conseguir :-)

quarta-feira, 1 de Outubro de 2008

Adorei!

Uma caixa de texto na revista “Bebé d´hoje” com o seguinte título” O melhor brinquedo”:

- Não tem pilhas;
- Não se liga à tomada;
- Não é preciso dar-lhe corda para que funcione;
- É inquebrável e não se estilhaça;
- Não é inflamável;
- Fala, conta histórias maravilhosas, canta e dança.

O brinquedo ideal para o vosso filho é cada um de vós, papás e mamãs!

Cuidado com o paracetamol

Um estudo que envolveu dados de 31 países revela que o uso de paracetamol em bebés aumenta em 46 por cento o risco de asma quando a criança atingir os seis anos de idade. Se o bebé toma paracetamol mais do que uma vez por mês esse risco é ainda maior.
Os médicos já associavam o uso exagerado de paracetamol ao aparecimento de asma, mas ainda nenhum estudo tinha feito prova desta relação: os investigadores, do Instituto de Pesquisa Médica da Nova Zelândia, analisaram dados de mais de 205 mil crianças.
O paracetamol reduz os antioxidantes (que protegem também o organismo de doenças cancerígenas) o que pode explicar o aumento do risco de asma.
Usar paracetamol todos os meses ou mais do que uma vez por mês nos primeiros anos de vida também duplica o risco de eczema e triplica o risco de de rino-conjuntivite (espirros e congestão nasal) por volta dos seis, sete anos.
O paracetamol continua, contudo, a ser considerado o analgésico mais indicado para os bebés. Mas deve ser usado com regra e sob conselho médico.
O paracetamol é um analgésico (reduz as dores) e anti-pirético (faz baixar a febre), usado em bebés e crianças sob a forma de supositórios e suspensão (xarope). Os pais têm muitas vezes a ideia errada de que o seu uso é inócuo, e dão aos filhos doses mais elevadas do que é recomendado. Além disso, administram-no em situações que talvez merecessem esperar mais um pouco para avaliar o aparecimento de outros sintomas.
Como qualquer medicamento, o paracetamol deve ser administrado com precaução, apenas quando é mesmo necessário e seguindo as dosagens recomendadas ¿ quer a quantidade, quer o intervalo entre tomas.

Fonte: Pais&Filhos

Dia de fotógrafo

Há cerca de duas semanas, a directora da creche da Joana falou-me na visita de um fotógrafo que, com a autorização escrita dos pais, iria tirar fotografias aos bebés para, posteriormente, os pais escolherem as fotografias de quem mais gostassem.
Confesso que a minha primeira reacção foi de alguma reserva. Infelizmente, as noticias que envolvem a incorrecta utilização de fotografias, muitas para fins ilicitos (que prefiro nem pensar), levaram-me a fazer mil-e-uma perguntas sobre o propósito das fotografias. Foi-me garantido que o seu uso era exclusivamente direccionado para os pais e que o fotógrafo era um profissional integro. Depois de eu e o pai falarmos, decidimos dar a nossa autorização para fotografar a Joana. Vamos ver como é que ela se comporta hoje com a máquina fotográfica! Ela tem um fascínio por elas, estende sempre a mão, aponta e não sossega enquanto não lhes pegar. Estamos curiosos quanto ao resultado final das fotografias :-)

Bem-vindo, Outubro!

Hoje começa o mês da Joana e o nosso mês enquanto família!

É o mês em que muda a hora e em que fica noite mais cedo. É o mês em que vou tirar uma segunda-feira para ficar com a Joana. E em Novembro haverá mais dias de férias para ficarmos no quentinho da casa, enroscadinhas, a dar e a receber miminhos!