

Vens a caminho, dia após dia, cada vez mais! Mal podemos aguardar para te ter nos braços e dizer-te: "Bem-vinda,amor!"


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Será quando o Pai Natal irá à creche da Joana. Para tal, e até essa data, os pais deverão trazer um presente unisexo para o "amigo imaginário". No passado fim-de-semana, compramos o nosso, um livro com uma história para cada dia do ano :-)
Etiquetas: Natal
Acabamos de receber este miminho da mamã do Tomás (www.cancaodembalar.blogspot.com), a quem muito agradecemos. Para todas vocês, este miminho :-)
Etiquetas: miminhos
João acorda sempre sonolento. E, mesmo que se deite cedo, no dia seguinte é um martírio para se pôr a pé. Esta criança de quatro anos parece andar sempre com a cabeça na lua. Mas o problema do pequeno João, tal como o de outros miúdos da sua idade, não é a falta de atenção. É a incapacidade de respirar convenientemente pelo nariz.
Segundo António Sousa Vieira, vice-presidente da Sociedade Portuguesa de Otorrinolaringologia (SPORL), cerca de 80% das crianças até aos 5 anos de idade sofrem de algum grau de obstrução nasal. Este problema tem origem, essencialmente, em causas inflamatórias, «nomeadamente as rinites e a hipertrofia das adenóides», salienta o especialista.
As adenóides - «uma barreira de defesa, situada na região da rinofaringe, que combate os agentes que inalamos ou respiramos» - começam a crescer a partir dos seis meses de vida e «atingem o se pico máximo aos três anos de idade». A partir da adolescência, desaparecem. «Este é o curso de crescimento normal das adenóides», justifica o especialista.
Por razões que a Medicina ainda desconhece, a partir de determinada altura, as adenóides crescem mais do que aquilo que é considerado normal, provocando a obstrução nasal. Em virtude deste «bloqueio», as crianças passam a respirar pela boca.
Embora não se saiba ao certo a que se deve a hipertrofia das adenóides, o otorrinolaringologista aponta algumas razões: «Os infantários (locais onde as crianças convivem com as mais variadas infecções) podem despoletar uma situação deste tipo. Para além disso, o contacto com os desinfectantes colocados na água das piscinas, podem agredir estas estruturas.»
Nariz sempre «entupido»
A obstrução nasal é uma espécie de reacção em cadeia: «quando entra no campo da patologia, manifesta-se por uma maior fragilidade imunitária, por otites de repetição e consecutiva diminuição da audição». Como o ser humano foi programado para respirar pelo nariz, «as crianças que respiram pela boca vão sofrer, ainda, uma sobrecarga respiratória», comenta o especialista.
Etiquetas: congestionamento nasal/spray nasal
Etiquetas: pais e filhos
Regressámos há cerca de duas horas da festa do António, primo da Joana, que hoje completou 3 anos. À chegada, a recepção entre eles foi efusiva, abraços e beijinhos pelo meio, o presente de aniversário depois (entregue pela Joana!), com o bolo de aniversário do Spiderman na mesa, a aguardar pelo "Parabéns a você". O António quis repetir a canção para soprar as velas novamente e, atento, não deixou que ninguém cortasse o seu Spiderman. Só a moldura do bolo, feita de cornucópias de chocolate. É que o Spiderman não era para comer, nem tão-pouco para colocar depois num prato!
Etiquetas: aniversários, primo(s)
Dizia-nos ontem a Joana, com a palma da mão estendida, do alto da sua cadeirinha, mal estacionamos o carro para irmos jantar fora...!
Como ela já tinha jantado em casa, passou quase a refeição toda a andar de um lado para o outro, no restaurante, um espaço familiar, onde já somos clientes habituais. Sempre que fazemos uma refeição fora, a Joana costuma comer primeiro em casa porque já sabemos que, no restaurante, ela não come devido à novidade do espaço e ao infinito número de estimulos novos. Ficar sentada na cadeira, ao nosso lado, costuma resultar, talvez, durante uns 10 minutos, depois ela quer é ir para o chão e explorar as redondezas. Como é que os vossos filhotes se comportam quando fazem um refeição fora?
Etiquetas: pais e filhos
A falta de atenção na sala de aula é um tema recorrente. Muitos são os professores que manifestam preocupação relativamente a este problema, uma vez que é grande o número de alunos que estão permanentemente distraídos. Muitas causas poderiam ser enumeradas para tentar justificar esta elevada distractibilidade. O aluno que sistematicamente se deita tarde ou, como já ouvi relatar por directores de turma, passa a noite na Internet certamente terá grande dificuldade em se concentrar. Quando o assunto abordado na aula apresenta uma complexidade demasiado elevada para ser apreendido por um determinado aluno, é normal que ele "desligue" e invente formas, por vezes muito pouco simpáticas, para se distrair. Os problemas de comportamento decorrem frequentemente da incapacidade em acompanhar as temáticas abordadas.
A forma de exposição de determinados assuntos poderá também não ser muito apelativa, muito embora se tenha caído no erro de transmitir a mensagem de que aprender é muito divertido e que a aprendizagem deve ser fonte de diversão. Claro que este tipo de mensagem é altamente perversa, pois aprender exige esforço, dedicação e empenho. Como esta ideia nem sempre é comunicada, geram-se, por vezes, nos mais novos, sentimentos de grande frustração. Outros aspectos poderiam ser aqui apontados para justificar o porquê de haver muitos corpos presentes na sala de aula, mas muitas cabeças ausentes.
O facto de o aluno não estar atento na aula não significa que apresente défice de atenção. Para que haja um diagnóstico de défice de atenção é necessário existirem vários factores conjugados, que passarei a mencionar.
O aluno que apresenta défice de atenção tem mais dificuldade em concentrar-se em tarefas que exigem esforço mental, quando comparado com a maioria das crianças da mesma idade. A criança pode facilmente concentrar-se quando joga um determinado jogo, como por exemplo a Playstation, durante muito tempo seguido, mas desligar ao mínimo ruído sempre que está com os livros em frente. Pode, portanto, haver, e na maior parte das vezes há, capacidade de concentração face a tarefas lúdicas, mas incapacidade de manter a atenção sempre que o assunto não é apelativo.
Para que haja um défice de atenção é também necessário que a criança manifeste incapacidade em manter a atenção nas ditas tarefas que exigem esforço mental em diferentes contextos. Se na sala de aula está distraída, mas em casa consegue manter-se atenta, por exemplo, quando está a fazer os trabalhos de casa, então provavelmente poderão existir distractores poderosos no contexto da sala de aula que dificultam a concentração. Se a criança "anda constantemente na lua", nos diferentes contextos onde se move, o nosso grau de suspeita aumenta consideravelmente.
Sempre que a dificuldade em manter a atenção na realização de tarefas prejudica seriamente a criança e o seu desempenho, obrigando-a a passar demasiado tempo a fazer algo que faria rapidamente se estivesse atenta, é também um indicador que aponta para um possível défice nesta área.
Um outro aspecto a despistar é a eventual existência de factores de ordem emocional a interferir negativamente na capacidade de atenção. Só poderemos falar em défice de atenção, se não existirem factores de ordem emocional a condicionarem negativamente o nível de atenção.
Todos estes critérios deverão estar presentes para se fazer um diagnóstico de défice de atenção. Sempre que a criança apresente uma dificuldade de atenção desproporcionada, ubíqua, prejudicial e que não se deva a factores emocionais, deve ser observada por profissionais especializados. Actualmente defende-se a necessidade de, nas situações de défice de atenção, haver uma intervenção terapêutica em simultâneo com intervenção psicológica.
Bibliografia:
Mal-entendidos. Da Hiperactividade à Síndrome de Asperger, da Dislexia às Perturbações de Sono. As respostas que procura. Nuno Lobo Antunes. Versos da Kapa. Edições de Livros, Lda.
Texto da autoria da Dra Adriana Campos in Educare http://www.educare.pt/educare/Opiniao.Artigo.aspx?contentid=7803CC29E59CCDD9E0400A0AB8002555&opsel=2&channelid=0
Designa, para a Joana, "é para ti" ou "foste tu".
Ontem, quando fui buscar a Joana à creche, foi a festa habitual, a recepção de boas-vindas. Quando lhe estava a tirar o bibe, exclama a auxiliar, quase do lado oposto da sala: "Huuum, cheira-me aqui a qualquer coisa…quem é que fez cócó na fralda?"
Ninguém se acusa, claro. Apuro o meu olfacto, perguntei à Joana: "Joana tens cócó na fralda?". "Não". Não me parece um "Não" convencido…A auxiliar faz-lhe a mesma pergunta e a Joana acrescenta: "Não…é tu!", como quem diz "Não, tu é que tens!". Já viram este atrevimento?! É que depois a senhora-dona Bolotinha fez-me o favor de começar a rir a bandeiras despregadas…está bonito, está!
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Se a vida fosse um segundo, esse segundo seria o aconchego do teu despertar. Se a vida fosse uma flor, seria o teu sorriso franco, tal e qual as portadas de uma janela viradas para o sol. Se a vida fosse uma cor, seria o nosso dar de mãos. Se a vida fosse um sentimento, seria um amor profundo, enraizado, repleto de seiva.
Ontem adormecemos assim, bem juntas, na cama grande. Quiseste a minha mão para a abraçar e enchê-la de beijinhos. Recordei o momento em que eu mesma beijei os teus dedinhos de recém-nascida. E agora ali estavas tu, a inverter os papéis, e eu a sentir-me nas nuvens, com tamanha demonstração de carinho e reconhecimento. Puxaste-me de seguida de encontro a ti, para um abraço, e ficamos assim, entregues ao tempo, tempo que não é tempo, mas sim um estado de ser.
Hoje completas 25 meses e eu amo-te sem precedentes. Se a vida fosse uma pessoa, serias tu.
Parabéns querida!
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Hoje completo 25 meses de vida e estou imensamente traquinas e a começar a aplicar os meus "dotes de sedução"! Tudo o que implique movimento é comigo: correr, saltar, pular, mexer aqui, mexer ali, tudo numa fracção de segundo. Sou muito autónoma nas minhas vontades e desejos mas já não faço aquelas birras de "faca e alguidar", que consistiam em deitar-me no chão a chorar. Presentemente, faço biquinho e quando noto que os pais já o viram, acentuo-o ainda mais.
Etiquetas: 25 meses
Um novo estudo realizado nos EUA demonstrou por que razão os pais não devem exagerar na higiene dos filhos, superprotegendo-os de qualquer sujidade. Na pele vivem normalmente bactérias que ajudam a prevenir inflamações quando existe uma lesão. Se essas bactérias são eliminadas por lavagens e desinfecção constante tornam a pele mais vulnerável.
Uma equipa de investigadores da Faculdade de Medicina da Universidade da Califórnia, San Diego, conseguiu descobrir o mecanismo que está por trás deste processo. Uma molécula existente na bactéria estafilococos inibe a inflamação da pele. Esta bactéria pode causar problemas se entra no organismo, mas na pele ela vive sem causar problemas e, pelo contrário, tem um efeito benéfico. Os desinfectantes e sabonetes eliminam-na.
Este estudo, publicado na edição on line da Nature Medicine explica a convicção já existente na comunidade científica que a exposição a alguma sujidade (germes) nos primeiros anos é importante para o fortalecimento do sistema imunitário, reduzindo as probabilidade de desenvolvimento de alergias. São muitos os que acreditam que o aumento dos casos de alergias nos países desenvolvidos está ligado a um excesso de higiene.
A descoberta é importante pois pode conduzir a novos tratamentos para doenças de pele de origem inflamatória.
Fonte: Mãe IOL in http://www.mae.iol.pt/artigo.php?id=1105447&div_id=3644
Etiquetas: pais e filhos
...na linha da frente, do Dr Mário Cordeiro, aqui:
http://azulnuvem.blogspot.com/2009/11/vacina-anti-gripe.html
Vale a pena ler o texto bem como os mais de 80 comentários!
Etiquetas: gripe A
(http://beriquerserfeliz.blogspot.com/)
Pablo, Lúcio, Heitor e Helena : um grande beijinho para vocês!
