Aguardo o teu nascimento com expectativa, com um sentimento de seres um presente por desembrulhar aos poucos, durante 12 meses.
Depositei os meus projectos em pequenas caixinhas, entregando-as a ti e desejando que as abras à medida que eu o for merecendo.
Um dos meus desejos relaciona-se com o meu regresso ao trabalho, que eu espero ser o mais tranquilo possível, pois sei que as saudades da minha bolotinha serão muitas. Elas são inevitáveis e não desejo ignorá-las, apenas espero que elas não sejam insuportáveis...cada regresso a casa será feito à velocidade da luz, com a saudade transformada num recipiente que transborda de felicidade. É a estes sentimentos que a minha concentração residirá enquanto estiver a trabalhar por condições de vida cada vez melhores.
Para a minha filha, desejo um desenvolvimento saudável a todos os níveis, recheado de sentimentos de segurança, protecção e amor inabaláveis. Olho para a bolotinha e vejo uma personalidade determinada, uma necessidade infinita de amor e carinhos e uma consciencialização cada vez mais apurada de que eu e o pai somos, para ela, o seu elo de referência. Tudo isto é tão recompensador! São sentimentos tão simples e, ao mesmo tempo, tão nobres...meu amor, sei que no início te custará não teres a mãe junto de ti. Mas poderás ter a certeza que estás sempre no meu pensamento e que cada segundo do meu trabalho será dedicado a ti e a nós enquanto família. Em cada regresso a casa, abraçar-te-ei com todo o meu amor, sentindo o teu calor, reencontrando o teu olhar e o teu sorriso, murmurando “Amo-te muito!” e, quando estiver na hora de dormires, aninhar-te-ei para que tenhas um soninho delicioso.
Para mim e para o pai desejo muita saúde, paz e felicidade, enquanto casal e enquanto família. Faço endereçar os mesmos votos à minha família e amigos, incluindo vocês, pais, futuros pais e filhotes! Quero agradecer-vos a vossa companhia, os vossos conselhos, as experiências que partilhamos, os sorrisos que trocamos.
Para o meu país e para o mundo, peço-te mais tolerância, mais diálogo e mais partilha. Mais sorrisos, mais humildade e mais espírito empreendedor. Uma menor sinistralidade rodoviária e um grande “Não!” à solidão dos idosos, à violência doméstica e aos maus-tratos infantis.
segunda-feira, 31 de Dezembro de 2007
Carta a 2008
Etiquetas: diversos
Carta a 2007
Hoje, à meia-noite, passarás o testemunho ao teu irmão mais novo, 2008.
És um ano que deixará as mais ternas recordações e o meu bem mais precioso: a minha filha!
Quando soaram as primeiras badaladas de 2007, olhei para o céu pintado de pontinhos de luz e desejei com todo o meu ser a concretização de ser mãe. Abençoaste-me dois meses depois e quando ouvi do médico que fez a minha primeiríssima ecografia: “Parabéns, vai ser mãe, está grávida de 5 semanas e 3 dias!”, os meus olhos encheram-se de mil gotinhas de felicidade.
A minha gravidez não foi fácil, bem o sabes. As tonturas foram impiedosas para comigo nos últimos meses, levando-me a uma baixa antecipada no meu trabalho e a muito repouso. No segundo que vi a minha filha nascer de mim, tive a certeza de que voltaria a passar por tudo isto, sem reservas. A minha filha devolve-me uma felicidade sem precedentes, uma realização plena e, com ela, o meu coração encontra-se cheio, 24 horas por dia, 7 dias por semana.
Obrigada, 2007, por me dares a conhecer o significado de ser mãe e de sermos uma família.
Obrigada, 2007, por me concederes um sentido de responsabilidade mais profundo e um padrão de exigência superior relativamente a tudo aquilo que me rodeia.
Ensinaste-me que o mais importante nesta vida, que é apenas uma, são gestos simples, como o sorriso da minha filha, o seu olhar, o seu bem-estar e uma cumplicidade crescente entre nós, pais, e a nossa bolotinha.
Etiquetas: diversos
Livros de 2007
Estes foram os livros que me acompanharam ao longo de 2007:
“Os Buddenbrook” (1901) e “Tonio Kroeger” (1903), de Thomas Mann, Prémio Nobel da Literatura em 1929: Adorei o primeiro livro, pura em simplesmente fantástico!
“A Ilha” (1995), de J.M.Coetzee, Prémio Nobel da Literatura em 2003: um reviver das aventuras de Robinson Crusoe
“Noite” (1953;2006), de Elie Wiesel, Prémio Nobel da Literatura em 1986: um livro sobre a Segunda Guerra Mundial, poderoso.
“Uma escolha por amor” (2007), de Nicholas Sparks: um dos meus escritores preferidos.
“A cor da paixão” (2006), de Sveva Casati Modignani: uma das minhas escritoras preferidas.
“A sombra do vento” (2004), de Carlos Ruiz Zafón: um "must" para quem adora livros!
“Harry Potter e o Príncipe Misterioso” (2005) e “Harry Potter e os Talismãs da Morte” (2007), de J.K.Rowling: Adorei todos os livros, especialmente o primeiro, o grande impulsionador do meu fascinio pelas aventuras em torno de Hogwarts.
“Bebés e Crianças: Perguntas às respostas dos pais” (2000), da Dra Carol Cooper: um livro que me ajudou muito nas primeiras semanas com a bolotinha e que me irá ajudar seguramente pois cobre a faixa etária entre os 0 e os 3 anos.
“O Grande Livro da Criança” (1995;2006), de T.B.Brazelton : a minha referência em pediatria. Tenho muiiiitos livros deste autor, que devoro com interesse.
“A Família em primeiro lugar” (2004;2007), de Dr Phil McGraw: conheci este psicólogo norte-americano através dos programas intitulados "Dr Phil", que passam na Sic Mulher. Os programas são muito interessantes e cobrem assuntos como a vida de casal, perturbações do desenvolvimento infantil, entre muitos outros. O livro é um manual interessante que versa a potencialidade de cada familia.
“Em que pensa o meu bebé?” (2007), do Dr Richard Woolfson: um livro que vê o mundo através dos olhos do bebé.
“Conheça melhor o seu bebé” (2005), de Ana Serrão Neto: da pediatra da bolotinha, este livro ajudou-me muito nos primeiros dias com a bolotinha.
“A sua gravidez semana a semana” (2005), de Lesley Regan: a minha biblia durante a gravidez, um livro a não perder!







domingo, 30 de Dezembro de 2007
Perante uma birra de sono...
...e quando a bolotinha não quer ficar na sua caminha, na caminha dos pais, na espreguiçadeira ou ao colo dos pais, qual a solução?!
Pois bem, uma voltinha de carro!
Pela primeira vez...
...a bolotinha adormeceu na espreguiçadeira por breves instantes.Mas não adormeceu de qualquer maneira, nada disso! A mãe tinha que ficar com o polegar e o indicador aprisionados...!
Etiquetas: espreguiçadeira, pais e filhos, sono
sábado, 29 de Dezembro de 2007
Ao volante
Durante a minha gravidez, habituei-me ao bem bom de ser co-pilota mas hoje peguei no Pedro e na bolotinha e fomos os três passear até aos jardins do Casino do Estoril. Que saudades tinha de conduzir! E é bom começar a habituar-me ao carro novo, maior do que o anterior, pois a primeira semana de Janeiro será rica em consultas: vou fazer um exame auditivo, vou à consulta pós-parto (pois, em Novembro a agenda da minha obstetra só tinha vagas para Janeiro, imaginem...) e à consulta da bolotinha.
Etiquetas: passear
Aos dois meses...
De “falar” com as mãos: adoro gesticular, em qualquer circunstância, mas especialmente quando estou a brincar, quando os pais me deitam na minha caminha ou na caminha deles. Já começo a querer chegar aos bonecos com as mãos mas ainda não as consigo abrir completamente, só mesmo quando estou ao colo dos pais e quero agarrar a camisola deles!
O leitinho: vejam só que eu já bebo 180 ml de 3 em 3 horas ou de 4 em 4 horas durante o dia! Estou crescida, sem dúvida. Bom, há dias em que estou mais preguiçosa e deixo ficar um restinho, habitualmente 50 ml. Outros dias, mamo metade de um biberon e dá-me para querer brincar. E fico bem com essa metade. Só que depois sobrepõem-se duas mamadas e eu acabo por compensar o que não bebi na mamada anterior na nova refeição. Dias há em que a mãe anota a hora e a quantidade de leitinho que eu bebi para, no final do dia, fazer um balanço do meu apetite! Diz lá, mãe, portei-me sempre bem, não foi?!
Brincar: já não sou a bebé dorminhoca de outrora! Como durmo muito bem durante a noite, de dia quero é brincadeira com a mãe. O pai acha o máximo, pois já lá vai o tempo em que eu acordava de 3 em 3 horas durante a noite, fazendo o pai perder algum soninho quando, no dia seguinte, tinha que ir trabalhar. Vês pai, Roma e Pavia não se fizeram num dia! Agora a mãe é que gostaria de dormir mais um bocadinho durante o dia. Há dias em que eu deixo, outros em que estou mais exigente: deixa lá, mãe, não pode ser todos os dias e eu gosto tanto de brincar contigo...!
De adormecer na cama dos pais: nos dias em que estou com prenúncio de insónia, os pais levam-me para a cama deles (iupi!) e eu fico deitada entre eles. O quentinho, as festinhas, os beijinhos, fazem com que a insónia procure outra vítima, noutro lar!
O pai tem uma voz mais vigorosa e eu gosto quando ele chega a casa e me cobre de beijinhos, da cabeça aos pés, quando estou acordada!
Já sigo os meus pais com os olhos e, quando um entra ou sai do quarto, eu fico bem atenta a tudo o que se passa! Não gosto de perder pitada!
A Baby TV: costumo ver os bonecos da Baby TV a partir do colo da mãe ou então deitada na minha espreguiçadeira. Acho muito engraçado os bonecos de cores vivas, como o vermelho e o amarelo, e pouca piada a um programa de culinária para crianças pequenas...os tachos, as panelas e as tigelas aborrecem-me, pelo menos para já!
Mudar a fralda, que é um ritual que já aprendi a gostar! Estando a fralda suja ou ainda seca, adoro estar de pernoca para o ar e olhar para a mãe quando ela fala comigo.
Ouvir música: seja ela clássica, com sons da natureza ou a que sai magicamente do mobile que eu tenho pendurado na caminha. Houve uma vez que adormeci com a música do mobile e a ver as coelhinhas voadoras a girar...será que fiquei hipnotizada?!
Ver o que se passa à minha volta: adoro observar tudo e seguro a cabeça durante mais tempo!
Rir e de sorrir à mãe e ao pai, a qualquer hora do dia!
“Falar”: já emito os meus sons, então quando os pais falam ou brincam comigo, eu respondo com sons breves, que os deliciam! E então a nossa “conversa” prolonga-se no tempo...
Ouvir histórias: todos os dias, a mãe conta-me uma história. Gosto do momento em que ela abre o livro, gosto de ver as ilustrações coloridas e de olhar para ela enquanto ela lê para mim. Às vezes, lê-me duas histórias e eu, claro, não reclamo!
Andar de carro: um carro em movimento faz milagres para eu adormecer em três tempos! Mas um carro parado produz também uma birra no segundo seguinte...
Estar deitada de barriga para cima, na cama dos pais: com ou sem massagens na barriga, gosto muito quando os pais me deitam na cama deles, por cima da colcha. Normalmente, quando estou num dia “não”, choro para ficar nesta posição! E depois fico a olhar para a cara deles ou para algum boneco que eles vão buscar. Também é nesta posição que eu costumo ouvir música.Festinhas e beijinhos na cabeça: adoro miminhos destes, quando estou acordada ou para adormecer!
Massagens na planta dos pés e nas palmas das mãos: é tão relaxante!
Agarrar o cabelo da mãe: porque faz parte da mãe e porque basta-me esticar as mãos para brincar com o cabelo dela...mas acho que a mãe não acha muita piada a este passatempo porque, no minuto seguinte, está a abrir-me a mão...
Do banho: já tenho dois meses, tempo de me portar melhor na hora do banho, não acham?! Pois, mas isso não equivale a que não chore de vez em quando. Mas confesso que estou mais cooperante com a mãe, quiçá graças aos dois patinhos que ela põe a nadar perto de mim...
Do ovo: acho-o tão desconfortável...o pai montou-o bem no carro e as correias ajustam-se bem ao meu corpo. Sei que é mais seguro que a alcofa mas, no ovo, fico toda desengonçada...será que há ovos confortáveis?! A habituação requer tempo, bem sei, mas podiam ter inventado uma segurança mais ergonómica...
Do colo dos outros: sou o membro mais novo da família e todos adoram pegar-me ao colo. Por vezes, estou receptiva a todos esses miminhos, mas há outras vezes em que desejaria não ter de ir de colo em colo...fico tão estimulada que depois desato numa birra daquelas. Então é engraçado ver como as pessoas dizem para eu ir para o colo da mãe! Realmente, é junto da mãe ou do pai que eu sossego depois de uma roda-viva de estímulos!
Não gosto mesmo nada de:
Não compreendo:
O bolçar: porque não me tira de todo o apetite!
As birras de sono: se eu tenho sono porque é que não consigo dormir, mesmo ao colo da mãe ou do pai? Abro a boca centenas de vezes, manifesto o meu sono mas, mesmo assim, faço birra...quem disse que o ser humano é fácil?!
O porquê das minhas unhas das mãos crescerem tão depressa: duas vezes por semana, lá vem a mãe com a tesourinha cortar-me as unhas. Só o consegue quando eu estou distraída a brincar e abro as mãos. Mesmo assim, a mãe nunca consegue cortar-me as unhas todas de uma enfiada, tem que ser por etapas!
Etiquetas: 2 meses
sexta-feira, 28 de Dezembro de 2007
Pacto secreto
Só pode ser, não tenho quaisquer dúvidas!
Durante todo o dia, a bolotinha conheceu as quatro estações do ano: comeu bem, esteve preguiçosa para comer, esteve sorridente, esteve rabugenta, fez birra de sono e passou pelas brasas durante 30 minutos a 1 hora no máximo. Conclusão: praticamente não deu tréguas à mãe!
Etiquetas: pai, pais e filhos
Bolhinhas, bolhinhas, bolhinhas!
Esta semana a bolotinha aprendeu a fazer bolhinhas. E, se eu não estiver atenta, forma-se uma avenida de saliva entre os seus lábios à velocidade da luz...a bolotinha não reclama e fica pronta para mais!
Etiquetas: baba
5 de...
5250grs, com body, babygrow e fraldinha!
Etiquetas: peso
quinta-feira, 27 de Dezembro de 2007
Os dentinhos do António
Num texto anterior, já tive oportunidade de vos falar do António, o primo mais velho da Joana, que completou um aninho de vida em finais de Novembro.
Pois bem, ele está na fase dos dentinhos, o que lhe causa bastante desconforto, misturado com baba, alguma dificuldade em comer e muita agitação motora. Para o António, a fralda de pano é uma fonte de conforto, colocando-a na boca e fechando-a, como se a quisesse trincar. Quando não está com a fralda, ele emite uma espécie de gemido monocórdico (“eeegghh, eeeegghh...”) e franze o sobrolho em jeito de desconforto.
Agora que sou mãe, é inevitável observar mais atentamente o meu sobrinho, pois tal permite-me estar mais ou menos preparada para o que me poderá aguardar quando a bolotinha tiver a idade dele.
Para as mamãs cujos filhotes estão ou já passaram a fase dos dentinhos, o que é que os poderá aliviar? Que experiências é que têm desta fase? Quando é que necessitaremos de começar a lavar a boquita deles com a escova (e que tipo de escova aconselham)?
Etiquetas: dentes
Consegui!
Quem nos acompanha, conhece o deleite da Joana pela hora do banho (pois, pois...!). Devo dizer-vos que, aos poucos, a bolotinha vai chorando menos e que, mais dia menos dia, ela acabará por achar o banho um momento divertido, quiçá quando começar a andar de bicicleta com as pernitas dentro de água!
Até agora, só tive a oportunidade de lhe dar uma massagem corporal com leite hidratante. Foi depois do banho e antes de mamar. Por conseguinte, ambas não desfrutámos do momento pois a Joana estava com fome, o que me fez apressar a massagem para lhe dar logo o leitinho.
Erro crasso! Como poderia eu aspirar a uma massagem relaxante para ela se a bolotinha estava ansiosa por ter a sua refeição?!
Assim, a última mamada de ontem aconteceu pelas 21:00. Tendo arrotado e já com o João-pestana à porta, deitei a Joana em cima da nossa cama e segui os exemplos de massagens para bebés sugeridos na revista “Bebé d´hoje” deste mês.
Digo-vos que foi um momento inesquecível para mim e para a bolotinha: para mim porque percorria cada milímetro do corpo da minha filha com muito carinho, ao mesmo tempo que murmurava palavras carinhosas; para a bolotinha, porque ficou deliciosamente relaxada, adormecendo prontamente.
Passando a publicidade, aconselho-vos a comprar a revista que está desde o dia 19 nas bancas.
Para quem não a conseguir encontrar, ficam aqui transcritos os exercícios propostos:
“Pernas e pés
Com uma mão untada em óleo (eu utilizei creme hidratante), seguramos o pé. Com a outra acariciamos a perna da virilha ao tornozelo.
Continuamos com os pés. Na planta dos pés estão reflectidos todos os órgãos do corpo, pelo que massajá-los com cuidados traz múltiplos benefícios. Acariciamos a planta desde o calcanhar até aos deditos, com movimentos suaves com os polegares e observamos que tem um movimento reflexo: os dedos fecham-se, como que a querer agarrar o nosso polegar. Acariciamos cada dedito e vemos como o bebé se relaxa e até abre os dedos (talvez demore uns dias). Agarramos com uma mão o tornozelo enquanto deslizamos a outra desde essa zona até à virilha, alternando as mãos. Repetimos com a outra perna e o outro pé. Estes movimentos favorecem a circulação sanguínea.
Barriga
Colocamos as mãos por debaixo das costelas. Fazemo-las deslizar sobre a barriga até baixo, alternando-as, com delicadeza. Realizamos movimentos circulares sobre a barriguinha, seguindo o movimento dos ponteiros do relógio. É a massagem ideal para evitar cólicas, gases e prisão de ventre (evitar não digo, mas ajuda a acalmar...). Além disso, estimula o sistema nervoso e ajuda o bebé a libertar tensões que se acumulam nessa zona.
Um conselho: quando passarem à barriguinha, assegurem-se que as vossas mãos estão quentinhas...!
Peito
Colocamos as mãos quentinhas sobre o peito do bebé. Fechamos os olhos e sentimos a pele suave e o bater do coração. Depois, acariciamos com as palmas das mãos desde meio do peito até à parte lateral das costelas, sem pressionar, como se estivéssemos a desenhar um coração. Se o pequenito recusar o movimento das nossas mãos, bastará pousá-las sobre o peito e mantê-las quietas (à primeira vez, a bolotinha não recusou mas mexia-se muito, pelo que optei por deixar as minhas mãos deitadas sobre o peitinho dela; nas vezes seguintes, muito devagarinho, lá deixou...!).
Braços e mãos
Acariciamos suavemente com ambas as mãos os bracitos do nosso bebé desde o ombro até ao pulso, e depois massajamos com cuidado as palmas das mãos, as costas das mãos e os dedos. Ao acariciar a palma, o bebé fechará as mãos de modo reflexo. Deixamos o nosso polegar no centro da mão e movemo-lo com suavidade. O bebé sente-o, lentamente afrouxará a tensão e deixará de se agarrar a ele. Se abrir a mão, estará a dizer-nos: “Estou muito relaxado”.
Agarrando com uma mão o pulso do bebé, deslizamos a outra desde essa zona até ao ombro, alternando as mãos. Mudamos lentamente para o outro braço e repetimos as mesmas manobras. Se observarmos que o pequenino se nega a descolar os braços do corpo não há problema, é melhor não insistir. Irá relaxar quando reconhecer a massagem como um ritual diário (a bolotinha adora a massagem nas mãos).
Cara
Os nossos polegares arrastam-se muito delicadamente desde a parte frontal da cara até aos lados, passando depois sobre as pequenas sobrancelhas, do centro para fora, procurando não lhe tapar a cara, já que tal provoca no bebé uma sensação de angústia. Depois descemos até às bochechas, acariciando-as em círculos desde os cantos da boca até aos extremos da cara relaxada (acariciar a testa da bolotinha em movimentos circulares é meio-caminho para ela adormecer, especialmente depois de mamar!)
Costas
Fazemos uma massagem de vaivém desde o pescoço até às nádegas com ambas as mãos. Depois deslizamos uma mão desde o pescoço até o rabinho e depois até aos pés. Repetimos o movimento, mas agora passando as pontas dos dedos abertos, como se fosse um pente, desde o pescoço até às nádegas (esta massagem precisa ainda de muito treino porque a bolotinha não gosta de estar deitada de barriga para baixo...).”
Etiquetas: massagens para bebés
quarta-feira, 26 de Dezembro de 2007
O nosso Natal
O nosso Natal foi inesquecível, tal como aquele primeiro álbum de fotografias que compomos para sempre recordar!A nossa consoada foi passada em casa pois, como era a primeira enquanto pais, queríamos que fosse um momento muito íntimo. E soube tão bem!
Assim, no dia 24 de manhã, fomos comprar um Bolo-Rei e fatias de presunto fatiado, petisco que ambos adoramos. A G., a nossa empregada que nos ajuda nas lides da casa, deu um bom avanço ao jantar da consoada, obrigada G.!
A Joana teve a sua refeição por volta das 18:00, pelo que estava a dormir quando iniciamos a consoada tradicional, onde não faltou o bacalhau, o peru, os bolos (fora o Bolo-Rei), os bolinhos, os sonhos, bombons e o presunto.
Terminamos o nosso jantar e, cerca de 20 minutos depois, o pai vai espreitar a bolotinha ao quarto: pois, pois, já estava de bracitos no ar, acordada! Fui logo ter com o pai, pois à mesa, sentira a falta da Joana, e então toca a cobri-la de beijinhos, desejando-lhe uma feliz consoada! Fui preparar o biberon dela enquanto o pai a mimava e lembrei-me dos laços de Natal (não me perguntem porque é que isto me ocorreu quando estava na cozinha!): corri para o nosso escritório, onde temos uma gaveta com papéis e laços festivos, e tirei de lá um mini-arranjo de Natal. Peguei no rolo da fita-cola e na tesoura e toca a colar o arranjo no biberon! Isso mesmo, um biberon de Natal!
Enquanto a bolotinha bebia o seu leitinho, e como eu já estava a ver que os olhitos dela já estavam cheios de sono, decidimos ir abrindo os presentes, começando pelos dela, pois claro! Assim, ao meu colo, do tendo o meu ombro como miradouro, a bolotinha ia vendo o pai desembrulhar caixas e caixinhas coloridas e a tirar de lá bonecos, roupas, um CD...como ela adora observar o que se passa à volta dela, ficou muito espantada a olhar para tudo aquilo, sobretudo para tudo o que emitia som e luzes! A certo ponto, deita a cabeça no meu ombro e....adormece! Pois é, mas viu os presentes todos (deixo-vos mais abaixo as fotografias dos mesmos).
Deitamos a bolotinha na cama e ficamos, por alguns minutos a vê-la dormir: o primeiro Natal dela, o nosso primeiro com a bolotinha, o nosso melhor presente estava ali, serena, com os bracitos erguidos ao alto, quentinha como uma borralhinha, a respirar fundo e sem chucha!
Regressamos à sala e trocamos os nossos presentes: um telemóvel, um DVD do Ratatui (para vermos com a Joana quando ela for mais crescida), um casacão cor-de-chocolate para o tempo frio e sem chuva, um conjunto de água-de-colónia e gel de banho da DKNY e um livro do Pediatra Dr Mário Cordeiro, intitulado “O Grande Livro da Criança” (imaginam para quem foi este livro, não é verdade?!).
Petiscamos aqui e ali e depois toca a pôr o sono em dia!
O dia 25 começou às 08:00, com uma mamada da Joana, e depois às 12:00, novamente com a nossa filha como líder! Levantámo-nos e preparámo-nos para o almoço de Natal junto da família paterna da Joana, na Pousada de Palmela. O almoço, marcado para as 14:00, começou uma hora depois e, como podem calcular, a bolotinha foi o centro das atenções! No início do almoço, ela estava a dormir na alcofa mas aquando das sobremesas, a Joana desperta (quiçá com o cheirinho do bolo de noz e recheio de doce de ovos que a mãe tinha à sua frente!) e a avó foi pegar-lhe. Da avó passou para a bisavó e para os tios todos, e a bolotinha sempre a olhar em seu redor e para as caretas de todas as pessoas, recebendo miminhos e indiferente às fotografias captadas pelos vários telemóveis...bem, ela estava de facto uma princesa, com um vestidinho branco, uns collants brancos com três pequenos corações bordados a meio da pernita, um casinho cor de pérola e uns sapatos de fivela a condizer!
Saímos da Pousada de Palmela eram quase 17:00 e, de regresso a Lisboa, encontramos uma fila imensa de carros para entrar na capital. A fila começava, se não me engano, no Seixal ou ligeiramente mais à frente...escurecera entretanto e, como podem estar a imaginar, carro parado e fome no horizonte equivale a um choro daqueles...! Felizmente, tínhamos saído de casa com um bom arsenal de biberons, fraldas e afins. Só que, ao tirar um biberon do saco térmico, reparei que a água ainda estava quente demais...ooppsss...solução: enquanto eu tentava sossegar a bolotinha com a chucha e algumas gotinhas de Aero-OM, o pai arrefecia o biberon sabem como?! De janela aberta, braço esticado e biberon de fora! Viva o improviso!
Entramos na A5, com a bolotinha sem largar a tetina. Rumamos a Oeiras, para o jantar de Natal com os avós maternos. A primeira coisa que a bolotinha fez quando chegou a casa dos avós foi acabar o biberon, arrotar, mudar a fralda e caminha, onde dormiu um soninho muito bom que durou todo o jantar! Por volta das 22:00 ainda quis mamar mais um bocadinho para depois só acordar às 07:30...eu e o pai deitámo-nos ligeiramente mais tarde, eram quase 01:00, pois quando chegamos a casa, estivemos a tirar etiquetas, caixas e autocolantes dos presentes que recebemos dos avós maternos e paternos: camisas, camisolas, toalhas, jogos de computador, perfumes,livros,roupinhas e bonecos para a Joana...ainda não arrumamos tudo mas vai a caminho!
Que balanço fazemos deste Natal? Foi um Natal muito bom, muito recompensador, em que me senti (e falo também pelo pai) muito realizada, com um coração ainda maior, com os olhos cheios da minha bolotinha. A partir deste ano, tudo será diferente, mais rico, mais alegre, mais ternurento, tão-somente por sermos uma família!

O biberon de Natal!

A primeira fase dos arrotos, ao colo do pai!
Presentes dos papás para a Joana:

Miminhos da Mamã, da Chicco: trata-se de um painel que podemos fixar na caminha do bebé e que dispõe de luzes suaves que mudam ao ritmo de melodias clássicas e “new age” ou sons da natureza. Graças a um “sensor sonoro”, este brinquedo activa-se automaticamente na presença de sons, tais como o choro do bebé. Além disso, com um simples gesto, a mamã pode gravar a sua voz ou a canção de embalar preferida para o bebé ouvir quando acordar. Escolhi este brinquedo a pensar no dia em que regressarei ao trabalho (não quero ainda pensar nisso!) e, quando a Joana chorar, lá estará a mamã em voz!

Mobile "Coelhinhas Voadoras", em tons rosa, para a Joana alternar com o da Nattou que tem presentemente na sua caminha.

Dois conjuntos de lençóis para a caminha, um com um ratinho e outro com bolinhas cor-de-rosa.

Um CD, comprado na Imaginarium, com 12 músicas relaxantes para bebés. Uma delicia!

Um livro de contos para lermos em conjunto, pois os pais já se esqueceram de alguns contos!
Dos avós maternos para a Joana:

Dos avós e bisavó paternos para a Joana:


Um babygrow, também ele bem forradinho!
Três mantinhas em lã, sendo que uma foi oferecida pela minha madrinha de batismo.
Também oferecida pela minha madrinha, foi esta roda comprada na Disney Store, do Winnie de Pooh e seus amigos:
A bisavó ofereceu muita roupinha para a Joana, especialmente a partir dos 3 meses, encontrando-se esta já a lavar, pelo que não aparece aqui.
Dos tios para a Joana:
Comprado na "Ovo Estrelado", um conjunto em malha composto por umas calcinhas, um casaquinho e uma blusa com golinha redonda (a blusa já se encontra a lavar, pelo que não aparece na fotografia). O flash da máquina fotográfica não permite ver muito bem os rebordos do casaquinho são em cor-de-rosa.

Um brinquedo Imaginarium, com um espelho e dois bonequinhos musicais.
Etiquetas: brinquedos, livros, música, Natal, presentes, vestuário infantil
Dois meses
Poderia ter descoberto cada um dos cinco continentes, todos os astros ou as leis da Física.
Mas não.
Perante ti, minha filha, descubro o que a vida tem de melhor:
O teu acordar,
O teu adormecer,
Os teus sorrisos,
As tuas birras,
Os teus abraços,
Os teus arranhões,
O teu respirar,
O teu calor,
O teu olhar,
Cada milímetro do teu ser.
Nestes dois meses de ti
entrego-me à evidênciaque tu és o meu mais profundo amor!
Etiquetas: 2 meses
terça-feira, 25 de Dezembro de 2007
Mais um!
Desta vez, aproveitando um momento de dolce fare niente (já não sabia o que isto era...!), e também inspirada nos últimos desafios aos quais tenho respondido, fui anotando numa folha de papel umas perguntinhas mesmo pequeninas, convidando-vos a participar!
Então vamos lá:
1. Se eu fosse uma cor, seria....vermelho ou então azul, as minhas duas cores preferidas (embora tenha uma inclinação para o vermelho);
2. Se eu fosse um animal, seria...um cão, mas não qualquer um. Gostaria de ser um Cocker spaniel, um Golden retriever ou um Collie. Ah, e gostaria de ter bons donos, que cuidassem sempre de mim com todo o respeito e amor porque uma das coisas que me transtorna é ver pela televisão a frieza com que muitas pessoas abandonam os seus animais...
3. Se eu fosse uma árvore seria...um pinheiro, pela sua verdura, altura e elegância;
4. Se eu fosse um prato (comida) seria...rojões á moda do Minho ou então arroz de polvo;
5. Se eu fosse uma guloseima seria...uma tablete de chocolate de leite da Nestlé;
6. Se eu fosse uma celebridade/ personalidade feminina (estrangeira) seria...Oprah Winfrey, pela sua determinação e pela facilidade com que traduz sentimentos em palavras;
7. Se eu fosse uma celebridade / personalidade masculina (estrangeira)... seria: Nelson Mandela, pelo seu humanismo, pelo seu sorriso, pela sua humildade;
8. Se eu fosse uma celebridade / personalidade feminina (nacional) seria...Rosa Lobato Faria, pela ternura do seu olhar;
9. Se eu fosse uma celebridade / personalidade masculina (nacional) seria...Eduardo Sá, psicólogo, pela sua sensibilidade, por ler com uma facilidade que desarma os olhos das crianças;
10.Se eu fosse uma cidade seria...Paris, pela sua aura romântica e pela sua luz;
11. Se eu fosse um país seria...Austrália. Visitei a Austrália há 10 anos e adorei...estive apenas na costa este (Sydney, Melbourne e Brisbane) mas desejo muito voltar para conhecer muito mais! Gostei muito da afabilidade das pessoas, da sua descontracção, da sua disponibilidade para com os demais;
12. Se eu fosse uma bebida seria...água, que é a única bebida que me sacia a sede;
13. Se eu fosse uma estação do ano seria...o Verão, mês em que nasci. Mas não um Verão abrasador...!;
14. Se eu fosse uma flor seria...uma rosa, adoro rosas;
15. Se eu fosse um objecto seria...um livro. Sempre devorei livros e confesso que não sei como ter cuidado para não transformar a minha casa numa livraria!
16. Se eu fosse um planeta seria...a Terra, azul e onde há vida de certeza! Cuidemos bem do nosso planeta!;
17. Se eu fosse um número seria...o 9, o meu número da sorte!;
18. Se eu fosse um fruto seria...um kiwi, pois adoro kiwis, nunca me canso de comer um ao pequeno-almoço;
19. Se eu fosse um tecido seria...cashmira, quentinha, aconchegante;20. Se não me chamasse Sofia, gostaria de me chamar....Mariana ou Margarida. Não me perguntem porquê, porque nem eu sei...!
Etiquetas: desafio
segunda-feira, 24 de Dezembro de 2007
Despertares
Adoro ver a bolotinha despertar: começa por abrir aos poucos os olhinhos e por palrar um bocadinho. Estica os braços, espreguiçando-se, e ergue o queixo. Se está com muita fome, abre a boca e parece querer trincar o lençol ou apanhar a chucha no ar! Quando está virada para a parede e nos aproximamos da caminha, ela vira a cabeça para nós e sorri!
Outras vezes, quando a bolotinha está deitadinha na cama a brincar e nós vamos ver como ela está, ela vira ligeiramente a cabecita e, pelo canto do olho, parece que quer perguntar: “Hum, quem é que estará aí?!”
Este Natal é muito especial, filha: é o teu primeiro e o nosso também, porque temos uma autêntica dádiva nos nossos braços e corações, que és tu!
Etiquetas: Natal, pais e filhos, sono
Feliz Natal!
"A melhor mensagem de Natal é aquela que sai em silêncio de nossos corações e aquece com ternura os corações daqueles que nos acompanham em nossa caminhada pela vida."
Etiquetas: Natal, pensamentos
domingo, 23 de Dezembro de 2007
Gostos requintados!
E desta é que não estávamos à espera! Então não é que a bolotinha, durante dois dias, não pegava bem no biberon por causa da tetina? Ela que sempre adorou a tetina fisiológica da Chicco, subitamente deixou de lhe achar piada, mordiscando-a e empurrando-a com a língua para fora...e sabem quantos biberons (e, consequentemente, tetinas) temos da série “Biberon fisiológico Chicco”? Sete!
Pois bem, compramos um da Avent e o resultado não foi animador. O mesmo aconteceu com um da Nuk, que também compramos. Conclusão preliminar: a bolotinha deixou de gostar de tetinas de base larga, apesar do fluxo ser normal ou de termos a possibilidade de o regular. Paralelamente, parece-me que a Avent só tem tetinas em silicone, material que a Joana não aprecia. Mesmo assim, comprei um biberon da Avent para o caso de “nunca se sabe...”.
Tentamos um da Tigex, que já tínhamos em casa, e a bolotinha já lhe pegou; também positivo foi o da Bébéconfort, série “Confort Bio”, mas negativo o da série “Evidence” (lá está a tetina de base larga e em silicone...).
Quer o da Tigex quer o “Confort Bio” têm tetinas convencionais, em borracha natural.
Agora, os biberons que ela adora são os da série “Mangiafacile” da Chicco. Compramos quatro, com tetinas em borracha natural e agora fechou-se o stock de biberons! Quando e se a bolotinha se lembrar que, afinal, quer experimentar outros biberons, voltaremos aos fisiológicos da Chicco.
Duas coisas são certas: a Joana prefere tetinas convencionais às de base larga e tetinas em borracha natural às de silicone. Com as chuchas é a mesma coisa, as de borracha natural são as suas predilectas (ainda bem que só comprei duas em silicone...)!
sábado, 22 de Dezembro de 2007
E esta, hein?!
Não é que a bolotinha, ultimamente, só gosta de beber o leitinho com a cabeça virada para o lado, observando tudo o que se passa à sua volta?! E não é que barafusta quando tentamos virar a cabecita dela para nós?! Na primeira leva de leitinho, a bolotinha consegue manter a cabecita direitinha mas à segunda já vira a cabeça, tendo nós que fazer ginástica para lhe dar o biberon.
Ela tem fome e não recusa a tetina, apenas está cada vez mais curiosa e quer alargar os seus horizontes para além do colo dos pais. Comigo, costuma resultar quando a sento ao colo, ligeiramente reclinada, mão esquerda a segurar a cabecita. Nesta posição ela faz poucos “passeios” com a cabeça.
Com o pai, que é mais teimoso, a bolotinha não tem livre escolha! O pai tenta endireitar-lhe a cabecita, ela rabuja, mas passados dois ou três choros, ela lá aceita beber o leitinho naquela posição.
A este propósito, comentava o seguinte com o pai:
Mãe: Já reparaste que a bolotinha está cada vez mais curiosa?
Pai: É verdade, ela não pára quieta com a cabeça, qualquer dia temos que fazer o pino para lhe dar o biberon...
Mãe: Esta pituquinha é mesmo Escorpião, quando mete uma coisa na cabeça ou quando as vontades dela não são logo atendidas, é um pé de vento daqueles...
Pai (vira-se para a bolotinha): Ó filha, tu és Escorpião, mas conheces o signo “Pai”?!
Rimo-nos os dois enquanto a bolotinha, de olhos bem abertos, estuda as nossas caras ao mesmo tempo que se concentra na mamada!
Etiquetas: alimentação, biberon, pais e filhos
Cheira bem, cheira a fraldinha!
Apesar deste texto não ser dos mais perfumados (eheheh!), não podia deixar de vos dizer que a bolotinha já regularizou o seu sistema intestinal.
Até à semana passada, a Joana fazia um cocó gigante uma vez por dia ou uma vez em cada dois dias; ora, ontem e hoje fez, nada mais nada menos, do que 3 a 4 cocós! Generosos, pois com certeza, mas não mais daqueles que sobem pelas costas acima e ameaçam tocar o umbigo!
Os gases é que ainda persistem mas aos poucos a bolotinha descobrirá que estas “substâncias” não se poupam, gastam-se!
Etiquetas: fralda
sexta-feira, 21 de Dezembro de 2007
Dica Dodot
Há dias recebi na minha caixa de correio a newsletter da Dodot. Entre outros temas, achei interessante um exercício tipo jogo indicado para bebés entre o primeiro e o segundo mês de vida.
Sem dúvida que um dos estímulos que o bebé pequeno mais gosta é o rosto humano, com todos os seus traços e expressões.
Com a bolotinha, uma das coisas que me dá mais prazer é interagir com ela, falando-lhe, lendo-lhe, cantando-lhe, fazendo-lhe caretas, cócegas e festinhas. Ela lê o meu rosto e eu o dela: é como se as nossas faces fossem autênticos mapas do tesouro.
Segundo a Dodot, é durante os primeiros meses de vida que os bebés mais “bebem” das expressões faciais, extraindo delas os primeiros significados de alegria, tristeza, surpresa, medo, entre outros.
Assim, é proposto aos pais que desenhem com um marcador preto várias expressões faciais, em cartõezinhos brancos, e as vão mostrando uma a uma ao bebé. Uma alternativa será pendurar os pequenos cartões nas protecções laterais da caminha, ao nível dos olhos do bebé.
Eu desenhei 5 caras: uma alegre, uma triste, outra zangada, outra com medo e outra admirada e, para cada expressão, ia dizendo à bolotinha: “Olha, este menino está contente, mas que sorriso grande!”, “Olha, este menino está triste, se calhar está a precisar de miminhos, não achas?”, “Ui, mas que menino zangado, até mete medo...!”, “Olha, este menino deve ter visto uma coisa esquisita, diferente, porque está tão admirado...” e “O que é que será que aconteceu a este menino?Vês os olhos e a boquinha dele? Está mesmo com medo...”.
Até agora, só mostrei duas expressões faciais de cada vez à bolotinha porque a capacidade de atenção dos bebés pequenos é ainda diminuta e também não a quero bombardear com muitos estímulos novos de uma só vez.
Perante cada carinha, a bolotinha mostra muito interesse e olha concentrada para cada pormenor (que eu também vou apontando com o dedo, à medida que vou falando com ela): contorno do rosto, olhos, orelhas, cabelo, nariz e boca. O pai também desenhou um boneco, tipo Snoopy, e como está de perfil, a bolotinha até arregalou os olhos, talvez na tentativa de lhe encontrar a cara!
No entanto, este jogo não substitui de forma alguma as caretas que a mãe e o pai fazem, que são ao vivo e bem mais interactivas do que rostos desenhados em papel.
Ainda segundo a Dodot, podemos desenhar outras coisas, como uma casa, uma flor, um animal, o sol e irmos variando os cartõezinhos para o bebé não se cansar de ver sempre os mesmos estímulos e assim aguçar os seus sentidos com novos pormenores e formas.
Neste momento, a bolotinha tem pendurados dois cartões na sua caminha: um lago com três patinhos e uma casinha. Digo-vos que ela adora olhar para os desenhos, ri-se imenso para eles, até mesmo quando eu aponto “Olha um patinho!” ou “Mas que casa tão bonita!”.
Deixo-vos abaixo uma selecção de figuras que desenhei (atenção que o desenho não é o meu forte!), procurando ter em conta quais as cores indicadas para esses mesmos desenhos. De facto, se os recém-nascidos revelam preferência por padrões a preto e branco, pela sexta semana de vida, entra em cena o vermelho e o verde e, pelos 3/4 meses, o azul e o amarelo.
É desta vez que eu vou aperfeiçoar os meus dotes artísticos!



Etiquetas: dicas, pais e filhos
É um prazer!
“É um prazer conhecer-te! Depois de ter brincado com o teu nariz tipo pompom e de termos rido juntas, acabei por adormecer quase em cima da tua mão!
Para a próxima brincamos mais um bocadinho, pode ser? Bem entendes, de barriguinha cheia é difícil recusar um bom soninho...!”
Etiquetas: brinquedos, sono
As nossas noites...
Etiquetas: sono
Deixou um pouco a desejar...
...o último filme do Harry Potter, “Harry Potter e a Ordem da Fénix”, que vi na passada terça-feira à tarde, aproveitando um soninho da bolotinha.
De todos, foi o que menos me impressionou, talvez por estar imbuído da influência do Ministério da Magia em Hogwarts...O filme que eu mais gostei foi o primeiro (pela forma como o livro me encantou!) e o quarto, “Harry Potter e o Cálice de Fogo”(pelos extraordinários efeitos especiais).
Comparando o primeiro com o último filme da série, é impressionante ver como as personagens principais cresceram num ápice. Já passaram alguns anos, bem sei, mas mesmo assim o “salto” foi considerável!Neste momento, encontro-me a meio do último livro do Harry Potter. Estou a gostar e ainda não sei como vai ser o desfecho...por favor, não me contem!
Etiquetas: diversos
quinta-feira, 20 de Dezembro de 2007
Sortuda!
Sou uma mãe cheia de sorte, senão vejamos: não há dia em que a bolotinha não me condecore com uma medalha. Não de ouro, não de prata, não de bronze. Falo de uma medalha de leite, de fazer inveja a qualquer atleta!
Hoje tive direito a duas medalhas no meu casaco vermelho (como podem ver na imagem que vos deixo) e, se a memória não me engana, a maior condecoração que recebi começou na camisa, passou para o casaco, desceu pelas calças e só não chegou aos sapatos por milagre!
Etiquetas: pais e filhos
Já te conheço!
06:22, a Joana faz soar o nosso despertador.
Dormimos os três 8 horinhas seguidas, mas que bom!
Eu pego na bolotinha ao colo, enquanto o pai vai à cozinha preparar o biberon. E não é que, quando ele entra no quarto a agitar a “garrafinha mágica”, a bolotinha vira a cabeça em direcção ao pai e à aproximação do biberon?!
“Sim, já te conheço, não és tu que costumas trazer leitinho?! Então vem que eu estou com pressa!”
E, mesmo antes da bolotinha sentir a tetina, já a sua pequenina língua começara a dar estalidos!
Etiquetas: pais e filhos
Mistério!
Hoje aproveitamos uma aberta neste tempo de chuva para ir pesar a bolotinha que está quase a chegar aos 5kg! A balança apontou uns generosos 4990grs, com fraldinha e roupa. Para a semana já teremos um novo marco para celebrar!
Mas o mistério não reside no peso da bolotinha, antes no peso da mãe.Hoje de manhã, depois de tomar banho, subi para a balança e vejo que já recuperei o meu peso antes de engravidar, isto é, 60kg. Aumentara 15kg durante o mês e sem dúvida que a Joana tem sido o meu melhor exercício físico. Mas, digam-me então, porque é que as minhas roupas pré-gravidez ainda não me servem?! Quer dizer, servir, servem mas chegam às ancas e recebem um “stop”...o espelho diz-me que as minhas ancas estão mais redondinhas e, por isso, a redistribuição do meu “antigo” peso deve ter sido feito de outra forma...bem, toca a ir às compras!
quarta-feira, 19 de Dezembro de 2007
Encontrei um refúgio!
Mãe, tu bem sabes como eu gosto de dormir com as mãos destapadas, de pôr as mãos para fora da mantinha quando estou na espreguiçadeira, de gesticular quando me dás o biberon e de dançar a valsa com as mãos quando me deitas na caminha, estando eu ainda acordada.
A minha curiosidade obriga-me a questionar a razão pela qual os adultos inventaram as luvas para bebés...é natural que o zelo das pessoas crescidas conduza a um “Vamos pôr as luvinhas, meu amor?”.
Sou a favor das luvas quando vamos passear, mas porquê em casa, estando esta quentinha?!
Agora, quentinho, quentinho é mesmo o teu colo, mãe!
Há dias apanhaste com a máquina fotográfica o meu mais recente refúgio: tinha adormecido com uma das mãos debaixo do teu casaco! Na fotografia não se nota muito bem porque o teu casaco era branco e o meu babygrow também...nem imaginas o quão delicioso é este esconderijo!
Por isso mesmo, mãe, deixa as luvas bem arrumadinhas porque nós, bebés, temos “o mundo na ponta dos dedos” e as luvinhas só atrapalham...
Sentir-te na ponta dos meus dedos é mesmo a melhor coisa que há!
Etiquetas: pais e filhos, sono
Vamos a ele!
Seguindo o desafio proposto pela mamã Sara (www.maeprincesa2.blogspot.com), vamos lá responder a umas perguntinhas:
Etiquetas: desafio
terça-feira, 18 de Dezembro de 2007
Apanhada em flagrante!
Pois é, meu amor, apanhei-te em flagrante!
Há já algum tempo que estava a desconfiar das tuas intenções até que ontem tirei a prova dos nove.
Eu passo a explicar: quando deito a bolotinha na cama, estando ela ainda acordada ou meia acordada, costumo colocar-lhe a chucha e ficar junto dela um bocadinho, falando-lhe ou cantando-lhe baixinho.
Já anteriormente reparara que, pouco depois de sair do quarto, a bolotinha começava a chorar. O que era? A chucha tinha caído. Mas não era tudo. Quando eu voltava a entrar no quarto, dizendo “O que foi, meu amor, a mãe está aqui!”, a bolotinha sossegava quase de imediato e totalmente quando me via novamente. Claro está, a Joana ficara com saudades da mãe!
Mas na passada sexta-feira tirei a prova dos nove. A bolotinha acabara de mamar e estava praticamente rendida ao sono. Deito-a na caminha, aconchego-a e vou a correr preparar o jantar!
O jantar está na mesa e, quando vou saborear a primeira batata frita, ouço a bolotinha chorar...levanto-me e entro no quarto com a mesma frase de sempre: “O que foi, meu amor, a mãe está aqui!”. Ainda não chegara ao pé dela e a Joana passara do choro à rabugice, com direito a beicinho e tudo! Tento colocar-lhe a chucha. Não quer. Volta a fazer beicinho e eu exclamo: “Tu queres miminho, já sei!”. Pego-lhe ao colo e vamos as duas para a sala. Enquanto vou petiscando o jantar, ela adormece ao meu colo. Deixo passar cerca de 5 minutos e regresso com ela ao quarto, deitando-a na caminha. Regresso à mesa mas por pouco tempo, pois tenho uma bolotinha novamente a chorar. Mais uma vez, nada de chucha, colinho sim! Volta a adormecer depois de umas passeatas pela sala. Desta vez fico com ela ao colo durante uns 30 minutos: a bolotinha sente-se quentinha, protegida e segura assim. Precisava do miminho do colo para adormecer. Por seu turno, a entrega total e incondicional da bolotinha ao meu colo e aos beijinhos que lhe vou depositando na cabeça são também um miminho para mim!
E, no meio de tudo isto, o jantar ficou esquecido em cima da mesa...!
Etiquetas: pais e filhos
Desafio,vamos a ele!
Seguindo o desafio da mamã Mara (www.mara-barriguitas.blogspot.com), da mamã Liliana (www.onossopilitas.blogspot.com) e da mamã SRC (www.src-porquesim.blogspot.com), vamos lá responder a 41 perguntinhas (porque não 40 ou 45?!):
1 – Que horas são? 7:02
2 – Nome? Sofia
3 – Quantidade de velas no teu último aniversário? 2, com ambição de chegar a 3 daqui a uns anitos!
4 – Tatuagens? Nenhuma. Não gosto de tatuagens e o mesmo se aplica à pergunta seguinte.
5 – Piercings? Nenhum.
6 – Já foi a África? Sim, à Tunísia mas não gostei muito...gostava de conhecer a outra África, a dos safaris e de visitar países como a Tanzânia ou o Botswana. Também nutro uma grande curiosidade por conhecer a África do Sul, especialmente a Cidade do Cabo.
7 – Já ficou bêbeda? Não. Não aprecio bebidas alcoólicas, só mesmo champagne em aniversários ou na passagem de ano. Mas, mesmo assim, nunca exagero.
8 – Já chorou por alguém? Muitas vezes.
9 – Já esteve envolvida em algum acidente? Não sei se posso chamar a isto acidente, mas uma vez ia a caminho da faculdade e a falar ao telemóvel. Ao desfazer uma curva, não segurei o carro, ele subiu o passeio e esmurrei o pára-choques na parede de uma loja de frutas... felizmente não atingi ninguém. Mas o susto levou-me a comprar nesse mesmo dia uns auriculares e a desembolsar quase €100 para trocar os pneus da frente...
10 – Peixe, carne ou frango? Carne! Não aprecio peixe (só mesmo aqueles que não têm espinhas,eheheh) mas frango também me abre o apetite: então grelhado com sumo de limão, huuuum!
11 – Música preferida? Prefab Sprout, Diana Krall, Corine Bailey Rae...tantas mais!
12 – Cerveja ou champanhe? Champagne!
13 – Metade vazio ou metade cheio? Metade cheio.
14 – Lençóis de cama lisos ou estampados? Lisos e 100% algodão.
15 – Filme preferido? Clube dos Poetas Mortos, Uma Mente Brilhante, As Horas e todos os do Harry Potter!
16 – Coca-cola simples ou com gelo? Não gosto de Coca-cola. Na minha adolescência bebi tanta Coca-cola que acabei por enjoar, acreditam nisto?!
17 – Flores? Rosas.
18 – De quem recebeste este desafio? De três mamãs: Mara, Liliana e SRC.
19 – Quem, dos teus amigos, vive mais longe? A Paula, que vive em Vila Real...que saudades amiga, devias pensar em mudar de casa, se possível para Lisboa, eheheh!
20 - Quem é que achas que vai responder a este desafio mais depressa? Quem estiver agora a ler as minhas respostas e ainda não ter respondido a este desafio.
21 – O teu melhor amigo? O meu marido .
22 – Quantas vezes deixas o telefone tocar antes de atender? Nunca contei...
23 – Qual a imagem do teu mouse pad? Não tenho mouse pad. Já tive um vermelho integral (a minha cor preferida) mas não sei onde é que ele pára...
24 – Cd preferido? Corine Bailey Rae.
25 – Mulher bonita? A minha filha.
26 – Homem bonito? O meu marido.
27 – Pior sentimento do mundo? Ódio, hipocrisia e intolerância.
28 – Melhor sentimento do mundo? Amor.
29 – O que uma pessoa não pode fazer para ficar contigo? Ser infiel ou ferir os meus sentimentos.
30 - Qual o teu primeiro pensamento ao acordar? Já?! Mas que horas são? A Joana já tem fome?!
31 – Se pudesses ser outra pessoa, quem serias? Eu!
32 – O que é que nunca tiras? O sorriso e o optimismo.
33 – O que tens debaixo da cama? Nada.
34 – Qual a pessoa que talvez não responda a este desafio? Todas vão responder, tenho a certeza!
35 – Qual a pessoa que vai, de certeza, responder a este desafio? Todas, é claro!
36 - Quem gostarias que respondesse? Todas, tintim por tintim!
37 – Uma frase? "Para ser grande,sê inteiro/Nada teu exagera ou exclui/ Sê todo em cada coisa/Põe quanto és/No mínimo que fazes.” (Fernando Pessoa); “Se as coisas são inatingíveis/Ora...não é motivo para não as querer/Que tristes os caminhos/Se não fora a presença distante das estrelas.” (Mário Quintana) .
38 – Que dia é hoje? 18 de Dezembro de 2007.
39 – Que livro está a ler? Mais que um: “O Grande Livro da Criança”, do Dr Brazelton e o último livro do Harry Potter.
40 – Uma saudade? Da minha avó materna...que saudades tenho eu de te abraçar, de rirmos as duas e de pormos a conversa em dia, vó!
41 – Uma característica tua? Sei o que quero, não desisto à primeira contrariedade, sou frontal, prezo muito a amizade, estou sempre pronta a ouvir os outros e sou uma defensora acérrima dos valores familiares. Ah, e tenho uma memória de elefante!
Etiquetas: desafio
segunda-feira, 17 de Dezembro de 2007
Missão cumprida
Esta manhã os presentes de Natal ficaram todos comprados e embrulhados, até que enfim!
De facto, não me lembro de alguma vez ter deixado para tão tarde a compra de presentes...a verdade é que só tenho olhos para a bolotinha e foi só quando olhei para o calendário, há poucos dias atrás, que constatei que o Natal está quase, quase a chegar!
Assim, munida de uma lista (este presente para aquela pessoa, na loja x vou comprar isto e na loja y aquilo), tranquei-me duas horas no Colombo, saindo de lá três horas depois, com sacos, saquinhos e saquetas. Se tivesse ido ao fim-de-semana ou ao fim do dia, teria demorado o dobro do tempo e provavelmente sairia de lá numa pilha de nervos...nem quero pensar nisso porque eu fujo de multidões e de encontrões a sete pés!
Neste momento, existe uma espécie de “buffer-zone” em redor da árvore de Natal, com embrulhos de todos os tamanhos e feitios.
E se...
...eu empurrar a lagartinha, o que é que será que acontece?!”, deve ter perguntado a Joana a si mesma enquanto estava deitada na espreguiçadeira.Foi a primeira vez que a vi empurrar uma, duas, três, quatro vezes a lagartinha, rindo-se a cada movimento dela.
Foi delicioso observá-la a interagir tão bem com um boneco!
Etiquetas: brinquedos
domingo, 16 de Dezembro de 2007
Brilharete!
Esta tarde fomos visitar os avós maternos a Oeiras e a bolotinha fez um brilharete com o seu primeiro vestidinho e sapatinhos, que ainda lhe estão um pouco grandes.
A Joana portou-se muito bem no colo dos avós, observando tudo com muita atenção, sem perder a mãe de vista, pois claro! Nem se assustou com os latidos de alegria do Óscar, o cocker spaniel de 6 anos...

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37
Aproveitando um soninho da bolotinha, esta manhã estive a fazer uma limpeza ao envelope dos recibos que entrarão para o IRS de 2007. E sabem quantos recibos da farmácia é que eu contabilizei até agora? Pois claro, 37! Até ao fim do ano, pode ser que cheguemos aos 40, eheheh...não restam dúvidas que, com um filho, começamos a ser clientes assíduos da farmácia!
Etiquetas: diversos
Obrigada, piolho!
O piolho foi o meu companheiro de viagens durante quase 7 anos.
Quando andava a tirar a carta de condução no ACP, gostava tanto de conduzir um Toyota Yaris que decidi comprar um quando tivesse a carta; ainda me lembro do dia em que o meu pai o foi buscar ao stand. Estávamos a 5 de Dezembro de 2000, uma 5ª feira, e nesse dia tivera aulas na faculdade durante todo o dia. Quando cheguei a casa, a primeira coisa que fiz foi ir à garagem: ali estava o meu piolho, todo a brilhar! Como se sentia feliz...afinal comprara o piolho com as minhas poupanças!
Fizemos muitas viagens de e para a faculdade (ainda me lembro da primeira viagem, em que eu era a precaução em cada gesto que fazia!), muitas viagens Porto-Lisboa (e vice-versa), algumas viagens Porto-Coimbra (e vice-versa), sendo que a viagem mais longa que o piolho conheceu foi Guimarães-Monsaraz (um “esticãozito” de 500km aproximadamente, com três paragens pelo meio!).
O meu piolho conheceu-me solteira, casada, grávida e mãe. Acompanhou momentos bons e momentos menos bons. Carregou livros, cadernos, pastas e o meu traje da faculdade, malas de viagem, sacos de compras e, nos últimos dias, o carrinho da Joana.
E agora que somos uma família, o meu piolho transformou-se em carrinha. Precisávamos de mais espaço e de maior segurança para a Joana e foi por isso, meu querido piolho, que tive de abrir mão de ti.
Desde Junho que estavas doentito, com o motor a fraquejar. Mesmo assim, aguentaste-te bem e fico-te grata por isso.
Foi com o coração pequenino que te deixei no stand para retoma e assinei a declaração de venda. Trocamos votos de felicidade e eu tenho a certeza de que nos veremos por aí um dia destes!
De piolho...

A carrinha!
Etiquetas: carro
sábado, 15 de Dezembro de 2007
Apesar de...
...durante a última semana a Joana ter estado mais marota para beber o leitinho (podemos dizer que ia “petiscando”), o seu peso não se ressentiu. Muito pelo contrário: se no dia 5 pesava 4360grs, no dia 12 a balança registou uns generosos 4700grs, com roupa e fraldinha.
Confesso que não estava à espera deste aumento de peso; aliás, estava convicta que a bolotinha não tinha ido além de um aumento de peso na ordem dos 200grs. De facto, durante 4 a 5 dias, a Joana ficava saciada com 150 a 180 ml de leitinho mas, quando as cólicas atacaram com mais força, ela contentava-se com 100, 120 ml no máximo. Esta redução deixou-me preocupada, tanto que decidi telefonar para a direcção de Neonatologia do HCD onde a Joana nasceu. Explicaram-me que as cólicas conduzem a uma normal perda de apetite, uma vez que o bebé sente dores e está incomodado. Logo, o incómodo faz com que o bebé não consiga alimentar-se devidamente, ficando irritado e rabujento. Tudo isto é um ciclo vicioso que é ultrapassado com muita paciência por parte dos pais, com muitas massagens no baixo ventre, erguendo as perninhas de encontro à barriguinha (sempre antes das refeições) e também com recurso ao Colimil.
Contudo, este produto não tem surtido o efeito que eu esperava dele pelo que vou seguir o conselho de várias mães e encomendar o Infacol (espero que não demore muitos dias a chegar...).
Bom, apesar de todas estas peripécias, o peso da bolotinha está óptimo, o que me deixa satisfeita!
Está lá?!
Há dias, estava eu com a bolotinha ao colo, quando o telemóvel toca.Era o pai. Com uma mão seguro a Joana e com a outra o telemóvel. Entretanto, a bolotinha começa a espernear e eu deito-a em cima da nossa cama, colocando a chamada do pai em modo altifalante.
Etiquetas: pais e filhos
sexta-feira, 14 de Dezembro de 2007
No elevador com...
...a Maria Rueff, o Bruno Nogueira e muitos notáveis desconhecidos!
Esta tarde, eu, o pai e a bolotinha fomos ao El Corte Inglès, mais precisamente ao piso 4, o da pequenada e o de toneladas de presentes de Natal, qual deles o mais apelativo...
Quando entramos no elevador, vindos do parque de estacionamento, eu e o pai reparamos em duas pessoas que estavam a sorrir para a alcofa onde estava a bolotinha, tapadinha até ao pescoço. Quem eram? Pois claro, a Maria Rueff e o Bruno Nogueira. Estávamos mesmo lado a lado e o pai, de todo babado que é, puxou a mantinha da Joana para trás e disse: “Olá pessoas, eu sou a Joana e...estou a dormir!”
A bolotinha, charmosa que é, teve direito a um “Felicidades!” à saída do elevador...
Etiquetas: diversos
Vale a pena visitar
Esta tarde visitei dois sites muito interessantes, ricos em conteúdos teóricos e práticos e em actividades lúdicas que podemos empreender com os nossos filhotes.
Um deles, o da Nestlé, foi o que eu mais gostei (www.nestlebebe.com.pt), e aborda, entre outros, os seguintes temas:
As perguntas mais frequentes dirigidas ao pediatra e respostas a essas mesmas questões;
Desenvolvimento do bebé;
A chegada dos dentinhos;
Sugestões de menus a partir dos 4 meses;
Como introduzir os sólidos na alimentação do bebé;
Alergias;
Conselhos de segurança;
Viajar com um bebé;
Como preparar a festinha de anos do bebé;
Joguinhos interactivos a partir dos 12 meses.
O site da Dodot (www.dodot.com) é igualmente útil, tendo eu gostado especialmente dos exemplos de brincadeiras que pudemos fazer com os nossos bebés, de acordo com o objectivo: por exemplo, estimular os sentidos, a exploração, entre outros.
Para além disso, existem grupos de artigos relacionados com saúde, nutrição, desenvolvimento, sono, comportamento, cuidados com a pele e segurança, tudo isto desde a gravidez até ao bebé completar 36 meses.
Vale a pena a visita e, já agora, as pesquisas!
Etiquetas: diversos
O primeiro guinchinho...
...aconteceu esta madrugada, pouco antes das 05:30, estava eu a mudar a fralda à bolotinha!
Ela costuma adorar este capítulo que funciona como um acordar a meio da mamada: fica sossegadinha, de quando a quando “abraça-se” ao gato laranja (isto é, estica os braços para cima e agarra-se a ele com as mãozitas) e costuma sorrir. Pois esta madrugada, no meio dos sorrisos, emitiu um “rnhiiii!”
Etiquetas: sorrir
Arrumações
Ontem estive a arrumar a cómoda da bolotinha, tirando as roupinhas que já não lhe servem e que, como podem ver na imagem ao lado, ainda são algumas...
Agora já não corro o risco de lhe ir a vestir algo que, afinal, já está pequeno pois a Joana não gosta de ficar muito tempo despida!Fiz um espacinho no nosso guarda-fatos mas penso que isto não é solução pois, daqui a pouco tempo, haverá mais roupas a ir para a “reserva”.
Etiquetas: vestuário infantil
quinta-feira, 13 de Dezembro de 2007
E não é que...
...por duas vezes, a bolotinha sossegou e adormeceu ao meu colo, graças ao som de fundo da Baby TV?!
Na primeira vez, a Joana acabara de mamar e, consequentemente, de arrotar. Estava a passear com ela pelo quarto mas notei que ela estava irrequieta: não queria estar ao meu colo, nem na caminha dela, nem na cama dos pais.
Muito bem, vamos então passear para a sala. Ligo a televisão na Baby TV e, quase no mesmo instante, a bolotinha coloca as mãozinhas no meu peito e faz força para trás para ver e ouvir melhor as cores e os sons que provinham da “caixinha-maravilha”!
Fica ela atenta aos bonecos e divido eu a minha atenção entre os bonecos e ela; fico deliciada a olhar para a concentração da bolotinha, para o sentido de vontade que ela já expressa!
Entretanto, vem um momento musical e ela rende-se ao meu colo. Embalo-a. Pouco depois ela adormece.Caminho devagarinho para o quarto e deito-a na caminha. Estou a ajeitar o lençol quando a bolotinha desperta. Faço-lhe festinhas da cabeça, murmuro-lhe “Pronto meu amor, dormir quentinha, dormir quentinha, tão bom!”. Ela começa a reclamar. Tento a chucha. Nada feito! Regressamos então à sala onde visitamos primeiro a árvore de Natal e depois os bonecos. Está a dar um programa sobre formas geométricas e a música de fundo convida o João-pestana a instalar-se de armas e bagagens. E é desta que a Joana adormece e fica na caminha!
Etiquetas: pais e filhos, sono
Cicalfate
É este o nome do creme que, por sugestão do dermatologista, eu comecei ontem a aplicar duas vezes ao dia no pescoço da bolotinha.
A assadura que ela aqui tem pode, de facto, dever-se a uma resposta da pele ao leite bolçado...apesar de utilizarmos um babete e/ou uma fralda, por vezes é difícil controlar todos os fiozinhos de leite que escapam da boca da bolotinha.
E quando o pescoço faz uma concorrência cerrada às bochechinhas, temos que redobrar a atenção para prevenir este tipo de assaduras...
Dados adicionais:
Cicalfate, da Avène;
Creme reparador para peles sensíveis, irritadas e agredidas;
Rico em cobre, zinco e sucralfato, suavizando e exercendo um efeito reparador na pele;
Conselhos de utilização: limpar e secar a zona a tratar. Aplicar o creme 1 a 2 vezes por dia;Preço: a embalagem que eu comprei numa parafarmácia é de 100ml, sendo o preço €13,60. O Cicalfate existe em tamanho mais pequeno, mas como preço é aproximado, compensa comprar a embalagem maior.
quarta-feira, 12 de Dezembro de 2007
04:00...
“...e vocês com sono?! Não pode ser!”
Este foi, de certo, o pensamento da bolotinha quando, às 04:00 de hoje, acorda para mais uma mamada.
Pois bem, depois da mamada, o pai trata de a fazer arrotar. Um arroto, dois, três e, pouco tempo depois, a bolotinha começa a ficar irrequieta. Por conseguinte, o sono ainda estaria longe...o pai, estremunhado, olha para mim, e eu, debaixo do edredon (eheheh, sou rápida!), digo-lhe: “Deita a Joana aqui ao pé de mim e deita-te também, talvez ela adormeça mais depressa...”
Digo-vos que foi a melhor coisa que fizemos, caso contrário o nosso dia tinha começado bem cedo!
Quando o pai deita a bolotinha a meu lado, ela abre um sorriso de orelha a orelha, como quem diz: “Então, mãe, vamos brincar a quê?!” É claro que, com um sorriso destes, não podia ficar indiferente e faço umas caretas misturadas com cantilenas, que a Joana adora! Chega a chucha e a bolotinha nem refila...entretanto, o pai deita-se e ficamos com a filhota no meio de nós, a ouvi-la chuchar com todo o vigor. Passam cinco, passam dez e passam quinze minutos: a Joana adormece rodeada pelo nosso quentinho.
Quando o pai se levanta para deitar a bolotinha na cama dela, ela abre novamente um sorriso sedutor: “Pai, não me digas que me vais deixar ficar aqui?!”
Apesar de ter acordado e de ter tentado o pai, não fez birra por ficar na caminha dela. Tivemos que nos socorrer da chucha, sim, mas a bolotinha portou-se muito bem e dormiu até às 09:00!
Quem é que acham que adormeceu primeiro?!
Etiquetas: pais e filhos, sono
Que giro!
Quando o pai chegou ontem a casa, a Joana acabara de adormecer há 10 minutos. Contudo, devia estar com um sono muito leve porque despertou mal o pai lhe deu um beijinho. E, quando a bolotinha desperta, das duas uma: ou é porque tem fome (o que não era o caso), ou então porque quer colinho. Toca então o pai a pegar-lhe ao colo; poucos instantes depois, a Joana começa a fazer força para baixo com as pernitas e o pai deita-a na espreguiçadeira, com o som da Baby TV como pano de fundo. E agora é que vem o divertido: começa a dançar ou a fazer ginástica (eu acho que era uma combinação das duas modalidades!) em frente da bolotinha! Imaginam o que se segue?! Sorrisos rasgados, um após o outro: “Pai, estás tão giro, faz mais!”
O próximo alvo dos sorrisos da bolotinha foi a lagarta colorida da espreguiçadeira, bichinho ao qual ela até nem ligava muito...
Mas como a Joana é uma bebé que gosta de variar as suas paragens, toca a regressa ao colo do pai, onde acaba por adormecer.Isto é que foram umas boas-vindas a casa do pai!
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Não há volta a dar...
Pois não! As pinguinhas de domingo culminaram na minha primeira menstruação pós-gravidez...esta noite, então, foi um desastre: calças de pijama, duas cuecas, lençol, tudo para lavar!
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Olá caminha!
Na passada segunda-feira, a Joana fez a transição da alcofa para a caminha. Foi um processo demorado mas eficaz, felizmente! Não houve lugar para choros desalmados, apenas uma habituação que exigiu a presença assídua da senhora-dona-chucha!
Já no domingo, eu e o pai tínhamos reparado que a Joana, ao dormir, embatia muitas vezes com os braços na alcofa. E ela adora esticar os braços para o lado e para cima da cabeça! Ora, na manhã de segunda-feira, após a primeira mamada, decidi fazer a transição da Joana para a caminha. Mentalizei-me que poderia ser um processo que exigiria muita paciência, pois a Joana não é bebé que se contente com as novidades logo à primeira. Lembram-se da espreguiçadeira? Pois bem, foi precisa quase uma semana para a bolotinha aí permanecer cerca de 30 minutos! Com a caminha foi necessário um dia inteiro! Ela nunca dormiu o soninho habitual de 3-4 horas na caminha, como fazia na alcofa mas, felizmente, deu-nos uma noite óptima. Aliás, as noites são muito boas porque a Joana tem a sua última refeição pelas 21:00/22:00 e depois só volta a acordar pelas 04:00, adormecendo novamente até cerca das 08:00/09:00. Não nos podemos queixar!
Então vamos lá voltar à caminha e ao percurso da bolotinha no adeus à alcofa:
9:48: primeiro contacto da Joana com a caminha. Quando pus o mobile a tocar, ela esboçou um grande sorriso (“Huuum, esta música já conheço!”);
10:16: a chucha entra em acção dada a presença de alguma inquietação, também fomentada pelos famosos soluços;
10:20: os olhos começam a ficar pesados. O João-pestana vem aí!;
10:30: o primeiro choro...;
10:37: os olhos fecham-se mais vezes de sono, também graças à chucha e, desde que entrou em cena, já caiu umas trinta vezes...!;
10:47: a bolotinha desperta, precisa novamente da chucha. Olha para a abelhinha musical da Chicco (“Já nos tínhamos conhecido antes?!”);
10:51: adormece com festinhas na sobrancelha esquerda e comigo a fazer o som do vento (língua de encontro ao céu da boca e lábios em jeito de sopro);
10:53: deixa cair a chucha, continuando de olhos fechados. Será desta?!;
10:55: desperta, pede a chucha e fica, sonolenta, a olhar para a abelhinha musical;
11:01: adormece, apesar do correio ter tocado à campainha (gggrrr!);
11:07: volta a despertar, mas fica sossegada, a “falar” com a abelhinha musical;
11:17: novo choro, nova entrada em cena da chucha. Ponho a abelhinha musical a tocar;
11:24: adormece;
12:00: desperta. Vamos comer e mudar a fralda;
13:07: adormece minutos antes do pai chegar a casa para almoçar. Saio do quarto nos bicos dos pés!;
13:30: novo despertar e “requisição” de chucha.
A partir deste ponto e até às 21:00, hora em que a bolotinha deixou de passar pelo sono para se render a este incondicionalmente, a Joana passou a tarde em cima da nossa cama, no colo e na caminha, sempre alternando...!
Ontem, terça-feira, foi mais ou menos a mesma coisa mas com um soninho mais prolongado. Antes das 13:00, por exemplo, a bolotinha já se encontrava a dormir na caminha há cerca de 30 minutos, sem choros ou chucha, o que foi um record! Este soninho prolongou-se até às 15:30, que maravilha...! Aos poucos, vou notando que a Joana já não é mais a bebé que dormia cerca de 18 horas por dia, adormecendo sempre ao colo. Agora, já está mais acordada durante o dia e, por vezes, começa a fazer força com as pernitas e pés quando está ao colo, como quem diz “Agora, se faz favor, preciso de me deitar!”...como o tempo voa!
terça-feira, 11 de Dezembro de 2007
A tarde de ontem...
...foi, pura e simplesmente para esquecer, nem imaginam o que me aconteceu!
Eram umas 14:30 quando, a meio da mamada da Joana, começo a sentir-me indisposta: um sabor metálico na boca, falta de ar, sensação de desmaio, dor de cabeça, vontade de vomitar. “Mas o que é isto?”, perguntava-me repetidamente. Poucos minutos depois, o Pedro telefona-me: “Diz-me uma coisa, por acaso não sentes um sabor metálico na boca?” Bem, perante este sintoma repetido, digo-lhe que também não me sinto nas melhores condições e alvitramos a hipótese de ter sido algo que almoçamos (tínhamos umas espetadas no frigorífico há dois dias, seria isso?). Entretanto, entre o desligar a chamada e o colocar a Joana para arrotar, sinto uma sensação mais forte de desmaio e vou pedir auxilio à nossa empregada que nos ajuda nas lides da casa. É ela quem me ajuda a deitar em cima da cama, estando a bolotinha deitada a meu lado, com a chucha. Vejo tudo a andar à roda, horrível. Por duas ou três vezes, tive mesmo a impressão que ia desmaiar, e senti um medo horrível: “E se eu desmaiar, será que a G., a nossa empregada, saberá cuidar da Joana devidamente?” Até falar me custava mas, de qualquer forma, decidi telefonar ao meu marido, dizendo que me sentia pior e que era melhor irmos às urgências. Meu dito, meu feito. Entretanto, a Joana começa a chorar e peço à G. para lhe pegar ao colo. Senti-me tão impotente nessa altura, impotente para socorrer e acarinhar a minha filha...felizmente, a Joana estava sossegada e não a fazer birra, caso contrário não sei como seria. Vejo a G. de um lado para o outro a embalar a Joana e penso: “Será que a minha filha não se está a perguntar quem é a senhora que a segura ao colo?” Assim, vou falando à bolotinha, dizendo-lhe “Muito bem meu amor, vamos dormir, a mamã está aqui...”. Inclusive, e este pormenor devolveu-me um grande sorriso no meio do meu intenso mal-estar, pedi à G. que se aproximasse de mim com a Joana e comecei a falar-lhe mais de perto; não é que a bolotinha vira a cabeça na direcção da minha voz, olhando-me com os olhinhos bem abertos, como quem diz: “Ó mãe, o que é que estás ai a fazer deitada?”
Entretanto, o Pedro chega a casa e vamos os dois às urgências; a Joana ficou entregue aos cuidados da G., tendo-lhe eu preparado um biberon antes de sair de casa para o caso da bolotinha ficar com fome. Expliquei como dar o biberon à Joana, como a fazer arrotar, o que fazer se ela bolçar, como mudar-lhe a fralda, como a sossegar se ela estiver mais agitada, enfatizando umas três vezes que, em caso de qualquer dúvida, me telefonasse de imediato. Foi a minha primeira separação da bolotinha, meu Deus, as saudades que eu tive durante as duas horas que estive ausente...enquanto estava a ser atendida nas urgências, o pai telefonou à G. para saber como estava a Joana: “Está óptima, bebeu o leitinho todo que estava no biberon, já arrotou e agora está a querer dormir...”
Das urgências, fui a uma consulta de otorrinolaringologia e, em Janeiro, farei dois exames para despistar a natureza das tonturas que senti. Ainda pensei se estas tonturas não terão por base os reajustes hormonais do pós-parto uma vez que a recuperação ainda se está a efectuar. Alguma de vocês teve este tipo de sintomas?
O pai também foi atendido, mas apenas nas urgências, sendo que a razão do mal-estar poderia estar relacionada de facto com o almoço que caiu mal, quer a ele quer a mim (nunca mais vamos deixar nada no frigorífico por mais que um dia, que nos sirva de emenda). De qualquer modo, quando saímos do hospital, o sabor metálico, a falta de ar, as dores de cabeça já tinham desaparecido. As minhas tonturas é que ainda estavam lá, se bem que mais atenuadas.
Chegamos a casa e a Joana estava quase a dormir ao colo da G. (durante o tempo que eu e o pai estivemos ausentes, a G. esteve o tempo todo com a Joana, não tendo ela tido tempo para fazer mais algum trabalho doméstico) mas despertou quase de imediato com a voz do pai. Escusado será dizer que eu fui a primeira a pegar-lhe ao colo, enchendo-a de beijinhos e, claro está, acordando-a por completo! Que saudades, filha!
Hoje ainda estou algo combalida, com uma vontade imensa de dormir...aliás, deitei há instantes a Joana, vim escrever este texto e daqui a nada vou tentar repousar nem que seja um pouco...
Etiquetas: tonturas
Será...?
Desde domingo à tarde que me apareceram umas pinguinhas de sangue...será que a menstruação já se está a anunciar por estes dias? Sinceramente, estava tão bem sem ela!
Etiquetas: diversos
segunda-feira, 10 de Dezembro de 2007
Visita ao guarda-fatos
Durante a mamada das 10:00, notei que a bolotinha estava a olhar fixamente para as portas do armário...nem olhava para a mãe, o alvo da atenção incondicional dela era o branco do guarda-fatos! O que fazemos então?! Quando pus a Joana a arrotar, abri as portas do armário e olhamos as duas lá para dentro: visitamos as camisas e calças do pai, as camisas, saias, calças, umas camisolas da mãe, e era vê-la a olhar muito concentrada para tudo o que lá estava pendurado...huum, a minha filhota tem uma curiosidade insaciável!
Etiquetas: pais e filhos
Dermatologia
Há instantes, escrevi um email ao Dr Vasco Coutinho, dermatologista no Hospital Cuf Descobertas.
De facto, durante a última semana, reparei que a Joana apresenta uma espécie de assadura na zona do pescoço, resultante do bolçar do leite. Tenho aplicado após cada refeição um pouco de creme hidratante da Uriage, tendo o cuidado de secar bem esta zona após a refeição e após o banho. Como não sei se o creme hidratante é a melhor solução, perguntei se haverá um outro produto mais especifico e direccionado para este tipo de assaduras...
Etiquetas: dermatologia, dicas, pele
domingo, 9 de Dezembro de 2007
Descobri
...que a bolotinha tem cócegas nos pés!Quando ela estava a adormecer no meu colo, fiz-lhe umas cóceguinhas nas plantas dos pés e ela afastou-os ligeiramente para o lado... Poderia ter acordado, mas não; o colo da mãe é tão irresistível que nem as cócegas nos pés a demoveram do seu propósito: dormir!
Etiquetas: pés
Abram alas!
Como a bolotinha é exímia em trocar de body várias vezes ao dia, esta manhã fomos comprar mais 8 bodies 100% algodão, nas cores branca, cor-de-rosa e azul-bebé (porque esgotamos o stock de bodies cor-de-rosa, eheheh!).
O relógio acusava já a aproximação veloz da próxima refeição da Joana e, bem, não chegamos a tempo a casa...íamos já a caminho do carro quando a bolotinha se lembra de dar livre curso aos seus dotes musicais: foi da maneira que tivemos como que um tapete vermelho até ao carro, pois as pessoas davam-nos passagem quando ouviam um choro a aproximar-se a passos largos!Houve inclusive um casal com um bebé pequenino que sorriu para nós, dizendo: “Quando a fome espreita é uma maravilha!”
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sábado, 8 de Dezembro de 2007
Há choros e choros...
Penso que uma das questões que mais ansiedade gerou em mim a partir do final da gravidez e nas primeiras semanas enquanto mãe foi a dos diferentes tipos de choro e saber como responder adequada e rapidamente às necessidades da bolotinha.
Li diversos artigos e capítulos de livros, ouvi variados conselhos (uns válidos, outros não) e agora posso juntar a tudo isto a minha própria experiência, graças aos choros da bolotinha! Tenho plena consciência que a minha experiência ainda vai aumentar (e muito!), à medida que a Joana for crescendo, felizmente!
Assim, decidi compilar sumariamente o que caracteriza cada tipo de choro:
Mãe, tenho fome!
(“Neh”, segundo a descodificação feita por Priscilla Dunstan)
O choro associado à fome acontece quando já passou algum tempo desde a refeição anterior ou quando na refeição anterior o bebé não bebeu a quantidade habitual de leite.
Neste caso, o bebé chora com força e impacientemente, abana a cabeça de um lado para o outro, tem a boca entreaberta e procura o peito ou a tetina.
Se lhe damos a chucha, ele chucha com vigor.
No caso do bebé ter sede, é aconselhado dar-lhe água fervida arrefecida, especialmente em tempo quente, se o bebé tiver tido febre recentemente ou se a fralda estiver mais seca do que o habitual.
Mãe, quero arrotar!
(“Eh”, segundo a descodificação feita por Priscilla Dunstan)
Quando o bebé quer arrotar e não o consegue nos primeiros instantes, pode ficar rabugento e inquieto. Nestes casos, a persistência é o segredo pois o arrotar é essencial para que o bebé não bolce o leite que ingeriu e não acumule ar nos intestinos.
Para arrotar, podemos sentá-lo ou erguê-lo junto ao nosso peito, dando pancadinhas suaves ou massajando as costas.
Mãe, tenho calor/frio!
O choro traduz desconforto e alguma irritação, sendo importante verificarmos se o bebé tem a parte de trás do pescoço quente ou húmida, se tem febre, se o quarto está muito quente ou se tem muita roupa vestida.
Se o bebé tiver as mãos e/ou os pés frios, é sinal de que pode estar com frio, sendo então necessário vestir-lhe uma peça adicional de roupa.
Mãe, tenho a fralda suja!
Este tipo de choro costuma começar de forma branda e vai aumentando progressivamente de intensidade à medida que o desconforto aumenta. O bebé mexe-se muito enquanto deitado, chorando.
Mãe, estou aborrecido/a!
Como o objectivo deste choro é chamar a atenção, é mais um grito do que um choro. O bebé encontra-se praticamente imóvel, movendo o corpo repentinamente quando pensa que o pai ou a mãe vem na sua direcção.
Neste caso, é importante segurar o bebé ao colo, falar-lhe ou mudá-lo para um local onde ele possa ver o que se passa à volta dele e o que nós estamos a fazer.
Mãe, tenho sono!
(“Owh”, segundo a descodificação feita por Priscilla Dunstan)
O bebé chora de forma irritada, possivelmente adormece por segundos e volta a acordar para reiniciar o choro. É comum que esfregue os olhos ou puxe uma orelha.
Neste caso, importa ir com o bebé para um local tranquilo, falar-lhe baixinho, acariciá-lo até ele conseguir adormecer.
Mãe, estou a ser bombardeado com estímulos!
Neste caso, estamos perante um choro rítmico mas não insistente.
Este choro é de esperar quando o bebé esteve acordado mais horas do que o habitual ou foi confrontado com demasiados estímulos, como brincadeiras em demasia, exposição a demasiados brinquedos ou a muitas visitas, sendo que quando é colocado na cama ou berço tende a resistir, chorando.
Habitualmente, o bebé sossega quando o levamos para um local tranquilo, quando o embalamos e acariciamos.
Mãe, não me sinto muito bem...
(“Heh”, segundo a descodificação feita por Priscilla Dunstan)
Se o motivo for dor, o choro do bebé é agudo, quase como um grito e em seguida o bebé tenta recuperar o fôlego para voltar a gritar. Ele tenta levantar as pernas para cima, esticando-as, ou então de encontro à barriga, contorcendo-se e ficando com o rosto vermelho. O exemplo clássico deste tipo de choro são as cólicas. Nestes casos, o choro surge habitualmente no inicio das refeições ou pouco tempo depois. As dores provocadas pelas cólicas levam o bebé a largar subitamente o mamilo ou a tetina, chorando.
Se a dor estiver associada a doença, os membros do bebé encontrar-se-ão letárgicos e há outros sintomas associados, tais como febre, corrimento nasal, tosse, diarreia ou falta de apetite.
Este tipo de choro também sucede aquando do aparecimento dos primeiros dentes, entre os 4 e os 6 meses.
Mãe, tenho gases!
(“Eair”, segundo a descodificação feita por Priscilla Dunstan)
Os gases devem-se à acumulação de ar nos intestinos e, por isso, o bebé fica habitualmente irritado, fazendo força para expelir o desconforto que sente.
Podemos, nestes casos, exercer uma leve pressão sobre o abdómen do bebé, massajando-o em movimentos circulares, no sentido dos ponteiros do relógio. Ajuda igualmente deitá-lo de barriga para baixo numa superfície segura ou sob o nosso braço, apoiando o corpo do bebé com o outro braço.
Mãe, sinto-me sozinho/a!
Este choro é dolente e não alto, é um choro triste mas não zangado. Os braços e pernas do bebé não mexem muito. O bebé precisa do nosso mimo e atenção!
Mãe, tenho medo!
Habitualmente, este tipo de choro é provocado por um barulho intenso ou um estranho.
Assim, há que confortar o bebé, falando-lhe baixinho.
Para complementar os tipos de choro, há pediatras que identificam sete emoções básicas a partir da observação do rosto de um bebé:
Estou infeliz: o bebé distende o lábio inferior, enruga os olhos e treme o queixo;
Estou feliz: o bebé arregala os olhos, encontrando-se estes brilhantes. O bebé gorjeia e os sorrisos são uma constante;
Estou surpreendido/a: os olhos e boca encontram-se abertos e a testa enrugada;
Estou fascinado/a: o bebé tenta juntar os olhos e levantar-se sem pestanejar;
Estou aborrecido/a: o bebé abre muito e demoradamente a boca e franze os olhos;
Tenho medo: a boca encontra-se meio aberta, os braços firmemente junto ao corpo e olhos parcialmente fechados;
Estou zangado/a: o rosto está vermelho, as sobrancelhas alinhadas e a respiração rápida.
Penso que o choro de um bebé ou criança tem o dom de nos colocar em alerta total, despertando em nós todos os sentimentos de protecção.
Quando tentamos confortar o bebé de uma forma e não resulta, tentamos outro modo e outro e outro, se preciso for. Quando nada parece resultar, é natural que nos questionemos. Atravessamos medos e angústias. Contudo, sem eles como poderíamos aprender a fazer melhor todos os dias?
Quando o bebé chora, a mãe também chora (por dentro!) mas quando o bebé sorri sentimos que, daquele episódio de choro em concreto, retiramos algo de valioso que é mais uma aprendizagem!
Fontes:
A minha experiência!
“Bebés e Crianças: Respostas às perguntas dos pais”, Dra Carol Cooper
“Conheça melhor o seu bebé”, Ana Serrão Neto
“Em que pensa o meu bebé?”, Dr Richard Woolfson
“O Grande Livro da Criança”: T.Berry BrazeltonSite “Dunstan Baby Language”, em www.dunstanbaby.co.uk
Etiquetas: choro do bebé, dicas
sexta-feira, 7 de Dezembro de 2007
Palavra do dia: Biberon
Para o pai, a palavra do dia foi com certeza “Biberon”, senão vejam os seguintes episódios:
Pai: “O biberon...oh, quero dizer o saco das compras...!”
Joana: "Pai, nem tentes...! Não vou emprestar-te nenhum dos meus biberons, já estás grandinho! Eu é que estou em fase de crescimento, sim?! Mas, tudo bem, estás perdoado, hoje é sexta-feira...!"
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"Efeito Mozart"
Música clássica, quem gosta?
Eu só aprendi a gostar de música clássica no final da minha adolescência, quando os meus pais compraram um CD com as melhores obras de Mozart. Por curiosidade, pus o CD a tocar e...gostei!
Quando vi que uma edição da Pais&Filhos de finais de 2005 trazia como oferta 3 CD’s de “Clássicos para Crianças”, não hesitei e comprei, pensando no dia em que o meu filho ou a minha filha tomaria contacto com compositores como Mozart, Bach, Handel e Vivaldi (pena que esses mesmos 3 CD’s não contemplassem Beethoven).
Já tenho lido e ouvido nos meios de comunicação social que, actualmente, são vários os estudiosos do desenvolvimento da criança que afirmam que a presença de música clássica nos primeiros anos de vida estimula a activação de todos os sentidos.
Ainda não existem provas contundentes que a exposição a música clássica produza QI’s mais elevados. No entanto, o estudo que mais relevo deu a esta questão, foi conduzido por um pesquisador francês, de nome Dr Alfred, que estudou as obras de Mozart durante 30 anos, visando descobrir a influência da música na aprendizagem infantil.
Num desses estudos, o Dr Alfred constituiu dois grupos de crianças em idade escolar. Um dos grupos escutou a música de Mozart durante 10 minutos, o outro grupo permaneceu em silêncio. O resultado mostrou que aqueles que escutaram a música foram mais bem sucedidos em tarefas que implicam a utilização do raciocínio lógico.Daí falarmos actualmente no “Efeito Mozart”. Assim, pelo sim pelo não, e uma vez que existem cada vez mais workshops e concertos de música clássica para bebés, decidi apostar nesta veia e dar a conhecer alguns dos compositores clássicos à bolotinha. Acho que, até agora, ela gosta mais de Mozart e Bach...!
Etiquetas: música
quinta-feira, 6 de Dezembro de 2007
Baby TV
Há cerca de uma semana que a bolotinha tem visto 15 a 20 minutos diários da Baby TV, sempre durante a manhã e depois de mamar.
Por sugestão da pediatra, a Joana passa algum tempo em quase todas as divisões da casa com o intuito de se acostumar a diferentes sons.
De facto, e agora que a bolotinha já tem um mês, é saudável tirá-la por momentos do ambiente protegido que é o quartinho. Ainda segundo a pediatra, não faz mal, enquanto na sala, ter o ruído da televisão como pano de fundo.
Assim, quando levo a bolotinha para a sala, sento-a ao meu colo ou deito-a na espreguiçadeira e sintonizo a televisão na Baby TV. Mas a Joana não permanece quieta durante muito tempo e, por isso, costumo fazer passeios pela sala com ela ao colo, a querer espreitar por tudo quanto é lado!
Já reparei que ela gosta de olhar para as luzinhas da árvore de Natal, para a claridade que entra pela janela e para o colorido característico dos programas da Baby TV.
Ainda me lembro do primeiro contacto da Joana com os bonecos televisivos: estava a dar um sketch de um elefante rosa e de um pássaro vermelho: ela ficou muito atenta a olhar para os bicharocos (“Mas o que é isto?”)! Contudo, eu acho que o que ela gosta mais é da música que é ora clássica, ora catita.
Hoje, por exemplo, estivemos as ver as aventuras de uma lagarta bebé cor-de-rosa que conseguiu captar a atenção da bolotinha mais do que o programa a seguir, em que ovos coloridos eram os protagonistas.
Quando estamos a ver os bonecos, vou falando sempre com a bolotinha: “Olha o elefante bebé! Sabes de que cor é? É cor-de-rosa!”, “Uma bola azul, mas que bonita!”, “Aaahh, o que é que vai acontecer a seguir, meu amor?”. E ela fica assim, muito admirada, colocando algumas vezes as mãos sobre o meu peito e fazendo força para trás, como que para ver melhor!
Tenho apenas pena que a Baby TV não seja em português. Acho o formato fantástico, tal e qual como está, muito bem pensado para os bebés pela sua natureza “aprendo brincando”. Inclusive o padrão de cores, maioritariamente às riscas ou em cores contrastantes, está muito bem conseguido para captar a atenção dos pequenitos.
Etiquetas: televisão
O inconfundível Dr Brazelton
Este é o livro que, neste momento, me encontro a reler.
Fiz a primeira leitura enquanto estava grávida mas, na altura, ainda não tinha a prática para poder comparar e assimilar novos e melhores procedimentos.
Sempre gostei da abordagem do Dr Brazelton e sem dúvida que tem sido muito esclarecedor compreender o porquê de determinados comportamentos e necessidades do bebé.
Para mim, ele é o marco do que deve ser a Pediatria enquanto ciência e enquanto exercício profissional.
quarta-feira, 5 de Dezembro de 2007
Um novo marco
Hoje fomos pesar a bolotinha que já conta com 4360kg, como atestam as bochechinhas dela que podem ver na fotografia ao lado!
Mas atenção, a este peso há que subtrair o peso da fralda e da roupinha, pois não tive coragem de a despir na farmácia, com o nevoeiro e humidade que se têm feito sentir em Lisboa.
Mas uma certeza temos: atingimos o patamar dos 4kg!
Etiquetas: peso
É segredo!
Faz hoje um ano que eu e o pai começamos a concretizar o desejo de te ter...
Três meses depois, eis que nasceste na barriguinha da mãe!
Etiquetas: diversos
Iiuupiiii!
Esta noite a bolotinha dormiu 8 horas seguidinhas!
Adormeceu pelas 20:30 e acordou perto das 04:30, dando aos pais a oportunidade de dormir mais que 3 horas seguidas, o que soube tããããoooo bem...
Pai: Sofia, acorda!
Mãe (estremunhada): Huumm...?! O que foi?
Pai: A que horas é que a Joana teve a última mamada?
Mãe (penso um pouco, ainda estou a dormir): Acho que ela adormeceu perto das 20:30...
Pai: Sabes que horas são?
Mãe: Não...
Pai: São quase 04:30!
Mãe (já estou acordada!): A sério?
Pai: E ela ainda não acordou para comer...
Mãe: Acorda aí a luz...(afinal havia ainda um restinho de sono em mim, para dizer “acorda” em vez de “acender”!)
Pai levanta-se da cama
Mãe: Vê se ela está bem...
Pai aproxima-se da alcofa
Pai: Está tudo bem..
Mãe: Então não a acordes, ela desperta por si...
Passados 5 minutos a bolotinha acorda, espreguiça-se, esticando os braços para cima.
Pois é, estamos com fome!
Entretanto, a Joana tem a sua refeição e adormece...
Deitamo-nos:
Mãe (bocejo)
Pai: Estás com sono? Tu não me digas que estás com sono! Dormiste mais que 3 horas seguidas, não tens nada que estar com sono!
Rimo-nos os dois.
Etiquetas: pais e filhos, sono
terça-feira, 4 de Dezembro de 2007
Eu sorrio, tu sorris, nós sorrimos...
É inevitável: qualquer uma de nós não fica indiferente às pequenas-grandes conquistas dos nossos filhos. Ficamos extasiadas com novos gestos, tão simples, como por exemplo, um sorriso.
Já anteriormente eu vira a Joana sorrir mas hoje a bolotinha presenteou-me com um sorriso que eu nunca vira nela: tão rasgado que até atirou a cabeça para trás de contentamento!
Etiquetas: sorrir
Que soninho tão bom!
Esta tarde, depois da mamada das 14:00, eu e a bolotinha dormimos um soninho muito bom.
A manhã não foi muito simpática para a Joana devido às cólicas pelo que, ao início da tarde, socorri-me do Colimil que a aliviou ligeiramente. Ao colo não queria estar muito tempo, nem na alcofa, nem deitada na cama dos pais. Assim, experimentei o seguinte: deitei-me com a bolotinha em cima de mim, de barriga para baixo, cabecinha no meu peito, mãozinhas a tocar os meus ombros e uma mantinha por cima. Foi tiro e queda, adormecemos as duas!São quase 17:00 e a Joana continua a dormir, mas agora na alcofa, onde a coloquei há instantes...ainda sinto o quentinho dela em mim, que maravilha!
Muito bem!
Ontem a Joana portou-se melhor aquando da hora do banho. Chorou, é certo, mas não tão desalmadamente, o que já é positivo! O que é que eu fiz de diferente?! Nada! Pois é, acho que é uma questão de hábito...então quando a mãe puser uns patinhos e outros tarecos na banheira é que vai ser uma festa (espero!).Depois do banho, e já tenho verificado isto mais vezes, a bolotinha, já quase toda sequinha e enroladinha na toalha, lembra-se de fazer um chichi em repuxo! Toca a lavar outra vez....marota!
Etiquetas: banho
segunda-feira, 3 de Dezembro de 2007
Daqui a algum tempo...
...a bolotinha vai conseguir alcançar os pés da alcofa! Já vai a meio caminho sendo que, quando a alcofa for pequena, vamos mudá-la para a caminha dela. Pergunto-me se ela sentirá a diferença e se adaptação será pacifica...bem, na caminha sempre terá mais espaço para fazer aviõezinhos com os braços, que é uma coisa que ela adora fazer e que a alcofa restringe um pouco!
Etiquetas: sono
Aumentamos o guarda-roupa!
Pois é, ontem fomos comprar novas roupinhas interiores para a bolotinha, uma vez que a maioria dos bodies ou já começam a estar um pouco apertados ou já deixaram de lhe servir. Assim, compramos alguns bodies da Absorba para 1 mês; quanto às calcinhas, temos algumas no tamanho 1-3 meses, pelo que não investimos aqui.Babygrows, temos muiiitos! Se há cerca de duas semanas, os babygrows de 0 meses ainda lhe estavam um pouco grandes, agora servem-lhe à medida...inclusive, há 2 que já lhe ficam ligeiramente justos na zona da barriguinha! Estou a ver que, daqui a nada, estou a arrumar a roupinha que já não lhe serve num armário ou cómoda à parte. Como o tempo passa...
Etiquetas: vestuário infantil
O António
O António é o primo mais velho da Joana, que na passada quarta-feira celebrou o seu primeiro ano de vida.
Já anda com ajuda de um adulto que o segura pelas mãos e já conta com um reportório de dois dentinhos! Como os dentes estão a emergir, ele baba-se que é uma coisa incrível: escorrem-lhe fios de baba pelo queixo, que ele tenta “segurar” com as mãos!
O primeiro dente teve como repercussão febre, nariz entupido e duas noites mal dormidas...nada que não afectasse o seu apetite, segundo os pais.
Ontem, estivemos a brincar ao “atira-a-bola-que-eu-apanho” (o que ele guinchava antes de atirar a bola!) e ao “cucu!”, em que ele escalava o sofá e eu me escondia atrás do mesmo até ver o altinho da cabeça dele aparecer para, no fim, dizer “cucu!” (o que ele se ria!). Durante esta última brincadeira, o António ia bebendo água e “comendo” uvas sem pele (ele adora uvas), descascadas pela mãe. Bem, “comendo” salvo seja porque os dois dentinhos ainda não chegam para mastigar. Assim, ficava com a boca cheia de uvas que ia triturando com as gengivas...Que energia tem o António! De pijama cinzento vestido, senta-se no sofá, rebola, agarra no colar da mãe, estica-o para todos os lados (vá lá que o colar era largo!), inclina-se para a frente, agarra uma revista (não, a enciclopédia não!), volta para o colo, põe-se pé em cima das pernas da mãe, olha para trás, tenta abrir uma gaveta que está à altura das mãos dele, volta a sentar-se, quer ir para o chão, começa a flectir as pernas para baixo e para cima como se estivesse a dançar (o máximo!), roda a cabeça em direcção à televisão...este é o António que, segundo os pais, quando chegar ao carro cai redondo de sono!
Etiquetas: primo(s)
domingo, 2 de Dezembro de 2007
Chegaram as cólicas
Desde sexta-feira que a bolotinha não nos tem dado muito descanso devido ao que eu penso serem cólicas. Depois de acordar para mamar e beber o leitinho quase todo, demora imenso tempo a arrotar e a adormecer. Quando está quase a adormecer, aparecem os soluços que a despertam! E a partir daqui é que são elas: não está bem em lado nenhum, nem deitada (na alcofa, na nossa cama ou no colo), nem sentada ou semi-sentada (no nosso colo ou na espreguiçadeira), nem ao colo (em toda a mais alguma posição), nem de barriguinha para baixo. Pomos-lhe a chucha e, pela velocidade de sucção, pensamos que ela possa continuar com fome. Às vezes isso verifica-se, outras vezes não. Quando bebe mais leitinho, fica mais descansada mas é por pouco tempo. Desperta para iniciar um choro agudo, como se algo lhe provocasse dor, esticando muitas vezes as pernas e cerrando as mãos. Este choro dá muitas vezes lugar a um choro de irritação e, consequentemente, de fadiga. Noto que a acalmam as massagens em movimentos circulares na barriguinha. Hoje, por exemplo, adormeceu assim...nem foi preciso chucha nem nada, apenas as tais massagens. Enquanto a massajava, senti a barriguinha dela dura e, de quando a quando, deitada ou ao colo, lá vinham os gases...ora, se existe ar acumulado nos intestinos, as cólicas têm o sinal verde para se manifestarem.
Precisamente por isso, estou sempre alerta para o quanto ela arrota. É verdade que por vezes chego a ficar com o braço dormente de lhe dar pancadinhas nas costas (ela não gosta muito de massagens nas costas...)! Quando ela arrota, penso sempre: “Será que já arrotou tudo?”, e ponho em prática a regra repetida em muitos manuais: “Se ela não arrotar dentro de 10 minutos, então é porque não engoliu ar.” Ora, isto nem sempre se verifica pois há vezes em que um arroto (“aquele” arroto que a impedia de sossegar) só surge passados 30 minutos!
E será que, ao chorar, o bebé não está também a engolir ar, aumentando assim a flatulência?! Enfim, é um ciclo vicioso que se repete...
A pediatra, na primeira consulta, já me receitara o Colimil e eu estou a ver que vou ter que recorrer a esta ajuda...estava, de facto, algo reticente porque não é consensual a utilização do Colimil e de outros produtos semelhantes no alivio das cólicas, havendo mães e pediatras que afirmam que estas ajudas podem criar habituação ou dependência...daí ainda não me ter socorrido do Colimil. Tenho apostado mais nas massagens na barriguinha mas confesso-vos que, ao fim de sete horas a tentar de tudo, se torna difícil não pensarmos no Colimil!Hoje ao início da tarde, tive que pôr novamente em prática as massagens na barriguinha, com ela deitada em cima da nossa cama, e fiz uma experiência: fui buscar o CD de músicas relaxantes que ouvira durante grande parte da gravidez. Trata-se de um CD com sons da natureza e com sons que tentam recriar o ambiente no ventre materno, como por exemplo, sons relacionados com a água. A música, aliada às massagens, serviu para a acalmar, acabando a bolotinha por adormecer. Digo-vos que não ouvia este CD em particular desde o penúltimo ou antepenúltimo dia da minha gravidez pelo que foi emocionante para mim voltar a ouvir as mesmas canções. Fiquei extasiada a ver a Joana dormir e a imaginá-la quando ela estava toda enroscadinha na minha barriga! Tenho quase a certeza que ela reconheceu as músicas. De facto, quando eu estava grávida e colocava o CD a tocar, notava que ela sossegava pouco tempo depois, especialmente nos dias em que estava mais agitada...a memória intra-uterina é realmente algo fascinante, um mistério até, do qual pouco ainda sabemos!
Faz hoje um ano...
...em que eu e o pai nos casámos em Guimarães.

O nosso convite, idealizado por nós (mas concretizado por uma empresa especializada), forrado a seda selvagem)
A ementa
A mesa dos noivos

O bolo de casamento
O bouquet
Etiquetas: casamento dos pais
sábado, 1 de Dezembro de 2007
Com um tempo destes...
...quem resiste a uma boa fatia de pão de centeio torradinha e barrada com manteiga...?!
Foi este o meu lanche depois de montar a árvore de Natal e da bolotinha ter adormecido quentinha na sua alcofa, com a sua chucha e braços para o ar!
Etiquetas: diversos
Noc, noc!
E às 16:45, o Natal entrou na nossa casa!
A árvore ficou pronta, vejam só se não está bonita? Esta árvore já nos acompanha há três Natais, sendo este o mais especial de todos por sermos uma família!Desde pequenina que peço um desejo à árvore de Natal. Sim, nunca fui muito de escrever ao Pai Natal, creio que só o fiz três ou quatro vezes antes dos meus dez anos...mas pedir um desejo à árvore é uma espécie de ritual que eu criei para mim mesma e que ainda hoje mantenho. Lembro-me perfeitamente do desejo que fiz o ano passado e que este ano agradeço ao rever toda a decoração da árvore de Natal. Teci o desejo de ser mãe e eis que o ano de 2007 me abençoou com a bolotinha!
Etiquetas: Natal













